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AllanMartins

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Projeto Playthrough – Maratona Final Fantasy

by AllanMartins 08/11/2012
Escrito por AllanMartins

O Projeto Playthrough é uma maratona que passará por todos os jogos da série Final Fantasy (menos FFXI) produzidos pela Square Enix. Os membros da equipe do Projeto Crystallis vão se revesar em uma agenda apertada – cada membro sendo designado para um jogo diferente – com o objetivo de completar todos os 13 títulos antes de 2013. O Projeto Playthrough começa nesta quinta-feira, 8 novembro. Tendo problemas para visualizar vídeo? Podem acessar aqui Twitch.tv


Fonte

Opinião: Os visitantes aqui do blog também podem emitir a sua opinião em relação ao projeto e discutir sobre cada Final Fantasy que esteja sendo jogado. Torço para que o projeto dê certo e que chame realmente a atenção da Square-Enix, já que a mesma vem sofrendo perdas nos lucros, devido a sua má fase na venda de jogos. 

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The Last Guardian poderá não sair em 2013

by AllanMartins 07/11/2012
Escrito por AllanMartins

Team Ico está a trabalhar arduamente no motor de jogo, afirma Yoshida.

O eterno adiado e esperado The Last Guardian, um exclusivo para PlayStation 3, poderão não ver a luz do dia em 2013.

O jogo está sendo produzido no estúdio da Team Ico, e de acordo com uma entrevista de Shuhei Yoshida, presidente dos Sony Worlwide Studios, ao Jeuxvideo, não existe ainda uma data de lançamento para o jogo.

Sobre a hipótese de ser lançado em 2013, quando foi perguntado, Yoshida respondeu, “Não, desculpa, mas não posso dizer isso… Porque da última vez que falamos de uma data para The Last Guardian, desapontamos muitas pessoas”.

Mas o jogo não está na gaveta, Yoshida afirma que estão trabalhando muito no projeto, mais em particular no seu motor de jogo.

O executivo comenta que esperam chegar a altura certa para poderem revelar com serenidade a data de lançamento.

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RPG´S Clássicos – Xenogears – Vale a pena jogar?

by AllanMartins 06/11/2012
Escrito por AllanMartins

Você já ouviu falar de Xenogears?

Apesar da história meio complexa, Xenogears foi um dos RPGs mais populares do PlayStation original. E você poderá conhecer mais um pouco desse excelente jogo a partir de agora…

Lançado em 1998 nos Estados Unidos, Xenogears foi um dos projetos mais ambiciosos da então Squaresoft. Ele seria o quinto episódio de uma “hexalogia” criada pelo diretor Tetsuya Takahashi, mas os planos acabaram indo por água a baixo quando a própria empresa não se interessou na continuidade do projeto. ( Lamentavelmente )


A história continuou por meio do “sucessor espiritual”, Xenosaga, lançado para o PlayStation 2 alguns anos depois.

História:

Xenogears inicialmente ocorre em Ignas, o maior continente do mundo de Xenogears e o palco de uma guerra de séculos entre as duas maiores nações. Ao norte do continente está o Império de Kislev e ao sul, o Reino do Deserto de Aveh. A guerra durou tanto tempo que as pessoas se esqueceram do motivo, conhecendo apenas o círculo sem fim de hostilidade e tragédias. A obsessão pela guerra em breve encontraria uma mudança devastadora.

Por causa da “Ethos”, uma instituição que preserva a cultura daquele mundo, reparando ferramentas e armas escavadas das ruínas de uma antiga civilização. Ambos os países escavavam estas ruínas e pediam ao “Ethos” que consertassem as descobertas, com a finalidade de aumentar o poder militar. As muitas armas escavadas nas ruínas muito alteraram o desempenho do esforço de guerra. O resultado das batalhas entre esses países não foi mais determinado pelo combate mano-a-mano, mas por gears, humanóides gigantes – máquinas de combate, que eram obtidos do mais fundo buraco das ruínas.


Depois de eventuais mudanças no estado da guerra, Kislev ficou por cima. O principal fator disso estava na quantidade de recursos obtidos de suas ruínas. Mas, de repente, uma misteriosa força miltar apareceu no continente de Ignas. Chamados de “Gebler” decidida a fazer contato com Aveh. Com a ajuda da Gebler, Aveh recuperou-se e ficou pário novamente com kislev. Então, tomando vantagem de sua aliança recentemente conquistada, Aveh começou a conquistar o território de Kislev pouco-a-pouco, sem mostrar desistência.

A história começa em um flash-back de Fei Fong Wong lutando para defender sua vila e seu amigo Citan Uzuki pedindo para não lutar na vila, que estará toda queimada. Após esse flash-back começam as aventuras do pintor e lutador de artes marciais Fei Fong Wong, um amnésico que foi carregado ao vilarejo de Lahan quase morto há três anos por um mascarado que todos acreditam ser seu pai. Após um ataque em lahan, Fei vai embora de seu vilarejo e enfrenta o mundo fora de lahan e descobre suas origens.

Também conhece vários personagens como: Elhaym Van Houten, entre outros.

Personagens:

Os nove personagens controláveis de Xenogears originam-se de diversas áreas do mundo do jogo. A história começa em Ignas, um continente com duas nações, Aveh e Kislev. Fei e Citan se encontram nessa região, mas posteriormente se revela que eles são oriundos das cidades capitais Aphel Aura e Etrenak dos países flutuantes Shevat e Solaris, respectivamente.

Fei é o protagonista da história e não possui memórias do seu passado.

Citan é um homem cujos conhecimentos sobre o mundo e a tecnologia auxiliam a equipe com frequência.

Bart, um pirata do deserto oriundo de Ignas, é o herdeiro do trono de Aveh.

Rico, um meio-humano de força incrível, vive em uma prisão de Kislev como campeão de batalhas entre Gears.

Solaris, uma cidade oculta detentora de tecnologias avançadas, é o lar de muitos personagens no jogo:

Billy, um membro fiel do grupo religioso Ethos, é de origem Solariana.

Elly, uma oficial Gebler de Solaris, tem o destino de acompanhar Fei e se apaixona por ele ao longo do jogo.

Maria e Chu-Chu são de Shevat, a cidade voadora que resiste à hegemonia de Solaris.

Emeralda é uma criatura humanoide construída por uma civilização antiga a partir de uma colônia de nanomáquinas e resgatada nas ruínas da antiga Zeboim.

Personagens não controláveis com papel relevante incluem Krelian e Miang, ambos líderes de Solaris com a missão de reviver Deus, uma divindade mecânica que caiu no mundo a milhares de anos. Os dois são os principais antagonistas do jogo. Grahf, um homem misterioso dotado de imensos poderes, também assume um papel antagônico, seguindo a equipe de Fei e enfrentando os heróis com frequência e sem revelar seus objetivos inicialmente. Fei, Elly e Miang reencarnam diversas vezes ao longo da história do jogo.




Trilha Sonora: 

A trilha sonora do jogo, composta por Yasunori Mitsuda, compositor do grande clássico Chrono Trigger, Chrono Cross e tantos outros jogos e foi lançado também no Japão em um conjunto de dois CD. Um álbum orquestrado adicional e outro que foi liberado mais tarde chamado Creid.

O estilo é diversificado, mas foi inspirado em música irlandesa e tem uma sensação distinta.

A música “Small Two of Pieces” foi tocada durante os créditos finais do jogo. Xenogears foi o primeiro jogo da Squaresoft a apresentar uma canção final nos créditos. Ambas as canções foram compostas por Yasunori Mitsuda e executada em Inglês pela cantora irlandesa Joanne Hogg. Em Creid, ambas as músicas foram regravadas em japonês com Tetsuko Honma como “Two Wings” and “Möbius” .

A Filosofia XenoGears:

“Se Deus não existe no nosso mundo, então eu vou criar Deus com minhas próprias mãos!” Essa é apenas uma das frases épicas que aparecem nessa homenagem à filosofia moderna chamada Xenogears.

Teorias de grandes homens da humanidade como Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, e Jacques Lacan (esse último até emprestando seu sobrenome a um dos personagens) servem de base para um dos mais inteligentes e intrigantes enredos de todos os tempos. E isso não se limita só aos games, mas a outros segmentos também como filmes, livros, peças teatrais etc.

A teoria da dupla personalidade (que um pouco depois na história se torna tripla, quádrupla, quíntupla e por aí vai…) do protagonista Fei, cai como uma luva na trama filosófica. Coisa que poucos games repetiram com sucesso. A maneira como a história é contada, faz com que o jogador se ponha no lugar de Fei e se suplique tanto quanto ele para obter respostas sobre seu passado e origens, deixando uma experiência sublime para quem desfruta dessa obra prima. Chega até a dar medo de escrever sobre o enredo e acabar dando quaisquer spoilers que estraguem a experiência do jogador. Só jogando mesmo para entender a magnitude do roteiro de Xenogears.
 
A trilha sonora reforça ainda mais essa interação entre espectador e cena. As músicas seguem fielmente o clima do game, se encaixando lindamente em seus respectivos cenários. Isso sem falar nas excelentes cenas de anime e no funcional sistema de batalhas que se casam muito bem na atmosfera do jogo. É simplesmente sensacional.

Um verdadeiro time dos sonhos desenvolveu Xenogears. Tetsuya Takahashi ficou a cargo da direção. Com o auxílio de sua esposa, Soraya Saga e Masato Kato, ele também escreveu o maravilhoso enredo. Hiromichi Tanaka (mais conhecido por Secret of Mana) produziu o jogo, com a ajuda de Hinorobu “Final Fantasy” Sakaguchi, Tetsuo Mizuno e Tomoyuki Takeshi. Yasunori Mitsuda (que já havia feito um ótimo trabalho em Chrono Trigger) compôs a bela trilha sonora e Koichi Mashimo (o animador dos clássicos animes Ghost In The Shell e Neon Genesis Evangelion) ficou encarregado das excelentes cenas de anime que deram um charme a mais na história.

Curiosidades:

Um fato curioso é que com medo da aceitação do público ocidental em relação as referências religiosas encontradas na obra, a Squaresoft (hoje SquareEnix) cogitou não lançar Xenogears fora do seu país de origem, o Japão. Felizmente, a empresa mudou de ideia e lançou o jogo em território americano, mas acabou deixando os europeus fora da empreitada. Mesmo sendo lançado lá, a expectativa de críticas e de uma resposta ruim fez com que a forma como a Square distribuisse o game fosse tímida nos Estados Unidos. Algo que nem de longe se comparou ao lançamento japonês, onde houve inúmeras formas de divulgação, indo desde livros para se entender melhor o complexo enredo até cartões telefônicos e postais estampados com os personagens principais!

Toda essa insegurança acabou fazendo com que o título ficasse escondido em meio a tantos blockbusters de 1998, como Metal Gear Solid, The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Resident Evil 2, Pokémon Red /Blue, entre outros. O game só foi ganhar seu considerável sucesso anos depois quando revistas consagradas do segmento o listaram como um dos melhores JRPGs do PlayStation, se não da história. O hype gerado na época fez com Xenogears chegasse a custar U$100 em sites de comércio eletrônico! Para consertar o mau planejamento, a Square o relançou depois na linha “Greatest Hits”, por um preço bem mais camarada.

Críticas:

Porém nem tudo são rosas em Xenogears. Umas principais reclamações sobre o título, é que o segundo disco parece ter sido feito às pressas na qual praticamente 70% dele é composto apenas de batalhas e textos com o fundo animado. Toda essa pressa acabou afetando a dublagem da versão americana. O trabalho chega a ser “porco”. O timing impreciso nas cenas animadas e a equivocada escolha das vozes para os personagens ofuscam a imensa qualidade das FMVs. Enquanto alguns jogos acabam até rendendo boas risadas com suas dublagens toscas (como em Castlevania: Symphony of the Night), aqui ela só lhe deixará constrangido. O que pode isentar a culpa da equipe de voz, é que foi a primeira vez que a Square trabalhou com falas em um game.

Apesar de ter uma falha aqui ou ali, Xenogears ainda é um excelente exemplo como uma história complexa e polêmica pode ser maravilhosamente executada num jogo mesmo sem ter gráficos excepcionais ou rios de dinheiros de investimento na produção.

NOTA: 9,8

Fontes: Wikipedia , Youtube, GameWord

Opinião:


Então pessoal, será que vale a pena jogar Xenogears?

Sim, se você nunca jogou essa obra prima, conserte este “erro” o mais rápido possível. “De nada” desde já. Ah, já ia me esquecendo de citar outro defeito de Xenogears, depois de joga-lo, os roteiros dos outros games de sua coleção parecerão muito mais simples.

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Square Enix tem prejuízo de 53 milhões de euros

by AllanMartins 06/11/2012
Escrito por AllanMartins

Estes últimos meses que se passaram não foram bem para a Square-Enix. A companhia registrou no período de 1 de abril a 30 de setembro uma perda líquida no valor de 5.4 milhões de ienes (cerca de 53 milhões de euros).

Neste período a companhia lançou jogos como Kingdom Hearts 3D, Theatrhythm Final Fantasy, Heroes of Ruin, Quantum Conundrum, Dragon Quest X, e mais recentemente Sleeping Dogs. A Square Enix aponta que as vendas de “um grande título HD” foram desapontadoras, mas não especificou qual.

As vendas de Dragon Quest Monsters: Terry’s Wonderland 3D, que  foi lançado apenas no território japonês, foram positivas e as vendas de Bravely Default: Flying Fairy estão correndo bem, contudo, os restantes títulos lançados para os consoles ficaram aquém das expectativas.

No mesmo período do ano anterior, a Square Enix registrou um ganho líquido no valor de 3.7 mil milhões de ienes (aproximadamente 36 milhões de euros).

Fonte

Opinião: E agora Wada? É bom rever seus próximos lançamentos antes que o prejuízo aumente. Pois é esse o caminho que a empresa vem percorrendo, lançamentos fracos, jogos de categoria B, faltam jogos clássicos no mercado, como: 

  • Saga Frontier
  • Xeno Gears 
  • Valkirie Profile 
  • Parasite Eve
  • Final Fantasy Tatic´s  
  • Circle of Mana
  • Lord Of Vermilion
  • Star Ocean

E ainda temos a eterna produção de Final Fantasy Versus XIII como a falta de localização do Type-0, jogos que alavancariam as vendas com toda certeza.  

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Call of Duty: Black Ops 2 terá vozes famosas; conheça os dubladores

by AllanMartins 06/11/2012
Escrito por AllanMartins

Call of Duty: Black Ops 2 ficará marcado no Brasil por ser o primeiro título da franquia com dublagens em português. O processo levou cerca de dois meses e envolveu mais de 60 dubladores. O site TechTudo teve a oportunidade de conferir em primeira mão como foi este processo, além de entrevistar algumas vozes do jogo.

Carlos Seidl, conhecido pela voz de Sr. Madruga, estará em Black Ops 2

Carlos Seidl – Harper

O experiente Carlos Seidl já é conhecido no ramo das dublagens. Famoso pela voz do personagem Sr. Madruga, do seriado Chaves, esse é o quinto jogo em que Carlos empresta sua voz a um personagem. Para ele, dublar um jogo é um processo bem diferente do que é realizado habitualmente. “Em um filme, você tem toda uma história e pode acompanhar e ver a reação do personagem da maneira como ela é. Já com os games, você só tem o som, e assim, você precisa imaginar tudo ao ser redor sem ter a exata noção de como ele realmente é”, disse Carlos.

Diante da popularidade da franquia, Carlos contou que tentou manter o nível da dublagem o mais alto possível. “Procuramos fazer a coisa mais perfeita, pois sabemos que os fãs e as pessoas que jogam vão cobrar da gente, por isso precisamos entregar algo de qualidade”.

Julio Monjardim – Farid

Filho de Mario Monjardim – famoso pelas vozes de personagens como Salsicha e Pernalonga -, Julio foi escolhido no processo de testes para a dublagem do game. Segundo ele, o período de dois meses foi trabalhoso, mas ao mesmo tempo, divertido.

Julio, que é um verdadeiro gamer, disse que está ansioso para conferir não só a sua voz, mas o jogo em si. “Eu quero muito ver como ficou o produto final, mas estou ansioso mesmo é para viver as situações com a minha voz no game”, revela.

Gustavo Ottoni – Mason

O ator participou pela primeira vez do processo de dublagem de um jogo. Para ele, a oportunidade foi algo marcante em sua carreira: “Depois de 33 anos de teatro e dublagem de filmes e desenhos, viver essa experiência nova é muito gratificante. É uma tendência que irá crescer dentro do mercado brasileiro”.

Gustavo disse que seus filhos ficaram “loucos” quando contou que iria dublar Black Ops 2. E, diante de tamanha empolgação da família, ele também está ansioso para o lançamento da versão final do título: “Meu filho disse que estará na fila quando lançarem o game”, contou empolgado.

Cacau Melo – Misty



Também estreante no ramo de dublagem de games, a atriz adorou a experiência e disse estar pronta, caso haja um convite para futuros jogos da empresa. “Achei divertidíssimo fazer parte desse projeto, que é promissor aqui no país. Estou pronta para futuras versões, seja um Black Ops 3, 4, ou com um outro nome”, disse.

Cacau contou que se divertiu com a sua personagem que, segundo ela, é sarcástica e tem uma tendência ao humor negro. A atriz também se mostrou ansiosa para jogar Black Ops 2, mesmo que há muito tempo ela não tenha contato com games: “Eu sou muito concentrada quando estou jogando, ao ponto de gritar: não fala comigo agora (risos)! Vou precisar me adaptar aos comandos e tomar algo para relaxar antes de encarar os desafios pelo caminho”, contou.

Call of Duty: Black Ops 2 será lançado no dia 13 de novembro para Xbox 360 e PlayStation 3. A versão para PC também será lançada no mesmo dia, mas não terá a dublagem em português.

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Rumor: Battlefield 4 é um dos primeiros jogos do PS4 e novo Xbox

by AllanMartins 05/11/2012
Escrito por AllanMartins

De acordo com as informações colocadas no NeoGaf, o próximo Battlefield 4, em produção nos estúdios DICE, será um dos primeiros jogos a chegar aos novos consoles da Sony e Microsoft, o PS4 e o novo Xbox.

Foi dito que o jogo chegará no dia 23 de outubro de 2013, chegando aos novos consoles e também para o PC, Xbox 360 e PS3.

O conteúdo da notícia vem de um site chinês chamado ChipHell, mas a informação já não se encontra disponível.

Novos detalhes foram revelados, poderemos jogar com uma personagem feminina, e estaremos envolvidos em muitos países tais como China, Rússia e Estados Unidos, num enredo de guerra moderna.

O motor de jogo continua a ser o Frostbite 2, e correrá a 60fps no PC, e nos novos consoles da próxima geração, havendo também já uma paridade gráfica com o BF3, mas o BF3 usa entre 30 a 40 porcento do Frostbite 2, e este novo jogo já vai nos 80%.

Poderemos acessar o perfil do jogo além dos perfis das plataformas habituais do jogo, tais como tablets.

Battlefield 4 no PC, PS4 e novo Xbox contará com mapas para 64 jogadores, mas no PS3 e Xbox 360 serão menos.

A EA e o estúdio DICE já anunciaram Battlefield 4, ele estará chegando em 2013, e poderão participar de um jogo beta no próximo ano através da aquisição do Medal of Honor: Warfighter, que já está à venda.

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Veja os grandes jogos que ainda saem na atual geração de consoles

by AllanMartins 05/11/2012
Escrito por AllanMartins

Estamos prestes a entrar em uma nova geração de consoles. O Wii U, da Nintendo, é o primeiro deles a ser lançado, enquanto os próximos consoles da Sony e Microsoft ainda precisam ser anunciados. Rumores dizem que eles serão lançados até o final de 2013, mas quem disse que você precisa se preocupar em comprar um console novo?

Na verdade, ainda nesta geração, temos uma série de jogos que vão ser lançados e que prometem abalar a indústria. Alguns apresentam gráficos que irão impressionar muito, enquanto outros prometem ter uma jogabilidade única e que pode definir um novo padrão.
Confira quais são os jogos que prometem te surpreender ainda na geração do Xbox 360 e PlayStation 3, a partir de 2013.
Remember Me – Maio de 2013 – Xbox 360 e PS3
O novo game da Dontnod, em associação com a Capcom (de Street Fighter), foi apresentado há pouco tempo, mas já surpreendeu pelo pouco que vimos. Sua ambientação é futurista e coloca o jogador no papel de uma agente especial capaz de roubar e modificar memórias de outras pessoas.

Saiba que Remember Me não é um jogo de ação comum. Ele se passa em terceira pessoa, com muita pancadaria, mas fica longe de ser um game genérico deste tipo. A protagonista, Nilin, tem habilidades acrobáticas, o que nos lembra Assassin’s Creed, mas ela não se esconde muito pelas sombras. O jogo também apresenta um sistema de combos bem inteligente para as lutas e os gráficos estão impressionantes de tão bem produzidos.

The Last of Us – 2013 – Somente PS3

The Last of Us é a nova aposta da Sony para o gênero de ação e com pitadas de horror. O game tem como produtora a Naughty Dog, a mesma por trás do sucesso da série Uncharted, então só por isso você já pode esperar por gráficos simplesmente fenomenais, como já pudemos conferir nos trailers oficiais. O jogo se passa em um futuro próximo, quando a humanidade foi quase devastada por um vírus e agora o que conta é a sobrevivência do mais forte.

Seguindo os passos da dupla Ellie e Joel, o jogador vai conhecer uma história violenta e com grandes momentos de tensão. As ameaças são várias, como bandidos que formaram gangues para sobreviver a humanos infectados por uma espécie de fungo que os transformou em criaturas monstruosas. Não é algo no nível de Resident Evil, com os zumbis típicos, mas promete uma produção extremamente competente e complexa.

Watch Dogs – 2013 – Xbox 360 e PS3

Watch Dogs vem pelas mãos da produtora Ubisoft, a mesma de Assassin’s Creed 3, Just Dance, Prince of Persia e outros jogos de tanto sucesso. O game é uma espécie de GTA com elementos futuristas, como por exemplo hackers de computadores avançados e uma sociedade utópica que vive na dependência da tecnologia. Watch Dogs foi revelado durante a E3 de 2012 e impressionou não só por conta de seus gráficos, mas também pelas inovações na jogabilidade.

No vídeo que foi apresentado, o protagonista Aiden Pearce era mostrado como um hacker que invadia todos os sistemas ao seu redor e ainda podia hackear a mente das pessoas – que agora contam com um sistema operacional embutido neste mundo futurista. Uma perseguição com tiroteios também foi mostrada para exemplificar que o game não será apenas “cabeça”, mas também vai apresentar sua parcela de ação.

The Last Guardian – Sem previsão – Somente PS3

O jogo mais polêmico desta lista, The Last Guardian está em desenvolvimento desde 2008. O game foi apresentado na E3 de 2009 e desde então recebeu poucas novidades, mas elas foram suficientes para deixar os fãs de orelha em pé, sempre em busca de mais informações. O que importa é que este game tem como time de produção a mesma equipe que lançou os clássicos ICO e Shadow of the Colossus, no PS2.

The Last Guardian nasceu como um tipo de “sucessor espiritual” destes dois títulos, mostrando a relação de um pequeno menino com uma criatura gigantesca e monstruosa – uma mistura de pássaro com felino. O jogo teria uma jogabilidade única, assim como seus antecessores, e gráficos de impressionar. O problema é que há rumores de que ele foi cancelado e até mesmo de que pode não sair mais no PS3, mas isso tudo precisa ser confirmado ainda.
Metal Gear Solid: Ground Zeroes – 2013 – Xbox 360 e PS3
O novo capítulo da saga Metal Gear Solid foi anunciado durante a feira Penny Arcade Expo 2012 e já chegou quebrando tradições e paradigmas. Este será o primeiro Metal Gear Solid a utilizar um sistema de mundo aberto, como ocorre em GTA, e vai contar com os gráficos mais avançados já mostrados na saga.

O jogo se volta novamente para Big Boss, o Naked Snake, considerado “pai” de Solid Snake. A aventura se passa após Metal Gear Solid: Peace Walker e vai mostrar mais da vida de Naked Snake como líder militar e as transformações que ocorreram em seu jeito de ser e encarar o mundo. Sabemos pouco além do foi mostrado em um vídeo, mas o criador Hideo Kojima promete avanços consideráveis na tecnologia do game e em sua jogabilidade.
Beyond: Two Souls – Primeiro semestre de 2013 – Somente PS3
Beyond: Two Souls é mais um game da produtora Quantic Dreams, que presenteou o mundo com o belo Heavy Rain, também para PS3. O game é mais uma aventura com forte apelo psicológico e muitos questionamentos sobre relacionamento e humanidade. Aqui a protagonista é Jodie Holmes, interpretada no jogo pela atriz Ellen Page, que empresta sua voz e aparência à heroína.
Beyond é uma aventura bem diferente dos jogos comuns, que coloca o jogador em uma corrida contra o tempo e com elementos sobrenaturais. O jogo promete muitas cenas de ação, mas também algumas cenas perturbadoras, já que Jodie vive em companhia de algo que se parece com um espírito invisível, como se duas almas ocupassem seu corpo. No mínimo, curioso.
Gears of War: Judgment – Março de 2013 – Somente Xbox 360
Novo capítulo da famosa série do Xbox 360, Gears of War: Judgment é, na verdade, um prólogo – que se passa antes do primeiro game da saga. Aqui os protagonistas são do grupo Kilo Squad e precisam sobreviver quando a guerra contra os Locust estoura no mundo. Apresentado durante a E3 de 2012, o jogo promete seguir o padrão de qualidade de sempre.

Gears of War: Judgment não é só um jogo inédito, também pode marcar o início de uma nova trilogia, que muitos fãs pediram e que a produtora Epic resolveu atender. O modo multiplayer, um dos pontos principais dos jogos Gears, também deve conter uma série de novidades, para nenhum fã mais afoito botar defeito. Dois novos modos já foram confirmados: OverRun e Free-For-All.
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Opinião: Poderia incluir o Final Fantasy Versus XIII, tivemos algumas noticias essa semana que ele ainda continua em produção, mas vou esperar por algo de fato concreto.

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Breve atualização sobre Final Fantasy Versus XIII e Lightning Returns – Na Semana de Jogos em Paris

by AllanMartins 03/11/2012
Escrito por AllanMartins

Mesmo que não seja nada substancial, uma pequena notícia sobre Final Fantasy Versus XIII e Lightning Returns saiu na Paris Games Week e sua celebração de Final Fantasy.

FF Dream falou com Julien Merceron, o Diretor de Tecnologia da Square Enix Global, conseguiu pegar alguns detalhes sobre os projetos futuros da empresa.

Quanto a Lightning Returns, o desenvolvimento está indo rápido e eles estão atualmente mostrando o jogo à grupos focados, a fim de diminuir etapas e poderem que devem se concentrar no resultado final e agradar os  fãs. A nível de tecnologia, alguns elementos de Versus XIII estão sendo utilizados no jogo, bem como elementos de FFXIII e XIII-2. Será, no entanto, muito diferente de qualquer Final Fantasy lançado até agora.

Sobre Final Fantasy Versus XIII, Merceron confirmou que o jogo ainda está em desenvolvimento. O projeto é, naturalmente, muito ambicioso, então é por isso que está demorando tanto. Uma vez que o projeto seja revelado, Merceron diz que as pessoas ficarão felizes em ter esperado. Yoichi Wada está determinado em fazer a equipe de desenvolvimento trabalhar tanto quanto podem.

Quanto aos outros títulos da Square Enix, Merceron diz que adoraria localizar Final Fantasy Type-0, mas não há planos até o momento. Ele, pessoalmente, jogou a versão japonesa e gostou muito.

Merceron também trabalhou de perto com Naoki Yoshida no desenvolvimento de Final Fantasy XIV: A Realm Reborn e como tal, tem elogios para o diretor e sua equipe. Poucas pessoas na Square Enix poderiam ter feito o que fez Yoshida e como resultado, ele ganhou muito respeito da Square Enix no palco global.

Quando perguntado sobre Agni’s Philosophy – o tech demo de Final Fantasy que estreou na E3 2012 – Merceron disse esperar algo envolvendo a demonstração sendo mostrada em execução em plataformas diferentes do PC por volta de junho do próximo ano. Provavelmente está se referindo à próxima geração de consoles domésticos, como o PS4.

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Opinião: Final Fantasy Versus XIII para a próxima geração de consoles, provavelmente o primeiro grande jogo exclusivo do Playstation 4.

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Games ensinam a tomar decisão e resolver problema; vídeo traz palestra da especialista em jogos Samara Werner

by AllanMartins 03/11/2012
Escrito por AllanMartins

Apesar de ainda não serem muito compreendidos por alguns pais e educadores, os games ajudam estudantes a desenvolver habilidades relacionadas à tomada de decisões, entendimento de regras, capacidade de resolução de problemas, raciocínio rápido, estratégia, antecipação e perseverança. A especialista em jogos educativos inovadores, Samara Werner, defendeu as vantagens dos games no processo de aprendizagem durante a Série de Diálogos o Futuro se Aprende sobre Tecnologias na Educação, promovida pelo Instituto Inspirare, Porvir e pela Fundação Telefônica Vivo.

Formada em engenharia eletrônica, com experiência em desenvolvimento de softwares, Samara direcionou sua carreira para a área de educação. Hoje é diretora executiva da Tamboro, empresa que desenvolve soluções educativas inovadoras por meio de games. Defensora da escola, Samara acredita que é possível aprimorar a educação com o uso das tecnologias. “A escola é o espaço que universalizamos. A questão é como vamos reconfigurar essa escola com os atores que já existem nela, para que ela possa dar resultados melhores”,  diz.

Samara cita pesquisas publicadas recentemente em matéria do jornal O Globo que concluem que 35 milhões de brasileiros jogam na rede. “Ou seja, 20% da população brasileira tem hábito de jogar”. Segundo ela, os games habitam principalmente o universo dos mais jovens e têm um poder de mobilização, encantamento e envolvimento. Utilizados no universo educacional, podem ser muito úteis, tanto para o estudante quanto para o educador.
A especialista assegura que, em contraposição ao sistema de ensino tradicional, os jogos têm foco não somente no conteúdo a ser transmitido, mas também no desenvolvimento de outras habilidades. “Quando um aluno toma decisões na escola para sua trajetória? Ou ela já vem posta? No jogo, a cada segundo são colocados novos desafios e é necessário tomar decisões muito rapidamente, o que exige raciocínio lógico, estratégia e antecipação”, afirma. Os estudantes também passam a entender regras. “Seguir instruções parece chato, mas no jogo não é. Todos os games têm regras e os alunos as seguem com muita vontade”, completa. Os games também despertam o desejo de  “conquistar todos os níveis”, ou seja, continuar aprendendo, ao invés de simplesmente passar na prova.
Já para o professor, as plataformas oferecem estatísticas de desempenho dos alunos, suas dificuldades e habilidades diferenciadas. Isso também favorece a tão desejada personalização da aprendizagem, que tem sido amplamente discutida por especialistas em educação. “O jogo tem a personalização na sua essência”, avalia Samara. A experiência de cada jogador é diferente e traduz o nível de aprendizagem e desenvolvimento de cada um.
Confira os detalhes dessa palestra do vídeo abaixo:

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PS4 será anunciado num evento especial antes da E3 2013.

by AllanMartins 03/11/2012
Escrito por AllanMartins
Rumor: Produtores começaram a receber novos kits de produção PS4

De acordo com o VG247, produtores estão recebendo novos kits de desenvolvimento PS4, mas ainda não no seu estado final de caixa de produção.

O website afirma que em janeiro chegará uma versão quase final e que continua a ter o Blu-ray como formato de disco principal.

Foi dito que haverá ao todo quatro versões de Kits de produção, sendo que este último (segunda versão) teve alterações na placa gráfica.

A terceira versão chegará em janeiro de 2013 e a última versão no próximo Verão.

Outras informações dizem respeito a reuniões que a Sony tem tido com produtores dos EUA, onde são considerados aspetos como o que o console irá conseguir fazer e detalhes de hardware.

Novamente o nome da máquina em produção é chamada de Orbis, algo que tem sido comum em diversos relatos.

Sobre as suas caraterística, foram informados que a Orbis é baseada na série A10 APU (Accelerated Processing Unit) da AMD, combinado com um CPU e GPU.

Sobre a sua potência, o console pode chegar com resolução de 1080p60 em 3D sem problemas, e que os kits de produção vêm com 8GB ou 16GB de memória RAM.

Sobre o futuro do console em termos de vendas, a Sony aponta para um valor mais baixo que a PS3, mas que não é “algo simples”.

Em termos de usabilidade, foi dado um exemplo ao VG24 de que podemos no novo console estar jogando, carregar no botão PS Home, comprar DLCs na PS Store e voltar ao jogo.

Por fim é dito que o console estará sempre em modo Standby, querendo dizer que poderá fazer downloads em um segundo plano de fundo enquanto está parado ou a fazendo outras coisas.

Esta opção não é obrigatória e será pedido ao jogar para permitir que tal seja feito.

Sobre a revelação do próximo console, a fonte do website afirma que o PS4 será anunciado num evento especial antes da E3 2013.

Fonte

03/11/2012 0 comment
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