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Sony explica o porquê do Playstation 4 não ter sido revelado em evento

by A Itinerante 28/02/2013
Escrito por A Itinerante

Em entrevista ao The Guardian, Shuhei Yoshida, líder da divisão Sony Worldwide Studios, revelou diversas curiosidades interessantes sobre o futuro da marca Playstation e o que é esperado com a chegada do novíssimo Playstation 4. Yoshida atua na Sony desde as pesquisas para a criação do primeiro Playstation e permaneceu na Sony até hoje.

Para criar o design do Playstation 4, a Sony adotou uma abordagem similar ao que foi realizado na época do primeiro Playstation, que foi criar o hardware em conjunto com as desenvolvedoras de jogos. Kaz Hirai, presidente da Sony Corporation, definiu essa diretriz como sendo uma das principais premissas na hora de definir o conceito do futuro console – que os estúdios de desenvolvimento fizessem atuassem em conjunto com o time de hardware e plataforma – algo que também foi aplicado com a criação do Playstation Vita. A SCEI também trouxe Mark Cerny, parceiro de longa data da empresa, como o arquiteto do Playstation 4.

Segundo a Sony, os pedidos mais comuns dos estúdios tratavam de conectividade com as mídias sociais e uma arquitetura mais fácil de trabalhar – leia-se, arquitetura próxima da de PCs. Yoshida comenta que o desenvolvimento do Playstation 3 foi duro pelo fato da arquitetura ser algo único, mas que com o Playstation 4, o foco era permitir aos estúdios continuarem usando suas ferramentas atuais, e facilitar a transição para o console. Uma maior quantidade de memória também foi algo bastante requisitado, pois os consoles da Sony tem um histórico triste com relação a esse item.

Conectividade foi um tema importante, e foi algo que tanto a Sony, quanto os estúdios, desejam fazer nessa geração: pensar em como utilizar as diferentes plataformas e redes sociais e integrá-las aos consoles. O jogador quer baixar apenas uma única aplicação, que possua integração com os diferentes dispositivos, como um tablet ou smartphone. A Sony vai deixar tudo preparado do lado dela, enquanto caberá aos estúdios estudarem o que vão disponibilizar aos jogadores em termos de conectividade.

O chefão da divisão de games da Sony, Shuhei Yoshida. 

A Sony também se preocupa em atrair estúdios menores (indies), de forma a tornar a plataforma um berço para idéias criativas e diversas. Para conseguir isso, está se investindo muito no mercado digital, de forma que todos os títulos da Playstation 4 estejam disponíveis digitalmente para compra e distribuição. Um exemplo disso é o jogo The Witness, exclusivo temporariamente para a plataforma.

Com relação aos serviços online, o objetivo da Sony é oferecer serviços pagos periodicamente, como assinaturas mensais. E é por essa razão que o que já foi adquirido pela Playstation Network não valerá para o novo serviço – o jogador pagara uma quantia mensal para ter acesso à toda biblioteca de títulos disponível digitalmente, como um Netflix, sendo que isso se tornou possível com a compra da Gaikai, mas nada oficialmente confirmado até o presente momento.

Com relação aos títulos de lançamento, a Sony e seus estúdios estão trabalhando em jogos que se preocupem em demonstrar o diferencial que o hardware oferece, mas com relação às third parties, não é possível controlar o que eles vão fazer ou oferecer, mas é esperado que o lineup de lançamento seja excelente tanto em quantidade, quanto em qualidade. Yoshida comenta também que os desenvolvedores buscam simplicidade e imediatismo, no sentido de que a empresa busca eliminar o tempo gasto com atualizações e download de conteúdo, e fazer com que o jogador passe mais tempo jogando.

Com relação àqueles que pregam o fim dos consoles, Yoshida comenta que as empresas precisam mostra algo único e fantástico para justificar a compra de novos dispositivos. Yoshida cita – “Por quê um jogador se preocuparia em comprar um Playstation4 se a experiência com ele não é superior ao seu tablet?” Então é de responsabilidade da empresa oferecer algo que permite ao jogador ter boas experiências, e que seja fácil de compartilhá-las com outros.

A Sony foi bastante criticada por não exibir o console durante a Playstation Meeting. Yoshida revela que o design final do hardware não está pronto, e que mesmo que estivessem, não revelariam tudo de uma vez, para ter o que mostrar depois. O foco do evento foi falar sobre os princípios por trás do Playstation 4 e mostrar alguns jogos. Com isso, é possível concluir que muitas coisas serão reveladas, ou mesmo confirmadas, apenas com a chegada da E3. Porém, Yoshida entende que isso causou stress a muitos curiosos, mas que o importante para a equipe é entender como os jogos funcionarão, e oferecer jogos da melhor qualidade.

Por fim, Yoshida comenta outras curiosidades e que gostaria de jogar títulos de Playsation 4 em todos os dispositivos que ele tem, com experiência central focada na tela grande, tudo será conectado. Será?

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APU do PS4 é o mais poderoso que a AMD já produziu

by A Itinerante 28/02/2013
Escrito por A Itinerante

A Versão menos poderosa será comercializada este ano.

O APU (accelerated processing unit) da AMD para a PlayStation 4 é o mais poderoso que a companhia já produziu, aclamou John Taylor, o responsável pelo marketing da AMD a nível global.

“Tudo o que a Sony partilhou naquele chip único é propriedade intelectual da AMD, mas nunca construímos um APU como aquele para ninguém. É, de longe, o APU mais poderoso que já fabricamos, aproveita propriedade intelectual que encontrarás este ano nos APU da série-A e da nova geração de APUs, mas nenhum desses terá o mesmo número de núcleos ou teraflops,” disse Taylor.

Durante a revelaçao da PlayStation 4, a Sony anunciou que o APU da PlayStation 4 é baseado no Jaguar da AMD e que terá oito núcleos e um desempenho de 1.84 teraflops.

Uma versão menos poderosa deste APU será comercializada este ano pela AMD

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28/02/2013 0 comment
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Rumor: Microsoft e EA com parceria no novo Xbox

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

Nesta geração de consoles houve vários acordos de exclusividade. Graças a um acordo entre a Microsoft e Activision, o Xbox 360 foi sempre a primeira plataforma a receber os conteúdos adicionais de Call of Duty. O mesmo se passou com os conteúdos de The Elder Scrolls V: Skyrim.

Portanto, não é de estranhar que na próxima geração de consoles hajam acordos semelhantes.

Segundo o que está a ser divulgado pelo CVG, um acordo já foi estabelecido entre a Electronic Arts, uma das maiores editoras na indústria dos videojogos, e a Microsoft para o novo Xbox.

Os termos desse acordo são desconhecidos, mas é provável que seja semelhante aos acordos desta geração, que garantiram uma exclusividade temporária ou não nos conteúdos adicionais. É improvável que o acordo esteja relacionada com jogos exclusivos, mas não deixa de ser uma possibilidade.

No apresentação da PlayStation 4 a Sony anunciou um acordo semelhante com a Activision. É devido a esse acordo que Destiny, o novo jogo da Bungie, terá conteúdos exclusivos para a console.

Os rumores apontam que o novo Xbox será revelado num evento em abril.

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Desenvolver no PS4 não é assim tão caro

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

Michael Denny, vice presidente sênior no Sony Worldwide Studios, diz que o custo do desenvolvimento na PlayStation 4 não é muito elevado comparado com o da atual geração, porque é já de si muito elevado.

“Penso que o que estamos a ver na indústria é a polarização entre jogos AAA no topo, que estão a ter mais e mais orçamento e mesmo na atual geração tem muitos recursos e esforços investidos neles”, disse Denny ao CVG.

“Penso que vão ficar surpreendidos que com a PlayStation 4 de nova geração não vai ser um salto muito alto, porque estes jogos na atual geração já estão a levar as coisas ao máximo em termos de recursos investidos neles.”

A Sony vai empenhar-se nos jogos independentes e nas experiências intermédias fora da esfera AAA para permitir o lançamento de jogos de orçamento menor na PS4.

“Não temos um tamanho para todos; depende do conteúdo, depende do mercado que procuras, o género. MAs penso que é importante existir sempre espaço para aquelas experiências AAA grandes.”

Já Neil Thompson, escritor na BioWare, havia comentado que o custo de desenvolvimento nas consolas atuais já é de tal forma caro que caso cresça na próxima geração vão ser precisas 30 milhões de unidades vendidas para cada jogo.

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Square Enix registrou a marca Deus Ex: Human Defiance

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

A Square Enix registou em território europeu a marca Deux EX: Human Defiance.

Por enquanto não sabemos ao certo do que se trata, mas é possível que seja um novo jogo. No final de Deux Ex: Human Revolution, depois dos créditos, há uma sugestão de que haverá uma continuação.

Também há especulação que se trata de uma versão de Deux Ex: Human Revolution para a Wii U.

Ficaremos atentos a mais informações que poderão surgir eventualmente.

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10 anos de Square Enix – Um casamento marcado por altos e baixos.

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

Já se passaram praticamente 10 anos desde que a Square e a Enix juntaram os trapinhos. O negócio aconteceu no dia 1 de Abril de 2003 e o facto de ter tido lugar no dia das mentiras foi uma espécie de presságio para o que aí vinha.

Tal como tantos outros brasileiro, o meu primeiro contacto com a Square foi com Final Fantasy VII, que considero o melhor jogo de todos os tempos. Como tantos outros, tornei-me um acérrimo fã da Square e passei a consumir boa parte do pouco que traziam para a Europa e EUA. Outros dos meus jogos favoritos são Final Fantasy IX e Front Mission 3, saídos ainda no primeiro Playstation.

Da Enix conhecia pouco. Joguei Bust a Groove, Mischief Makers e Star Ocean: the Second Story, um dos poucos JRPGs que daquela altura. Sabia que eram reis no Japão com a série Dragon Quest(principal rival de Final Fantasy) mas nunca a trouxeram para a Europa.

Com a fusão da Square com a Enix, a mesma casa passou a mandar em Dragon Quest e Final Fantasy, as duas maiores séries de RPGs daquela altura(entretanto ultrapassadas por The Elder Scrolls). Ter estes dois gigantes debaixo do mesmo tecto era um sonho de muitos executivos de ambas as empresas mas também deixou muita gente descontente. Hironobu Sakaguchi, o pai de Final Fantasy, e Nobuo Uematsu, lendário compositor da série, foram os mais notáveis a abandonar o barco antes da união das duas rivais.

“Estes primeiros dez ano não foram tão bons quanto os tempos idos”

Foi nestas águas, um pouco turvas, que nasceu a Square Enix, uma empresa com a ambição de jogar na mesma liga que as grandes distribuidoras nipônicas.

Da perspectiva de um fã da Square de antigamente, devo dizer que estes primeiros dez ano não foram tão bons quanto os tempos idos mas, ainda assim, há que destacara algumas coisas positivas.

Os pontos altos

Os Europeus foram os primeiros a beneficiar desta fusão.

Durante os tempos da Playstation e Nintendo 64, foram muito poucos os jogos da Square que tínhamos disponíveis e ainda menos os da Enix. Víamos nas revistas jogos como Final Fantasy Tactics, Chrono Cross, Parasite Eve, Xenogears ou Dragon Quest VII a serem louvados nos Estados Unidos e prometidos para o nosso território mas nunca cá chegavam. Muitos destes títulos eram uma das principais razões porque muita gente acabava por “chipar” a Playstation, um mal que apenas confirmava o interesse dos jogadores europeus nos títulos da Square e da Enix.

Com a fusão, a estrutura da empresa aumentou e os riscos de uma má distribuição baixaram. Com isto, finalmente recebemos um Dragon Quest no velho continente. “The Journey of the Cursed King”(por cá não teve número) foi um dos melhores rpgs da Playstation 2 e vendeu o suficiente para justificar a chegada de outros capítulos da saga.

Façam um favor a vós mesmos e joguem Dragon Quest: The Journey of the Cursed King, uma das histórias mais épicas que passaram pela Playstation 2.
Outros clássicos, como Chrono Trigger e Final Fantasy Tactics, também se estrearam na Europa pela mesma altura e isso é de louvar.

Estes dois relançamentos são reveladores do peso que a empresa começou a ter no mercado portátil, muitas vezes negligenciado pelos ocidentais. Talvez tenha sido uma coincidência, reflexo dos novos hábitos do mercado japonês, mas a Square Enix passou a investir fortemente neste segmento. Os primeiros passos foram dados com o Gameboy Advance mas foi na DS que a empresa se impôs, tanto com bons remakes(Dragon Quest IV-VI ou Final Fantasy IV) como com títulos originais de elevada qualidade(Final Fantasy Tactics A2 e The World Ends With You). O recente mercado dos tablets e smartphones também não lhes é estranho e arrisco mesmo dizer que são os principais impulsionadores do segmento hardcore num mercado assumidamente casual.

Para o fim destaco o mais importante, a aquisição da Eidos e, na minha opinião, a coisa mais inteligente que a Square Enix fez nestes primeiros 10 anos.

A Eidos é bem conhecida dos europeus e, muito sinceramente, ainda estou para perceber como se encontrava com um pé na falência. De qualquer das formas, foi adquirida e baptizada de Square Enix Europe. Isto permitiu à Square Enix adicionar ao seu portefólio séries bastante populares no ocidente e que sempre venderam milhões, tais como Hitman, Tomb Raider, Deus Ex, Thief ou Just Cause. Foram lançados novos jogos de quase todas elas, todos eles bem recebidos pelo público e pela crítica, e vem aí um novo Tomb Raider, que se encaminha para voltar a encher os cofres da Square Enix.

Na minha opinião, a Eidos é a principal força criativa dentro da Square Enix e não demorou muito tempo a conquistar esse lugar.
Acho que no ocidente as coisas estão bem encaminhadas mas infelizmente contrastam com o que se passa criativamente a oriente.

O triste destino de Final Fantasy e outras pequenas histórias.

Final Fantasy surgiu para salvar a Square e acabou por se tornar a galinha dos ovos de ouro da empresa. Cada novo capítulo representou um marco de inovação, não só na própria série como em todo o gênero do JRPG. Job systems elaborados, FMVs ou voice acting foram apenas algumas das inovações que a série nos trouxe.

Depois da fusão, Final Fantasy foi alvo do chamado “milking” e acabou por sofrer na pele mais do que qualquer outra propriedade da empresa.

A Square Enix meteu o seu melhor activo “a render” e, nos dias que correm, é raro o dispositivo onde não se possa jogar Final Fantasy. Não condeno esta democratização da série mas estamos a falar de quase uma década de remakes, re-releases e re-re-releases, uns atrás dos outros. Pouco foi o material realmente original e digno de ser jogado com o nome Final Fantasy.

Na série principal, Final Fantasy XII foi o primeiro jogo lançado durante a era Square Enix, já sem a liderança de Sakaguchi. O jogo foi bem recebido pela crítica mas dividiu a base de fãs, com queixas dirigidas à história desinteressante e ao elenco sem personalidade(a começar por Vaan, o protagonista principal). Os fãs assustaram-se mas o pior ainda estava para vir.

Se o 12º capítulo dividiu a base de fãs, Final Fantasy XIII estilhaçou-a por completo. Chocou com as concepções da série e, mais uma vez, foi alvo de desaprovação. Quando saiu foi o jogo pior recebido em toda a série principal com críticas à linearidade a juntarem-se à história e personagens. Muitas vezes descrito como um simulador de corredores, Final Fantasy XIII foi o primeiro jogo nesta série que me fez realmente pensar se ela tinha ou não chegado ao fim, como uma profecia que se auto-realizou, como indicava o nome do jogo. Os elementos que faziam desta uma série única tinham ido todos embora: os personagens eram fracos, a história amadora e quase inexistente e o principal foco eram os gráficos e não a narrativa.

Apesar de ninguém o ter pedido, Final Fantasy XIII tornou-se uma trilogia: já recebeu uma sequencia (carregada de DLC e que vendeu uma fracção do primeiro jogo) e prepara-se para um “épico” final com Lightning Returns, uma personagem que poucos deram conta da sua ausência. O fundo do poço estava à vista e não tardou em chegar.

Não me lembro de outro jogo que tenha causado tanta revolta entre fãs de uma série.

Final Fantasy XIV foi lançado e é, até agora, o momento mais baixo de toda a série, uma grande trapalhada que ainda está a ser corrigida.

Fora da série principal, destaco a compilação de Final Fantasy VII, expansão do título mais popular da série, e que se desdobrou em 4 jogos e outros quantos filmes. Tirando Crisis Core e Advent Children, nada se aproveitou.

Um outro fantasma que paira sobre a série Final Fantasy é Versus XIII, um jogo anunciado juntamente com Final Fantasy XIII e que ninguém sabe ao certo em que fase se encontra ou se sequer ainda existe. Já lá vão 7 anos desde que ouvimos falar pela primeira vez e muito pouco foi revelado durante todo este tempo. É o período de maior desenvolvimento de sempre de um jogo da Square Enix.

No geral, a empresa não tem sabido gerir expectativas no que toca à revelação de novos títulos. Temos levado com teaser atrás de teaser que acabam por ser mais um port e a participação da empresa na conferência de revelação da Playstation 4 foi praticamente anedótica, com a apresentação de uma tech demo que todos já conheciam e o anúncio de um jogo que estaria obviamente em desenvolvimento.

Já a arrastar o nome e a dignidade pela lama, foi lançado Final Fantasy: All The Bravest, o ponto mais baixo de sempre nesta série. Vendido como sendo um fan service, na linha da série Dissidia, All The Bravest tornou-se o exemplo paradigmático de uma empresa de videojogos a explorar a nostalgia dos seus fãs. De jogo tem muito pouco, sendo antes um programa de extorsão onde o utilizador paga €0.79 por personagens aleatórias ou por outras coisas absurdas, tais como reviver elementos da party que caíram em batalha. É tão mau que alguns sites emitiram avisos para que os fãs não o comprassem.

O dia em que a Square Enix perdeu toda a vergonha. Fujam deste “jogo” como o diabo da cruz.
Fora da série Final Fantasy, Dragon Quest está de muito boa saúde mas Star Ocean e Front Mission nem por isso. O primeiro caiu na mediocridade enquanto o segundo deixou de ser um jogo de estratégia para arriscar no popular mercado dos shooters. Falhou redondamente e não sei quando voltaremos a ter um Front Mission como deve de ser.

O mal de uns é a sorte de outros

Muitos dizem que o fato de a Square já não precisar de competir com a Enix baixou drasticamente os seus padrões de criatividade. Felizmente, esta união parece ter feito aumentar os de produtoras mais pequenas.

Acho que a Atlus foi quem mais cresceu nos últimos anos, com a série Persona preencheu o vazio deixado por Final Fantasy. Não minto quando digo que mais jogar Persona 5 do que Final Fantasy XV. Shin Megami Tensei é outra série desta editora que tem crescido a olhos vistos.

Também a série Tales, da Namco Bandai, assistiu ao seu maior crescimento de sempre com alguns títulos mais recentes, nomeadamente Symphonia, Vesperia e Xillia. Apesar de já existir há quase 20 anos, sempre viveu na sombra de Final Fantasy e Dragon Quest mas agora parece começar a expandir a sua base de fãs. Por fim, destaco o fenômeno Xenoblade Chronicles, surgido do nada e que já é visto como o JRPG mais revolucionário desde Final Fantasy VII.

Persona 4 faz maravilhas pelos fãs desiludidos com Final Fantasy. Pode não ser tão épico mas tem mais alma que as entradas mais recentes.
Analisando os prós e os contras, será que esta fusão compensou?

De que maneira.

Neste momento a Square Enix é a 6ª maior distribuidora japonesa, tendo já ultrapassado alguns nomes como a Sega, Konami ou Capcom.

Com a aquisição da Eidos tornou-se uma verdadeira empresa global e acredito que nos próximos anos se vai juntar ao clube das grandes distribuidoras como a EA, Activision e Ubisoft.

Criativamente a história é outra. Tenho imensa pena da espiral descendente em que entrou a série Final Fantasy mas felizmente posso dizer que estamos bem servidos de JRPGs da concorrência.

Só me resta desejar que Lightning vá de vez à vida dela, levando consigo a onda de má criatividade que tem assola a série e que voltemos a ter em breve um Final Fantasy com a magia de outros tempos.

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27/02/2013 0 comment
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Sony revela patente de tecnologia que permite identificar jogos piratas no PS4

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

A Sony já desmentiu rumores sobre o bloqueio de jogos usados no sistema do PlayStation 4, mas de acordo com uma nova patente registrada pela empresa, pelo menos o combate aos jogos piratas deverá avançar um nível. A nova tecnologia compararia o tempo de loading das tarefas, identificando assim jogos que não sejam originais.

A patente, registrada em agosto de 2011, foi publicada apenas agora, em 21 de fevereiro de 2013. Ela descreve uma tecnologia que estabelece um tempo padrão para os loadings dos jogos e outras tarefas no aparelho, assim “desconfiando” quando o tempo difere muito desse valor inicial. Com esta desconfiança, ele checa então a identificação do disco, duas vezes, e caso esteja incorreta, bloqueia sua execução.

O mecanismo parece se aproveitar da baixa qualidade da mídia ótica dos jogos piratas, que costumam ter loadings mais longos, para pegá-los no flagra. Consequentemente, ela também poderia detectar métodos de pirataria que usam HDs externos, pois estes costumam apresentar loadings mais rápidos. É possível que um leitor desgastado aponte um falso positivo, mas a fase de identificação deve manter os jogos originais livres de problemas.

Não há ainda evidências de que esta patente realmente vá ser empregada no PlayStation 4, mas as datas próximas de sua publicação e da revelação do console podem indicar que haja mesmo uma ligação entre os fatos.

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Assassin’s Creed IV: Black Flag revelado para Playstation 3 e 4

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Surgem imagens e posters promocionais.

Depois de ter sido descoberto o nome Assassin’s Creed IV em vários currículos de membros da Ubisoft, surgem agora indicações que apontam para a chegada de Assassin’s Creed IV: Black Flag.

Segundo um poster enviado para o Kotaku Black Flag é mesmo o nome do quarto jogo numerado na aclamada série da Ubisoft e vai ser revelado já amanhã. Os posters vão começar a circular nas lojas já a 4 de Março.

Existe ainda uma outra imagem na qual podemos ver uma suposta primeira imagem de Assassin’s Creed 4 mas nada é ainda oficial.

Aparentemente o protagonista é Edward Kenway, pai de Haytham Kenway, por sua vez pai de Connor Kenway, e vai decorrer nas Caraíbas, em pontos como Jamaica e Cuba.

Segundo avançado, vai ser lançado nos consoles caseiros atuais e da próxima geração.

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Revelada a tecnologia TressFX da AMD

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Será implementada pela primeira vez em Tomb Raider.

Conforme prometido, a AMD revelou hoje a sua tecnologia TressFX.

Esta tecnologia, ideal para as placas gráficas com a arquitetura Graphics Core Next (série 7000), procura dar uma solução a um problema que existe desde o início dos videojogos a três dimensões: o cabelo.

“Desde o início da era 3D que as personagens dos vossos jogos favoritos têm cabelo completamente irrealista,” foi dito no blog da AMD. “Muitos jogos tentaram disfarçar este problema com cortes de cabelo curtos, cabelo preso, ou até capacetes irremovíveis.”

O cabelo é, segundo a explicação, um dos materiais mais difíceis e complexos de reproduzir em tempo real, em primeiro lugar porque existem milhares de fios de cabelos, e depois, porque cada um tem sombras complexas e requer anti-alisasing.

A tecnologia TressFX, que visa portanto dar um aspeto mais realista ao cabelo nos videojogos, será implementada pela primeira vez em Tomb Raider.

“Re-imaginar a Lara (e o seu corte de cabelo) para o lançamento de 2013 não foi só uma oportunidade para modernizar a personagem, foi uma oportunidade para avançar substancialmente o realismo do jogo ao enfrentar o desafio do cabelo irrealista.”

Tomb Raider tem assim, graças a uma colaboração entre a AMD e o estúdio Crystal Dynamics, a primeira tecnologia de renderização de cabelo em tempo real.

Podem ver o resultado nas imagens em baixo.

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26/02/2013 0 comment
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Diablo 3 surge em primeiras imagens para PlayStation 4 e PlayStation 3

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Diablo 3 foi revelado recentemente como um título para PlayStation 4 e PlayStation 3 em uma conferência da Sony no último dia 20, porém, apenas agora as primeiras imagens do jogo foram reveladas. Elas foram postadas através do site Battle.net da Blizzard e exibem algumas novidades.

As versões do PlayStation 4 e PlayStation 3 serão diretamente baseadas na versão mais recente e atualizada de Diablo 3 nos PCs. Isso inclui os níveis Paragon, o evento Infernal Machine e outros elementos como Monster Power, Brawling, entre outros. Além disso, também contará com conteúdo de atualizações ainda não lançadas para PC.

Segundo o vice-presidente sênior da Blizzard, Chris Metzen, que fez o anúncio durante a conferência da Sony, o jogo será otimizado com controles personalizados, uma nova interface, e até mesmo uma nova câmera dinâmica. Tudo isso ao já aliado modo cooperativo offline para até quatro pessoas na mesma tela.

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26/02/2013 0 comment
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