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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: História – Capítulo 4 – Vida? O que é vida?

by A Itinerante 11/08/2022
Escrito por A Itinerante

Na abertura, vemos o Comandante Cammuravi, da Colônia Delta de Agnis dentro de um imenso Levnis, lutando contra uma colônia de Kevnis. Estes pensam que estão prestes a o derrotar, mas logo descobrem que fora apenas uma armadilha. Com cabelos, armas e roupa de fogo, ele é incrivelmente forte e audacioso e os derrota amargamente.

É mostrado o primeiro contato entre Cammuravi e N, onde o primeiro conjectura sobre quem ele é.

No cinema a mulher diz a J que ação dele foi muito ruim. O homem diz que aparentemente se voltou contra ele e que é melhor ele estar preparado para as consequências. J diz que somente estava interessado em fazer uma aparição e que ele está fazendo com que pareça que ele correu um grande risco. Outro homem pede para os dois pararem, pois J esteve “no banco” todo o tempo (querendo dizer que ele não tinha estado ativo ainda, acho.) e que entende porque ele esteve interessado em um pouco de drama. J concorda rindo e dizendo que realmente foi dramático e que eles lhe devem isto. A mulher diz que ele parece orgulhoso de si mesmo. 

Outra mulher entra e diz ao casal, P e O que N os deseja ver. Eles  perguntam se é a vez deles brilharem. A mulher responde que não sabe, que às vezes não tem a menor ideia do que passa pela cabeça de N. Eles se surpreendem, questionando-a se nem mesmo ela (implicando que é próxima de N e por isto deveria o compreender). Ela confirma que não sabe e diz que M poderia dizer melhor, mas que não tem aparecido nos últimos tempos.

Noah e Mio conversam com Taion, preocupados com seu estado, para entenderem se ele está digerindo bem os últimos acontecimentos. Ele aparentemente fez as pazes com seu passado e culpa e está disposto a prolongar a existência de Nimue carregando sua bússola e impregnando-a com novas lembranças. Eles partem e no caminho avistam o castelo da Rainha de Kevnis.  

No castelo a Comandante Ethel e seu capitão se reunem com a Rainha. Após os cumprimentos iniciais ambos notam a presença de N que os surpreendem. Comentam que o Consul N é o Consul Dourado, chefe de todos os Consuls de Kevesi e que está ali em pessoa. 

N está usando um controle para operar uma máquina exterior que é mostrada em uma imensa tela na sala. Explica que é o Aniquilador. A máquina mais nova de seu arsenal militar e faz uma demonstração atirando contra uma montanha e abrindo um buraco grande nesta.

No mapa, a equipe vê o brilho e o som e embora sem saberem exatamente o que ocorrera, deduzem que não foi algo bom.

N explica que seu alcance é ilimitado, portanto eles podem atacar qualquer região do mundo. Ethel pergunta se eles pensam em usar esta máquina de destruição contra Agnus. A rainha nega e mostra o próximo alvo: a colônia 4, de Ethel.

A equipe prossegue em seu caminho, com algumas conversas reflexivas e até um evento engraçado em que animais parecidos com galinhas roubam toda a comida do acampamento. Alguns pensam que Manana comeu tudo e ela dá um show de estrelismo negando. Até que percebem as pistas que indicam serem estes animais os culpados. Eles recolhem novos mantimentos pelo campo. 

Entremeios, pela tela da sala da rainha, o casal P e O assistem o capitão de Ethel, Boleares, fugindo e se perguntam se ele poderia se encontrar com os Ouroboros e se isto não poderia atrapalhar os arranjos anteriores. N diz-lhes para não se preocuparem, pois se eles fizerem contato, eles virão. E que Ouroboros são simples assim. 

Realmente, no retorno da colheita de mantimentos a equipe encontra Boleares e este conta que Ethel foi chantageada pela rainha para destruir os Ouroboros a custo da existência de sua colônia e que ela trabalhará em parceria com o Comandante Cammuravi, o que os surpreende muito, pois ele pertence à Agnis e não a Kevnis. 

N diz que isto é pelo entretenimento e explica que todos cujo relógio foi destruído estão fora do controle das flamas e que para trazê-los de volta ao controle seria necessário o renascimento. Mas que isto não seria divertido, pois o poder de ambos juntos supera mesmo o poder de alguns consuls. Que ele tem grandes esperanças neles. Assim, eles darão uma chance à Ethel e sua colônia, caso derrotem os Ouroboros. 

Ela envia Boleares de volta, para preparar e cuidar da colônia. E lhe diz para avisar a equipe caso os encontre e lhes desejar boa sorte. Após comer e descansar ele parte.

A equipe decide ir até o castelo e destruir a arma, mesmo ao risco de suas vidas.

No Castelo Ethel e Cammuravi conversam. Ela diz que é uma ironia estarem trabalhando juntos em algo (posto que são os maiores inimigos um do outro). Ele diz que é o destino. Ela pergunta porque ele aceitou, se foi para renascer. Ele a questiona se ficou sabendo. Ela responde que houveram rumores de que ele levou a culpa pela queda de sua colônia na última vez em que ambos lutaram e que por isto ele estava aprisionado. Ambos relembrar a última luta. Ele diz que a disputa entre ambos somente pode ser resolvida pela morte. E que, de certa forma está grato pois agora ele tem uma nova chance de lutar.

Ethel vê os dois robôs gigantes e pergunta se um deles é para ela. Um Moebius confirma, dizendo que foi feito sob medida para ela, assim como o outro para Cammuravi. E diz que é melhor ela fazer bom uso disto, com a vida que lhe resta. Diz ainda que ambos os robôs são especiais, pois estão ligados à vida deles e que quanto mais os dois se aquecerem, mais poder terão. E que mesmo sabendo que ela está livre do relógio de flamas, sua vida estará diretamente conectado à Origin.

Cammuravi pergunta como são os Ouroboros. Ethel responde que eles são esperança. Esperança para todos.

No acampamento Mio está lavando a louça com Lanz quando o prato escorrega de suas mãos. Mais cedo ela escorregara no caminho. Ele pergunta se ela está bem e e a olha atentamente. Mais tarde, sozinha, ela se pergunta se está perdendo as forças. Noah aparece e tenta a confortar dizendo que ela ainda tem dois meses e que após o castelo a City será muito mais fácil. Ela fica revoltada por ele falar que “ainda” tem dois meses e que isto é como nada. Ele diz que entende. Ela diz que não entende e sai correndo, chorando. 

Sena o admoeste, explicando que Mio está aterrorizada com a proximidade da morte, que só precisa que alguém, Noah, lhe diga que tudo ficará bem. Ela diz que Mio confia nele e que lhe faz confidências. Ele diz que é por terem esta ligação nos interlinks quando partilham lembranças e pensamentos. Sena diz que não é só isso e que ele, como Off-Seer, deveria ser mais esperto. E lhe diz para pedir desculpas a ela depois.

No amanhecer ao se preparem para a partida Mio se desculpa com Noah e ele com ela. Ela conta que sua flauta era de uma amiga, parceira de Off-Seer e que esta, antes de morrer, lhe deu a flauta e lhe disse para viver longamente. Que era estúpido porque Mio era mais velha e sua amiga foi quem morreu. Ela chora e então propõe que troquem as flautas, assim, tanto ela quanto sua amiga viverão mais sendo carregadas na flauta por ele. 

Continuando seu caminho a equipe é surpreendida por Ethel e Cammuravi em seus robôs. O casal de Moebius, P e O aparece para observar. Sena reconhece P como o Consul da Colônia Zeta. E pensa que se P está do lado de Agnis, então aa mulher estaria ao lado deles, Kevnis. 

A luta começa e demora a terminar. O casal está impaciente e ele assume o controle de Cammuravi através de seu olho. Cammuravi arranca seu olho para não ser controlado. Ele diz que será como a equipe. Que é livre. Ethel concorda. Diz que também é livre. Cammuravi a convida a continuarem. Ela concorda e diz que seus sonhos não morrerão. Ambos começam a lutar entre si para encerrar finalmente sua longa disputa. 

O casal de Moebius se desespera. E como não conseguem interromper a luta, acionam os relógios dos robôs. Ao fazer isto, fagulhas de vida começam a sair de ambos. O relógio está drenando suas vidas. Se não pararem de lutar morrerão. 

A equipe tenta matar os consuls, mas Ethel os impede. Ela diz que lutar é o que eles dois querem. Até a morte. Mesmo que eles não entendam agora, que é para viverem e levarem vivos os ideais de ambos. E em um último golpe acertam um ao outro com suas armas, destruindo-se, quase que em um abraço apaixonado.

O casal de Moebius fica desalentado, questionando o que N teria pensado ao escolher aquele casal de cabeças quentes. Como plano B eles irão lutar e matar os Ouroboros. Ambos assumes suas formas individuais de Ouroboros e depois fundem ambos as formas em uma única, maior. O resultado é um interlink disforme, com 2 corpos mal fundidos e duas cabeças, uma na frente da mulher e a outra atrás, do homem.

Eles falam orgulhosos de como aquela forma é a perfeição, etc. etc. Seu discurso é interrompido por um murro de Mio que o joga longe. Ela está furiosa e grita com eles mandando-os pararem de brincar com eles como se fossem brinquedos e coisas assim. O casal fica ao chão, com as pernas abertas, ouvindo.
A luta acontece e conforme se sente em desvantagem o casal tenta aumentar mais e mais seu poder. Há um momento de intenso brilho e o casal pergunta o que houve, pois não conseguem se mover. A equipe pensa que foi um golpe da arma de aniquilação e querem se afastar. Mio e Noah se transformam e do alto, Noah tira sua espada, coloca as mãos de ambos nela e caem em cima da cabeça dos consuls, destruindo o chão abaixo deles. O casal cai no abismo e explode em uma grande bola amarela.
Finalizando esta etapa Mio e Noah tocam a flauta para Ethel e Cammuravi e no acampamento conversam sobre o significado da escolha que ambos fizeram e que resultou em suas mortes. 
Enquanto se continuam se aproximando do castelo por um caminho alternativo, conversando distraidamente ainda sobre os motivos de Ethel ter preferido este fim, N, Joran e um Moebius olham pela janela do castelo. Joran pergunta se ele realmente acredita que virão. N assegura que sim. O Moebius pergunta o que acontecerá então. N diz que deseja mostrar algo para a rainha. E quando indagado sobre o que seria e o Moebius começa a dizer que ela não é nem mesmo algo quando N interrompe e diz que ela precisa estar lá para ver como esperança morre. Joran questiona o porque disto agora. N diz que a rainha pode ver isto, que ela ocupa o mesmo nicho de existência que eles.
A equipe conhece Ashera, comandante da Colônia 11 e liberta seu castelo, ganhando-a como heroína. 
Finalmente chegam às imediações do castelo. Veem muito armamento no entorno. Noah imagina que talvez os Moebius tenham antecipado seus movimentos. Ele diz que não seria possível Ethel e Cammuravi terem os encontrado se não estivessem sendo observados. Da mesma forma agora devem saber o que estão para fazer. Eunie pergunta se é uma armadilha e devem retornar. Ele nega. Diz que não podem voltar atrás agora. Eles não podem deixar que a morte de ambos os heróis tenha sido em vão. Decidem assumir o risco. Escondida atrás de uma pedra, uma jovem os observa.

Entram escondidos em um container que é transportado ao castelo. De lá conseguem chegar ao lugar onde desejam, onde existe uma vulnerabilidade na arma da aniquilação. Quanto estão prontos para a destruir, surge um Moebius. Eunie o reconhece como o Moebius que a matou em outra vida. O interlink se desfaz fazendo surgir Joran e outro Moebius que retira a máscara e é jovem, porém desconhecido.

Joran e o homem comentam a vitória deles sobre o casal P e O. E dizem que foi uma grande tolice deles forçarem a duração do interlink além do tempo limite. E que por isto explodiram. Eles então assumem a forma de Ouroboros individuais e depois se fundem em um único interlink como o casal. É o mesmo que viram inicialmente, não disforme como a do casal. A luta começa.

Eunie está apavorada e seu medo a torna lenta. O Moebius nota, lembra-se dela e diz que a matará todas as vezes que se encontrarem. Taion assume o controle e enfrenta o Moebius, mas é derrotado. Todos estão quase sendo derrotados. Eunie se desespera e parte para cima dele sendo detida. O Moebius aproxima o dedo de seu olho, como em sua lembrança. Ela treme. 

Era tudo uma armadilha de Taion e Eunie que conseguem prender o Moebius à máquina e a explodir com eles presos a ela. Taion diz que não morreram, que conseguiram desaparecer antes da explosão. 
A máquina, objetivo final da equipe, foi destruída. 

Partem rumo ao canal de água que os levará à rota de fuga. A certo ponto Mio pergunta se Noah tem certeza de estarem no caminho certo. Noah confirma que está de acordo com o mapa de Boleares, mas o local parece diferente do que deveria ser. Percebem que estão na sala do trono e decidem fugir enquanto há tempo. Noah está indo com eles quando vê algo e vai em outra direção sendo seguido por todos.

Observam os pods onde as vidas são geradas. Veem Ethel jovem em um dos pods e ficam confusos, comentando como isto pode ser, quando uma plataforma desce do topo trazendo a rainha dos Kvenis, Melia. Esta diz que eles retornaram e os chama de seus amados soldados.

N surge ao seu lado. Ele os chama de Ouroboros ralé. E pergunta como ousam se introduzir na presença de sua majestade a rainha Melia Antiqua.

Mio fica distraída observando N, sentindo que o conhece sem identificar de onde o conhece. Ela compara o rosto de Noah e de N até ser trazida de volta pela Rainha que diz que se esforçou por anos sem fim para cuidar de seus soldados, da colônia, até tudo isto ter ficado em risco por causa deles e do que fazem, libertando as colônias. Ela diz que eles devem ser apagados, eliminados deste mundo. 

Começa a luta. A equipe não consegue ultrapassar seu escudo de proteção. Com medida desperada, Noah pensa em usar sua espada na Rainha. A equipe não concorda, por se tratar da Rainha.Uma grande bola amarela se forma acima de sua cabeça e explode. A máscara da Rainha cai ao chão e todos podem ver que ela é uma máquina, um robô apenas e não um ser vivo. E que está desativado agora, sendo observado pela equipe e por N.

N ri com a surpresa da equipe. Depois gargalha. Ele diz: “Era isto o seu feito, Rainha? Você não desistiu de sua falsa esperança. Muito bem. Por todos os meios, olhe. testemunhe como torno ocos seus anéis de esperança… como eu corto tudo em fitas!” E então derruba o robô da rainha ao chão.

Noah começa a sentir uma dor forte na cabeça. No início deste evento já sentira a mesma dor. E agora parece ser insuportável, fazendo com que se ajoelhe e deixe a espada cair. N diz que é destino. Que muitos tentaram, mas ninguém nunca conseguiu escapar a este fluxo. Mio repara na espada de N, muito parecida com a de Noah. 

Quando estão prestes a lutar, um soldado entra e avisa N de que o castelo está sendo atacado por tropas dos Lost Numbers, números perdidos. Naves invadem o castelo através das altas janelas, atirando para todos os lados. Algumas naves pegam lotes de pods e sai com eles, enquanto soldados dentro de robôs saem das naves e cercam N, atirando contra seu escudo. A equipe decide aproveitar a confusão e fogem. As naves saem também após recolherem os lotes de pods, incluindo o pod de Ethel.

N fica sozinho na sala do trono e retira sua máscara revelando o mesmo rosto de Noah. Diz que a passagem do destino, quão fácil foge ao seu controle. E talvez, ele chegará ao seu alcance uma vez mais.

Uma mulher se aproxima e pergunta o que ele fará se isto ocorrer. Ela também retira sua máscara mostrando um rosto idêntico ao da Mio. Ele questiona se ela ainda tem que perguntar isto. Que ele irá lhes dar equilíbrio, um tempo imutável, a eternidade deles. 

Fim do capítulo 4.

11/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 4 – Vertigens

by A Itinerante 11/08/2022
Escrito por A Itinerante

SPOILERS !!!


Gameplay

Terminei o capítulo 3 quase no level 50, porque despendi muitas horas abrindo os dois mapas disponíveis até então e fazendo quests. Pensei que isto me deixaria overpower nas lutas, mas isto não ocorreu por conta das classes de heróis sendo upadas. 

Funciona assim: quando começamos estamos no level 1 da classe inicial. Conforme a upamos até o level máximo, 10, ficamos mais fortes. Então depois trocamos de classe e começamos a upar outra classe. Neste momento vamos para o level 1 da nova classe e ficamos mais fracos. Quando terminei o capítulo 3 estava com todos em classes de leveis baixos e isto deixou a luta não difícil, mas ao menos não tão rápida. 

Eu tenho uma coisa com mapas incompletos. Me incomodam demais. lol

Consegui agora completar o mapa de Fornis, mas o mapa de Aetia ainda tem uma gruta chamada Elgares Depths que ainda não consegui entrar por ter mobs de level muito alto. Foi demorado nem tanto por ser tão grande, e é imenso, mas sim porque o level dos mobs das regiões é muito misturado, de forma que mesmo no primeiro mapa existem regiões com mobs de leveis muito altos onde tinha que esperar para entrar. E também o mapa é como um quebra-cabeças. Às vezes demora até descobrir certas entradas. 

Minhas gemas craftadas.
Também há a questão das habilidades da equipe que são destravadas aos poucos. Somente agora no capítulo 4 destravei a habilidade de descer em uma corda estirada entre dois pontos, passando por um abismo. Existiam 2 pontos que requeriam esta habilidade anteriormente. A heroína Juniper, comandante da Colônia 4, que ganhamos logo no início do capítulo 4 me deu esta habilidade.

Antes disto, eu estava doida atrás da Alessandria, outra heroína. Já tinha feito várias partes relativas à sua aquisição, mas a última parte estava no mapa do capítulo 4 e tive que aguardar. Assim que as cenas encerraram fui atrás disto e a coletei.

Meu heróis até o momento.

Fiz todas as quests disponíveis até o momento, mais de 50, incluindo 9 quests de heróis. Acho que não restará muita coisa para o pós-game. 

Tenho procurado não perder nenhuma quest e isto é meio demorado porque quando a história avança um bocado volto atrás e passo por todas as colônias livres novamente. Sempre há mais pessoas a falar e cenas a ver. Estas cenas, discutidas na cantina, geram novas quests e assim vou completando minha gameplay.

Todos uniformizados!


Algo que gostei muito foram as novas roupas. Tonta que sou só descobri recentemente. que a cada herói conquistado ganhamos as roupas daquele personagem. 

Interlink

Estou apaixonada por vários interlinks e fica até meio difícil escolher qual o melhor, porque não dá para mudar uma vez dentro do combate. Ao menos eu não sei fazer isto. Só consigo mudar de personagem antes das batalhas.

Interlink da Sena

Quando vou entrar em uma batalha mais difícil costumo usar a Eunie e o Taion por conta das habilidades deles de curar, bufar e debuffar. Mas amo olhar o do Lanz em ação. É muito badass! Depois que os interlinks de cada um foi liberado podemos mudar de um para outro dentro da batalha. E com liberando mais skills e habilidades passivas na árvore do interlink, agora eles permanecem por mais tempo na batalha.


Vertigens

Eu tenho vertigens quando estou em lugares altos na vida real e tenho sofrido muito com vertigens no Xenoblade 3, principalmente desde ganhei esta habilidade de escorregar pelo cabo de aço. Caramba! Neste jogo é tudo muito alto e é complicado. Sinto muito mal estar.

História

A história… Meu Deus! O que dizer da história? Continuo sem palavras, embascada e aguardando por mais partes. Depois daquela revelação do Joran, fiquei meio que duvidando que possa continuar me surpreendendo desta forma, mas o André me garantiu que o final do capítulo 4 supera o final do 3. Cara, não sei como pode isto.

Eu quase me sinto como os personagens, perplexos com o desenrolar dos acontecimentos e com a reviravolta que deu em todos os conceitos de existência que antes tinham como certos. 

É mais ou menos como nós nos sentimos com toda estas novas descobertas da física e da mecânica quântica. 

Seremos nós também marionetes dentro de uma simulação feita com o objetivo de diversão???

Agora que terminei o capítulo, posso avaliar melhor. Embora tenha-se confirmado que N é como Noah e M é como Mio (quer dizer, ambos tem os mesmos corpos, mas sendo pessoas distintas), isto ao invés de esclarecer complica mais. Dois clones da mesma alma? Como pode ser?

E, qual a história de ambos? Serão maus, realmente? Ou estão apenas participando do jogo dos Moebius como uma estratégia de sobrevivência?

A questão da rainha é um novo mistério que se abriu. Até este capítulo achávamos que eram seres humanos aliados aos Moebius. Agora descobrimos que são máquinas, mas… N disse que arrumou tudo aquilo para a rainha ver como a esperança morre. E também que a rainha pertencia ao mesmo nicho que os Moebius ocupavam. Das duas uma: ou os Moebius são máquinas também ou as Rainhas são seres vivos. 

Se a rainha era um robô, a fala dele não faz sentido. Apenas faria sentido se a rainha em carne e osso estivesse próxima, assistindo. O que parece ser verdade, pois após a rainha ter sido derrotada ele ainda fala com ela como se estivesse viva e observando. Então, a verdadeira rainha poderia estar controlando o robô ou apenas estar próxima. 

Na verdade, todo este evento parece ter sido armado por N exclusivamente para a rainha ver e não por causa dos Ouroboros. 

O que nos leva à uma nova incógnita: será que existe uma rainha humana? Onde está? Livre ou cativa dos Moebius?

De forma que este capítulo não ajudou muito, antes talvez tenha aumentado o mistério.

Se bem que… Bom, ao menos já entendemos um pouco melhor este mundo. Aparentemente é realmente um mundo feito a partir de clones, com almas reaproveitadas vezes sem fim e com o único objetivo de alimentar a luxúria e divertir os Moebius.

Sobre estes ainda não sabemos praticamente nada e nem sobre N ou M.

Ansiosa pelo próximo capítulo. 

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DiscussãoHistória / Lore

Xenoblade Chronicles 3: Quem é N e sua companheira. Teoria. Spoilers!

by A Itinerante 09/08/2022
Escrito por A Itinerante

 

Spoilers!!! 

No início do Capítulo 2, na reunião dos Moebius, este casal é mostrado pela primeira vez, próximos de Z. Eles são diferentes dos demais Moebius pelos trajes e máscaras que usam. E o posicionamento deles ao lado de Z sugere uma proximidade maior também.

Ele volta a aparecer outras vezes nos próximos capítulos e é sempre em intrigantes conversas com Z.

A mulher até o momento não voltou a aparecer.

Quem são eles?

Ele é muito parecido com Noah.

Mesmos olhos, nariz, queixo. Mesmas iniciais de nome. Apesar destes indícios não é possível afirmar que um é outro.

Mas, e quanto à mulher? Repare na pedra que tem ao peito.

Idêntica a esta aqui:

André e eu não temos mais dúvida. Eles são Noah e Mio. Mas como?

Depois que Eunie viu seu corpo de uma vida anterior no capítulo 3 e de que Joran reapareceu, não apenas vivo, como sendo Moebius, está claro que morte e vida não são definitivos em Xenoblade e que as almas são reaproveitadas e realocadas em outros corpos, assim, não é nada surpreendente.

O que é surpreendente é 2 versões da mesma alma habitando 2 corpos diferentes. Existirão dois Noahs e duas Mios, um corpo, personalidade e objetivos em cada uma das dimensões? Não podem ser ambos os mesmos. 

Os Moebius assistem aos eventos, aparentemente, em real time. N estava assistindo os eventos em que Noah e Mio estavam participantes, a mesma em que ambos se fundiram em interlink pela primeira vez. Assim, dificilmente seriam o mesmo corpo, um lá e outro cá.   

O mais provável é mesmo a teoria dos clones. O que dificulta um pouco as coisas. Tudo bem, em teoria, reaproveitar as almas migrando-as de corpos após a morte. A reencarnação espírita segue este princípio. Agora… Como colocar a mesma alma em 2 corpos?

Exceto se apenas os corpos forem iguais, neste caso. E as almas, as personalidades, pertencerem à outra pessoa. 

Hum… Sei lá…

Difícil esta charada. 


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DiscussãoHistória / Lore

Xenoblade Chronicles Definitive Edition: Resumão da História

by A Itinerante 08/08/2022
Escrito por A Itinerante

Hoje é dia de falarmos sobre Xenoblade Chronicles, o primeiro da série Xenoblade.

Lançado originalmente para Nintendo Wii em 2010, ele foi relançado em uma linda versão remasterizada para Nintendo Switch em 2020.

Alguns dias atrás tivemos aqui o resumo da História de Xenoblade 2 (é melhor começar por lá pra entender alguns conceitos importantes) e hoje vamos relembrar também a história do primeiro jogo.

Sem mais delongas, vamos lá!

Xenoblade Chronicles.

Em Xenoblade Chronicles conhecemos um mundo coberto inteiramente por um mar sem fim e nele há dois titãs, chamados Bionis e Mechonis.
Esses dois titãs duelaram durante muito tempo e, um dia, deram seu últimos ataque e ficaram congelados no tempo para sempre.

No mundo atual, Bionis é habitado por diversas formas de vida e Mechonis é habitado apenas por máquinas que são chamadas Mechons.

A história começa 1 ano antes dos eventos principais do game, onde presenciamos 3 homens: Dunban, Dickson e Mumkhar lutando em um campo de batalha contra dezenas de Mechons.
Dunban utiliza uma espada especial chamada Monado, a única arma conhecida capaz de ferir Mechons de forma eficaz e que, segundo a lenda, foi usada pelo próprio Bionis enquanto ele duelava com Mechonis.

Durante o combate, Mumkhar os trai e tenta escapar, mas acaba cercado por um grupo de Mechons e não o vimos mais. Duncan sacrifica um de seus braços para utilizar todo o poder da Monado e salvar a ele e Dickson.

1 ano depois conhecemos o protagonista, Shulk e seu melhor amigo, Reyn. Eles vivem em uma vila chamada Colônia 9 (que fica na panturrilha direita do titã Bionis), onde também vivem Dickson, Dunban e sua irmã mais nova Fiora.

Shulk auxilia em pesquisas que estudam a Monado, já que sua origem e poderes ainda são um grande mistério e, até o momento, apenas Dunban foi capaz de controlá-la em combate.

Um dia Reyn tenta manusear a Monado e perde o controle, acertando Fiora e nos ensinando que a Monado não causa ferimentos em nenhum tipo de vida biológica, apenas nas mecânicas.

Neste mesmo dia Shulk, Fiora e Reyn vão até uma estranha fábrica abandonada perto da Colônia para buscar cilindros de Ether. Enquanto estão lá, algo ativa o mecanismo de defesa da fábrica e poucos segundos depois centenas de Mechons surgem e atacam a Colônia.

Dunban reativa a Monado e salva Shulk e Reyn, que estão encurralados. Dunban está muito fraco e não consegue controlar a Monado por muito tempo, então Shulk a utiliza e imediatamente desbloqueia um novo poder dela onde ele é capaz de ter pequenos vislumbres do futuro, fazendo com que consigam derrotar grande parte dos Mechons.

Um Mechon diferente, com um rosto branco e linhas vermelhas ao longo do corpo, surge atacando o grupo e eles rapidamente aprendem que por algum motivo a Monado não consegue ferir este Mechon. Fiora tenta ajudá-los e Shulk recebe uma visão onde ela é morta pelo robô (que é chamado pelo grupo  de Metal Face). Infelizmente Shulk não consegue reagir a tempo e a visão se concretiza, com Fiora morrendo e Metal Face fugindo pelos céus.

Shulk e Reyn decidem partir em busca do Metal Face para vingar Fiora, subindo em direção ao joelho de Bionis para um lugar chamado Sword Valley, onde supostamente existe uma base de Mechons.

Durante o caminho Shulk recebe uma visão onde um homem diz a ele que, se ele encontrar a verdadeira Monado, o futuro será dele. Logo em seguida ele tem uma segunda visão, onde Reyn é atacado e morto por um inseto gigante.

Pouco tempo depois eles são atacados pelo inseto da visão mas, no momento em que a visão se concretizaria, Shulk desbloqueia um novo poder da Monado e consegue colocar um escudo em Reyn, que o protege do ataque que seria fatal.

Chegando no Joelho do Titã, Shulk recebe a visão de uma criança sendo atacada por monstros próximo de um lago, mas eles conseguem salvar o rapaz, chamado Juju, e ele nos leva até sua mãe, Sharla. Ela explica que veio da Colônia 6 e os dois resolvem ajudá-la a voltar até lá para buscar seu noivo, chamado Gadolt. Antes deles partirem, Juju foge para tentar ajudar as pessoas da colônia e o grupo vai resgatá-lo, mas quando estão prestes a sair Shulk tem outra visão onde vê Juju e sua mãe sendo atacados e mortos por Mechons e o Metal Face.

Eles conseguem salvar Juju do primeiro ataque, mas um outro Mechon com rosto aparece e enfrenta o grupo. Novamente uma situação parecida acontece onde nem mesmo a Monado é capaz de ferir este Mechon e ele consegue capturar Juju e ir embora.

Sharla se junta definitivamente ao grupo e eles partem para a Colônia 6.

Ao chegar lá eles encontram o general Otharon, um antigo amigo de Sharla, ainda vivo e combatendo Mechons. Ele explica que o noivo de Sharla morreu durante um ataque e em seguida ele os leva até uma antiga mina onde os Mechons costumam manter os reféns capturados para encontrar Juju. No caminho, Shulk recebe uma visão onde vê Otharon caindo em um rio de Ether e morrendo.

Chegando no lugar eles são recebidos novamente pelo segundo Metal Face, o que capturou Juju, e ele se identifica como Xord. O grupo o enfrenta e Otharon consegue derrubar Xord em um rio de Ether e Reyn consegue salvar Otharon antes que ele caia. Enquanto eles estão saindo da Mina Xord retorna, ferido e quebrado, e então o grupo consegue derrotá-lo de vez.

Logo que saem da vila eles são atacados novamente pelo Metal Face que matou Fiora, mas Dunban e Dickson chegam para ajudar o grupo. Como nada consegue ferir o Metal Face, eles iriam perder a luta mas, por sorte, uma fera mítica chamada Telethia passa e ataca os Mechons fazendo com que eles fujam.

Shulk tem uma nova visão onde ele está diante de um homem gigante e momentos depois ele finalmente consegue ferir o Metal Face graças a um novo poder despertado pela Monado. Nessa visão, ele está perto de uma grande torre a qual Dickson identifica como sendo um lugar chamado Prision Island, que fica na cabeça de Bionis e é pra lá que o grupo vai.

Chegamos nas costas de Bionis e passamos por uma densa floresta. Enquanto estamos lá, Shulk recebe novamente a visão onde ele conversa com o gigante, que o chama de “O verdadeiro herdeiro da Monado”. Nessa nova versão da visão ele também vê um Mechon prateado com rosto e consegue ferí-lo.

Explorando a floresta o grupo encontra uma garota desacordada e Shulk a reconhece por estar presente na visão que ele acabou de ter. Ele vai até uma cachoeira que está ali perto procurar cristais para que Sharla possa curar a garota e lá ele conhece um rapaz chamado Alvis. Quem já jogou Xenoblade Chronicles 2 imediatamente reconhece o colar de Alvis como sendo o Core Crystal de Logos, que desapareceu no segundo jogo. Leia mais sobre ele clicando aqui para ir até a postagem.

Eles são atacados por alguns filhotes de Telethia e Shulk percebe que não é capaz de prever os movimentos deles com a Monado, pois eles conseguem ler a sua mente.
Alvis então pega a Monado e não só consegue a controlar como também libera um novo poder, que faz com que Shulk desative as antenas dos Telethias e consiga derrotá-los. Depois da luta, ele diz a Shulk que a Monado é uma espada divina capaz de quebrar o próprio tecido da realidade e desaparece logo em seguida.

Voltando para o grupo, Sharla consegue despertar a garota, que se identifica como Melia Antiqua. Ela promete nos ajudar a chegar na cabeça de Bionis se a ajudarmos a sair da floresta, e então ela se junta ao grupo.

Passamos por uma vila de Nopons e Melia confessa que ela está em busca do “Telethia mãe”, já que ele fugiu de sua terra natal e agora ela precisa matá-lo.
Um Nopon chamado Riki se junta a eles e o grupo consegue ajudar Melia a derrotar a fera.

Voltando ao vilarejo, o líder dos Nopons libera acesso ao grupo para o Mar Eryth.
No caminho pra lá, Shulk conta sua história para Melia e ela os leva até a capital imperial, Alcamoth, lar de uma raça de seres chamados High Entia, e explica que para entrar em Prision Island eles precisam da permissão do Imperador de lá.

Chegando em Alcamoth, descobrimos que Melia é filha filha do imperador atual, mas não é uma High Entia pura, já que sua mãe era humana. Além disso, os habitantes da cidade acreditam na lenda de que a Monado é uma arma divina que foi usada pelo próprio Bionis e eles contam que se um dia ela caísse em mãos de alguém com coração ruim, isso seria o fim dos High Entia. Por causa disso eles prendem Shulk e o grupo.

Alvis aparece na cidade e descobrimos que ele é o conselheiro do imperador, assim como portador de um dom que também permite a ele ver o futuro. Ele faz com o que Shulk e os outros sejam libertos e conversa com o imperador sobre a possibilidade do titã Bionis estar despertando.

Em uma conversa com seu irmão mais velho, Kallian, e alguns outros membros da corte, Melia descobre que ela foi a escolhida para ser a sucessora oficial do trono dos High Entia e para acelerar o processo de coroação, a imperatriz Yumea sugere que ela mostre seu valor participando do “Ritual da Tumba”. Pouco depois descobrimos que esse é um plano dela para assassinar Melia e o grupo, por não concordar que uma mestiça deva ser quem vai substituir o imperador atual.

Melia vai até a tumba e passa no teste, sendo recebida em seguida por uma recriação de um de seus ancestrais. Ele explica que ela possivelmente será a última Imperatriz dos High Entia e possui a capacidade de livrar eles de uma maldição.

O grupo descobre que assassinos estão indo até a Tumba para matar Melia e conseguem ir até lá ajudá-la. Chegando lá ela está sendo atacada por uma High Entia chamada Tyrea e um Telethia, mas junto com Shulk e os outros Melia consegue derrotá-los.

Voltando para Alcamoth, o imperador conta para Shulk que seus antepassados diziam que um dia todo o fluxo de Ether do planeta começaria a sofrer alterações e isso significaria que Bionis está despertando. Os ataques frequentes de Mechons, o uso da Monado e as aparições de Telethias são indícios de que isso pode ser verdade e, caso o titã desperte, isso pode significar o fim de toda a vida que está em seu corpo. Ele então libera para o grupo a entrada em Prision Island, revelando que seus antepassados selaram alguma coisa lá, mas nem ele não sabe o que é.

Antes do grupo partir, a cidade é atacada por Mechons, que estão acompanhados pelo primeiro Metal Face e um novo Mechon com rosto e armadura prateada. Shulk recebe uma visão do Metal Face matando o Imperador em Prision Island e logo em seguida descobrimos que ele partiu sozinho em direção a ilha, então o grupo se reúne e vai até lá.

Na ilha, o imperador pronuncia um antigo encantamento de sua família e um selo é quebrado, revelando um homem gigante preso em correntes.
Ele se apresenta como Zanza e diz estar esperando há séculos pelo “verdadeiro herdeiro da Monado”, Shulk. Ele diz ter usado a Monado no passado para derrotar Mechonis e que ela é capaz de controlar Ether, que é o princípio por trás de todas as formas de vida. Despertar completamente seus poderes pode dar a pessoa que a está manuseando poder praticamente infinito, sendo esse o motivo dos High Entia terem selado ele naquela ilha.

Zanza diz então que a Monado no momento está com seu poder limitado, sendo esse o motivo dela não conseguir ferir humanos e os Mechons com rosto. Ele pede para que Shulk o liberte para que ele quebre o selo da espada novamente e Shulk destrói suas correntes.

Quando ele está prestes a liberar o poder da Monado, Metal Face atira uma lança que o perfura e mata, logo antes de descer em um ataque que acaba matando o Imperador Sorean. Nos momentos finais de Zanza, ele se transforma em partículas que vão até Shulk, liberando o poder da Monado.

Shulk ataca Metal Face e consegue arrancar um de seus braços mas, quando estava prestes a destruí-lo, o Mechon prateado passa na frente e Shulk o atinge. Ao quebrar parte de sua armadura é revelado que quem está controlando o Mechon prateado é Fiora. Ela não parece reconhecer Shulk e foge logo em seguida junto com Metal Face.

O grupo retorna para Alcamoth e descobre que os Mechons foram vistos indo para uma de suas fortalezas em um local chamado Sword Valley, e seguem para lá na esperança de reencontrar Fiora.

Em uma cena, vemos Fiora tendo sua armadura Mechon sendo restaurada. Ela de fato não se lembra de Shulk e é chamada de Meyneth pelos seus companheiros, enquanto afirma que Zanza na verdade não morreu.

Shulk e o grupo desce pelas montanhas Valak, no braço de Bionis, para chegar até Sword Valley e no caminho Alvis os leva até uma antiga torre que Shulk julga ser familiar.
Alvis então explica que ali é onde Shulk foi encontrado quando criança, juntamente da Monado, que havia sido colocada e selada ali por seus antepassados e os High Entia.
Ele também explica como a Monado consegue dar essas visões aos seus portadores: Ether é o que compões praticamente todas as coisas presentes no mundo, incluindo os fluxos de passado, presente e futuro. A Monado é capaz romper esse fluxo e permite que seu portador altere o curso das coisas. Zanza tentou usar esse poder no passado para derrotar Mechonis, mas acabou falhando.

Continuando o caminho pela montanha, Fiora chega em seu Mechon prateado e diz a Shulk que precisa falar algo com ele, mas ela é interrompida por Metal Face que chega e a ataca. Ele ameaça matar Fiora novamente e, logo em seguida, sua armadura abre e revela que quem o controla é Mumkhar, o companheiro de Dunban e Dickson que os traiu no início do jogo.

Enquanto enfrentamos Mumkhar, um grupo de Mechons chega liderados por um Mechon dourado que se identifica como Egil, líder de Mechonis, e diz fazer parte de um grupo que liberta as pessoas da tirania de Bionis. Ele, Mumkhar e Meyneth (Fiora) vão embora e convidam o grupo para encontrá-los no titã Mechonis.

O grupo chega em Sword Valley e descobrem que os Mechons estão absorvendo o Ether de Bionis e suas formas de vida para usar como sua fonte de energia e produzir armas que destroem imeditamente qualquer tipo de vida biológica que elas tocam.
Eles encontram Mumkhar e o combatem novamente, só que dessa vez ele é derrotado de forma definitiva.

Adentrando na fortaleza Mechon, o grupo é cercado por Fiora (na verdade Meyneth, usando seu corpo) e Egil, que dispara uma onda do centro de Mechonis que anula os poderes da Monado. Meyneth aparenta reconhecer Shulk de alguma forma, mas Egil consegue controlar qualquer Mechon e a força a atacar o grupo. Ela então escuta a voz de Fiora dentro de si e consegue resistir ao comando de Egil, o atacando, restaurando o poder da Monado e destruindo a plataforma onde o grupo está, fazendo com todos caiam da espada no mar que fica entre os dois titãs.

Em Alcamoth, o irmão de Melia recebe a notícia de que a fortaleza foi destruída e o grupo aparentemente caiu no abismo. Dickson então os encoraja a aproveitar o momento e atacar Mechonis.

Shulk acorda em uma praia aos pés de Mechonis, perto do corpo de Meyneth. Ao acordá-la, ele descobre que ela voltou a ser Fiora, que conta a ele um pouco sobre sua transformação. Ela diz que logo depois do ataque de Mumkhar, tudo se apagou e quando ela acordou ela já estava em Mechonis tendo seu corpo transformado em máquina. Ela diz também que a partir dali ela estava consciente, mas havia perdido o controle sobre seu corpo e essa outra pessoa chamada Meyneth a estava controlando. Por fim, ela diz que apesar da circunstância ela não sentia que Meyneth era má e na verdade sente que deveria ajudá-la de alguma forma.

Pouco a pouco Shulk e Fiora se reúnem com o restante do grupo e descobrem um vilarejo habitado por uma raça chamada Machina, os habitantes originais de Mechonis e eles não demonstram nenhuma hostilidade pelo grupo. Eles revelam ser os habitantes originais de Mechonis, e os criadores das armas que chamamos de Mechons. Uma das líderes dessa aldeia, chamada Linada, se oferece para fazer reparos no corpo de Fiora que está apresentando defeitos desde a queda. Nós então somos levados ao chefe da vila, chamado Miqol, que nos revela ser o pai de Egil. Ele pede ao grupo que atenda a um pedido especial dele: Que matemos Egil.

Em Bionis, vemos que Kallian está unindo líderes de várias raças para organizar um ataque em Mechonis.

De volta a Mechonis, Miqol conta que está vivo desde a época em que os dois titãs estavam vivos. Ele também revela que Bionis quase destruiu toda a vida em Mechonis, mas foi impedido por Meyneth, criadora de Mechonis, que lutou por eles até que os dois titãs se acertaram com um ataque final e adormeceram desde então.

Sobre Egil, ele explica que seu filho jurou vingança pelo estrago provocado por Bionis e pretende acabar com todas as vidas inocentes que estão por lá.

Enquanto isso, Linada explica que o corpo de Fiora está adaptado para funcionar dentro de um dos Mechons com rosto e até a forma com que seu sangue circula em seu corpo foi alterado para isso.

Dickson chega até o vilarejo e descobrimos que ele já possui contato com os Machinas há muito tempo, trocando informações com eles mas mantendo suas existências em segredo por receio de que alguém descobrisse e atacasse os habitantes da vila.

O grupo entra no titã Mechonis para tentar encontrar Egil e percebem que ele é completamente diferente de Bionis por dentro. Eles são atacados por um novo Mechon com rosto e durante o combate descobrimos que ele é Gadolt, o noivo desaparecido de Sharla, que agora está transformado em Mechon e sob o total controle de Egil. Em um ataque final Gadolt provoca uma grande explosão, mas o grupo é salvo graças aos poderes de Meyneth, que ainda habita o mesmo corpo que Fiora.

Em seguida encontramos Vanea, irmã de Egil, e ela nos explica como funciona os Mechons com face. Durante a luta inicial entre Bionis e Mechonis, Egil aprendeu que a Monado não era capaz de ferir nenhum ser biológico de Bionis, já que todos os habitantes do titã possuem o mesmo sangue de Zanza (o criador da espada). Egil então desenvolveu um plano para criar Mechons que tinham formas de vida de Bionis integrados em seus corpos, sendo esse o motivo de inicialmente a Monado não conseguir ferir os Mechons com Face, até o dia em que Zanza resolveu “ajudar” Shulk removendo essa restrição da arma.

O grupo chega na capital de Mechonis, Agniratha e encontramos um torre que registrou a verdadeira história da batalha entre Bionis e Mechonis.
Quando os dois titãs surgiram no mundo, Meyneth também apareceu como sendo a alma de Mechonis.
Ela criou as primeiras formas de vida existentes ali e as chamou de Machinas, e eles prosperaram e se desenvolveram muito tecnologicamente.
De forma semelhante, Zanza era a alma de Bionis e fez com que vida biológica também surgisse e evoluísse por lá. As duas formas de vida existiam em harmonia, até que um dia Bionis atacou Mechonis com uma espada de luz e um exército de Telethias, matando centenas de Machinas no processo.
Meyneth tentou defender Mechonis e os dois titãs duelaram durante muito tempo, até que um dia acertaram um ataque tão poderoso um no outro que acabou com o restante de suas energias.

Os habitantes de Bionis aproveitaram a oportunidade para selar Zanza, já Meyneth ficou muito enfraquecida depois do combate. Ela alertou as Machinas que sobreviveram que Bionis não havia sido destruído e que um dia Zanza conseguiria se libertar. Logo em seguida ela entrou em um estado de hibernação, se recuperando e preparando para o dia em que Zanza retornasse. Quando Fiora foi capturada, Vanea a escolheu para ser o receptáculo da alma de Meyneth justamente por ela ser próxima de Shulk (o herdeiro da Monado) na esperança de que a forte relação entre os dois impedisse que a história da guerra se repetisse.

Avançando em busca de Egil, o grupo encontra novamente com Gadolt e dessa vez Meyneth consegue quebrar definitivamente o controle de Egil sobre ele e o libertar. Ele comenta que enquanto estava conectado com Egil pode perceber que ele está cego por causa do seu desejo de vingança contra Bionis.

Na junção entre os dois titãs, vemos o exército de Bionis avançando pela espada para atacar Mechonis com todos os seus recursos. Alvis então percebe que Mechonis pode estar despertando e resolve ir até o grupo para evitar que estejam lá quando isso acontecer.

O grupo finalmente encontra Egil e ele explica que o motivo dele ordenar Mechons para atacar pessoas de Bionis não é pela raiva das pessoas em si, mas sim devido ao fato de que todos os seres vivos de Bionis servirem como fonte de energia pro titã, para que um dia ele possa despertar novamente renovado de suas forças.

Enfrentamos e derrotamos Egil, mas ele decide se entregar para funcionar como a nova alma de Mechonis e consegue despertá-lo novamente. A capital onde o grupo está começa a se destruir com os movimentos do titã e Gadolt se sacrifica para garantir que Sharla e o grupo consigam escapar de volta para o vilarejo dos Machinas.

Shulk e os outros precisam voltar para dentro de Mechonis para encontrar Egil em seu núcleo e destruí-lo antes que ele consigo destruir Bionis, e Dickson se junta a eles. No caminho, Shulk comenta que desde que eles chegaram em Mechonis ele parou de receber as visões da Monado, mas de alguma forma ele ainda sente quando algumas coisas estão prestes a acontecer. Ele também comenta ter ouvido Egil o chamar de Zanza durante o último combate.

Chegando em Mechonis nós encontramos Egil e o derrotamos, mas Shulk decide parar antes de executar o golpe final por perceber que ele e Egil estão lutando pela mesma causa: vingança. Ao tentar interromper o ciclo, Shulk escuta uma estranha voz em sua cabeça o encorajando a matar Egil, mas consegue se controlar.

Egil então explica um novo fato sobre o início da guerra entre os dois titãs:
Antes da guerra, ele tinha um amigo de Bionis chamado Arglas, que foi quem um dia encontrou a Monado. Ao tocá-la, esse amigo foi possuído por Zanza e forçado a atacar Mechonis, dando início a luta que causou tantas mortes e destruição.

Shulk e Egil estão prestes a fazer as pazes, quando Dickson atira em Shulk, aparentemente o matando.
Ele então revela ser, na verdade, um dos discípulos de Zanza e atirou em Shulk para que seu mestre pudesse finalmente retornar.

Zanza se separa do corpo de Shulk e explica que após a grande guerra do passado, os High Entia selaram seu corpo em prision Island e sua alma, A Monado, na torre das montanhas Valak. Um grupo de exploradores um dia encontrou a espada e libertaram Zanza, o que provocou a morte de todos eles, inclusive de Shulk que era apenas uma criança na época. Zanza então inseriu energia o suficiente no corpo de Shulk para que ele crescesse e amadurecesse o suficiente enquanto Zanza recuperava suas forças dentro dele, sendo esse o motivo de Shulk conseguir controlar a Monado tão bem.

Zanza confirma o funcionamento de Bionis: Todas as formas de vida em que existem lá servem apenas par alimentá-lo com suas energias. Ele criou tudo pensando também na possibilidade de que um dia poderia querer usar seus poderes para acabar com toda a vida e recriá-la de acordo com suas vontades. Em um ato desesperado, Egil tenta atacá-lo mas não consegue e é derrotado por Zanza em seguida.

Meyneth então enfrenta Zanza usando sua própria Monado. Ela sai do corpo de Fiora, mas é derrotada e infelizmente isso acaba permitindo que Zanza roube sua Monado também.

Zanza retorna para Bionis e o grupo tenta fugir de Mechonis, que está caindo aos pedaços nesse momento. No caminho eles são interrompidos por Dickson, que os ataca com um exército de Telethias.

O grupo é salvo pelo irmão de Melia e seu exército, mas a sua general, Lorithia, revela também ser um dos antigos discípulos de Zanza. Ela começa a emitir partículas com alta concentração de Ether na direção de seus companheiros High Entia e eles se transformam em Telethia. Dickson confirma que quando Zanza criou os High Entia ele colocou um gene em seus corpos que faz com que se tornem um Telethia no fim de suas vidas. Ele os criou para que policiassem Bionis e acabassem com qualquer forma de vida que atrapalhasse seus planos. Felizmente, Melia é uma mistura entre High Entia e Humanos e não é afetada pela transformação.

Kallian começa a se transformar, mas usa seu corpo semi transformado em Telethia para causar uma grande explosão de Ether e atacar Lorithia, permitindo que o grupo escape.

Fiora e o grupo leva o corpo de Shulk para o acampamento dos Machinas e tentam revivê-lo. Durante sua estadia lá, Dickson os encontra com seu exército de Telethias e os ataca novamente.

Em uma nova cena, vemos o espírito de Shulk vagando no espaço e questionando o fato de que ele na verdade não existe já faz anos.
Alvis aparece e explica que Zanza e Meyneth precisam usar um ser que eles criaram para usar como receptáculo. Esse é o motivo primário deles terem construído esse mundo onde as pessoas nascem e morrem sob seu controle já que assim eles poderiam manipular o destino do mundo sempre que necessário. As pessoas que foram escolhidas como receptáculo de Zanza e Meyneth (Shulk e Fiora) estão fugindo desse controle e esse é o principal motivo de Zanza estar tão desesperado para destruir Shulk e todo o mundo no momento. Meyneth aceitou esse fato e deixou o futuro nas mãos dos seres habitantes de Bionis e Mechonis, mas Zanza se considera o deus primário e não quer deixar que isso aconteça.

Alvis então diz a Shulk que ele precisa decidir agora se irá seguir o caminho pré determinado por Zanza ou se prefere criar um novo caminho para ele e seus companheiros.

Enquanto o grupo é atacado por Telethias, Shulk finalmente desperta usando uma nova Monado e os ajuda. Ele também está de alguma forma tendo acesso aos poderes de ver o futuro.

Agora reunidos, eles parte para o interior de Bionis em busca de Zanza, onde descobrimos que Lorithia não só está viva como conseguiu controlar o Telethia que Kallian se transformou, se fundindo a ele. Nós derrotamos a fera definitivamente e Melia tem uma visão onde seu irmão explica que o motivo de seu pai ter misturado o sangue dos High Entia com humanos foi justamente para criar uma nova geração que estivesse livre da maldição dos Telethia.

O grupo parte então para Prision Island, onde enfrentamos Dickson e o derrotamos de uma vez por todas.

Após derrotá-lo, o grupo é teletransportado para o espaço onde a voz de Alvis diz a Shulk que esse é o momento onde ele deverá fazer sua escolha.

Zanza nos encontra e revela que agora que possui as duas Monados ele não precisa mais de Bionis para se sustentar. Ele também conta que todas as formas de vida que criou não passavam de células que alimentavam ele, o deus de toda aquela criação. Arrependido por ter criado formas de vida que atrapalharam seus planos, ele agora está decidido a acabar com toda a vida para sempre.

Shulk e Fiora combinam novamente seus poderes para vencer o destino que aquele deus criou para eles e, quando o fazem, uma terceira Monado surge para Shulk e faz com que ele enfim consiga derrotar Zanza de uma vez por todas.

Após o combate, Alvis aparece e explica para Shulk a verdadeira origem do mundo:
Em um outro universo um homem chamado Klaus ativou um dispositivo com uma imensa quantidade de energia com a intenção de explorar novos mundos (entendemos mais sobre isso em Xenoblade Chronicles 2, clique aqui para ler nosso resumo). Ao ativar o dispositivo o mundo onde eles vivem foi criado e esse homem, juntamente com outra cientista que estava junto dele no momento, foram transportados para esse mundo e se tornaram seus Deuses: Zanza e Meyneth.

Por se sentirem solitários, eles começaram a criar suas primeiras formas de vida, sendo esse o momento onde Meyneth criou Mechonis e Zanza criou Bionis e começaram a povoar o corpo dos titãs. Com o passar do tempo essas formas de vida foram não só se reproduzindo, como também evoluindo e vivendo de maneira pacífica entre si.
Na medida em que os anos avançaram, Zanza percebeu que as pessoas não só estavam se tornando independente dele, mas também o estavam esquecendo. Por isso ele criou um plano onde pudesse destruir e reconstruir a civilização sempre que quisesse com a ajuda dos Telethia.

Alvis então explica que ele na verdade é o administrador de um dos computadores que foi usado no experimento feito por Zanza, o que explica o motivo dele ter tanto poder e controle sob os elementos daquele mundo. Ao jogar Xenoblade Chronicles 2, sabemos que ele é Logos, um dos Core Crystals mestres que podem usar a energia do condutor.

Ele diz a Shulk que naquele ponto o mundo dele está estagnado e pergunta a ele qual tipo de futuro ele deseja, já que ele é o novo deus desse mundo.

Shulk então decide que o futuro deve pertencer as pessoas e deseja a Alvis um mundo sem deuses, e seu desejo é realizado.

Em uma cena final, vemos humanos, Machinas, Nopons e High Entias vivendo em paz.
Shulk e o grupo está feliz e Fiora agora possui um novo corpo.

E assim concluímos essa maluca (porém excelente) história de Xenoblade Chronicles 1.

Espero ter conseguido listar todas as informações necessárias para um bom entendimento do 3 nesses dois posts de resumo de história, já que pelo que estamos vendo ele promete ter uma história igualmente densa e complexa.

Um abraço e até a próxima!

08/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 3 – Um mundo enorme em um jogo viciante!

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante
Aviso: SPOILERS!!!

Eu me propus a não continuar no jogo enquanto não finalizasse o capítulo anterior aqui no blog, tanto falando de meu jogo quanto narrando a história. Na sexta-feira, depois de terminar o capítulo 2 escrevi uma parte da história, mas fiquei presa no restante por problemas técnicos com a visualização das cut-scenes anteriores. Desta forma, sem ter como escrever, resolvi jogar apenas para upar e fazer alguma exploração. 

Nas últimas duas noite foi o que fiz e é tão bom e viciante que não consegui parar ontem para voltar e terminar o capítulo 2. Só hoje terei que voltar à história porque acabaram as áreas com mobs no meu nível (lvl 35) e também as quests.


Sistema de combate

O combate é perfeito porque ele existe em vários níveis. Se você não está a fim de pensar, se preocupar e nem mesmo trabalhar com os dedos, preguiça nível hard no qual funciono grande parte do tempo, é só usar a configuração automática (Opçao Y no menu dos personagens) e a autobatalha. (Opção “-” após iniciar uma batalha) e ele faz o trabalho pesado para você.

Se estiver mais ou menos a fim, pode jogar manualmente as batalhas contra os mobs mais difíceis, por exemplo. As dos monstros únicos e os de história não tem como, estes só manualmente mesmo. Funciona assim os monstros no campo: eles estão visíveis e por toda a parte. Cada campo tem seu level de monstros, uma faixa que oscila um ou dois leveis para cima ou abaixo. Assim, em um campo level 25, você poderá encontrar monstros de 23 a 27, por exemplo. Misturados a estes monstros, existem os monstros raros, os únicos e os de sorte (que tem umas estrelinhas acima do nome). Estes últimos são uma besteira. Não notei diferença significativa alguma com relação aos demais. Os monstros raros, que tem asinhas azuis acima da cabeça, são mais difíceis e aparecem em leveis um pouco mais baixos do que os demais. Você pode lutar automática ou manualmente com eles. 

Os monstros únicos, que tem asas amarelas acima do nome, só podem ser derrotados manualmente e são bem mais difíceis. Por isto mesmo aparecem em leveis ainda menores do que os do campo. Além destes, em todos os campos existem alguns poucos e gigantescos mobs de level realmente superior. Por exemplo, na primeira área, tem este King Kong aí em cima, level 80 rondando próximo de um rio. E você no level 10 por aí. lol Mas eles não são agressivos, exceto se você se aproximar realmente muito.

E, voltando ao combate, se você é daquelas pessoas que levam o combate realmente a sério, então é só entrar no menu e configurar cada skill, cada arte, cada acessório, etc… E jogar manualmente. escolhendo cada ataque. 

Assim, com este combate a gosto do cliente (ou do momento), realmente fiquei muito a vontade. O combate não é realmente difícil. Parecia mais difícil enquanto lia as instruções, pensei que jamais entenderia o cancelamento, o Chain Link e o Interlink, mas quando se começa a jogar a coisa flui naturalmente e é muito confortável, fácil e gostoso. Sai desbravando o mundo, disposta a revelar cada contorno do mapa.

Áreas

Falando sobre áreas, funciona assim: o mundo é realmente imenso e dividido em grandes áreas, imagine algo como blocos de países, como a Europa, a Ásia, etc… Por enquanto abri duas destas grandes áreas, a Aetia e a Fornis. A Aetia é a primeira e a parte que você consegue explorar em baixos leveis é pequena. Mas existem várias áreas inacessíveis e pelo que vi no mapa ficará bem maior.  

Você sai dela ao final do capítulo 1. E o problema foi que ao final do capítulo fiz algumas áreas correndo porque queria saber a continuação da história e o jogo me impediu de retornar até depois do final do capítulo 2. Fiquei com quest aberta e várias áreas inexploradas. Então, se puder, só faça as quests da história depois de zerar o restante. Você pode consultar os mapas inteiros aqui.

A segunda parte Fornis já tem uma área explorável maior mesmo no capítulo 2. E no capítulo 3 continuamos nela com mais áreas disponíveis para explorações.

O mundo até o momento é formado por pedras e uma vegetação rala e sem atrativos. A natureza não é nada generosa. É árida, seca e difícil. Eu penso que intencionalmente, da parte dos produtores, por que ilustra muito bem a vida dos personagens. É uma analogia perfeita.

Os mapas também funcionam em níveis, como o combate. Níveis como plataformas, digamos assim. Você vai subindo, subindo, subindo… Quando você pensa que chegou ao topo, sobe mais. É incrível. Tem lugares em que senti um pouco de vertigem mesmo. lol

E existem lugares que são inacessíveis ou por conterem mobs em níveis muito superiores ao seu atual ou por exigirem habilidades que você não possui e que serão liberados pelos heróis, como escalar em trepadeiras coladas à paredes ou subir em superfícies íngremes e escorregadias.

Estas habilidades são liberadas por heróis da história. A escalada pelas trepadeiras, por exemplo, é liberada pelo Valdi da Colônia 30 e a subida pelo Teach da Colônia Gama. 

Os pets Riku e Manana começam com quests simples e acabarão por se tornarem heróis também.


Quests

Muito bem, então temos um mundo imenso e um combate viciante. O que fazer com isto? A princípio só desbravei querendo mostrar todo o mapa até suas divisas. Não tem muito o que fazer pelo mundo. São uns baús, que aqui são chamados de recipientes, uns baús de mantimentos que vez ou outra aparecem pelo mapa, a caçada pelos monstros únicos ou de lutas entre monstros (que dão recompensas quando lutamos por um dos lados), por corpos de soldados mortos (ganhamos pontos de afinidade com a colônia enviando-os com flauta) e só. Por enquanto ainda não identifiquei áreas de farm de itens, mas provavelmente em algum ponto deve ter.

Então, o que realmente torna a coisa divertida são as quests. Existem 2 tipos de quests: as comuns e as dos heróis. As comuns, não são muitas, devo dizer. Eu estou em algum ponto entre a metade e o encerramento do capítulo 3 e fiz 21 quests destas no total. Posso ter perdido alguma, porque tem quests que você somente encontra quando passa por determinado local. Muitas quests comuns, a maior parte, surge nas colônias, antes ou depois de serem liberadas. 

As quests comuns normalmente envolvem ajudar alguém a fazer algo. Passa longe daquela coisa tediosa de ir não sei aonde matar determinado mob ou coletar não sei quantos itens. São bastante interessantes, às vezes longas, em várias etapas e com histórias que na maior parte do tempo, fazem bastante sentido. 

Ontem a noite encerrei uma quest em que o garoto que assumiu o papel de Off -Seer quando o Noah desapareceu da colônia, estava demostrando um comportamento estranho e acabou mesmo por desaparecer. Para encontrá-lo fomos a vários locais, onde encontramos pessoas que nos deram dicas e finalmente o encontramos. E o motivo para seu comportamento era que ele estava muito confuso com todas as implicações sobre o sentido da existência, da vida e da morte, depois dos eventos que ocorreram no jogo. O que faz muito sentido, pois tudo o que eles davam por certo e garantido foi modificado, a própria existência mudou. 

Mas são as outras quests, as dos heróis, que são realmente viciantes. 

Para encontrar as quests, varia. Às vezes é decorrência de alguma outra quest ou do caminhar da história. Para as quests comuns basta ouvir o que está sendo conversado nas colônias e depois discutir o assunto nas cantinas ou acampamentos. As quests de heróis tem uma dinâmica própria. É necessário estar um local específico para disparar uma ação. 


As quests de heróis

A equipe é pensada para ter sempre 7 integrantes, os 6 fixos da equipe e 1 avulso, que vai mudando e que são os heróis. Eles são pessoas com talentos ou habilidades extraordinárias que vamos encontrando por aí no mapa. Normalmente suas quests envolvem alguma colônia e sua libertação. 

Depois que Noah e Mio interlinkados descobriram como destruir os relógios de coleta de essências nas colônias e assim libertar os colonos do jugo do mecanismo que os obrigava a lutar na guerra, nossa tarefa no jogo, além de seguir a própria história, é libertar todas as colônias. O que é um evento bem gratificante, tanto em termos de história em si, porque nos sentimos bem liberando as pessoas daquela vida horrível, quanto em termos de lutas e quests.

Estas quests são quase sempre longas e envolvendo uma luta inicial com o herói e uma ou mais lutas finais, finalizando com a luta com um Moebius. Estas lutas até o momento não chegaram a representar muita dificuldade e não sei bem se foi porque estou super hupada ou se o jogo sempre os coloca um pouco abaixo de seu nível. Entretanto, prevejo que algumas destas lutas não serão nada fáceis!

A história envolvendo os heróis é normalmente interessante e sensível. Eles são interessantes. Cada um com personalidade e história diferenciada das demais. Eu tenho até o momento cinco heróis: Ethel, Valdi, Zeon, Teach e Gray. Hoje ainda tentarei conseguir a Alexandria. 

Nós iremos postar um guia de quests, ao menos destas quests de heróis em breve.

Oroboros de Eunie e Taion


História 


Meu Deus, meu Deus, meu Deus!!! O que é esta história que me deixa aturdida e confusa? Para onde está indo? 
Uma história, para ser uma boa história, não basta ter um enredo interessante, tem que ser bem contada, como as piadas que só fazem rir quando são bem contadas, independentemente do quão boas sejam. E, se há algo que não podemos reclamar quanto ao jogo é sobre a forma como é contada. Nos mantém em suspense todo o tempo. Todos os finais de capítulo são de cortar a respiração e aturdir a níveis insanos. 
Cada final de capítulo supera o anterior, algo que a capítulo julgo ser impossível e ainda assim acontece. O final do 3 é imenso, demora e demora e demora. Você pensa que acabou e vem mais. E, céus! Joran é um Moebius!!! Como assim? Ele morreu, não morreu? Sim, ele confirma. Morreu. Então… Como? E Eunie que descobriu que morreu anteriormente também, um pouco mais cedo no capítulo. 
Do que se trata esta história? Os personagens estão em um tipo de reality show montado pelos Moebius apenas para que apostem em qual lado vencerá cada batalha assim se divirtam? Os personagens são clones de almas anteriormente existentes e que são reaproveitadas vezes e mais vezes? E os Moebius, o que são? Falam dos seres humanos como se não fossem humanos. São o que, meu pai???
Vontade de voar até o final só para saber as respostas, mas sei que o gostoso é ficar sabendo assim, no decorrer do caminho.
Conclusões até aqui

Xenoblade Chronicles 3 não teve muito apelo no Brasil, seja porque é para o Switch que não é o mais popular dos consoles, seja porque não é legendado ou traduzido para Português. É uma lástima, pois este jogo é maravilhoso e gigantesco. 

É muita coisa para se fazer e de forma muito divertida. É jogo para semanas inteiras. 

Que pena!

07/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 2: Desvendando parte do mistério dos Moebius!

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante
Aviso: SPOILERS!!!

Por favor, por de qualquer coisa, alguém me conta quem são os membros da gangue de bandidos nomeadas pelas letras do alfabeto? Por favor, por favor, por favor.

Eu fiquei desesperada com a reunião da gang de bandidos, ops, Moebius, no que parece ser um cinema. O que é isto? O que são? Meu Deus, desespero! lol

E segui furiosamente em direção às quests da história. No meio do caminho, fui me acostumando melhor com o jogo, o sistema de combate, as lutas, os inimigos, etc. Nada de muito novo aqui, exceto mesmo o impacto da história que permanecia como pano de fundo enquanto avançava no mapa.

Acabei me empolgando com o jogo e demorando até bastante, perambulando pelo mapa. Estava traumatizada com a recordação do capítulo anterior que bloqueou meu retorno ao primeiro mapa. Então quis ter certeza de não deixar nada para trás. Só na parte final da última quest da história é que dei uma corrida e deixei coisas para trás. 

Neste capítulo aprendemos a cozinhar e fabricar gemas com os pets do grupo, Riku e Manana, que são umas graças. Eles pertencem a uma raça chamada Nopons. Não sabemos muito sobre eles ainda, mas existem outros que vemos aparecendo aqui e ali.

O sistema de combate me deixou meio desconfortável ao início, pois subitamente era muita coisa, muita informação e eu não dava conta de decorar tudo. Aprendemos a trocar de classes, tinha o Interlink do Ouroboros, Chain Link, as Artes, Artes de Talento, etc. etc. etc.

Algumas vezes parecia complicação necessária e que poderiam chegar ao mesmo efeito com menor quantidade de coisas. Mas, conforme eu fui jogando e me acostumando fui começando a apreciar as sutilezas do sistema.

Noah e Mio desfazendo o Interlink para destruírem o relógio com a espada especial de Noah

Quando finalmente chegamos até o ponto em que a história continuava foram mais alguns choques. 

O maior deles, claro, é descobrir um pouco mais sobre os Moebius, sabendo agora que eles e os Cardeais que são a mão direita das Rainhas em cada colônia foi intrigante. Também o fato de que eles vivem mais do que 10 anos, tal como o capitão e que ambas as Rainhas estão coniventes com a gang e contra os habitantes.

Fiquei pensando mil e uma teoria. André cogitou a hipóteses deles todos terem sido destruídos durante aquele evento que acontece na introdução do jogo e terem sido reconstruídos como clones. Faz sentido, porque na introdução pareciam pessoas normais, alguns jovens, praticamente crianças, outros mais velhos e ninguém vestia roupas militares. 

E os Moebius parecem estar apenas jogando um jogo para se divertirem. Eles falam em apostas e em quem vencerá. Talvez todo o mundo seja mesmo um jogo, criado apenas para a diversão deles. Um mundo dividido em 2 facções uma lutando contra a outra e a diversão do grupo é apostar em qual das facções ganhará. Será???

Desvenda parte do mistério, mas não esclarece nada e deixa tudo ainda mais intrigante. É assim este jogo. 

07/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3 – História – Capítulo 3 – Colônia 4, primeiros Heróis, Interlinks completos

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante

Logo no início do capítulo há uma cena de lembranças de Taion, quando seu jeito estrategista é contestado e bulinado pelos outros que preferem a força bruta e alegavam que tinham que matar logo porque o relógio de flamas estava com nível baixo. Taion insiste que eles tem poucos dados disponíveis e que é arriscado, mas pressionado ele acaba concordando com a decisão do grupo e dá seu aval quando solicitado pelo comandante, que confia em sua opinião e por Nimue, sua amiga. 

Na invasão programada percebem que caíram em uma emboscada armada por Keves. Fogem, mas Nimue decide ficar para trás para dar oportunidade para que Taion viva até seu Homecoming. Ela lhe dá sua bússola, da qual era inseparável e parte para a luta. Ele e dois outros conseguem então fugir, pulando no rio. 

Corte para uma conversa entre os Moebius onde discutem o fracasso de K. Eles dizem que o plano era bom, mas não contavam com a névoa. Outro diz que é tudo por causa da sensação da pele. Que você só pode ver o que está à frente, porque seus olhos estão na frente apenas e que foi por causa disto que K perdeu. Outro alega que quando você consegue ouvir e sentir tudo, os sons, o ar, o respirar, você não precisa de olhos. A mulher alega que mesmo com tudo isto ele perdeu e voltou com o rabo entre as pernas. Pergunta se está se esquecendo disto. Acho que é o Moebius da luta anterior. Eles meio que começam uma pequena discussão até que uma mulher interfere pedindo para ser a próxima a lutar com os Ouroboros que deverá ocorrer na Colônia Lambda, do Comandante Isurd, que parece ser fonte de incômodo para o Moebius a qual fala. Ela diz que todos se divertirão, com certeza. Todos concordam que ela vá.

Caminhos para City

Conversando com o capitão de Ethel ouvimos falar pela primeira em Cammuravi, um comandante de Agnus com cabelos de fogo que parece ser o melhor comandante de todos. E é rival de Ethel, além de lhe ter infringido uma derrota que a desceu do rankink Silver.

A equipe se reúne com Ethel para discutir os próximos passos. Eles discutem os caminhos para a City. E entre as alternativas descobrem que a ida pelo Sul é a mais segura, o que Taion afirmara logo no início, quando a equipe se reuniu pela primeira vez e foi questionado. Além de todos os perigos do caminho e da demora para chegar lá, que eles preveem serem de 2 meses, ela os adverte de que já esteve sobrevoando a região e que não há nada lá, apenas vazio. Mais tarde Mio está preocupada com o pouco tempo que lhe resta e do tempo que necessitam para chegar até a cidade.

Na cantina Mio é ofendida por um soldado que teve vários amigos mortos pelos Agnianos. Quando a equipe conversam ela propõe que eles ajudem as pessoas como puderem, de uma forma a reparar o mal que já foi feito. Após recolher informações espalhadas e também de ajudar a colônia, eles recebem uma nova quest, chamada de “No want of Courage” (Não falta coragem), que é uma quest dos Heróis e não da história. No meio do caminho também topamos com outra quest de Heróis: The Kind Right Hand.  

Falo melhor sobre eles no resumo de meu jogo quanto ao capítulo 3, mas resumidamente, assim como Ethel se junta com o grupo durante o desenrolar destes eventos, outros heróis irão fazer o mesmo, em quests intricadas que normalmente envolvem a libertação de uma Colônia. Não resumirei estes eventos aqui, mas faremos um post especial sobre estas quests. 

Nesta quest, Valdi se junta ao grupo e liberamos a colônia 30 após derrotar o Consul Q. Valdi nos ensina como escalar pelas trepadeiras das paredes.

Ficar velho é assim?

Eclipse

No caminho a equipe passa por alguns animais grandes e com a pele enrugada. Noah comenta que nunca tinha prestado atenção ao fato de que os animais são diferentes deles, que os animais nascem pequenos, crescem e envelhecem enquanto eles vivem apenas 10 anos e mais ou menos com o mesmo corpo. Nunca são crianças ou velhos.

N está no cinema, assistindo a cena dos dois e comenta que o entendimento leva à esperança. O que no devido tempo se transforma em desespero. E que o significado do estase é conduzido cada vez mais profundamente dentro.

Z comenta que é um momento no tempo, uma sublime experiência. E que este momento brilha sobre tudo o mais. Outro Moebius comenta que é por isto que isto é tão trabalhoso. Z diz que eles irão aprender, cedo ou tarde. Eles irão aprender quão inestimável isso era, quão grosseiramente insubstituível. Finaliza dizendo que o “Eclipse” se aproxima. E seus olhos se tornam vermelhos com o símbolo do infinito.

Saffronias

A equipe passa por uma árvore com folhas em tons de terra, muito bonita. Taion se aproxima e relembra de quando Nimue lhe mostrou uma foto de uma destas árvores e disse que era seu sonho retornar aquele lugar. 

Consul J mostra a cena para o comandante Isurd e confirma que aqueles são seus alvos e lhe pergunta se ele irá se encarregar disto. Conforme Isurd questiona se não deveriam antes conversar com eles, J faz com que seus olhos fiquem vermelhos e então muda de ideia, dizendo-lhe para esquecer. Ele começa a brilhar de uma forma diferente e pede para Isurd dar-lhe todos seus sentimentos mais profundos. Então o brilho aumenta progressivamente até o que parece uma explosão de luz. 

Os personagens chegam a um território devastado com corpos de Kevianos e destroços de alguma batalha anterior. Eles acham que não é recente, que os corpos parecem fossilizados. Conforme se separam para buscar por coisas úteis, Eunie se aproxima de um corpo e vê sua etiqueta de cachorro. (É como aquelas placas de identificação que os soldados levam em correntes no pescoço. No jogo chamam de Dog Tags, o que é bem ofensivo).

Lembranças do passado

Eunie lê as informações contidas na tag e é seu próprio nome. Ela se recorda de estar no local, lutando, com as roupas pretas quando um Mobius surgiu e matou todo o exército e destruiu todas as máquinas. Apenas ela escapou viva, vendo tudo. Ao final ele a percebe e chega perto, aproximando do olho dela não sei se uma espada ou um dedo com unha muito comprida. Ela fica em choque com a lembrança, tremendo e ofegando. Consegue disfarçar e vai em ajuda aos demais.

Eles percebem que os destroços são de uma equipe com relógio de flamas dourado. O que eles apenas tinham ouvido falar mas nunca visto. Eles estranham uma equipe tão forte ter terminado desta forma. Eles também percebem que não há corpos ou robôs agnianos, o que significa que a destruição não foi por conta destes. 

No acampamento ela relembra melhor como tudo aconteceu, de como viu o Moebius muito próximo a ela, observando-a sem pressa, enquanto aproximava o objeto cortante em direção a seu olho direito. Ela desperta da lembrança ofegante e com as mãos tremendo. Taion aproxima-se oferecendo-lhe uma xícara de café e depois menciona que ficou grato por a ajudar. Ela pergunta se ele percebeu e ele confirma, dizendo que também tem tremores de ansiedade.

O grupo decide continuar o caminho através de alguns tuneis, esperando escapar dos Moebius e de sua perseguição com o uso de comandantes de colônias. 

Logo após a entrada nos túneis são conduzidos à outra quest de heróis, desta vez muito rápida, com os maravilhosos Riku e Manana e onde estes entram na equipe como novo herói. 

Continuando o caminho são emboscados em uma armadilha feita com fumaça, sendo atacados por trás conforme não consegue ver os atacantes. Taion pensa que ali perto pode haver água e que esta seria uma solução para eles. Todos concordam e disparam atrás de água, enfrentando vários oponentes até encontrarem um rio onde se jogam e são levados pela correnteza até terra firme e limpa de fumaça. Na saída da água são emboscados por vários Levnis de Agnus. Ao topo de uma delas está Isurd, o ex-comandante de Taion quando Nimue faleceu. Seu olho está vermelho, indicando que está sob controle de Moebius. 

Ele diz que preparou a armadilha recriando as mesmas condições do dia em que ela faleceu, imaginando que Taion tomaria as mesmas decisões. Então criou a armadilha com fumaça, tal como foram atacados naquele dia, e depois a saída pela água. É um tipo de vingança contra Taion, para o humilhar perante seus amigos, para fazê-lo fracassar e lembrá-lo de que Nimue morreu por sua péssima decisão como estrategista. Para levá-lo ao desespero e quebrar seu coração. Para roubar o que lhe é mais precioso.

A equipe luta com Isurd e nesta luta as formas alternativas de Interlink aparecem pela primeira vez (com Mio, Taion ou Sena sendo os controladores) e o derrotam. Quando ele finalmente é derrotado, desaparece e em seu lugar aparece o Consul J, que tinha assumido sua forma.

Ele pergunta se eles algum dia já sentiram tanto carinho que os fizeram tremer. Noah reconhece a voz. O Consul diz que faz muito tempo. Que eles já se esqueceram dele. E que ele sente saudades. E que está emocionado. Então tira o capacete e se revela sendo Joron, o amigo de infância de Noah, Eunie e Lanz que morrera soterrado em pedras há vários anos. Diz que está a ponto de chorar.

Lanz pergunta se ele é o Joran deles. Se estava vivo. Joran responde que claro que não. Que ele realmente morreu naquele dia. Evidentemente. E que é por isto que pode estar ali agora. Que podem o chamar de J e que ele é um orgulhoso membro dos Moebius. Que os Moebius deram lhe este inacreditável poder. Que ele pode pegar memórias de pessoas e remodelá-los em seus próprios marionetes de lama. Ele então começa a matar todos os soldados Agnianos, demonstrando que todos eram de lama a despeito de parecerem estar vivos e manifestarem medo da morte ao sentirem que seriam os próximos.

Ele diz que os corpos podem ser de lama, mas que suas mentes eram a coisa real. Mas que sem corações, eles diziam muito rapidamente o que lhes passava pela mente. E que para ser honesto, estes ninguéns estavam abaixo dele. Diz que Noah, Eunie e Lanz fazem bons marionetes. Conjectura quais palavras profundas e claras seus lábios frios diriam (antes de morrer, na mesma situação que soldados que matava agora?). Ele queria tanto ouvir… E pergunta porque ele tiveram que se tornar Ouroboros (como se isto tivesse atrapalhado seus planos). 

A equipe está aturdida. Eles o questionam sobre sua mudança de personalidade, pois ele jamais fora assim.  

Ele diz que eles não sabem nada sobre ele. Que ele não precisa mais esconder seu verdadeiro eu. Que ele pode finalmente ser ele e que se tornar Moebius foi a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido. Que ele desejaria que ele pudessem sentir a mesma alegria, a mesma absoluta exaltação que sente. Após ser derrotado pergunta se a equipe pode sentir uma boa amostra de sua exaltação. 

Lanz está indignado e diz que se recusa a acreditar que o Consul J é Joran,
que ele não é o Joran deles. Que era bom e nobre, sempre preocupado em ajudar os outros, inclusive tendo morrido para salvar Lanz. Há uma lembrança deste momento, então Joran diz que no momento de sua morte se elevou acima deles, miseráveis tolos, por ter salvo suas inúteis e triviais vidas. Que foi indescritível! E desaparece.

A equipe chega até a Colônia Lambda onde encontram todos, incluindo Isurd, desacordados. Quando este desperta não se recorda de nada. E pergunta se disse ou fez algo ofensivo. Taion nega. Ele compreende mesmo assim e devolve a bussola de Nimue para ele, dizendo que é ele quem tem que carregar, mesmo que sinta culpa. Eles libertam a colônia. 

Na cerimônia de envio dos vários soldados mortos no combate, Taion questiona o que aconteceria com suas almas após a morte. Que eles sempre tocam a flauta acreditando que suas almas vão para algum lugar, mas onde seria este lugar? No palácio da Rainha, sugere Eunie. Em outro momento, Noah e Lanz também questionam a situação, do que estaria realmente ocorrendo, do que são suas vidas. Lanz está chateado e se afasta. Eunie se aproxima e tenta apaziguar as coisas com os dois. Enquanto conversam ela diz que não deseja desaparecer. Ele concorda. 

Em uma tela, dois Moebius assistem ao final de uma batalha em que um Kevniano mata um Agniano. Uma mulher o mata enraivecida, dizendo que o soldado tinha apenas 2 meses até a cerimônia e que ele o matou. Em seguida alguém dispara e a mata. Ela cai ao lado do soldado amigo, Seguy e lhe pede perdão antes de morrer. Eles zombam da mulher, repetindo suas palavras em tom de desprezo.

Ele pergunta: “Perdão pelo quê? Por que ela está se desculpando? Humanos…” Ela responde que são uns peões inúteis. Ele pergunta se então ele ganhou. E há um close no jogo acima da mesa em que estão.

Um pouco distantes na sala, mostrando que é o mesmo cinema, Z e N observam ambos e Z comenta que é nauseante. N questiona se não há nada mais ali além daqueles prazeres vulgares. Z responde afirmando que entende porque ele sente daquela forma. Mas que ele não sente a extravagância. N pergunta o que ele quer dizer. Z explica que prazeres e tristezas, encontros e despedidas, suas raízes são as mesmas. E que a tolerância da existência está no coração de tudo. 

N pergunta se Z deseja que ele brinque com eles. Z responde que ele descobrirá que não há nada melhor do que a extravagância, o luxo neste mundo e que tudo são peças de um único pensamento. E que o fato de N estar lá é prova definitiva. Que N não precisava entender, que ele pode simplesmente continuar como ele é. Que isto é suficiente. 

Fim do capítulo 3.

 

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Notícias

Porque a Nintendo não anunciará novo hardware este ano

by A Itinerante 05/08/2022
Escrito por A Itinerante

Um novo artigo do Nikkei analisa o recente relatório de vendas da Nintendo, que afirma um declínio nas vendas de hardware e software ano a ano nos três meses encerrados em junho de 2022.
O artigo do Nikkei afirma que, devido ao foco da Nintendo em alcançar seu plano de vendas atual, está se concentrando inteiramente na construção de unidades suficientes do Nintendo Switch com os componentes que conseguiu proteger.
Falando à publicação, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa , disse: “Normalmente, armazenamos estoque no verão para nos preparar para a temporada de vendas do final do ano, que está no auge. Neste verão, não podemos produzir tantos como de costume.”
Embora Furukawa tenha dito ao Nikkei que a empresa ainda visa uma meta de 21 milhões de consoles Switch enviados durante o ano fiscal que termina em março de 2023, a situação em relação à aquisição de peças permanece incerta.
Em novembro do ano passado, a Nintendo disse que ainda estava discutindo internamente o conceito e o momento de lançamento de seu próximo sistema de jogos.
A Nintendo teria dito que ainda está passando por discussões internas sobre o conceito de hardware e o tempo de lançamento, sugerindo que muitos detalhes significativos ainda precisam ser finalizados.
Além disso, a Nintendo reiterou que acredita que o Switch ainda está na fase intermediária de seu ciclo de vida e que está buscando um sexto ano de crescimento para a plataforma auxiliado pelo novo modelo OLED e uma linha de software diversificada.
A Nintendo vendeu mais 3,43 milhões de consoles Switch no último trimestre (em comparação com 4,45 milhões no mesmo período do ano passado), elevando o total de vida útil do sistema para 111,08 milhões.
No início deste ano, o Switch já foi confirmado como o console doméstico da Nintendo mais vendido de todos os tempos , superando os 101,63 milhões do Wii. No entanto, ainda tem um caminho a percorrer antes de igualar as 154,02 milhões de unidades vendidas do Nintendo DS e Game Boy (e Game Boy Color) em 118,69 milhões.
Fonte
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: História – Capítulo 2 – O começo da jornada juntos

by A Itinerante 05/08/2022
Escrito por A Itinerante
Primeira aparição de Ethel

O capítulo inicia com uma recordação de Eunie de quando eram mais jovens e estavam fugindo em uma missão que deu muito errado. Quase no final foram encurralados por um daqueles gigantes de metal, mas antes de serem mortos uma mulher chamada Ethel apareceu punlado nele, o destruindo e salvando a todos. Ethel tinha uma fama lendária por ao ter conseguido colocar toda sua colônia no ranking Silver (prata) nos seu terceiro ano apenas.

Conversa misteriosa entre os Moebius

Em uma grande tela é mostrada a luta entre Moebius e o Ouroborus de Noah e Mio. No salão existem muitas poltronas como em um cinema. Quando o vídeo termina, Moebius aparece no palco, falando sobre a luta em tom jocoso. Uma mulher, chamada de P e vestida de armadura vermelha, semelhante à que o homem que acompanhava a rainha usava, zomba dele, por não ter conseguido os derrotar.  O interlink de Moebius se desfaz revelando 2 pessoas menores ambas usando armaduras vermelhas. Ela pergunta a outro homem quem venceu a grande aposta deles. O homem diz que houve empate e agora com duas colônias inteiras no campo! Diz que deveriam ter saído na frente e que se isto houvesse acontecido toda a coisa teria sido feita até a hora do chá. Outro interfere e diz que foi J quem insistiu nisto. Outro, J talvez, diz que pensou que isto já tinha sido comunicado. Outra mulher, H, diz que, neste caso, é sua vez agora. Um deles rebate falando que ela já teve sua diversão quando acabou com a Colônia 8 e que certamente é a vez dele, não dela.

Um homem ainda mais misteriosos, sem máscara como os demais, de cabelos compridos e com o rosto cheio de cortes de cor roxa e posicionado na plateia e não no palco como os outros, diz que eles fazem mais barulho do que pobres em festa. 

Uma mulher o chama de Z. Ele diz que mesmo que eles consigam parar o fluxo raivoso isto iria logo romper, que tudo que precisaria seria uma pequena fissura. Outro homem, ladeado por uma mulher, ambos com armaduras diferentes, pretas, com detalhes em vermelho neon, diz que isto é destino. Z concorda com a cabeça. Este novo homem pergunta se K concorda em ir. Ele concorda e parte. Z diz que “vamos ver até onde o fluxo os leva desta vez…”

Começando a jornada juntos

Na manhã seguinte a equipe se reúne. Eles conversam sobre os interlinks e estão curiosos para saber como começar e como seriam as outras formas. Ainda não estão totalmente confortáveis uns com os outros, mas todos estão tentando e é um começo amigável. Eles decidem começar a jornada rumo à City mencionada pelo capitão. Taion sugere uma rota pelo sul. Nem todos estão de acordo e deixam para decidir um pouco mais tarde, pois no momento só tem uma rota a seguir. E partem. 

No caminho até a saída decidem evitar mortes até onde for possível, uma vez que não precisam mais matar para sobreviver e que entendem que os exércitos de ambos os lados não são inimigos, de fato.

No próximo acampamento continuam conversando sobre tudo o que aconteceu, questionando possibilidades e a própria realidade e começam a se enturmarem e conhecerem melhor. Lanz e Sena estão se entendendo muito bem. Noah cada vez demonstra mais afeto e interesse por Mio. Somente entre Taion e Eunie existe uma pequena animosidade que ambos tentam superar. 

Em seguida descobrem como restaurar e usar um Ferronis Husk para obtenção de itens e acabam por descansar um pouco ali. 


Reencontrando Ethel

Avançando no dia seguinte, chegam à um desfiladeiro e em uma das saídas são atacados por um exército de Keves e para surpresa de Noah quem os ataca é a Comandante Silvercoat Ethel que os chama de monstros e demonstra não os reconhecer. Seu olho direito está vermelho e eles percebem que está sob alguma forma de encantamento que a impede de ver suas reais formas e assim os reconhecer.

A equipe tenta fugir por outro caminho, mas acabam sendo emboscados novamente em uma área com uma névoa púrpura. Eles lutam contra Ethel. Noah não quer usar golpes mais violentos com o receio de a matar. No meio da luta olho direito dela começa a doer e talvez por interferência da névoa ela começa a enxergar a verdadeira forma deles em relances. Quando começam a se entender o Consul K aparece, mandando a ficar em silêncio, dizendo que é patética e dando-lhe um choque.

A equipe derrota o Consul K que então assume sua forma, mais poderosa, de Moebius. A luta em si ocorre através de cutscenes. O Consul consome as vidas do relógio de flamas e também mata instantaneamente os soldados ao redor para obter suas essências, revoltando a equipe. O Consul diz que é seu direito usar as vidas e as essências como quiser. Este uso o fortalece e cura constantemente, impedindo que a equipe o derrote. Noah percebe que se continuarem desta forma, todos serão, provavelmente, mortos. Então planeja destruir o relógio de flamas, em interlink com Mio, combinando com a equipe para distraírem o Consul.

O inimigo está cego por que não consegue enxergar através da névoa, o que é uma vantagem para a equipe. Lanz e Sena se unem em interlink pela primeira vez, assim como Eunie e Taion.

Noah sacando sua espada especial e desfazendo o Interlink para cortar o relógio das flamas.

Noah tenta destruir o relógio na forma de Ouroboros e não consegue. Ele lembra então que dentro de sua espada existe outra espada mais afiada que ganhou de seu instrutor. Então, tentam novamente, mas no último momento ele desfaz o interlink, saca sua espada e ela consegue cortar e destruir o relógio.

A luta começa efetivamente, desta vez mais justa, contra o Moebius K, que é derrotado e morre. Lanz retira o capacete vermelho de seu corpo e descobrem que ele era mais velho do que os demais habitantes da região, que é mais velho. E se perguntam se todos os Consuls vivem mais como o Capitão.

Ethel os leva para a Colônia 4. Após um pequeno estranhamento são aceitos pelo povo daquela Colônia. Em uma conversa na cantina eles conjecturam sobre os Moebius serem os Consuls, do rosto envelhecido deste e do que estas informações significariam. Como os Consuls são o braço direito das Rainhas em cada colônia, eles questionam se ela estaria sob influência deles ou se ela também participa do esquema. Por este receio, decidem não ir até ela contando o que descobriram. 

Um corte de cena mostra a rainha de Keves sendo informada sobre os acontecimentos da Colônia 4 e ordenando que todos os Ouroboros sejam eliminados a todo custo. Em seguida a rainha de Agnus é mostrada em cena similar.

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Notícias

Pokémon Scarlet e Violet: Bem vindos à região Pandea!

by A Itinerante 03/08/2022
Escrito por A Itinerante

 

A Pokémon Company revelou mais informações sobre seus próximos jogos principais Scarlet e Violet nesta quarta-feira na Pokémon Presents. No novo trailer os treinadores de Pokémon foram mostrados como estudantes em uma academia, enviados em uma caça ao tesouro pela nova região de Paldea com os mais novos Pokémon lendários, Koraidon e Miraidon. A dupla pode mudar de forma para servir como uma espécie de veículo para os jogadores enquanto atravessam a região por terra, mar e céu.

A Pokémon Company afirma que esta geração será o primeiro jogo de mundo aberto da série principal e apresentou não apenas os vários professores e rivais que os jogadores encontrarão (Professor Sada em Scarlett e Professor Turo em Violet), mas também novas formas regionais para o Wooper, Pokémon favorito dos fãs. Eles também apresentaram os três Pokémon iniciais: o crocodilo de fogo Fuecoco, o felino de grama Sprigatito e o patinho de água Quaxly – com novas animações divertidas.

Pokemon Scarlet
Pokemon Violet

O anúncio também sugeriu que a história tem três rotas jogáveis, embora não esteja claro o quão diferentes elas serão.

A apresentação também mostrou um trecho do multiplayer online do jogo. Ao utilizar o Union Circle, uma área circular semelhante a uma almofada encontrada em toda a região, os jogadores podem convidar até três jogadores para procurar novos Pokémon juntos. Não está claro se este novo modo multiplayer seguirá o enredo principal e a jogabilidade ou será um modo separado.

A mais nova mecânica de mudança de forma da região, o fenômeno Terastal, faz seu Pokémon brilhar em uma forma cristalina e os sobrecarrega com movimentos mais fortes e, em alguns casos, um novo tipo de Pokémon. Eevee em particular foi mostrado para terastalizar em ambos os tipos de grama e água. Todos os Pokémon na região de Paldea podem Terastal-ize, uma iniciativa bem-vinda de mudança da natureza de pegue e escolha da mecânica de mudança de forma da geração anterior do desenvolvedor Game Freak.

O trailer desta quarta-feira também incluiu batalhas de ataque, que se assemelham ao sistema de batalha Max Raid da última geração, mas agora incluem uma nova mecânica onde os jogadores podem curar e atacar com base em entradas cronometradas.

A empresa revelou várias atualizações para seu catálogo móvel de jogos. Em “Pokémon Go”, Ultrabeasts agora podem aparecer e os jogadores podem usar incenso diário para atrair vários novos Pokémon, incluindo lendários. “Pokémon Unite”, que está comemorando seu primeiro aniversário, exibiu um novo Pokémon lançado hoje, Buzzwole, junto com um modo comemorativo onde cada jogador no campo de batalha é Pikachu em um traje diferente. “Pokémon Masters EX”, que completa três anos, provocou um novo recurso chamado lodge do treinador, que parecia mostrar suas unidades de treinador interagindo em uma área semelhante a um hub. Por fim, “Pokémon Café Remix” confirmou que, sim, Mewtwo realmente come, com um novo modo onde os jogadores têm que satisfazer a paleta de Mewtwo com vários pratos diferentes.

A transmissão ao vivo começou com a revelação da localização do Campeonato Mundial de Pokémon para 2022, com o evento retornando pessoalmente em Londres após um hiato relacionado à pandemia. O evento também apresentará dois novos jogos na rotação, uma série de campeonatos para “Pokémon Go” e “Pokémon Unite”. O evento será transmitido ao vivo no canal oficial do Pokémon no YouTube.

O Pokémon Presents vem logo após supostos vazamentos que mostravam fotos borradas de todos os novos líderes de ginásio, rivais e três novos Pokémon. Muitas das fotos pareciam coincidir com o que foi revelado na quarta-feira.

Fonte

03/08/2022 0 comment
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