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DmC: Devil May Cry ganhará DLC com visual antigo de Dante

by A Itinerante 24/01/2013
Escrito por A Itinerante

A Capcom disponibilizará para download a roupa clássica vermelha e os cabelos brancos para o herói Dante no novo jogo DmC. O DLC estará disponível para Xbox 360 e PlayStation 3 no dia 29 de janeiro para os jogadores da América do Norte. A volta do visual antigo é uma boa notícia para quem não estava curtindo a mudança de estilo do protagonista, de cabelos pretos e curtos, muito diferente do personagem criado em 2001 pelo designer de games Hideki Kamiya.

De acordo com a empresa, o pacote para download custará US$ 4, 3,19 libras, 4 euros ou 320 Microsoft points. O consumidor escolhe a forma de pagamento. O DLC estará disponível também para os jogadores que farão a pré-compra de DmC pela Steam no dia 25 de janeiro. Os gamers europeus terão que esperar uma data posterior.

O download traz também mais dois visuais: Dark Dante e Neo Dante. Entre os dois, Neo Dante terá um casaco azul, um tênis da Converse (marca que fabrica All-Star) e um cinto que cobre todo o abdômen.
Além das mudanças na aparência, a Capcom também pretende lançar um pacote para download gratuito chamado Bloody Palace e outro pago chamado Vergil Downfall. Ambos estarão disponíveis no final de fevereiro e podem ser uma expansão do jogo original.

E aí, curiosos para voltarem a jogar Devil May Cry com o Dante clássico? Não gostou do novo visual do herói em DmC? Deixe seus comentários aqui no blog.

Via Gamespot

Opinião: Ontem vi em canal fechado que ameaçaram até o pessoal do estúdio de morte apenas por causa do visual, espero que com essa DLC os ânimos se acalmem, uma coisa é nossa paixão pela serie a outra é envolver uma vida humana, isso é doentio e não concordo. 

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Clássico Flashback voltará em alta definição

by A Itinerante 24/01/2013
Escrito por A Itinerante

Um dos maiores clássicos da história dos consoles deve ganhar um remake em HD. De acordo com o site francês Gamalive, Flashback Origins pode ser o título da versão atual do game de aventura distribuído em 1992. O jogo digital deverá ser lançado via PSN,  XBox Live e Steam ainda neste ano.

Segundo o informativo, a nova versão será desenvolvida pelo mesmo criador do jogo, Paul Cuisset, e seu estúdio VectorCell em suposta parceria de publicação com a Ubisoft. O único game do catálogo da empresa é o questionado Amy, que foi alvo de críticas pesadas por parte da imprensa especializada e dos jogadores.

Flashback recebeu versões para PC, Macintosh, Super Nintendo e Mega Drive, além de outros consoles com o passar dos anos. O título, na época de seu lançamento, utilizava um mecanismo inovador para capturar movimentos e cenários com desenhos bem trabalhados. A, até então surpreendente, técnica da rotoscopia copiava a movimentação realizada por atores, trazendo mais realismo ao jogo, que fez grande sucesso no Brasil.

Confira abaixo um vídeo com introdução e gameplay da antiga versão de Flashback:

Opinião: Eu joguei muito! Alguns amigos mal conseguia passar da primeira fase. Me sinto um ancião vendo isso! 

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Lightning Returns’ Lumina desenhada por Toshiyuki Itahana

by A Itinerante 23/01/2013
Escrito por A Itinerante

Partes do projeto revelados recentemente em torno de Lightning Returns : Final Fantasy XIII nos mostra que a personagem Lumina não foi criada por Tetsuya Nomura, ilustrador da Lightning , mas por Toshiyuki Itahana, que já criou figurinos para download de Final Fantasy XIII-2, a Famitsu desta semana e quem nos revela.

A revista semanal tem novas informações seguindo previews on-line da semana passada. A cena de luta com Noel representada no trailer estendido tem a ver com um processo que envolve a liberação da alma de Noel, mas de alguma forma acaba se tornando uma batalha.

Outros novidades:

  • O sistema Active Time Batalha (ATB) é o mais movimentado do que nunca.
  • Os jogadores podem realizar as mudanças de estilo em um instante.
  • Quando você pressiona um botão, o comando é imediatamente efetivado.
  • Você usa mais ATB no campo você correra menos.
  • Há uma ação de deslizar pelas dunas da areia, também.
  • Na demonstração mostrado a Famitsu, Lightning foi mostrada usando um vestido violeta, Sword Rapier, e um Escudo .
  • E alguns pedaços de uma entrevista de Tetsuya Nomura (presumivelmente na roupa nova de Lightning):
  • O escudo e óculos de sol podem ter sido desenhado por outra pessoa.

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Confronto de demos: Metal Gear Rising: Revengeance

by A Itinerante 23/01/2013
Escrito por A Itinerante

O Digital Foundry coloca as amostras Xbox 360 e PS3 em teste.



Cancelado pela Konami e depois ressuscitado pelo talento do Platinum Games, Metal Gear Rising: Revengeance é um título que certamente vai gerar controvérsia. Para uma série que vende milhões construída em redor do aspeto furtivo, a visão Platinum presta apenas uma breve honra à herança da série, focando-se antes no que a equipa faz melhor: ação fenomenal e a roçar o insano. A demo jogável – já disponível – permite-te julgar se Hideo Kojima fez a escolha certa com esta nova abordagem ao título.

Pouco foi visto da versão original antes do misterioso cancelamento, mas baseado na apresentação da E3 2010 na conferência Microsoft, dois aspetos destacam-se. Primeiro, o facto de o jogo operar a 60FPS fixos no que parecia ser um PC – pouco surpreendente tendo em conta que Metal Gear Solid 4 saltava esporadicamente entre os 20 e 30FPS a qualquer momento (o próprio Kojima mais tarde confirmou que a velha versão do jogo estava mesmo nos 30FPS).

O segundo elemento foi a inclusão do modo “Zan-Datsu” – que dá ao jogador a capacidade de virtualmente cortar em pedaços qualquer objeto no jogo. Em muitos pedaços. Na altura, pensamos que o motor de jogo poderia ter dificuldades com a pura quantidade de geometria gerada dinamicamente se esta funcionalidade não fosse corretamente gerida.

O código da demo que jogamos na Xbox 360 e PlayStation 3 mostra que ambos estes elementos foram expertamente geridos pelo melhor das nossas expetativas. O Platinum Games tem experiência anterior na procura dos 60FPS, tendo estado muito bem para os sustentar na sua versão 360 de Bayonetta, e isso recompensa aqui: a equipa manteve os personagens com alta contagem de polígonos e designs lindos, com apenas os óbvios contras de um esquema de iluminação ligeiramente achatado e alguns problemas menores de LOD-popping. Detalhe ambiental é relativamente alto e algum trabalho adorável de efeitos compensa a iluminação muda.


Análise de performance à demo de Metal Gear Rising: Revengeance. O que separa as duas é a implementação de v-sync na PS3, enquanto a 360 tem tear quando o rácio de fotogramas desce abaixo de 60FPS.

A implementação de Zan-Datsu também é boa: existem claras limitações sobre o que pode ser cortado e até que medida, mas a execução é tão focada em objetivos de jogo específicos que as contra-partidas não são tão aparentes: para quê continuar a laminar um adversário em pequenas e insignificantes pedaços quando podes agarrar a sua unidade de energia cibernética e recarregar-te? Será que ficamos chateados pelo facto de cenários inconsequente apenas poder ser fatiado algumas vezes antes de desaparecer para o nada?

Apesar de acreditarmos que a demo que jogamos já tem algum tempo – e talvez não representativa por completo do código final – dá-nos algum sabor da qualidade do trabalho de conversão. Fãs do Platinum Games podem-se lembrar que o estúdio reassumiu controlo do seu destino PS3, após presenciar uma chocante e pobre conversão do seu clássico Xbox360 Bayonetta, estando já o espantoso Vanquish, que tinha os seus encantos em ambas as plataformas, quando colocado na balança provavelmente um toque mais refinado na PlayStation 3.

Certamente, existem paralelos de uma perspetiva tecnológica com o ainda brilhante robo-shooter. Principalmente na implementação de v-sync: resumindo o jogo PS3 tem e o jogo 360 não. Rising na consola Microsoft tem tear sempre que o motor baixa do seu alvo de 60FPS, e como podem ver na análise de performance mais em baixo, isso ocorre com frequência. Ao longo dos anos gostamos de pensar que desenvolvemos muita sensibilidade a este efeito, mas esta é definitivamente uma situação na qual a fria, dura, precisão matemática da análise não é refletida pela percepção humana – apenas em casos de efeitos pesados de preencher o ecrã é que é óbvio e mesmo assim manifesta-se como um tipo de “teia” verticalmente descendente. Também apostamos a favor da 360 no comando de uma pequena vantagem no rácio de fotogramas em cenários lado a lado, baseado no que aprendemos da tecnologia Platinum em Vanquish – apesar de não termos muito em termos de material fonte na demo.


A PS3 tem um tamanho muito maior que a da 360, apesar de conteúdo de jogo idêntico. A diferença deve-se à qualidade das codificações de vídeo: a PS3 é quase pristina enquanto a Xbox 360 é suave e com falta de detalhe.

Outras mudanças são mínimas – leves ajustes nos LODs, que visualmente surgem do nada, particularmente consoante de aproximas de pontos principais ambientais e especialmente nas sombras. Estes são diferidos por via de um offset de quatro amostras na 360, enquanto na PS3 existe um PCF (percentage closer filtering) por equipamento que lhes dá um aresta ligeiramente mais dura. Parece haver alguma variação menor nalguns efeitos gráficos menores, mas nada que adicione ou retir à apresentação geral.

Na verdade, o maior ponto diferenciador entre as duas versões está na qualidade das cinemáticas. A demo PS3 tem mais de 3GB, enquanto na 360 tem apenas 1.8GB. A diferença parece dever-se quase certamente às sequências de vídeo – são de qualidade razoavelmente suficiente na consola Microsoft, mas não exageramos quando dizemos que são quase inteiramente pristinas na PS3 – tudo devido à presença do disco Blu-ray na versão final, que oferece ao Platinum muito mais espaço, permitindo codificações de vídeo de maior qualidade. Em termos da demo, esse aumento na qualidade significa que vais demorar mais tempo para terminar a transferência antes de jogares.

Mas independente da plataforma, a espera vale a pena. Deve haver suficiente AND Metal Gear aqui para satisfazer os puristas em termos de história e design, mas poucos podem discutir com a pura qualidade da experiência de jogo – apesar de Rising se parecer e sentir como um jogo de consola de topo, a resposta a 60Hz coloca-o destaca-o. Combinado com a abordagem unicamente Japonesa à mistura áudio-visual, a demo de Metal Gear Rising: Revengeance é imperdível – um começo perfeito antes do prato principal chegar a 22 de Fevereiro.

Este artigo foi produzido antes da chegada da demo à PSN e Xbox Live, usando as versões incluídas em Zone of the Enders HD Collection. Na altura da escrita podemos confirmar que a transferência Xbox 360 é igual ao código lançado anteriormente.


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Novo console da Microsoft terá o nome de ‘Xbox

by A Itinerante 23/01/2013
Escrito por A Itinerante

Corre demo E3 de Watch Dogs a 55-60FPS.

Segundo o Pocket-Lint, o próximo console da Microsoft vai ser anunciada mais tarde este ano e vai ter como nome simplesmente ‘Xbox’.

Supostamente o console vai ser o primeiro produto da Microsoft dentro de uma linha de produtos com a marca ‘X’. Outro dos produtos é um ainda não oficial tablet de 7 polegadas para jogos de seu nome X-Surface.

Segundo fontes não confirmadas, o tablet vai ter compatibilidade com os comandos Xbox 360, não vai correr no Windows nem vai ter aplicações próprias. O que vai ter é a capacidade para correr jogos Unreal Engine 3 a 60FPS, segundo a fonte do site.

Esta mesma fonte confirma que as especificações que escaparam para a internet estão na sua maioria certas e que o sistema vai ter processadores centrais e gráficos da AMD, um processador de o núcleos a correr a 1.9GHz e uma gráfica de 800MHz.

Um dos testes de qualidade usado internamente foi uma versão personalizada da demonstração E3 de Watch Dogs que correu a 55-60FPS com apenas cinco núcleos a 100 por cento.

A console terá um sistema operativo similar ao Windows 8, com azulejos amovíveis, e precisa de dois núcleos para o correr. Este fica ativo em funfo enquanto jogas e podes até fazer chamadas de vídeo ou tirar imagens que podem ser guardadas no disco.

A fonte diz ainda não ter tido acesso ao novo comando mas que o comando tradicional Xbox 360 tem sido usado durante o desenvolvimento do novo Xbox.

Novamente reforçamos que estas informações não foram divulgadas oficialmente.

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Skyrim do PlayStation 3 finalmente receberá todos os DLCs em fevereiro

by A Itinerante 23/01/2013
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The Elder sCrolls 5: Skyrim do PlayStation 3 finalmente receberá todos os pacotes de DLC do jogo após um longo período de dúvidas e incertezas. A produtora Bethesda encontrou muitas dificuldades técnicas para trazer os pacotes ao console da Sony, mas agora confirmou que os DLCs Dragonborn, Hearthfire e Dawnguard sairão em fevereiro, com 50% de desconto em sua semana de lançamento, ainda não definida.

Apesar de os DLCs já estarem disponíveis para o Xbox 360 e PC desde meados do ano passado (Dawnguard foi lançado para o console da Microsoft em junho de 2012), as versões do PlayStation 3 permaneciam uma incógnita. Por várias vezes a Bethesda comentou que não estava satisfeita com a qualidade das expansões e por muito tempo a possibilidade de cancelamento esteve no ar.
O primeiro DLC, Dragonborn, leva jogadores para a ilha de Solstheim, onde residem os Dark Elven e os Skaals, e sua aventura será enfrentar o primeiro Dragonborn, ganhando novas habilidades pelo caminho. O segundo, Hearthfire, permite construir sua própria casa no terreno que você escolher, personalizando-a e utilizando novos objetos para protegê-la.
Por fim, o terceiro e mais recente DLC, Dawnguard, introduz o Lorde Vampiro Harkon, que pretende utilizar o poder dos Elder Scrolls para apagar o próprio sol. O jogador pode escolher impedi-lo ou se unir ao clã de vampiros, também tornando-se um Lorde vampiro eventualmente.

É tarde demais para os DLCs de Skyrim no PlayStation 3?

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O México (e não o Brasil) é a base da Square Enix na América Latina

by A Itinerante 23/01/2013
Escrito por A Itinerante

Os candidatos eram México, Chile e Brasil.

Você provavelmente se lembra que a Square Enix estava procurando um lar na América Latina e que o Brasil era um dos candidatos. E eis que a empresa se estabeleceu, sim, mas foi lá no México.

“Em um ação sem precedentes, irá focar em publishing, sendo a primeira multinacional do seu porte a fazê-lo na região. Ela irá trabalhar com os desenvolvedores locais criando conteúdo original para publicar para todo o subcontinente”, diz o anúncio oficial, enviado nesta terça-feira (22).

Ainda de acordo com a carta, a empresa diz encarar as “tecnologias móveis” como principal plataforma, e que está buscando juntar forças com “desenvolvedores da região”. Tudo como já havia adiantado Yasuhiro Fukushima, o executivo japonês que veio estudar o mercado local.

A Square Enix não mencionou o porquê de ter decidido se instalar no México – as outras opções eram Brasil e Chile – mas entramos em contato com a empresa para ter mais detalhes sobre a decisão. Ainda assim, ter uma gigante dessas por aqui é uma grande vantagem para a indústria e o mercado. Quem sabe finalmente não tenhamos um Final Fantasy em português?

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Opinião:  Lamentável não ter a base da Square-Enix aqui no Brasil seria um sonho de todos os fãs da empresa, infelizmente nosso país precisa avançar muito ainda para atrair investimentos como esses para dentro de nosso território, com a base aqui as reivindicações dos fãs seriam mais vistas, será que o México tem mais fãs da SE do que no Brasil? Espero um dia jogar um Final Fantasy em Português.

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Fãs de Devil May Cry antigo pedem retirada de DmC das lojas

by A Itinerante 23/01/2013
Escrito por A Itinerante

O presidente Barack Obama tem muito o que fazer. Como, por exemplo, gerenciar todos os problemas do país mais poderoso do mundo, ou dançar com sua mulher no dia da posse. Mas parece que legislar sobre a série Devil May Cry não está entre essas atribuições.

Só não vá dizer isso para o grupo de pessoas que criou uma petição no site da Casa Branca pedindo para que tirassem DmC das prateleiras dos EUA. Diz a carta:

“Caro Sr.Obama: Como consumidor da Indústria de Videogames há um Videogame que causou muita controvérsia duante os últimos meses.

O nome do jogo é DmC: Devil May Cry feito pela Ninja Theory e pela Capcom. A maioria dos jogadores está revoltada porque esse jogo mudou tanto dos seus predecessores, e o jogo até insulta os consumidores dentro do jogo.

Nós, como consumidores, não queríamos ou precisávamos desse rebot e acreditamos que ele viola nossos direitos de ter escolha entre os originais ou o reboot. O jogo está violando nossos direitos como consumidores e acreditamos que ele deveria ser retirado das prateleiras das lojas de games devido à sua natureza insultante e ao fato de que ele viola os nossos direitos.

Por favor, Sr. Obama, ouça o seu coração e tome a decisão que vá agradar nós Gamers.”

Na verdade, parando para ler agora, eu não tenho certeza se escrever “Gamers” com “G” maiúsculo é um sinal de loucura ou só uma pegadinha. A petição precisa de 100 mil assinaturas para chegar a qualquer lugar e, até agora, já reuniu 65. Teria ela o mesmo fim do projeto Estrela da Morte?

Obviamente, ninguém é obrigado a gostar de tudo mas… Pedir para o presidente do seu país tirar um jogo das lojas só porque você não gostou é um pouco demais. Violar os direitos? Sério, mano?

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‘Fãs irão aprovar as mudanças’, diz produtor de Metal Gear em entrevista

by A Itinerante 22/01/2013
Escrito por A Itinerante
Depois de quatro anos de espera, Metal Gear Rising: Revengeance finalmente está perto de ser lançado. Programado para o dia 19 de fevereiro nos EUA, a Konami ainda não confirmou a data exata do lançamento no Brasil, mas garantiu que ele ocorrerá até o fim de fevereiro. Além, disto, a empresa também revelou que o jogo chegará às lojas nacionais custando R$199,00, para PS3 e Xbox 360 e com legendas, menus e display em português.

Em uma sessão realizada para a imprensa, pode-se conferir o que esperar de Metal Gear Rising, um game que vêm dividindo opiniões desde que foi anunciado. Estrelado por Raiden, o polêmico protagonista de Metal Gear Solid 2 e que foi totalmente redesenhado em Metal Gear Gear Solid 4, a série pela primeira vez foge do estilo de espionagem e aposta em um hack n’ slash que lembra franquias como Devil May Cry e Bayonetta.

Temos certeza que os fãs irão reconhecer a série Metal Gear neste jogo”.
YUJI KOREKADO


A grande preocupação dos fãs da série era a forma como Revegeance poderia descaracterizar a série, transformando-a em algo diferente daquilo que os fãs estão acostumados há mais de 25 anos. Segundo Yuji Korekado, da Kojima Productions, este é um medo que irá desaparecer assim que os jogadores colocarem as mãos no game. “Temos certeza que os fãs irão reconhecer a série Metal Gear neste jogo, mas eles também entenderão que está é um novo produto, com uma nova abordagem, feito por uma nova e criativa equipe.”

O produtor também falou sobre a participação do próprio Hideo Kojima, criador da série, na produção de Metal Gear Rising. “O Kojima foi um grande observador em todo o processo de produção, mesmo quando ele ainda estava exclusivamente nas mãos da Kojima Productions. Este papel não se alterou quando passamos a colaborar com a Platinum Games.” E pode-se dizer que o “toque” de Kojima está presente no produto final, de forma bem mais sútil, contudo os fãs irão perceber os momentos em que o produtor-executivo resolveu opinar.

Sinceramente, para nós, comparar Metal Gear Rising à Devil May Cry é um elogio.”
YUJI KOREKADO

Embora tenha uma conexão direta com os demais games da série, sendo uma continuação de Metal Gear Solid 4 e contando o que aconteceu com Raiden após ele ir morar com a sua família, não é um exagero dizer que Metal Gear Rising pode ser tornar uma franquia própria, já que traz elementos inéditos, como o sistema de cortes e um estilo próprio. “Nosso maior desejo é que o público, não apenas os fãs de Metal Gear, gostem do jogo. E se isso acontecer, poderemos ter uma continuação, e neste caso, a parceira continuará sendo a Platinum Games” afirmou Korekado, sem hesitação.

Apostando na velocidade, combos, e batalhas com chefes, não foram poucos que compararam o novo game à Devil May Cry e Bayonetta, e o produtor não fugiu da comparação, lembrando que a experiência da Platinum na produção de jogos velozes como Vanquish, foi de grande importância. “Sinceramente, para nós, comparar Metal Gear Rising à Devil May Cry é um elogio, pois é uma série com muitos fãs. Mas tenho certeza que este jogo serão tão bom quanto.”

Para os fãs da série que estarão mais interessados na história e sem muita prática com jogos de ação, foi confirmado um modo onde o principal foco serão as cutscenes, durando bem menos que as nove horas de jogo estimadas.


Fonte


Opinião: Um grande jogo, pena é este preço salgado, aqui no Brasil para se ter jogos originais os fãs sofrem e soam bastante, gostaria de ver a  minha amada serie FF ao menos com legenda em português, já que as grandes empresas tem atentado para esse lado dos fãs brasileiros, esperamos que a Square-Enix um dia também realize este desejo de muitos fãs aqui no Brasil. Toparia até criar um abaixo assinado pedindo ao menos legendas em português para os próximos FF da SE lançados aqui no Brasil, já tem muito tempo que merecemos isso.

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StarCraft 2: Heart of the Swarm ganha abertura em português

by A Itinerante 22/01/2013
Escrito por A Itinerante
StarCraft 2: Heart of the Swarm teve seu vídeo de abertura divulgado. A prévia, com dublagem em português e pouco mais de dois minutos, mostra como tem início o novo capítulo da saga StarCraft, que chega ao Brasil em 12 março, para PC e Mac com distribuição da Activision Blizzard.

Na prévia é possível ver Sarah Kerrigan, a Rainha das Lâminas, atacar seus oponentes com forças Zerg, criaturas insetóides alienígenas comandadas por ela. As cenas de combate e guerra são empolgantes e mostram alta qualidade técnica de animação, no que a Blizzard costuma chamar de cinematic.

Porém, mais adiante no vídeo podemos ver que tudo pode não passar de um sonho de Kerrigan, agora regenerada e livre da aparência monstruosa. Afinal, qual será a verdade por trás da misteriosa e letal personagem?

Heart of the Swarm segue com a história de StarCraft 2 a partir do final de Wings of Liberty, com foco na busca de Kerrigan para reunificar o Enxame e executar sua vingança contra Arcturus Mengsk. O novo capítulo apresenta mais 20 missões para a campanha e um modo multiplayer ainda mais refinado para torneios e jogadores casuais. A pré-venda do game já está disponivel na Battle.net.

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