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A Itinerante - Neiva

A Itinerante - Neiva

Jogue Super PSTW RPG 2009

by A Itinerante - Neiva 11/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva


by Gametrailers

Uma review ácida e irônica dos RPGs e jogável!!!

Só achei um pouco difícil lembrar as teclas todas.

rs

11/01/2011 0 comment
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Cosplays Final Fantasy XIII e Zelda inacreditavel!

by A Itinerante - Neiva 11/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva
Contribuição do Math


Fonte: Kotaku

Perfeição é isto. 😀

11/01/2011 0 comment
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Rumor: 3DS com bloqueios para regiões

by A Itinerante - Neiva 11/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Segundo publicação de um site coreano, a Nintendo teria confirmado que o 3DS terá filtro de bloqueio para regiões, presente no console e nos jogos, de forma que um console da região USA não rodará os jogos da Europa, por exemplo, e vice-versa.

Fonte: Neogaf via VG247

11/01/2011 0 comment
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Xperia (Playstation Phone) rodando roms de PSOne

by A Itinerante - Neiva 11/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Se roda PSOne, porque não PS2? Alguém sabe?

11/01/2011 0 comment
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Notícias

FFXIII x AC: Brotherhood: comparando alhos com bugalhos?

by A Itinerante - Neiva 10/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva
Vanille. linda, delicada e um tiquinho exagerada.

Nestes dias estive maravilhada com Assassin’s Creed: Brotherhood (ACB) muito pelo contraste que faz com Final Fantasy XIII e Dragon Quest IX (os últimos jRPGs que joguei).

A maior parte de minha vida gamer aconteceu com jogos japoneses. Raríssimas vezes joguei ocidentais porque a maioria deles ou é tiro ou através de combos e tenho dificuldade com ambos. God of War, por exemplo, eu amo, mas nunca joguei. Sempre foram meus filhos a controlar o joystick e eu apenas acompanhava. Como também Bayonetta, etc… Joguei Fable III recentemente e apesar de ter gostado, é um jogo muito bugado, curto, fácil e cheio de problemas.

ACB é praticamente o primeiro jogo ocidental que posso jogar e apesar de serem jogos diferentes (jRPG x  Aventura/Ação com elementos de RPG), são possíveis de serem comparados em termos da diversão que oferecem. E, apesar das diferenças, são também muito semelhantes em alguns aspectos:

DIFERENÇAS X SEMELHANÇAS

Paradigmas de FFXIII

ACB pode ser comparado aos jRPGs em diversos aspectos, como mapa aberto, quests, missões, liberdade de ir e vir, tesouros escondidos, áreas secretas, enigmas, etc.

É diferente por não ser combate por turnos, ter um único personagem jogável (e não uma equipe), sem evolução por level e sem magias. As opções de ataque dão-se através da escolha da arma e um ou outro ataque especial da arma escolhida, que compõe mais um modo de luta do que um sistema de skills ou habilidades propriamente ditas.

Em termos de sistema de combate, habilidades e customização de personagem poderíamos dizer que ACB é pobre perto de jRPGs. Não existem trocentas mil possibilidades de configurações, de armas, acessórios, magias, ataques, personagens, cada configuração fazendo com que seu jogo seja único. Não. Existem várias armas, mas a quantidade é até pequena, 4 itens de armadura, algumas bolsas para levar armas e munições e só. Pronto, acabou.

INTERFACE COM O JOGADOR

Interface clara, limpa, amigável, intuita em ACB

Em compensação, toda esta simplicidade, facilidade e praticidade revertem a favor do jogo na interatividade da interface. Está tudo ali e de uma forma excepcionalmente bem feita. Cada pessoa ou local que aparecem no jogo tem uma fichinha com dados. O mapa contém todos os itens essenciais para o jogo e o que não é essencial pode ser adquirido e acrescentado, como mapas de tesouros, bandeiras, penas, etc… A estória também está lá, escrita, guardada, em seus mínimos detalhes e facilmente acessada.

Esta é a diferença brutal com relação aos jogos japoneses cujos mapas na maior parte são uma tortura infernal e as informações são as mais básicas e limitadas possível, obrigando-nos a procurar o que falta na internet. Para quê? Se as pessoas vão procurar fora, porque não ter no jogo? E procuram, isto é certo. Quem fala que joga FF sem consultar algo na net ou em revistas, das duas uma: ou mente descaradamente ou joga pobremente, deixando de fazer o que não é essencial e que é sempre o melhor da festa.

Podem dizer que tira a graça do jogo, que o melhor é a busca. Eu não acho. É antiquado ter que ficar procurando guias na net e imprimindo tudo para levar próximo ao console se ambos não estão no mesmo local. Ou, pior ainda, perder horas indo e voltando às cegas pelos mapas. E além disto, o que não é essencial é opcional em ACB, ou seja, cabe a você decidir se quer ou não ver as localizações de segredos, itens e tesouros na tela.

Relembrem as quests do XIII. Alguém conseguiria fazer as 64 sem indicação alguma? Conseguiria, com certeza, às custas de quase enlouquecer, mas conseguiria. E por quê? Qual a vantagem? Nenhuma. Zero. Apenas prolongar o jogo de forma desagradável e chata.

E os paradigmas? E as habilidades? Em algum lugar do jogo existia explicações de todas as possibilidades e o que cada uma delas fazia?

E as armas? Sistema de evolução, sintetização? Onde dizia o que cada arma ou item fazia e sua localização?

O que é bom em jRPGs e em qualquer jogo não é a dificuldade em compreender os comandos e o enredo ou de localizar coisas e sim a estória, a quantidade de coisas a fazer, a jogabilidade, os bosses, as configurações (desde que bem apresentadas e não quando confusas e enigmáticas) e a necessidade ou não do uso de estratégias para seguir em frente, porque quando tudo é uma questão de força bruta, basta upar bastante. Qual a graça?

É na interface com o jogador que ACB dá um banho, ou melhor afoga, qualquer RPG da Square-Enix, que na comparação fica arcaica e retrógrada, com a impressão de ter parado no tempo.

DESIGN

Design sempre bonito e rico, nos menores detalhes em ACB.

E também no design em geral. Roupas bonitas, personagens impecáveis, cenários detalhados, gente em diversidade nas ruas e que interagem com o jogo. Gente que come, toma água, namora, briga, passeia, faz compras, trabalha, boceja, dorme e até pinta. Vi algumas pinturas destes artistas e até mesmo nisto, em um detalhe destes, ali está, um lindo desenho. Se estou lutando, todos se afastam, correm. Se mato alguém, todos ficam observando a área. Se minha visibilidade é alta, todos me olham.

Eu tinha que entrar desapercebida no Vaticano e pedi ajuda à algumas cortesãs que foram comigo. Para aumentar a segurança entrei no meio de um grupo de bispos que fazia o mesmo caminho. Não é que os danados recusaram-se a andar e ficaram olhando feio para as mocinhas de vida alegre? Voltei sem elas e nada ocorreu. Andaram direitinho. rsrs

ESTÓRIA

Deuses que criam mundos perfeitos, semi-deuses que querem destruí-los
e uma equipe de humanos que tenta impedí-los em FFXIII.

Com relação a estória em si, acho que empatam. A idéia do enredo de ACB é interessante: uma máquina capaz de fazer regressões à memórias de existências anteriores e o uso desta para encontrar artefatos antigos. O personagem que regride é carismático e a montagem toda bem feita. Apenas critico a mistureba danada que ACB faz, juntando fatos históricos reais com eventos fictícios, da mesma forma que o Código da Vinci de Dan Brown. Talvez fosse mais interessante se fosse totalmente baseado em fatos reais, até porque pode educar errado aos mais jovens que estão jogando. Os templários são figurinha batida em enredos “pseudo” históricos baseados em Roma e um grupo de Assassinos serem os “mocinhos” é pouco crível.

Entretanto, o enredo de XIII também não foi lá estas coisas. A idéia era excelente, maravilhosa. O desenvolvimento é que capengou, derrapou feio. Só não digo que empatam, porque ao menos o enredo de ACB é claro, não deixa margens à dúvidas, não tem lacunas ou dubiedades.

QUESTS, MISSÕES, TESOUROS, OPCIONAIS
Tudo pode ser visualizado no mapa de ACB

Já falei no post anterior sobre as praticamente infinitas coisas que se podem fazer em ACB, portanto não vou estender-me nisto. Não joguei todos os FFs e não vou generalizar, apenas digo que ganha de todos os que joguei, não apenas pela quantidade como pela diversidade de opcionais. De XIII é melhor nem dizer.

DINHEIRO

Compra de propriedades em Roma para acesso a itens e renda de aluguéis.

Em ACB você ganha dinheiro lutando, comprando, reformando e alugando propriedades, em missões de sua Guilda, em tesouros, etc. etc. etc. Dinheiro não é problema e sim como gastar.

Em XIII dinheiro é o grande problema. Só com venda de itens, a maior parte não vale nada e os que valem são raríssimos e chatérrimos de obter. Uma dificuldade sem fim que cansa e enjoa.

DIFICULDADE

Yazmat: 50.000.000 de HP e ficando mais perigoso a cada milhão perdido!

ACB é muito fácil. Seria excepcional se precisasse de estratégias refinadas para a conclusão das memórias, mas não requer. Talvez para cumprir as exigências de 100% de syncronismo, mas para fazer com 50%, basta ir lá com bastante armas, remédio, munições e descer porrada. As batalhas até o momento não evoluiram em dificuldade. É sempre a mesma bobeira. Nas torres é ir e matar o capitão, lutar com alguns guardinhas e finito. O capitão (até o momento, ok?) nunca é diferente, ou mais forte, ou nada. É só o mesmo capitão em outro local. Nas memórias igualmente. Em alguns você tem que ir em um local e fazer algo e em outras outro local e faz outra coisa, mas até agora estou indo sem ter que ficar refazendo e nem pensar. Algumas vezes consigo 100% e em outras 50%, mas sigo em frente.

Falaram que as sequências podem todas ser feitas em 20/30 horas. FFXIII também. Se seguir reto, sem parar é isto dai. Semana passada um leitor, o Caio, platinou em 105 horas. Seria menos se as informações estivessem no jogo e não tivesse que parar para consultar, com certeza. Acho que os troféus da parte offline de ACB devem ser conseguidos mais ou menos com este tempo também.

Agora… FFXIII tem algumas batalhas em que força bruta não é nada. Tem que ter estratégia, tem que entender de paradigmas, conhecer as armas e os acessórios. Estou lembrando dos malditos Raktavijas. Tem as lutas com as tartarugas, com o Vercingetorix e vários outros que à época em que topamos apresentaram um bom grau de dificuldade.

E o Yzmat do XII com seus 50 milhões de vida? Final Fantasy tem talvez a melhor coleção de bosses dos games. Os mais interessantes e difíceis são os opcionais. Muitas vezes guardam armas ou itens raríssimos e são inevitavelmente as melhores partes do jogo.

SISTEMA DE COMBATE, JOGABILIDADE.
Lutas ágeis, dinâmicas e divertidas em FFXIII

O sistema de combate de ACB, em tempo real e livre, fora de dungeons, é gostoso e prático. O problema é que é simplificado demais e até mesmo pobre. Permitiria até uma boa diversão se os bosses fossem difíceis, mas não é caso, de forma que as lutas não são o melhor do jogo.

O sistema de combate de todos os FFs pode ser fonte de controvérsias, se este era melhor ou se era aquele, mas não há dúvidas de que são sempre ricos e complexos.

Sem contar que a configuração é normalmente rica em opções, mesmo que pobre em explicações e interação.

CONCLUSÃO:

Neste momento empatam. Ambos são precários em alguns aspectos e excelentes em outros. O ideal seria um ACB com o nível de customização, dificuldade e configuração de FF ou um FF com interface, design e diversidade de ACB.

Entretanto, o que ACB tem de especial é algo que poderia ser facilmente acrescentado à FF. Bastaria apenas uma injeção de modernidade à franquia. Já o que Final Fantasy tem de especial é praticamente impossível de ser acrescentado à ACB, porque é um estilo de jogo, próprio e único.

Basta FF Versus XIII ser um pouco mais amigável, conceder liberdade e trazer quests e opcionais como antigamente para ultrapassar em muito qualquer Assassin’s Creed.

Porque ACB é uma grande diversão, mas FFXIII além de ser uma grande diversão é uma tremenda dor de cabeça! E nós gostamos de uma dose de trabalho extra.

😀

(Faltou falar da parte Multiplayer e de Project Legacy do ACB e de música de ambos. Como os primeiros dois itens não constam em FF e além disto, não joguei ainda a parte multiplayer, não dá para comparar. E sobre a música, prefiro não comentar.)
10/01/2011 0 comment
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AC Brotherhood: absolutamente fascinante!!!

by A Itinerante - Neiva 09/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Bom, vocês perceberam que dei uma sumidinha básica ontem e hoje, não é?

Primeiro que minha net está cai não cai. De vez em quando consigo entrar, mas logo cai novamente. Segundo que está difícil desgrudar do Assassin’s Creed: Brotherhood. Meu Deus, este jogo é… fico até sem palavras! É imenso, completo, complexo, fascinante, perfeito, delicioso!

Tem tanta coisa para se fazer que a gente fica nem sabe o que faz primeiro.

Roma está em ruínas e tomada pelos Borgias e seus guardas.

Ezio deve minar o poder dos Borgias e reconstruí-la através de várias ações:

– Concluindo as missões da estória, chamadas de memórias. Cada capítulo é chamado de Sequência. São 9 sequências e cada uma com 4 ou 5 memórias a serem executadas. Cada memória pode ser feita mais ou menos ou 100% sincronizada. Cada uma tem uma condição a ser cumprida para atingir 100% de sincronização, algo como as missões de XIII que teriam que ser feitas em determinado tempo para obter 5 estrelas.

– Queimando as torres de controle. Isto é algo muito gostoso de se fazer. Não sei direito quantas torres são, mas acho que umas 10. Cada uma controla uma parte da cidade e é lotada de guardas. Todas tem um capitão. Para destruí-las, primeiro é preciso matar o capitão e depois subir no topo, sincronizar o mapa para liberar as imagens da área e depois tacar fogo. É sempre emocionante ficar naquela altura toda. Quando sincroniza a imagem dá um loop de 360o. graus e dá para ver tudo lá embaixo. A cena da queima também é legal, com a torre queimando e o assassino jogando-se em um pulo de fé.

– Após queimar uma torre, alguns edifícios e comércios ficam livres para reconstrução. Edíficios podem ser refeitos com a contratação de arquitetos ou apenas pela compra. Comércios como ferreiros, médicos, lojas de arte e alfaiates podem ser comprados. Cada compra não apenas permite o uso para aquisição de itens e quanto mais você libera comércios, mais itens são liberados, como também Ezio passa a receber rendimentos pelos imóveis a cada 20 minutos.

– Coletar as mais de 100 bandeiras dos bórgias e as 10 penas.

– Realizar contratos de assassinato.

– Destruir as máquinas inventadas pelo Leonardo Da Vinci. Uhuuuuu!!! Além deste personagem ilustríssimo e de todo o povo dos Borgias, também está presente o Nicolau Maquiavel, autor de “O Príncipe”, uma obra de idéias políticas que foi ou é a bíblia de muitos.

– Interceptar carteiros e ladrões e pegar o que eles levam.

– Encontrar tesouros de Rômulo.

– Encontrar enigmas deixados pelo Sujeito 16.

– Treinar seus Assassinos.

– Encontrar lugares secretos.

Bem, provavelmente estou esquecendo algumas coisas que se podem ou devem ser feitas. E também ainda devem surgir outras.

No jogo cada uma destas coisas aparecem demarcadas no mapa, de forma que não é preciso endoidecer querendo saber onde estão. O que já não vem automaticamente pode ser adicionado depois, com a compra de mapas nas lojas de arte. De qualquer forma, se alguém quiser saber como é, visitem este site aqui. Clicando em uma parte do mapa, abrirá com as opções do que ver no mapa e tem tudo.

Acho que não é necessário detonado/walktrought para este jogo, uma vez que está tudo explicadinho nele mesmo, mas se alguém tiver alguma dúvida e quiser ver algo, recomendo o guia do IGN, muito bem feito:

Guia Assassin’s Creed: Brotherhood

Está em inglês, mas se não tiver a tradução automática no seu navegador (usa o Chrome e ative isto), pode jogar o link no google e pedir a tradução.

Estou na sequência 5. Já tenho uma Guilda de assassinos. Pessoas que ajudei e depois ingressaram na luta pela libertação de Roma e que estão sendo treinados por mim. Posso dar missões a eles para serem feitas ao redor do mundo e que rendem dinheiro e itens raros. A cada missão ganham exp e vão evoluindo de level. Muito legal! rs

Bom, vou lá aproveitar os últimos minutos que tenho deste domingo.

Até. 😀

09/01/2011 0 comment
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3DS: lançamento chegando ao ocidente em 26/02/11

by A Itinerante - Neiva 08/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Como membro da Square-Enix, recebo algumas mensagens publicitárias de vez em quando. Ontem recebi este convite que diz, em outras palavras:

Haverá um evento de celebração do lançamento de Kingdom Hearts Re:coded no Nintendo World no Rockefeller Center hoje, das 11hs às 15:00hs. Os participantes ganharão um coração exclusivo e 5 pessoas concorrem à uma litografia de Tetusuya Nomura, além de todos poderem comprar o game 2 dias antes do lançamento oficial.

No Japão hoje tem o Nintendo World 3DS 2.011, aliás, teve, devido à mudança de fuso horário.

Este era um pedaço da fila do evento. Todos queriam ver e experimentar o 3DS que estava sendo demonstrado com The Legend of Zelda, Ocarina of Time, um jogo lançado há 13 anos atrás em remake para 3D.

Famitsu também publicou a lista dos títulos que serão lançados junto com o console:

  • Winning Eleven 3DSoccer (US $ 70)
  • Super Street Fighter IV 3D Edition (US $ 58)
  • Samurai Warriors Chronicles (US $ 73)
  • Tobidasu! Bobble Puzzle 3D (US $ 60)
  • Nintendogs + Cats (US $ 58 cada)
  • Ridge Racer 3D (US $ 73)
  • Combat of Giants: Dinosaurs 3D (US $ 61)
  • Professor Layton and the Mask of Miracle (US $ 72)

Além destes, tem também o KH Re:Coded mencionado acima e como próximos lançamentos tem o Kid Icarus, o remake de Metal Gear Solid Snake Eater 3D e Dead or Alive (24/03/11)

Imageepoch também apresentou alguns títulos para o console e o calendário de lançamentos da Nintendo para o 3DS já tem uma lista bem longa.

Analistas acreditam que o 3DS pode tornar-se o maior sucesso tecnológico de 2.011 e a expectativa é de que seja o console mais vendido do ano.

Aqui um dos comerciais da série que a Nintendo está divulgando para o lançamento do bichinho, todos absolutamente inócuos, sem graça e sem conteúdo:

#fail

08/01/2011 0 comment
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Assassin’s Creed Brotherhood: primeiras impressões, bandeiras, penas, segredos, o mundo inteiro em um jogo

by A Itinerante - Neiva 07/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Assassin’s Creed Brotherhood
Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Ação
Plataforma: PS3, Xbox360 e PC (em breve)
Data de lançamento: 16/11/10
Nota Metacritic: 90

Estou jogando Assassin’s Creed Brotherhood (ACB) há uma semana. Tempo suficiente para formar uma primeira impressão e tenho protelado em fazer este post porque o jogo é tão grande, tem tanta coisa para se dizer que não sei nem como começar direito. rs

Apesar de ser classificado como uma aventura/ação, acho que tem um pezinho bem fincado no RPG. Mapas imensos abertos, liberdade para ir e vir, quests opcionais, bosses opcionais, áreas secretas, customização de roupas e acessórios e diversas armas. Sei que futuramente poderei recrutar cidadões e transformá-los em minha equipe de assassinos.

Eu não joguei nenhum AC anterior, de forma que tudo é novo para mim. Demorei algum tempo até acostumar-me com as habilidades de homem-macaco que trepa em praticamente qualquer saliência que exista. Sentia um pouco de tontura ao subir muito alto e olhar para baixo. Agora já estou acostumada e até que ficando rápida nos pulos de um telhado a outro. Bem legal isto.

Este jogo é tão bom, tão imenso e tão complexo que quase motiva-me a fazer vários posts sobre ele, como fiz para FFXIII e isto não é pouca coisa. Joguei FFXIII há quase 1 ano e este é o primeiro jogo que renderia material suficiente para fazer o mesmo.

Gosto de estar lá, de andar meio que sem rumo, caçando tesouros, abrindo comércios, coletando penas e bandeiras, liberando e comprando armas e hoje vou começar a queimar torres para liberar mais áreas. Gosto da sensação de liberdade do jogo, de andar à pé ou a cavalo, no solo ou nos telhados, de lutar mano-a-mano ou assassinar furtivamente com a lâmina escondida no punho ou limpar a área à distância, com a besta.

A Ubisoft é minha nova queridinha. Eu simplesmente babo com tudo que vejo dela. Toda sua presença na internet é impecável, desde seu site até o jogo complementar de Assassin’s Creed no Facebook, o Project Legacy.

No jogo seu estilo é sublime. Tudo, absolutamente tudo, perfeito!!! Cenários incríveis e baseados em Roma antiga, recriada magistralmente. Áreas gigantescas, sempre repletas de pessoas comuns ou guardas. Cheio de detalhes por todos os cantos.

A comunicação com o jogador simplesmente exata: todo o jogo é intuitivo e o que não é intuitivo é exaustivamente explicado. Não há como não entender comandos ou opções. O mapa é brilhante e é impossível perder-se com ele.

Visual elegante, limpo, clean, bonito!!! E em tudo: desde as roupas de Desmond/Ezio às das pessoas nas ruas, até as armas, mapas, menus, controles. Perfeito!!!

E, ainda assim, não é suficiente…

Não sei identificar o motivo, mas não sinto-me empolgada, por mais que seja um jogo espetacular. Não  pegou-me naquela compulsão doida de fazer “só mais um pouquinho” para ver o que acontece em seguida e de pouquinho em pouquinho passar o horário sem conseguir desligar.

Vou jogar mais um pouco e volto. 😀

07/01/2011 0 comment
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07/01: o que está havendo de interessante?

by A Itinerante - Neiva 07/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva

Elder Scrolls V: Skyrim é capa da próxima GameInformer e trás charada na contracapa – Kotaku

Resolva o enigma da contra-capa de Elder Scrolls V – na GameInfomer, ou veja em Eurogamer: Runas traduzidas.

Geohot libera vídeo de PS3 com firmware 3,55 rodando Homebrew (o propósito da atualização do firmware 3,55 era justamente de impedir isto. E, aliás, foi apenas por causa deste impedimento promovido pelo 3,55 que os hackers decidiram quebrar a chave do PS3 e não para fins de pirataria – ainda que esta possa ser uma consequência.) – VG247 e outros

Faça um jogo perfeito em MLB 2K11 e ganhe US$ 1.000.000 – Joystick

3DS será lançado em 26/02 com 10 títulos disponíveis – Siliconera

Lançado handheld para PS One – Kotaku

Sony Playstation Phone: configurações e primeiros vídeos rodando games – Engadget

Rumor: Thief 4 prestes a ser anunciado? – Kotaku, CVG e Rock Paper e Shotgun

Michael Jackson A Experiência vendeu mais de 2 milhões desde Novembro – CGV e praticamente todos os outros sites

Trilogia de Tomb Rider chegando em Março no PS3 – G4TV entre diversos

Remake de Persona 2: Innocent Sin para PSP atrasado para Japão – Siliconera entre outros

LG “superphone” suporta multiplayer entre plataformas (PS3/PC) – VG247

Hyperdimension Neptunia: análise prévia e vídeo do RPG do PS3 com lançamento para 15/02 – Gamespot

Okamiden: novo personagem, Kurow, surge no vídeo lançado na CES – Gametrailers

Sony fala em atualização de firmware para deter hackeamento do PS3 – 1UP dentre muitos.

The Last Story: jogabilidade, personagens e cascas de bananas em detalhes – Adriasang

Disgaea 4: novo vídeo – RPGamer

07/01/2011 0 comment
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Notícias

Rumor: Final Fantasy XIII Seasons em lançamento breve.

by A Itinerante - Neiva 06/01/2011
Escrito por A Itinerante - Neiva
Belissima visão artística de Gran Pulse – Fonte

Hoje de manhã o site NowGamer publicou um post dizendo ter recebido a agenda de lançamentos da Square-Enix e que nela constava um título chamado Final Fantasy XIII Seasons.

Tenho o hábito de procurar checar todas as informações que são publicadas, ou através de mesma publicação em outros sites reputados ou diretamente na fonte. Como a fonte citada não foi possível de ser localizada e outros sites não deram a notícia, apenas fiquei observando e procurando por mais informações, juntamente com Daniel.

Algumas horas depois, o NowGamer deletou o post e publicou a informação de que a Square-Enix entrou em contato para retificar a informação, dizendo:

“O calendário de lançamentos que você recebeu de um dos nossos parceiros é imprecisa e não sancionada pela Square Enix”

Observem que não foi dito que o calendário estava errado e sim impreciso. O fato de terem preocupado-se em retificar dá peso à notícia.

Naturalmente as especulações já começaram pelos foruns da vida.

O que é Final Fantasy Seasons?

Como Daniel observou, se fosse um novo título de Fabula Nova Crystallis, a estrutura do nome seria: Final Fantasy Seasons XIII e não Final Fantasy XIII Seasons. A forma de colocação remete ao Final Fantasy XIII e não à Fabula.

Uma DLC de FFXIII?

FFXIII-2 com outro título?

Um erro apenas?

Façam suas apostas. Ainda temos 11 dias de tortura e ansiedade pela frente, com a probabilidade de novos “acidentes” continuarem a aparecer, hypando ao máximo o evento.

06/01/2011 0 comment
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