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ENSLAVED

Enslaved: Pós-crítica, continuação do enredo e conclusão

by AllanMartins 03/11/2010
Escrito por AllanMartins

O game Enslaved já havia conquistado uma legião de fãs muito antes de seu lançamento, tudo isso por causa de um trabalho impecável da Ninja Theory, com gráficos lindos e uma história que prometia ser um show à parte. A nós, pobres gamers, só nos cabe conferir e dar um veredicto final se o game cumpre ou não a sua proposta.

Logo nos primeiros capítulos Enslaved já nos situa em meio à uma história alucinante, onde Mionkey tem que ajudar Trip a chegar em sua casa em segurança, caso contrário ele morrerá, até aí tudo bem, todo mundo já conhece essa parte da história. O que não sabia é que no meio do jogo essa história sofreria uma tremenda reviravolta…

—————O texto abaixo contém Spoilers—————


No meu texto anterior descrevi os primeiros capítulos do jogo, o desenrolar do relacionamento entre os dois, etc. Ontem finalizei o game, com aproximadamente 15 horas e posso dizer com certeza: Enslaved consegue cumprir muito bem o seu papel sendo um jogo que ficará na memória por um bom tempo.

Depois da minha fuga alucinante do Cão Robô, sigo mais algumas telas sem grandes problemas até chegar em uma parte que tenho de lutar contra o “bichinho”.

Derrotá-lo não é difícil, mas exige concentração e controle absoluto! Ao derrotá-lo a primeira vez seguimos para o lar de Trip. Chegando lá, temos que passar por um local com várias pontes que são controladas por painéis espalhados pela fase. Aqui, é preciso ajustar bem os comandos dos dois personagens para conseguir avançar, nada muito complicado. Chegando ao topo do “vilarejo” descobrimos a triste verdade: NÃO HÁ MAIS NINGUÉM ALI… Trip entra em desespero e sai desenfreada enquanto Monkey tenta resgatar a moça.

Quando os dois se reúnem novamente, Trip se lembra que há um local onde as pessoas poderiam estar escondidas, corremos para lá e somos novamente assaltados pelo Cão Robô, aqui é só ficar atento, pois tem um local onde o bicho não vai atrás de você, uma falha na parede, é só se esconder ali e atirar para desorientar o bitelo e depois atacá-los com golpes corpo-à-corpo.

Finalmente entramos no abrigo e também não encontramos ninguém, só uma mensagem do pai de Trip. A moça entra novamente em desespero e pede para Monkey ajudá-la à encontrar um amigo de seu pai que pode ajudá-los à salvar os humanos que foram aprisionados pelas máquinas. Monkey, que terá que ficar aprisionado por mais um tempo, decide ajudá-la (como se ele tivesse escolha, lol). E juntos eles encontram Pigsy, o amigo do pai de Trip, os três então, bolam um assalto à uma espécie de base submarina , que na verdade é um robô gigante, eles conseguem acionar todos os mecanismos e botam o bicho para funcionar, avançando diretamente sobre o território inimigo, destruindo as massas de robôs inimigos. Muito legal essa fase: animações incríveis, robôs escorpiões gigantes, sangues-sugas mecanizadas, hehehehe. Muito boa a fase, as coisas acontecem em um ritmo frenético, impossível parar de jogar depois desse ponto, hehe. Depois dessa fase alucinante, temos um epílogo maravilhoso, que se inicia após o sacrifício de Pigsy para Monkey e Trip liberarem os escravos.

Dentro da grande pirâmide, nossos heróis descobrem um ser que manipula todos os escravos, Trip e Monkey então ouvem a explicação de que a intenção do homem por trás de tudo isso não é de escravização e sim, de manter as pessoas a salvo desse mundo de destruição. Monkey então, sede a tentação e coloca a máscara, fazendo Trip tomar uma atitude desesperada e liberta não só Monkey, mas todos os outros escravos, deixando o jogo em aberto para uma continuação, quem sabe?!?!

—————Fim dos Spoilers—————

Mas a questão que fica, depois que terminamos o game é: O que é melhor? Viver num mundo ilusório perfeito ou encarar a realidade de um mundo devastado onde todos os dias são uma luta pela sobrevivência?

O que acham? Quem terminou o game, o que achou? Será que teremos um Enslaved II?

Façam suas apostas….

03/11/2010 0 comment
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Enslaved: Primeiros capítulos, impressões e críticas

by AllanMartins 14/10/2010
Escrito por AllanMartins

Vocês lembram do meu texto sobre o game Enslaved da Ninja Theory (confiram aqui)? Então, após uma grande espera (não tão grande como a do Final Fantasy Versus XIII, lol) coloquei as mão no game. Já estou no capítulo 4 e aqui vão as minhas primeiras impressões dessa grande jornada!!!!!

A Ninja Theory fez um excelente trabalho com os gráficos, o game traz cenários deslumbrantes, cheios de vida, muito bem acabados, embora encontre um defeito ou outro, um serrilhado, algumas texturas não finalizadas, mas apesar disso o show visual é implacável. Não dá pra perceber às vezes as mudanças entre CG’s e gráficos ingame. Os personagens também são muito bem acabados, cheios de estilo, até mesmo os inimigos, que apesar de até agora não serem muito diversos, também são bem acabados.

Mas, não adianta nada ter um supergráfico se a jogabilidade não é satisfatória, certo? Então vamos à ela, lol!!! É muito comum nos jogos Hack’n’slash termos uma jogabilidade que utiliza todos os botões do Joystick, com Enslaved não é diferente, mas não se preocupe se não tiver muita habilidade no controle, pois a jogabilidade do game não é complicada, principalmente nos combates. Monkey, o nosso protagonista, tem golpes alucinantes, mas que são facilmente aprendidos e executados utilizando os botões X e Y (Xbox 360) ou Quadrado e Triângulo (PS3). Também é possível se defender e atirar projéteis pelo bastão de Monkey, mas para isso é preciso recolher as munições espalhadas pela fase. É possível também definir algumas ordens para a sua protegida, a jovem e linda Trip. São quatro comandos diferentes: você pode pedir para ela correr, distrair os inimigos, realizar upgrades em suas armas e curar a sua vida, utilizando uma das vacinas que você também encontra espalhadas pela tela. A exploração também não exige muitos comandos, a maior parte é feita com os botões A e B (Xbox) e X e O (PS3). No menu de upgrades é possível fazer melhoramento nas armas, na vida e no escudo de Monkey, entre outras coisas. O único defeito que encontrei na jogabilidade é que às vezes, muito raramente, Monkey fica andando sem sair do lugar por um breve período, mas logo volta ao normal, lol!!!!! Ri muito da primeira vez que aconteceu, mas em uma batalha de chefe pode custar a sua vida!!!

A dublagem dos personagens está muito boa, as vozes coincidem bem com a características dos personagens, os sons dos combates e as músicas das fases também se encaixam muito bem à esse clima épico do game.

—– ATENÇÃO!!!! O TEXTO ABAIXO CONTÉM SPOILERS —–

O enredo é basicamente aquilo que já foi apresentado: Monkey deve ajudar Trip a chegar em casa, se ela morrer, ele também morre, tudo isso graças à uma tiara que Trip implanta nele e que está diretamente ligada aos batimentos cardíacos dela.

O interessante aqui é ver como essa obrigação vai deixando de existir conforme os dois vão se conhecendo melhor, me atrevo à dizer que até o final do game os dois estarão loucamente apaixonados um pelo outro, hehehehe!!!!!

No capítulo 1 estamos numa nave que está caindo. Monkey deve achar um jeito de escapar, conforme vai avançando as telas que são praticamente iguais, os elementos da jogabilidade vão, aos poucos, sendo inseridos. Além de salvar à si próprio, Monkey tenta avisar uma jovem senhorita para que parta do avião, mas ela não lhe dá muita atenção. Enfim ele encontra a jovem senhorita na pior circunstância possível. Depois disso um desastre acontece, encerrando o primeiro capítulo, lol!!!!

No capítulo 2 Monkey acorda com muita dor de cabeça e uma tiara esquisita na cabeça, ele conhece Trip e descobre que está aprisionado por essa tiara que o obriga à ajudar a moça, caso contrário ele morre. Aqui vemos mais alguns elementos da jogabilidade, principalmente da exploração e temos a primeira Boss Battle, muito legal!

No capítulo 3 é que Monkey e Trip iniciam de verdade a sua viagem, nada de muito novo apenas uma fase enorme para explorar com muitos tech orbs (que servem para upgrade) escondidos pelos cantos, fiquem atentos e sempre deem uma olhada na lista de upgrades para estar sempre preparado para os desafios!!!!

O capítulo quatro só joguei um pedaço, ele inicia com um grande guindaste, que é o objetivo no capítulo 3, Monkey sobe para mexer no guindaste e Trip, que deveria ficar escondida, sofre um ataque de um grande cão robô, que apareceu nos trailers e em várias imagens do jogo. Consegui salvá-la e agora nós dois estamos no meio de uma fuga, kkkkk!!!!

Finalizando: as conquistas/Troféis. Devem ser iguais no Xbox e no PS3, geralmente são. Eu estou com a versão de Xbox 360. Elas são bem distribuídas, tem uma para cada fase a algumas por fazer algumas coisas especiais no jogo, como por exemplo jogar um inimigo em uma mina no capítulo 2 e algumas secretas que com certeza mais difíceis de serem feitas.

Bem, é isso. Quem ainda estiver na dúvida não fique, Enslaved é um jogo que, para quem gosta desse estilo, é um prato cheio e vai divertir à todos com certeza, lol!!!!!!!!

E pra quem já está jogando…. Aonde estão? Estão gostando? Temos mais boss battles emocionantes? A primeira modéstia à parte foi muito fácil, hehehehe (Depois dos bosses de Resonance também, hehehehe)

14/10/2010 0 comment
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Voltando com meu Xbox360

by A Itinerante - Neiva 13/10/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

Chegando hoje em Vila Velha e trazendo na mala meu Xbox360 e dois jogos.

Agradeço a todos que opinaram no post “Trago o Xbox360 ou o Ps3?“, com várias sugestões de RPGs que poderia jogar tanto em um console quanto em outro.

Títulos de PS1 e PS2, os bons títulos, acho que joguei todos, incluindo Grândia. Não joguei Xenosaga e Chrono Cross, infelizmente, mas não dá para jogar no meu PS3 que não lê games de PS2. Wild Arms ninguém mencionou. Alguém já jogou? Bom demais!!! rsrs Lutas em tabuleiro, mas estória ótima, personagens prá lá de envolventes, tudibom!  

Basicamente as opções eram as seguintes para Xbox360:

– Eternal Sonata joguei. Este fiz questão de comprar o original porque sou absolutamente apaixonada por música clássica e não perderia um RPG com músicas e a biografia de Chopin por nada no mundo. Em termos de RPG é bom, ainda que não seja excelente, mas a música compensa qualquer falha. A quem não jogou, também recomendo.
 
– Tales of Vesperia: joguei. Adorável.

– Blue Dragon: joguei. Um pouco fraco, mas bem gostosinho, leve, alto astral, divertido.

– Valkyria Profile: joguei. Super!!!

– Final Fantasys X, X-2 e XII: joguei, joguei, joguei!!! rsrsrs
 
– Lost Odyssey: joguei. Mencionado por vários como um dos melhores e só lembrei de já ter jogado quando falaram dos sonhos. Apesar do esquecimento é mesmo um jogo que valhe a pena.

– Fallout 3 – Não joguei. Não é RPG estilo clássico, mas seria uma boa opção não fosse o sistema de batalhas por combos. Inviável para mim. (Correção dos amigos: É FPS.)
 

– Fable 2  – Não joguei. Diz o Bruno que é ótimo. Mesmo problema do Fallout, parece.


– Enslaved – Não joguei. Ainda! rs Vou jogar! Vamos ver se dou conta. Apesar de não ser por turnos, os comandos parecem simples o suficiente. Vou tentar.


– Star Ocean  – Não joguei. Comecei a jogar neste findi em sampa. Não sei. Fiquei pouco interessada. Pareceu-me envelhecido em termos gráficos (realmente já foi lançado há algum tempo) e a estória não chegou exatamente a cativar. De qualquer forma, trouxe.  

PS3:

– Valkyria Cronicles – Joguei a demo. Graficamente lindo! Pena que não é RPG tradicional. Parece mais um jogo de estratégia de guerra. Gostei e vou jogar algum dia. Não agora. Agora quero um RPG normalzão. Depois de Resonance não quero arriscar em um jogo diferente. rs

– FFIX e FFVIII  – Apesar de estarem disponíveis e querer jogar ainda reluto um pouco pela diferença gráfica. De qualquer forma, estão disponíveis para serem jogados (em Português) no PC, de forma que não preciso realmente do PS3.

DEMOS DO PS3:

Uma das grandes vantagens de trazer o PS3 seriam elas. Além de Valkyria Cronicles e Enslaved, baixei um monte, inclusive jogos de outros estilos e joguei todos com meu filhote, Dani, de 14 anos, vários deles no comando de um joystick e conhecimentos equivalentes aos meus, se não maiores:

– Castlevania: Ele odiou. Principalmente por ser em 3D. É purista com esta idade!!! lol Disse que é chato, basicamente um GOW e muito escuro. Eu não conheço os outros Castlevanias, mas achei graficamente muito bonito, apenas meio tedioso ficar matando aqueles monstrengos ou fugindo. Enfim, Bruno disse que é isto mesmo, mas que ele está precisando matar monstrengos. kkk

– Heavy Rain – Estão lembrados do game que ganhou como o melhor na premiação da TGS 2010? Baixei para ver qual era. Adoramos, Dani e eu e se puder vamos jogar. É um jogo de detetive com uma estória de serial killer. Opções de investigação muito refinadas. Tudo maravilhoso. Gostei.

– Lara Croft – Lembram-se dela? Pois é. Apesar de achar que seria uma chatisse e uma perda de tempo (e a demo é a maior de todas), baixei só para tirar a prova dos 9. Meu filho disse após alguns minutos: “Que jogo legal! Compra, mãe!”. rsrs  É surpreendentemente bom, mesmo! Jogabilidade prazeirosa, visual impecável, armadilhas bem feitas, armas interessantes. Apesar de nenhuma grande novidade, foi uma agradável surpresa.

– Katamari Forever – Nem é tão recente, mas meu filho ama Katamari. Baixei. Infelizmente a demo é bem limitada, com apenas duas pequenas fases, mas que foram suficientes para ele ficar ali indo e voltando até atingir o record máximo, implorando para que comprasse. rs Li recentemente uma entrevista com o criador de Katamari, onde dizia que criou este jogo como uma crítica às franquias que nunca se renovam e só apresentam lixo ano após ano. Então fez um jogo lixo puro (katamari é uma bolinha grudenta que você fica rolando e grudando coisas nela), sem imaginar que seria um estrondoso sucesso e que se tornaria uma franquia, como as que criticava. Após criar este último título (que não inova em praticamente nada) demitiu-se da empresa, para não ser obrigado a parir outros monstrengos. kkk

– Final Fantasy Crystal Chronicles – Ao menos acho que era este o nome. Joguinho de lutas, meio tabuleiro. Antiguinho e chatinho. rs (Correção dos amigos: É Crystal Defenders.)

Sei que baixamos 13 no total, mas não consigo lembrar quais foram as outras.

Baixadas as demos que interessavam, FFs 8 e 9 podendo ser jogados no PC, Valkyria Chronicles não me interessando jogar no momento, sobrou o Xbox360, com as últimas 4 possibilidades. Star Ocean e Enslaved estão aqui comigo. Vou começar por Enslaved e só partir para o Star em desespero de causa. Por último, nada mais restando, tentarei encarar Fable II e Fallout 3, apesar de minhas limitações com combo.

É isto. Em termos de RPG, Xbox360 ainda tem muito mais opções do que o PS3, com aquela “outra” vantagem que é algo considerável.

Obrigada novamente a todos pelas dicas e agora vou lá desenferrujar os dedos. rs

13/10/2010 0 comment
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O jogo (ou demo) da vez é do aguardado Enslaved!

by A Itinerante - Neiva 29/09/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

Começamos com um press start (óbvio), escolhemos o nível de dificuldade e partimos para o jogo…

Chapter 1 (e único) – Escape

Nave escravizadora 909

O protagonista está preso dentro de uma cápsula (ou ovo, como tu achar melhor) e está se debatendo procurando uma forma de sair quando, através de uma pequena janela na casca do ovo, vê a uma guria fugindo e correndo para um terminal de computadores.

Pronto, a primeira burrada da guria, ela mexe no terminal e a nave entra em colapso! A cápsula em que

nosso herói está aprisionado sofre um impacto e é lançada ao chão libertando-o. (E aqui encontramos o primeiro aspecto negativo do jogo, as explosões! Explosões dignas de jogos medianos da geração passada…) Superado isso voltamos a demo…

Como o nosso herói durão não é bobo nem nada trata de correr dali para salvar a pele.

Nosso herói merece um capitulo a parte, esse carinha vai cativar a galera….ele é parrudão e tal, mas não lembra muito um humano, ele corre e rola tipo um felino e tem aquela mancha nos olhos vermelhas que dá um charme pro buneco, quando ele corre uma faixa que ele tem na cintura dá um ar ainda mais felino (parece um rabo) e quando ele pula pra lá e pra cá relembra o Principezinho das areias, só que muito mais macho! (aquele prince of persia não me engana não)

E a voz dele é tipo o Hugh Jackman encarnando o Wolverine (voz grossa carregada de testosterona) na real para ele ser o Wolverine só faltou o charuto, a barba e as garras….o jeitão meio arqueado ele já tem…enfim aspecto positivo do game.

Prosseguindo…

A única coisa que causa algum dano inicialmente é o fogo presente na cena e cada vez que o Wolverine (vou chamá-lo de Wolverine porque esqueci o nome de verdade) encosta nas chamas a tela fica vermelha, ele solta um gemido e coloca as mãos na frente do rosto, assim como se tem alguma explosão em volta ele defende automaticamente. Outro ponto positivo em minha opinião, afinal tem games muito bons ai que o cara senta numa granada e fica paradinho, só perde life.

Seguindo adiante acontecem cenas in-game da nave se quebrando, gente morrendo, etc, nada que já não tenhamos visto. Se tu aperta “X” parado ele pula, se estiver correndo ele rola, chegando à beira de buracos, quedas, precipícios etc. ele não cai, é só pressionar para frente e apertar “X” e pronto, estamos do outro lado ou pelo menos nos penduramos na outra beirada (sem aquela frescura de ficar apertando “X” mil vezes por segundo para quebrar nosso joystick), assim como quando encontramos pequenos objetos ele pula por cima ou os escala.

Outro aspecto negativo (mínimo) o corpo de quem morre de vez em quando dá um bugzinho quando tu passa por cima, ele parece que fica colado um pouquinho no teu char, acontece bastante no Demons Souls e se não me engano no Mass Effect também, mas nada que irrite (muito).

Seguindo o baile pulando pra lá e pra cá, mais gente morrendo e explosões toscas acontecendo e o Wolverine começar a correr sobre canos e traves no melhor estilo Assassins Creed…e encontra a guria de novo e…..CABUUUUM….a nave começa o seu processo de desintegração e ele fica pendurado do lado de fora….agora sim, ponto pro jogo! Que vista linda! Quem já jogou Uncharted2 vai lembrar do momento de escalar um trem verticalmente pendurado sobre um precipício…

Depois de pularmos de um lado para outro feito gato é hora de encontrarmos o primeiro inimigo, um robozinho safado com uma metralhadora mais safada ainda. Fugimos dele num primeiro momento e pegamos um vivente que estava ali por perto para “solicitarmos” informações. Depois de um pouco de carinho o cara diz onde estão os badulaques do Wolverine e nesse momento uma voz na nave manda “desintegrar a mente” (ou algo parecido) do nosso amiguinho, e… Puff, uma tiara na cabeça lobotomiza o infeliz. (óóóóó, descobrimos como os escravos são controlados?)

Encontramos as armas dele junto com uma motoca trancada numa gaiola, as armas são um par de luvas e o bastão do Goku (sabe? Aquele que espicha e encolhe) e… vamos pro pau claro! O Wolverine levanta um pequeno escudo de força conforme vai tomando tiro e depois com um golpe leve (X) e um pesado (triangulo) o cara de lata vai pro ferro-velho.

Adiante batemos em mais alguns robozinhos só pra pegar o gostinho da coisa, aprender a bloquear (R2) e um ou outro golpe um pouco mais elaborado. De vez em quando a câmera dá uma focada no Wolverine e o cara dá um berro e estraçalha o robozinho, não sei se eu que fiz isso acontecer, mas o efeito é interessante.

Depois de espalharmos o óleo da robozada vamos para fora da nave e encontramos a infeliz trancando a porta, só pro Wolverine ter que dar toda volta na nave pelo lado de fora! Mas como eu disse antes, por fora é mais bonito mesmo….e lá vamos nós….entre pulos, fogo, robôs e um monumento nacional ou outro acabamos por cometer um pequeno deslize e acelerar o processo de desintegração da nave, tendo que acelerar o passo (ou os pulos) para não morrer de forma precoce…

Mas como pouca desgraça é bobagem temos menos de 1 minuto para chegar a ultima nave de fuga antes que a nave escravizadora vire pó, faltando poucos segundos chegamos à nave e quem está lá? Uma bala para quem acertar…a nave de fuga é ejetada, caímos em algumas ruínas da cidade de Nova York….

Wolverine acorda….com uma tiara na cabeça, sim…aquela mesma….e a guria, sim…aquela mesma também…é quem tem o poder sobre ele…e ela faz uma proposta irrecusável (ou indecorosa para os fãs de Legião Urbana) para ele (não é isso que estão pensando não):

“Me leva pra casa ou te frito! Além do que, se meu coração parar de bater, tu é frito também filho.”

Ela precisa dele, ele precisa dela e ambos partem nessa jornada rumo ao desconhecido enfrentando sabe-se lá o que em um caminho que promete muitas emoções (e algumas seqüência de moto e “surf/skate”).

Espero que tenham gostado, perdoem qualquer erro pois nunca escrevi nada do tipo (e nem pretendo).

Confesso que esperava maior qualidade gráfica, mas não tenho do que reclamar, a trilha sonora é show, o sistema de combate simples e a história apesar de ser levemente manjada pode vir a ser épica (ou pelo menos melodramática e daí talvez minha noiva goste e não fique me incomodando).

A demo está na PSN, vale a pena conferir!

Vitor Dutra

…

Tava morrendo de curiosidade sobre Enslaved e o Vitor, que jogou a demo disponível na PSN, fez este review para que acompanhasse. Obrigada, Vitor. 😀

Este jogo estava sendo aguardado com ansiedade pela comunidade de gamers justamente pelas imagens que prometiam ser um espetáculo à parte. Aparentemente o traço é bonito, mas a qualidade não é tudo isto.

Cloud que também jogou, concorda com Vitor que fora este e outros pequenos senãos ainda promete ser uma boa diversão.

Continua na lista de games que tenho que jogar.

29/09/2010 0 comment
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Enslaved: Odyssey to the West. Um game de aventura com cenários dignos de Final Fantasy

by AllanMartins 03/09/2010
Escrito por AllanMartins

O novo jogo da Ninja Theory, Enslaved: Odyssey to the West, tem tudo para ser um dos maiores lançamento de 2010 no sentido de jogos de aventura. A história do jogo se baseia numa antiga lenda oriental sobre o Rei Macaco e gira em torno de um mundo pós-apocalíptico onde sobreviver acaba sendo a palavra-chave.

Os cenários são muito coloridos e os personagens extremamente bem modelados, um show visual!! Teremos cenários onde a Natureza fará o seu trabalho para consumir qualquer vestígio de civilização humana que outrora existia, veremos pedaços de prédios e de robôs gigantes espalhados pelos lugares visitados.

Você controlará Monkey, que foi aprisionado por uma linda mulher chamada Trip que deseja encontrar o seu lar, a qual ele deve proteger ao longo do game. Se algo acontecer a ela, bau-bau, game over sem churumela. O jogo terá um enfoque na exploração e na jogabilidade entre os dois, que parece ser um dos pontos fortes do jogo também. Nas imagens e vídeos já disponibilizados vemos Monkey lutando ora com as mãos, ora com um bastão que também parece lançar algum tipo de projétil, tudo isso em cenários imensos e bem estilosos.

A Ninja Theory promete “gráficos tão bonitos como os do jogo Uncharted 2” do PS3, e pelo trabalho que já foi apresentado parece cumprir bem a sua promessa. Além disso a própria Ninja Theory deixou claro que Enslaved é o seu melhor jogo até agora, não só pelos gráficos e cenários, mas também pela trilha sonora que promete ser um arraso, lol!!!

Enslaved tem previsão de lançamento para o dia 05 de Outubro e eu, com certeza já vou estar lá para adquiri-lo. Ainda mais por ser fã da franquia Devil May Cry e saber que será a Ninja Theory que fará o 5º título da série.

E vocês, jogarão esse?

Abaixo deixo algumas imagens para conhecerem um pouco mais do jogo (clique para ampliar):












Aqui, um trailer do jogo, exibido na E3:

Esse aqui mostra a gameplay, escolhi esse porque tem uma cena de luta:

Lindo, não acham?! Bom FDS à todos!!!!
03/09/2010 0 comment
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(RPGs) Uma luz no final do tunel e a esperança que renasce.

by A Itinerante - Neiva 14/07/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

Saimos da fartura e pujança do Playstation 2 para uma temporada praticamente às moscas com o PS3, nosso culpado nº 1.

Muito caro na época do lançamento, o console demorou para emplacar. Vários problemas, inclusive atrasos e preço alto deram-lhe a 8a. posição na lista dos 21 maiores micos tecnológicos de 2006. Desenvolvedores pararam de fazer títulos para o PS2 e não quiseram arriscar no mercado ainda restrito do novo aparelho. Como o Xbox360 não é muito popular no Japão, à principio o principal consumidor de RPGs, migraram para outros gêneros ou simplesmente tocaram em marcha lenta os projetos de rpgs.

A boa notícia é que aos poucos o custo de fabricação do PS3 foi baixando e também o preço final ao consumidor. O modelo slims lançado no último semestre de 2009, com várias melhorias e um preço praticamente popular tornou-o muito mais acessível e alavancou as vendas do console no japão, o principal desenvolvedor e consumidor de RPGs.

As vendas de final de ano que já seriam naturalmente elevadas foram ainda maiores com o lançamento de Final Fantasy XIII na última quinzena de dezembro e que vendeu 1,5 milhões de cópias na primeira semana.

O conjunto destes fatores aumentou consideravelmente o número de consoles existentes no mercado, o interesse pelos RPGs renasceu e os desenvolvedores finalmente passaram a ter um mercado a explorar. Como resultado, vários novos títulos estão sendo preparados e anunciados.

THE LAST GUARDIAN (PS3)

Dos mesmos criadores de Ico e Shadow of Colossus, duas lendas do PS2. Não é comovente? Não dá vontade de já estar jogando?

EL SHADDAI (PS3/XBOX360)

Dos criadores de Okami. Tão lindo que chega a dar aperto no coração.

THE LAST STORY (WII)

Feito pelo Hironobu Sakaguchi que é o pai do Final Fantasy.

XENOBLADE (WII)

Acabou de ser lançado no japão e está liderando todos os rankings de venda. Crítica elogiou.

ENSLAVED (PS3/XBOX360)

Da Namco/Bandai. Maravilhoso. Os cenários parecem pintados à mão. Aguardo ansiosamente. Confirmado para Out/10.

WHITE KNIGHT CHRONICLES 2 (PS3)

Quem conhece diz que o 1 foi só para preparar caminho para o 2 e que este sim será “o” RPG. Pelo trailer parece mesmo.

LEGEND OF ZELDA: THE SKYWARD SWORD (WII)

DRAGON QUEST X (WII)
Ainda sem trailer, mas já confirmado.

FF VERSUS XIII (PS3)
Dispensa apresentações não? rsrs

…

Além destes já anunciados, várias franquias estáveis ainda não lançaram título este ano e podemos ter a expectativa de ver e jogar os seguintes títulos, dentre outros:

Final Fantasy XIII-2
Kingdom Hearts 3
Persona 5
Suikoden 6
Grandia 4
Valkyrie Profile 3
Wild Arms 6

E o que mais? Hum… devem ter outros, mas de imediato tem estes. Tá bom, né? Imagina tudo isto saindo nos próximos 12, 18 meses!!!

Aí o problema será encontrar tempo para jogar tudo. rsrs

Supresa é o Wii (quem???) reapontando neste mercado. Vou ter que tirar o pó dele e ver se ainda funciona. rsrs

…

Quero agradecer a um amigo que ajudou-me nesta compilação. 😀

14/07/2010 0 comment
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