A Bandai Namco anunciou hoje uma versão remasterizada de Tales of Symphonia, que será lançada para PS4, Xbox One e Nintendo Switch no início de 2023 (sem data exata definida no momento).
A Itinerante
Bayonetta 3 – Novo trailer de Gameplay mostra a evolução da nossa Super Bruxa
Finalmente estamos nos aproximando do lançamento de Bayonetta 3, que promete elevar ainda mais a gameplay frenética dos títulos anteriores.
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom tem sua data de lançamento revelada
A sequência do aclamado Breath of the Wild finalmente recebeu título e data de lançamento oficial.
Intitulado Tears of the Kingdom, o jogo será lançado no dia 12 de Maio de 2023 e a nova sequência de gameplay mostra tudo o que esperávamos e mais: Novos poderes, um mundo aparentemente gigantesco e explorável e até mesmo nítidas inspirações em Skyward Sword.
Hoje o dia promete render boas novidades no mundo dos games!!
As 11:00 (BRT) teremos mais uma Nintendo Direct, com 40 minutos de novidades de jogos futuros para Nintendo Switch. Será que finalmente teremos mais novidades de Zelda? Uma prévia das DLCs de Xenoblade? 😀
Assista aqui:
Xenoblade Chronicles 3 – Lista de todos os Buffs do jogo e seu significado
Os Buffs de Xenoblade Chronicles 3 são extremamente importante durante o combate.
Trata-se de efeitos que podem ser ativados em combate e que trazem algum tipo de efeito positivo para o personagem, indo desde aumento de defesa e regeneração de HP até a efeitos que permitem praticamente dobrar o dano causado em determinadas ocasiões.
Segue uma lista de todos os Buffs do jogo juntamente com seu ícone e seu significado para que sejam mais facilmente identificados.
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| Critical Rate Up (Frequência de Crítico aumentada) – Aumenta a frequência de acertos Críticos |
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| Accuracy Up (Precisão aumentada) – Aumenta a precisão |
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| Power Charge (Carga de Poder) – Aumenta consideravelmente o dano da próxima Art executada |
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| Armor Veil (Véu de Armadura) – Absorve uma quantidade fixa de dano |
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| Ether Achor (Âncora de Ether) – Anula uma quantidade fixa de reações de combo |
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| Attack Up (Ataque Aumentado) – Aumenta o dano causado |
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| Critical Hit Plus (Acertos Críticos Aumentados) – Aumenta o dano causado por acertos Críticos |
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| Recovery Up (Recuperação aumentada) – Aumenta a quantidade de HP que é curado |
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| Delayed Healing (Cura atrasada) – Cura quando o HP descer até um certo ponto |
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| Counter Heal (Contra ataque de cura) – Cura sempre que for acertado por um ataque, por um determinado número de ataques |
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| Pause Buff Timer (Pausar tempo de Buffs) – Paralisa a duração de todos os Buffs ativos (exceto ele mesmo) |
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| Invincible (Invencível) – Anula todos os ataques do inimigo |
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| Awakening (Despertar) – Aumenta Ataque, Defesa e Taxa de Recarga das Arts |
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| Defense Up (Defesa Aumentada) – Reduz o dano recebido |
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| Decoy (Isca) – Esquiva de ataques por um determinado número de vezes |
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| Debuff Barrier (Barreira de Debuffs) – Anula um certo número de Debuffs recebidos |
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| Fast Recharge (Recarga rápida) – Aumenta a taxa de recarga das Arts |
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| ??? – Mesmo depois de zerar ainda não encontrei esse Debuff da lista. Alguém sabe qual é? |
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| Evasion Up (Evasão aumentada) – Aumenta a taxa e Evasão |
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| Regenerate (Regenerar) – Cura HP em intervalos fixos de tempo |
Xenoblade Chronicles 3 – Guia e Tradução dos Atributos dos personagens
Como em todo bom RPG, os personagens de Xenoblade Chronicles 3 possem uma série de Status que podem manipulados para influenciar em seus desempenhos de combate.
A seguir uma lista dos principais status e atributos do jogo:
HP – Health Points (Pontos de Vida) – É a quantidade de vida que o personagem tem. Se chegar a 0, o personagem morre.
Attack – Este é o principal status das classes ofensivas do game, já que irá influenciar no dano caso pelo Auto Attack e pelas Arts dos personagens.
Healing Power (Poder de Cura) – Impacta no quanto as Arts de cura irão restaurar do HP dos personagens.
Dexterity (Destreza) – Influencia na chance do personagem acertar um ataque ou Art. Caso esteja vendo seu personagem errar muitos ataques (Miss), esse é o status que precisa ser aumentado.
Agility (Agilidade) – Influencia na chance que o personagem tem de desviar de um ataque. Tanks focados em evasão (Como Zephyr e Lone Exile) são os que mais se beneficiam desse status.
Critical Rate (Frequência de Crítico) – Influencia a chance que aquele personagem tem de causar dano crítico com seus ataques e Arts.
Block Rate (Frequência de Bloqueio) – Determina a chance que o personagem tem de bloquear ataques. Tanks focados em defesa pesada (como Heavy Guard e Lost Vanguard) são os que mais se beneficiam desse status.
Physical Def. (Defesa Física) – Influencia no quanto de dano o personagem recebe de ataques físicos.
Ether Def. (Defesa de Ether) – Influencia no quanto de dano o personagem recebe de ataques de Ether
Xenoblade Chronicles 3 – Legacy of the Seven – Os 7 melhores acessórios e onde encontrá-los
Ao chegar no mapa Eyrhitia Sea (Capítulo 5) é possível encontrar 7 acessórios lendários que estão espalhados pelas ilhas. Esses acessórios são chamados de Legacy of the Seven, e são as melhores versões de cada tipo de acessório disponível.
Infelizmente só é possível obter uma cópia em cada playthrough, então caso você queira uma segunda versão deles será necessário ir para um próximo NG+.
A seguir a localização de cada um deles:
Martins Ring – Aumenta a taxa de Bloqueio em 60%.
Fica na área secreta Radial Outlook, que é relativamente simples de ser encontrada. Basta pegar o barco e ir até o local mostrado abaixo.
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| Visão geral |
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| Entrada da Área Secreta |
Solis Ring – Aumenta a cura em 40%.
Esse está em uma área lotada de inimigos level 95+, incluindo Elites e Named Monsters perigosos. Recomendo equipar um tanker bom em evasão (como Zephyr ou Lone Exile) e passar correndo pelos monstros caso você não esteja em um level adequado.
Comece a partir do ponto de teletransporte Searing Strand e siga o caminho mostrado abaixo para encontrar o anel.
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| Visão Geral |
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| Entrada da Ilha |
Veneris Ring – No começo de um Chain Attack, aumenta o TP em 20.
Relativamente simples de ser encontrado. Basta ir subindo pela ilha até chegar no local indicado e enfrentar o Named Monster Heroic Gulkin. O monstro é level 76 e por causa da posição da escada talvez não seja possível evitá-lo para chegar até o baú.
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| Visão Geral |
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Saturni Ring – Aumenta o Attack em 40%.
Para chegar na parte central dessa ilha é necessário descer pela corda (linha amarela) mostrada no mapa. Em seguida pode-se contornar a plataforma elevada no centro pela direita, entrando em uma pequena caverna e passando pelo ponto de teletransporte “Fifth Pillar Remant”. Dali de cima será possível pular na plataforma elevada e chegar no local onde o anel está.
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| Visão geral |
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| Entrada da Ilha |
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| Local de acesso para deslizar na corda |
Após deslizar pela corda, basta procurar por esta caverna no lago central para alcançar a parte superior da ilha.
Por ultimo, é só saltar na plataforma central onde o anel está.
Lunae Ring – Aumenta o dano de Fusion Arts em 100%.
Para esse anel é necessário ir até a ilha mostrada abaixo, no ponto de teletransporte Doublecrag Gate. Procure por pontos plantas escaláveis pela ilha até chegar na parte mais alta, onde será possível encontrar também um arpão para ativar e seguida deslizar por ele.
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| Visão Geral |
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| Entrada da Ilha |
Após chegar na parte superior da ilha, basta procurar pelo arpão para deslizar pela corda e alcançar a ilha onde está o anel.
Mercurii Ring – Aumenta a frequência de crítico em 60%.
Para esse anel vá até Anu Shoals e procure pelas paredes escaláveis da pequena ilha. Ao chegar no topo, procure por uma corda para deslizar mas – ATENÇÃO: Quando começar a deslizar pela corda e chegar mais ou menos na metade do percurso, será possível ver uma outra corda a esquerda. É necessário pular nessa segunda corda, ainda em movimento, para alcançar a plataforma onde o anel está.
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| Visão Geral |
Ponto de entrada da ilha. Caso você já tenha a visitado antes, a parte superior possui o ponto de teletransporte “Seaspray Lookout”.
Do alto da primeira ilha, deslize pela corda para a segunda.
Nessa segunda ilha comece a deslizar pela corda, prestando atenção e pulando para a segunda corda quando ela aparecer
Ao chegar na segunda ilha será possível encontrar o baú com o anel.
Iovis Ring – Aumenta a Agilidade em 40%
Vá para o ponto de teletransporte chamado Hermit’s Inlet. Avance pela ilha passando por uma caverna e pela colônia Lost Colony. Chegando no lago, basta ir na direção mostrada abaixo para escalar uma parede e encontrar o anel
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| Visão Geral |
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| Entrada da Ilha |
Área secreta onde está o anel:
Xenoblade Chronicles 3 – Análise Final – Sem Spoilers (André)
Falar de Xenoblade Chronicles 3 não é tão fácil como eu pensei.
Tendo a proposta de dar uma conclusão para a saga dos mundos de Xenoblade 1 e 2, o jogo me surpreendeu em aspectos que eu não esperava e levou o destino da série para um caminho empolgante e misterioso. A seguir se encontra minha análise dos diferentes pontos positivos e negativos do jogo, enquanto tento colocar em palavras a incrível experiência que foi vivenciar essa jornada. Sem mais delongas, vamos lá!
História
Em Xenoblade 3 seguimos a saga dos seis protagonistas Noah, Eunie e Lanz (da nação de Keves) e Mio, Taion e Sena (da nação de Agnus) em sua busca pelas verdades do mundo em que vivem. Os 6 foram criados como soldados em um cenário de guerra, onde cada habitante vive apenas para lutar desde o momento em que nasce. Após os acontecimentos iniciais, os seis precisam se unir para buscar respostas que envolvem a própria origem da vida, nos levando em uma viagem lotada de momentos épicos e emocionantes.
As nações de Keves e Agnus compõe esse cenário de guerra, e cada um de seus cidadãos são criados como soldados que possuem como única motivação de vida derrotar integrantes da nação oposta. A recompensa por essas mortes é a possibilidade de absorver a energia vital desses soldados para alimentar uma máquina de guerra chamada “Flame Clock”, que por sua vez é a fonte de sustentação de vida e força dos soldados que a protegem.
A expectativa de vida desses soldados é de 10 anos, durante os quais eles possuem apenas dois possíveis destinos: Morrer em combate e servir como fonte de energia para a nação oposta ou, caso sobreviva durante os dez anos, retornar para casa e ser recebido por sua rainha como um herói. Nesse momento ele entrega sua vida para ela em um ritual conhecido como “Homecoming”.
O desenvolvimento da trama e dos personagens é muito bem feito durante a longa jornada. Tanto os 6 protagonistas como boa parte dos personagens não jogáveis possuem crescimento considerável ao longo da narrativa, fazendo ser fácil se apaixonar por eles e se sentir motivado para desvendar os mistérios por trás da estranha realidade onde eles vivem.
Como citei anteriormente, Xenoblade 3 fecha a trilogia concluindo a saga que Klaus iniciou nos dois primeiros jogos. Apesar de cada jogo possuir uma história quase que completamente independente, neste novo capítulo fica claro a necessidade de conhecer os detalhes da história dos jogos anteriores para montar o quebra cabeça final. Ao invés de segurar a mão do jogador e esclarecer seus mistérios de forma óbvia, o jogo dá as peças e deixa para que o player monte o quadro que faz com que a história se encaixe e faça sentido. Essa parte pode exigir certo esforço mas, quando tudo se conecta, encontramos um final satisfatório para a trilogia. Sem falar que as inúmeras referências a personagens e locais dos jogos anteriores vão deixar qualquer fá da série com o coração aquecido após sua conclusão.
Jogabilidade
A jogabilidade do jogo é uma culminação de elementos presentes nos títulos anteriores, onde a mistura desses elementos cria uma gameplay viciante e cheia de profundidade.
Combate
O combate é uma variação de um sistema em tempo real, onde os personagens executam automaticamente auto attacks quando entram nas lutas e o player executa ações especiais chamadas “Arts” na medida em que elas ficam disponíveis. A princípio é possível levar apenas 3 arts para o combate, mas com o passar do tempo 6 slots são liberados no total permitindo bastante dinamismo e customização do estilo do estilo de luta de cada personagem.
É possível também usar Fusion Arts, onde fundimos o efeito e o dano que seria causado por duas Arts em uma só, possibilitando a criação de combos criativos e que causam efeitos que não conseguiríamos causar normalmente.
Outra novidade são os chamados Ouroboros, que são formas gigantes que os personagens podem utilizar ao se fundir com sua dupla de combate. Essas formas são extremamente poderosas, tanto por não poderem morrer durante as lutas como pelo fato de possuírem Arts potencializadas que podem mudar o rumo mesmo das lutas mais difíceis.
A quantidade de elementos presentes aqui é gigantesca, como vocês podem ver em nosso guia do sistema de combate, então não irei citar todos aqui. Basta dizer que a medida em que vamos avançando pela história e novas funcionalidades de combate vão sendo desbloqueadas, mais prazeroso e viciante as lutas se tornam.
Por último é importante citar também os Chain Attacks, que são poderosas sequências de habilidades que podem ser utilizadas quando enchemos um medidor especial. Apesar de serem tradição na série, a forma evoluída do Chain Attack presente aqui é prazerosa e estratégica, permitindo causar grandes estragos no HP dos inimigos quando usado corretamente.
Entender como e quando cada um desses elementos de combate se encaixam pode demorar um tempo, mas uma vez que cada um desses sistemas é compreendido as lutas se tornam extremamente divertidas. Esse é, sem sombras de dúvidas, um dos melhores e mais completos sistemas de combate que já experimentei em um jogo do gênero.
Interface
A interface do jogo talvez seja um dos seus principais defeitos. Não tanto pelos elementos presentes, mas pela falta de praticidade e de alguns elementos que fariam total diferença caso estivessem presentes.
Boa parte da customização dos personagens irá envolver o craft de gemas e buscar os acessórios ideais para aquela classe. Por por esse motivo, a falta de um bestiário e uma forma eficaz de saber onde e como obter os itens chega a ser um crime.
Por várias vezes eu gostaria de pausar meu avanço no jogo e maximizar os equipamentos e gemas dos personagens (pelo menos até onde fosse possível até aquele momento) mas sempre decidia improvisar e seguir com o que tinha por causa da inconveniência que existe sempre que precisamos de um item em específico. Até o presente momento nem mesmo os guias online conseguem ajudar de forma eficiente na busca por alguns itens, principalmente por causa da gigantesca quantidade de coletáveis, possíveis mapas, ciclo de dia e noite (que influencia nos itens disponíveis no mapa) e monstros disponíveis no jogo.
O que posso deixar de dica aqui é pegar todos os pontos brilhantes enquanto avança pelos mapas e tentar lutar bastante, para aumentar as chances de que, ao precisar de um item, você já o tenha no inventário e não precise pesquisar para encontrá-lo. É triste, mas é a realidade.
O mapa de navegação do jogo também deixa a desejar, sendo necessário passar por alguns menus que não são nada práticos e ainda assim não enxergar com clareza alguns elementos necessários. Somando a isso a grande quantidade de vezes que precisaremos teletransportar de um ponto a outro, é fácil começar a ficar irritado com o mapa com o passar do tempo.
Customização, Sistema de Classes e Heroes
A customização dos personagens começa de forma simples, mas ao avançar no game novas possibilidades são desbloqueadas e permitem uma grande gama de customização.
Na parte de equipamentos temos apenas 2 elementos, que são os acessórios e as gemas:
– Cada personagem começa com 1 slot de acessório disponível e mais 2 são desbloqueados ao evoluir o personagem. Os acessórios podem ser adquiridos em vendedores nas cidades, dropados em baús ou dos inimigos em combate.
– As gemas podem ser criadas nos acampamentos desde que você tenha os reagentes necessários para criá-las. Como os acessórios, cada personagem começa com 1 slot disponível e desbloqueia mais 2 ao subir o nível.
Em relação as classes, elas determinam a função (entre atacar, curar e defender) e as habilidades que o personagem irá utilizar em combate. Cada classe possui um tipo de arma e visual específico, assim como 4 skills passivas, 2 habilidades especiais e 5 arts de combate disponíveis para serem escolhidas.
Cada classe precisa ser upada individualmente em cada personagem, começando no level 1 e indo até o level 10. A partir do capítulo 5 são desbloqueadas as chamadas “Quests de ascensão”, que quebram esse limite e permitem upar cada classe para o level 20, liberando novas skills e permitindo que os personagens fiquem ainda mais fortes.
Esse sistema mistura alguns elementos dos Blades de Xenoblade 2 com o sistema de classes de Xenoblade X, resultando numa incrível variedade de estilos de combate que estão muito bem balanceados entre si. Apesar de algumas classes acabarem se destacando em suas funções (principalmente nas atividades mais difíceis do pós game), ainda é possível jogar com qualquer uma delas desde que o player invista tempo para fortalecer e equipar corretamente.
O último elemento ligado ao sistema de classes é o sistema de Heroes. Através desse sistema, novos personagens podem ser recrutados para ocupar o sétimo slot da party e cada um desses personagens irá trazer uma classe nova que será desbloqueada para uso do restante do grupo também. É sem dúvidas uma das melhores adições do jogo e fazia com que eu ficasse empolgado sempre que via um personagem interessante e queria descobrir se ele entraria para o grupo ou não.
Exploração, ambientação e trilha sonora
A exploração é incentivada através de mapas abertos e com uma grande variedade de elementos de aventura, como coletáveis, baús, segredos e inimigos opcionais que dão itens raros e desbloqueiam novos pontos de teletransporte ao serem derrotados.
O design dos mapas segue o padrão de alta qualidade da série, mas eles tinham espaço para mapas mais únicos e criativos ao longo do jogo. Apesar da beleza visual presente na maior parte dos cenários, lembro de me surpreender bastante com o design de alguns mapas de Xenoblade 1 e X, o que não foi o caso aqui. Ainda assim, explorar e descobrir as surpresas de cada cantinho do mundo do jogo continua sendo uma das principais motivações enquanto jogamos, então ponto positivo pra eles.
Não posso deixar de citar também o quanto foi útil a adição do guia de navegação que eles haviam usado anteriormente em Xenoblade X. Poder enxergar o caminho para o objetivo nos mapas cheios de verticalidade ajudou muito, considerando o tamanho absurdo de algumas regiões e o design “labiríntico” de algumas delas. Mudanças assim podem parecer pequenas, mas transformam momentos que poderiam ser cansativos e tediosos de forma fluida e natural.
Outro ponto positivo é a quantidade de fast travels que desbloqueamos na medida em que exploramos. Mapas grandes como os que temos aqui precisam ser fáceis e rápidos para serem revisitados e de fato são, especialmente agora que os Named Monster também se tornam ponto de teletransporte quando são derrotados.
Trilha Sonora
Assim como os jogos anteriores, a trilha sonora ajuda a acrescentar um elemento de espetáculo ao jogo. Durante o combate temos sempre músicas empolgantes que embalam bem as lutas. Ao explorar, temos músicas relaxantes (principalmente a noite) acrescentando uma excelente ambientação a beleza natural dos mapas.
E durante as cenas vemos a trilha sonora brilhar ainda mais, entrando sempre em momentos certos com músicas marcantes, orquestras épicas e acrescentando muita emoção durante as principais cutscenes do jogo. Sem dúvida o tipo de trilha sonora que será acrescentada na playlist dos fãs do estilo.
Duração, pós game e Volume de Conteúdo
Não dá pra encerrar essa análise sem falar do volume incrível de conteúdo que existe em Xenoblade Chronicles 3.
A começar pela sua história que só de cutscenes possui quase 14 horas. Juntando com a gameplay principal ouso dizer que é praticamente impossível zerar pela primeira vez com menos de 70 horas, a não ser que você pule todas as cenas e corra pelo conteúdo. Se acrescentarmos aí as mais de 100 side quests (chega a cansar em alguns momentos), monstros opcionais e tempo gasto explorando se tornam facilmente 120 horas+ antes de sequer pisar na dungeon final do jogo.
E a diversão não para ao zerar, já que o pós game ainda inclui novos herois para serem recrutados, super bosses e todo o trabalho de maximizar as classes, gemas e o level dos personagens, podendo acrescentar mais algumas dezenas de horas para quem quiser desbravar o conteúdo avançado do jogo.
É MUITA coisa. E ainda temos algumas DLCs planejadas, incluindo novos heróis, um modo desafio e uma expansão com novos elementos de história.
Considerações finais
Xenoblade Chronicles 3 é algo que tem sido raro nos dias de hoje: Uma experiência completa.
Encontrar um JRPG que seja competente em História, Gameplay, Conteúdo Side, Duração e etc tem sido cada vez mais difícil, especialmente numa época em que os jogos estão sendo simplificados em prol de agradar um número maior de jogadores. Indo na contra mão dessa simplificação exagerada, Xenoblade se mantém firme, quase sobrecarregando o player em alguns aspectos e trazendo de volta aquela sensação de maravilhado que a gente não sente com frequência hoje em dia.
Pontos positivos:
- História longa, complexa e envolvente
- Sistema de combate divertido, com bastante profundidade e espaço para customização
- Incrível volume de conteúdo opcional, que vai satisfazer até os mais dispostos a colocar centenas de horas dentro do jogo
Pontos negativos:
- A quantidade de side quests começa a ficar cansativa nos capítulos finais, especialmente se você for daqueles que gosta de completar 100% do jogo.
- Alguns elementos de Interface são confusos e a falta de um bestiário e de formas de encontrar os itens causa dificuldades desagradáveis que poderiam ser evitadas.
- Se você não está com detalhes da história de Xenoblade 1 e 2 frescos na mente, poderá ficar perdido nos momentos finais da história.
Xenoblade Chronicles 3 – Entendendo a história e sua conexão com os jogos anteriores
A série Xenoblade já ficou conhecida por ter histórias complexas, juntando elementos de ficção científica e fantasia para montar enredos que envolvem viagens no tempo, múltiplos universos e até mesmo questionamentos profundos como o motivo de nossa existência e as origens da vida.
Há alguns dias atrás finalmente terminei a história de Xenoblade Chronicles 3 e, para bem ou para mal, tem sido um desafio montar as diversas peças necessárias para entender 100% dos seus mistérios. A ideia desse post é organizar todas as informações que conseguimos encontrar até o momento e que ajudam a entender melhor a história do jogo, assim como suas conexões com os dois jogos anteriores da série. Acredito que já esteja claro, mas esse post irá possuir spoilers gigantes dos três games da série Xenoblade.
A Lore do Universo de Xenoblade
Antes de mais nada, é importante conhecer conceitos importantes dos dois primeiros jogos da série. Para isso, recomendo clicar aqui para ler o nosso resumo de Xenoblade 1 e aqui para o resumo de Xenoblade 2.
Entender algumas definições como Blades, Flesh Eater, origem do mundo dos dois jogos e seus personagens principais é fundamental para entender totalmente a história de Xenoblade 3, por isso recomendo novamente a leitura desses dois posts antes de prosseguir.
Agora vamos sintetizar algumas informações básicas que precisamos entender antes de continuar:
O mundo original da história é o mundo de Xenoblade Chronicles 2. É nele que um grupo de cientistas descobre o artefato chamado “O Condutor” e um dos líderes da pesquisa (Klaus) o ativa durante um experimento, abrindo um portal para “outros mundos” e causando uma enorme destruição no mundo dele.
Em Xenoblade Chronicles 1, descobrimos que quando Klaus ativou este dispositivo, criou um outro mundo inteiro e metade do seu corpo (juntamente com uma das cientistas que estava presente quando ele ativou o dispositivo) foi parar lá. Eles criam Bionis e Mechonis e dão o início nos eventos da história principal do primeiro jogo.
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| O Condutor, em Xenoblade Chronicles 2 |
Os dois jogos acontecem simultaneamente, e após derrotarmos os bosses finais, o Klaus de Xenoblade 2 nos explica que suas duas metades e o Condutor estão prestes a desaparecer.
Naquele momento não entendemos as implicações disso, mas o desaparecimento do Condutor acaba sendo o catalisador para a história de Xenoblade 3.
Agora que já conhecemos um básico das histórias anteriores, é hora de falar sobre a história do terceiro jogo.
Logo na abertura, vemos uma cena onde crianças estão brincando em uma praça e dentre elas está Noah, o protagonista do jogo. De repente, Noah vê todos da cidade “congelando”, como se algo tivesse paralisado até mesmo as gotículas de água que estão no ar. Ao erguer a cabeça, ele vê o que parece ser um outro planeta quase colidindo com o seu.
A cena misteriosa se encerra ali e partimos para o começo do game sem grades explicações inicialmente. Com o decorrer da história descobrimos que estamos em um mundo chamado Aionios e começamos a ver sinais de que este mundo é uma mistura dos mundos dos dois primeiros jogos.
Temos sinais óbvios no cenário, como a espada de Mechonis (XC1) e o corpo do titã Uraya (XC2).
Temos raças como os High Entia (XC1), Machinas (XC1), Gormottis (XC2) e Blades (XC2).
Na gameplay, temos o fato das artes das classes da nação Keves se recarregarem com o passar do tempo (XC1) e as de Agnus se recarregarem através de Auto Attack (XC2).
E temos também mapas com nome que fazem menção direta a regiões dos jogos anteriores como Erythia Sea (XC1), Aegis Sea (XC2) e Uraya Tunnels (XC2).
Tenho certeza que existem outras referências por aí, mas essas são as que estão frescas na mente e são fáceis de representar.
Considerando esses sinais, durante parte da história já começamos a entender que, de alguma forma, esse mundo parece ser uma mistura (ou fusão / colisão) do mundo dos dois primeiros games.
Essa revelação só é feita oficialmente no capítulo 6, onde conhecemos as verdadeiras rainhas de Keves e Agnus. Aqueles que estão familiarizados com os dois primeiros jogos imediatamente as reconhecem como sendo Melia e Nia, de Xenoblade Chronicles 1 e 2 respectivamente.
Percebemos que elas estão mais velhas, o que sugere que muitos anos se passaram desde os eventos em que vivemos em Xenoblade 1 e 2. Nia ainda está viva por ser uma Flesh Eater, uma mistura entre Blades e Humanos e Melia pertence a raça dos High Entia, uma raça lendária que vive por séculos.
Nesse momento, elas nos explicam que habitavam seus mundos até que, um dia, algo provocou uma reação onde os dois mundos começaram a se atrair, entrando em rota de colisão um com o outro. Apesar do jogo nunca deixar claro o que é que foi esse catalisador, conhecendo a história dos jogos anteriores conseguimos deduzir que o desaparecimento do Condutor pode ter sido o gatilho para que os mundos se atraíssem, já que ele foi o motivo deles terem se separado e a sua existência era o que sustentava a conexão entre os dois.
Um dia, através de um “sinal de luz” as duas descobrem sobre o outro mundo e essa possível colisão, e decidem trabalhar juntas e usar todo o seu intelecto para criar uma solução que salvasse ambos.
A solução criada por elas foi desenvolver uma arca chama “Origem”, que seria abastecida com todo o conhecimento e até mesmo a alma dos habitantes dos dois mundos. Com metade dessa arca construída em cada um dos mundos, após o processo de colisão a arca ativaria, separando os dois planetas novamente e restaurando cada um de seus habitantes para seu estado no momento de antes da colisão.
O problema foi que algo deu errado no momento da colisão e um ser chamado Z foi criado a partir do medo do futuro incerto que havia na alma das pessoas contidas na arca. Este ser tomou o controle sobre os mundos e interrompeu o processo de separação, criando um terceiro mundo que estaria completamente parado no tempo e seria controlado por ele. Para manter sua existência, ele desenvolveu um plano onde usaria a alma dos habitantes da arca como energia para alimentar A Origem e manter o “eterno agora”, nome dado por ele ao estado estático em que ele havia colocado o mundo atual.
Para dar prosseguimento neste plano, ele aprisionou uma das rainhas (Melia) dentro da Origem para usá-la como chave para controlar a arca. Antes de ser aprisionada ela criou a “Sword of the End”, uma arma capaz de ferir Z. Nia conseguiu escapar e foi a responsável por criar as formas de combate chamadas “Ouroboros”, na esperança de que um dia alguém conseguisse usar esse poder para enfrentar e derrotar Z. Após isso, ela se colocou em um estado adormecido para aguardar por aqueles capazes de enfrentá-lo.
Z precisava de um plano para continuar realimentando Origem e manter o Eterno Agora e, para isso, ele criou versões mecânicas de ambas as rainhas, assim como as nações de Keves e Agnus e todo o teatro da guerra. Ele usou as almas dos habitantes para criar réplicas de seus corpos em ambas as nações e, para evitar que questionassem sua situação atual, os colocou em um estado de guerra eterna na qual eles se matariam e renasceriam constantemente para manter o estado estático que ele havia criado.
Para o ajudar a manter seu plano em andamento, ele recrutou alguns dos habitantes de sua nova realidade e os chamou de “Moebius”, que trabalhariam como generais das colônias e ajudariam a manter a guerra constante entre as duas nações. Em troca de sua serventia, seus “Consuls” recebiam vida eterna e parte do poder da Origem para ficarem consideravelmente mais forte.
Durante os acontecimentos finais do jogo, o nosso grupo de heróis liberta as duas rainhas, conseguem invadir “Origem” e com a ajuda delas e de todas as colônias conseguimos derrotar Z. Após ele ser derrotado, o grupo se vê diante da possibilidade de retomar o plano inicial e concordam em executá-lo, reativando Origem no momento da colisão e permitindo que os dois mundos fossem recriados novamente.
Nas cenas finais, voltamos para o momento em que Noah presencia os mundos colidindo, mas dessa vez nada acontece e a cena com as crianças na praça segue normalmente. Ele escuta uma música ao fundo (a melodia dos Off-Seers) e a segue.
Não ficou claro se o grupo conseguirá se reunir após os eventos finais, já que o plano de reconstruir os mundos aparentemente deu certo, mas a melodia no final junto com as últimas palavras de Mio nos deixam esperançosos de que enfim um final feliz aguardo ao grupo.
Entendendo N, M, Noah e Mio
Uma das versões de Noah decide aceitar e, para ser aceito, ele precisou atacar a antiga cidade onde o grupo de resistência “Lost Numbers” se reunia. Através desse ataque Z não só garantiu a ele os poderes de Moebius, mas também forçou Mio a se juntar a eles no Eterno Agora.
Juntando informações In Game com alguns dados da Wiki, entendemos agora que o Noah e a Mio que controlamos são uma manifestação da consciência de N e M, que são os únicos não completamente satisfeitos com seu estado de Moebius. Isso fica claro quando percebemos que todos os outros Consuls são literais psicopatas, que aderiram com prazer sua posição de superioridade enquanto brincam com as vidas de todos os outros.
Diferente deles, N e M não são assim. N em seu estado atual está consumido pelo arrependimento por ter traído seus antigos companheiros e sempre se cobrou por nunca ter conseguido proteger sua Mio, transformando-o em um ser rancoroso, triste e desesperado. Já M nunca quis viver no Eterno Agora e chega ao ponto de trocar de lugar com a Mio que conhecemos para que pudesse finalmente morrer e se livrar da “prisão” no qual seu antigo Noah a aprisionara.
No final do game ambos N e M conseguem se redimir, manifestando seus espíritos para acabar com Z de uma vez por todas.
Por fim, vou listar aqui alguns pontos não esclarecidos que ainda geram algumas dúvidas em nossas discussões:
- O que era a névoa preta presente em vários momentos do game? Essa névoa apareceu pela primeira vez no episódio Future Connected, que foi lançado na versão remasterizada de Xenoblade Chronicles 1 para Nintendo Switch. Acredito que ela possa ter sido o primeiro sinal da colisão dentre os mundos, mas até o momento isso não ficou muito claro. O que me intrigou foi ver a névoa se comportando de formas diferentes ao longo do jogo, prejudicando a comunicação dos Moebius, antecedendo os fenômenos de “aniquilação” e até mesmo interferindo em algumas lutas. Não sei se é apenas um fenômeno natural, mas ainda não encontrei uma resposta satisfatória pra isso.
- Em um determinado momento foi citado que X, Y e Z foram os primeiros Moebius. Se Z era a manifestação do medo dos habitantes de Origem, não entendi o motivo da criação dos outros 2. Eles inclusive são os únicos Moebius que possuem o rosto rachado, semelhante a Z.
- Por falar em Z, ele é incrivelmente semelhante a Klaus. O cabelo é idêntico e durante as cenas iniciais sempre vemos apenas metade de seu rosto, exatamente como foi com Klaus em Xenoblade 2. Será apenas uma coincidência ou tem algo aí?
- Por último, andei pensando bastante sobre o motivo de apenas Nia e Melia terem sobrevivido e estar presente para os eventos de Xenoblade 3. Como o jogo não explica claramente o que aconteceu no espaço de tempo entre os jogos, o que consegui concluir foi:
Ao final de Xenoblade 2, Klaus diz que dará a Rex um presente final. Neste momento ele executa um comando que quebra com o ciclo de Blades/Titãs para que os Blades vivam vidas normais. O jogo não detalha exatamente o que aconteceu com os Blades existentes no momento dessa mudança, mas a foto final mostrando Nia, Pyra e Mythra carregando bebês indica que os Blades passaram a funcionar como Humanos e possuíam um ciclo de vida normal (exceto os que haviam se tornado Flesh Eater anteriormente). Sendo assim, Nia e Poppi seriam de fato as únicas a sobreviver durante muitos anos. Em relação aos personagens de Xenoblade 1, apenas Melia está viva devido ao fato dos High Entia viverem milhares de anos.
Bom, acho que é isso. Como disse anteriormente, é uma história grandiosa lotada de momentos emocionantes e cenas de tirar o fôlego. Apesar das perguntas não respondidas, me senti feliz com a maior parte dos desfechos e nesse momento só gostaria de não ter que esperar 1 ano e meio para a DLC que trará novos elementos de história e possivelmente algumas respostas.
Armed Fantasia: To the End of the Wildnerness – Primeiro trailer do sucessor de Wild Arms é divulgado!
No dia 27/08 foi divulgado o primeiro trailer do sucessor espiritual da clássica série Wild Arms, chamado Armed Fantasia: To the End of the Wilderness
































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