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Patente da Sony pode permitir integração de troféus a jogos de PSone e PS2

by A Itinerante 23/03/2013
Escrito por A Itinerante

Uma nova patente da Sony pode permitir que os jogos das linhas PSone e PS2 Classics, para o PlayStation 3, passem a oferecer troféus. Os títulos não apresentam o recurso pois são emulados diretamente dos originais. Porém, uma tecnologia patenteada seria capaz de modificar os jogos para ativar troféus após ações específicas.

A patente, descoberta nos fóruns do site NeoGAF, é descrita como “um método e um dispositivo para adicionar suporte a troféus em jogos que não os têm, sem modificar os jogos originais. O método e o dispositivo são usados para detectar acessos particulares ao disco, e usar este acesso detectado como potenciais gatilhos para troféus nos jogos, e reconhecer os gatilhos enquanto o game é jogado.”

“Os troféus serão premiados baseados nos gatilhos, e os troféus recebidos serão armazenados.” Isto significa, na prática, que os jogos que não possuem troféus podem receber um patch com esta tecnologia sem alterar o seu código original. Assim, ações predeterminadas serão premiadas com um troféu quando realizadas nos jogos.

A tecnologia da patente permite, também, que os primeiros jogos do PS3 que ainda não apresentavam troféus os recebam, como Resistance: Fall of Man e Heavenly Sword. Este sistema é independente do trabalho das empresas que desenvolveram os jogos, cortando custos. É importante frisar que ainda não há planos oficiais da Sony para disponibilizar a tecnologia aos jogadores.

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Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara será relançado pela Capcom

by A Itinerante 23/03/2013
Escrito por A Itinerante

Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara será relançado para PS3, Xbox 360, Wii U e PC. A compilação que reúne os games Tower of Doom e Shadow Over Mystara em um único pacote. Os dois títulos foram lançados nos fliperamas na década de 90 e fizeram muito sucesso, inspirados pelo famoso RPG D&D, com gráficos e jogabilidade que marcaram época.

De acordo com a Capcom, o relançamento vai trazer um modo online inédito, baseado na tecnologia GGPO, que vai permitir que até quatro jogadores participem de partidas via Internet. Será possível entrar e sair do jogo no meio das partidas, o que vai facilitar o acesso de todos.

Para inovar ainda mais nesta versão, Chronicles of Mystara vai contar com um sistema de House Rules, as Regras da Casa, que dão ao jogador a opção de personalizar suas sessões multiplayer, ligando e desligando o que é permitido durante a jogatina.

Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara chega em junho, em data a ser anunciada. O pacote vai custar US$ 15 (cerca de R$ 30) e será lançado apenas digitalmente nas plataformas anunciadas.

Opinião: Saudades dessa época eu joguei muito com meus amigos… E toda vez que eu vou ao Shopping aqui em Jampa eu jogo na maquina.

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Beyond: Two Souls – No interior de um projeto ambicioso – Antevisão

by A Itinerante 23/03/2013
Escrito por A Itinerante

No passado dia 20 estive nos estúdios da Quantic Dream em Paris, para ver o mais recente projeto dos criadores de Heavy Rain, o muito aguardado Beyond: Two Souls, que se tudo correr bem chegará à PlayStation 3 no próximo mês de Outubro. Ainda há trabalho por fazer e apenas nos mostraram algumas partes do jogo, nem todas estavam disponíveis de forma jogável, nem todas as mecânicas estavam a funcionar perfeitamente, mas o conceito global, ou seja, a personalidade do título estava já escancarada.

A história de Beyond percorrerá a vida de Jodie Holmes ao longo de 15 anos, apresentado para isso 14 modelos animados dela desde os 8 aos 23 anos de idade. O objetivo passa por construir uma relação que vai muito para além da representatividade, querem que o jogador sinta que conhece Jodie intimamente, se preocupe com ela. Não sei quanto tempo é dedicado à fase da infância em comparação já com quando ela é uma jovem adulta, mas o facto de existirem tantos modelos de Jodie, indica que acompanharemos amplamente o crescimento dela.

Mas não são apenas os diferentes modelos a contribuir para tornar a personagem autêntica, estou certo que por esta altura todos terão assistido ao vídeo com a sessão de captura de animações que juntou os atores Ellen Page e Willem Dafoe, onde foram colocados dezenas de esferas espalhadas pela face e corpo dos atores, um tipo de tecnologia apelidada de “Performance capture Technology”.

“A história de Beyond percorrerá a vida de Jodie Holmes ao longo de 15 anos…”


O objetivo passa por tornar cada ação das personagens única durante o jogo. Isto é algo tremendamente ambicioso. Um motor de um jogo conta sempre com um banco de animações a que os developers recorrem durante a produção, por exemplo, quando uma personagem abre uma porta ou sobe um muro o produtor recorre à animação específica para esse efeito, tornando-as muito iguais. Uns jogos apresentam mais variedade do que outros, mas animações únicas é algo que nunca vi, e terei mesmo que esperar para ver neste caso.
A captura de animações através da própria performance do ator será sempre diferente é certo, qualquer ação depende de coisas como o estado de espírito, a postura ou a intenção de quem está a representar e em teoria torna cada momento único e por isso credível. Isto resultou num número recorde de animações para o novo motor de jogo específico para este título, o mesmo utilizado para a tech demo Kara, que já agora, pelo que nos foi dito utiliza já técnicas de efeitos especiais e renderização de próxima geração.
Quem não dependerá tanto de animações mas terá um papel igualmente preponderante na aventura é a figura de Aiden, a entidade que acompanha Jodie desde o dia em que nasceu. Aiden não é dependente da vontade de Jodie, não faz tudo o que ela pede e consegue ser confortante e ao mesmo tempo ciumento e possessivo com ela. Um contraste interessante em termos de “storytelling” é o facto de sendo uma entidade, ele não compreende as regras normais da sociedade e das relações humanas. Não percebe os receios e ânsias que os outros demonstram com a dádiva de Jodie.

Um rosto para ficar marcado na historia do PS3

Ele estará sim sempre ao seu lado independentemente da situação em que ela se encontre, facto reforçado por podermos alternar o controlo de Jodie e de Aiden a qualquer altura durante o jogo. Como entidade ele não obedece a constrangimentos físicos, quando estamos em controlo de Aiden podemos atravessar paredes para aceder a áreas impossíveis para Jodie, podemos voar, podemos tomar controlo de certos indivíduos mais fracos de espírito e finalmente temos a capacidade de exercer influência sobre a matéria.
O gameplay será assim baseado na cooperação entre os dois, dentro de ambientes bastante mais amplos do que vimos nos jogos anteriores do estúdio, até para reforçar o fator exploração utilizando Aiden principalmente. Mais uma vez existirão várias formas de jogar cada um dos capítulos, ou seja, teremos mais uma vez que fazer escolhas e viver com as consequências. O mais interessante é que estas escolhas não são perceptíveis na maioria dos casos, dependem das nossas ações directas e não de uma caixa de texto de escolha múltipla.
Este sempre foi um dos aspectos do design dos jogos da Quantic Dream que mais admirei, o jogo evita ao máximo dizer ao jogador o que fazer, ou perguntar-lhe que caminho tomar, ao invés, coloca-o na situação onde tem que decidir por si mediante o que vê e o que sente. Para isto acontecer da melhor forma tem que haver um envolvimento emocional muito forte com os acontecimentos, e têm que existir ambientes muito credíveis e detalhados. Os que nos foram mostrados estão sinceramente surpreendente.
“O jogo evita ao máximo dizer ao jogador o que fazer, ou perguntar-lhe que caminho tomar”
A história é como sempre o principal foco de preocupação da Quantic Dream, é dividida por capítulos e é contada em desordem cronológica, ou seja, vamos alternar entre várias etapas da vida de Jodie com partes da história a avançar cronologicamente enquanto outras se movem no sentido oposto, estilo o que vemos no filme “Memento” para quem conhece. Esta técnica de “storytelling” permite-nos aceder às consequências antes das causas, ou seja, torna o enquadramento em resolução e vice-versa, como montar um puzzle.
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Prédio na Av. Paulista vira ‘telão’ para obras de arte inspiradas em games

by A Itinerante 23/03/2013
Escrito por A Itinerante

Mostra ‘PLAY!’ traz 6 obras de arte, sendo que três são interativas.
Visitantes poderão brincar com obras usando prédio da Fiesp como TV.

Uma mostra artística na cidade de São Paulo permitirá que os visitantes “joguem” videogame na fachada do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, região central da capital. Chamada de “PLAY!”, a mostra traz seis obras de arte baseada em jogos eletrônicos, sendo três delas interativas, permitindo que os visitantes brinquem e interajam com as criações.

Para as obras que usam a fachada do prédio, a organização afirma que será montanda uma estrutura do outro lado da Av. Paulista, na Alameda das Flores, para permitir que os visitantes assistam às animações e possam interagir com a mostra.

Uma delas que usa a fachada do edifício como tela, chamada de “Paulista Invaders”, de Suzete Venturelli e do MidiaLab|UnB, do Brasil, é inspirada no antigo game “Space Invaders”. O jogador controla uma bicicleta que deve se defender dos carros jogando flores contra eles. Os carros, ao serem atingidos, se desfazem e purificam o ar, mudando a cor de fundo da obra. O objetivo da obra é conscientizar sobre qualidade de vida de despoluição do ar da capital.

Da Espanha, a obra “LUMMO” é baseada no jogo “Tetris”. Nela, duas pessoas, uma controlando o eixo da peça e outra sua posição na tela para preencher todos os espaços, fazendo com que as linhas desapareçam – como no jogo. O projeto foi exibido originalmente no Medialab Prado, em Madri, na Espanha, e incentiva a interação entre os jogadores e as pessoas ao redor.

Outra obra interativa baseada em games é a “Labirintos Invisíveis”, do brasileiro Andrei Thomaz. Ela consiste em dois labirintos a serem jogados simultaneamente por participantes usando um tablet, em que cada jogador deve mover o ponto da área de partida e percorrer os labirintos até sua saída dentro de dois minutos. Há labirintos que se dissolvem e outro que fica invisível quando o visitante toca em suas paredes.

Serviço

O que é: Mostra de arte baseada em games “PLAY!” (veja a programação no site)
Quando: de 25 de março a 7 de abril. Obras interativas das 20h às 22h; obras visuais: na fachada do prédio, até 5h da manhã;
Onde: no prédio da Fiesp, na Av. Paulista 1.313, Bela Vista, São Paulo.

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Final Fantasy XI + XIV Painel Live From PAX Oriente

by A Itinerante 23/03/2013
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Assistam o que rolou na From PAX Oriente:

Aniversário de 25 anos da Série Final Fantasy

Final Fantasy XI: Seekers of Adoulin

Final Fantasy XIV: Realm Reborn

Final Fantasy X | X-2 HD

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Clássico de luta Capcom vs. SNK 2 será relançado no PlayStation 3

by A Itinerante 22/03/2013
Escrito por A Itinerante

Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millenium 2001 será relançado digitalmente no PlayStation 3. O jogo fará parte do selo ‘PS2 Classics’ na PlayStation Store. De acordo com Christian Svensson, diretor da Capcom dos Estados Unidos, o título deve chegar até o final de abril.

Svensson explica que, segundo a agenda da Capcom, o jogo estará pronto no fim de abril, mas que a data específica depende da Sony, que pode disponibilizar o download até antes do previsto. Sendo um ‘PS2 Classic’, Capcom vs. SNK 2 será apenas uma versão emulada do original para o PS2, e não receberá gráficos em alta definição ou outras atualizações.

Hideaki Itsuno, diretor de Capcom vs. SNK 2, já havia anunciado em outubro do ano passado seus planos para um relançamento. O jogo coloca os Street Fighters da Capcom (além de lutadores de Darkstalkers, Rival Schools e Final Fight) contra personagens dos melhores jogos de luta da SNK, como Fatal Fury, Art of Fighting, Samurai Shodown, Garou: Mark of the Wolves e, é claro, The King of Fighters.

Lançado originalmente em 2001, é considerado um jogo bastante técnico e variado, principalmente por abraçar as mecânicas de luta de franquias diferentes, com lutas entre times de até três personagens. Sucesso nos arcades, ganhou versões também para Gamecube, Dreamcast e Xbox. É jogado até hoje em alguns torneios profissionais.

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Remake de Final Fantasy 10 trará Final Fantasy 10-2 no mesmo disco

by A Itinerante 22/03/2013
Escrito por A Itinerante

Final Fantasy 10 HD, esperado remake em alta definição do décimo capítulo da série, acompanhará também a sua continuação, Final Fantasy 10-2, em um mesmo disco no PlayStation 3, segundo a revista japonesa Jump. Já na versão para PS Vita, os títulos poderão ser comprados separadamente.

Tudo começou com um rumor, sobre o qual a Square Enix se recusou a comentar, mais tarde sendo confirmado por uma página escaneada da revista Jump. Ainda segundo a popular publicação do Japão, os jogos contariam com todo o conteúdo de suas versões internacionais e teriam lançamento ainda em 2013

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Final Fantasy 10 foi lançado originalmente para o PlayStation 2 em 2001 e teve seu remake em alta definição anunciado durante a feira japonesa Tokyo Game Show em 2011, quando completou seu décimo aniversário. Desde então o jogo tem aparecido pouco e é a primeira vez que sua sequência, Final Fantasy 10-2, foi mencionada.

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Xbox 720 não rodará jogos do disco após instalação, diz rumor

by A Itinerante 22/03/2013
Escrito por A Itinerante

Um novo rumor sobre o Xbox 720 sugere que os jogos para o console rodarão diretamente do seu disco rígido, e que não vão precisar dos discos originais após a instalação. De acordo com a fonte do site VGleaks, o recurso é parte do plano da Microsoft de combate à pirataria.

Assim, o sucessor do Xbox 360 incluirá um HD de grande capacidade, para “armazenar um grande número de jogos”. Podemos esperar algo com, no mínimo, 500gb. Segundo o site, todos os jogos serão instalados no HD, e jogar um game diretamente do seu disco não será possível. Isto significa, por outro lado, que também será impossível emprestar ou revender um título usado já instalado.

Além disso, as informações do VGleaks fazem referência a outro rumor antigo sobre o Xbox 720: que o console exigirá conexão permanente à internet. Mais um fator na direção do bloqueio a jogos usados. Sempre online, não é difícil imaginar um sistema que verifique a autenticidade de cada jogo assim que for iniciado no console.

O mais estranho é que, após instalado, o disco do jogo se torna basicamente inútil, a menos que uma nova instalação do game seja necessária. É importante frisar que a Microsoft não confirmou nenhuma destas informações, mas deve revelar o novo Xbox em breve.

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Opinião: O Xbox foi o console que mais sofreu com a pirataria sendo violado poucos meses depois de seu lançamento, é normal que a microsoft esteja armando um esquema para tentar coibir isto.

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Unity poderá ser usado nas plataformas PlayStation

by A Itinerante 22/03/2013
Escrito por A Itinerante

Sony e Unity Tecnologies anunciam parceria.

A Unity Tecnologies e a Sony Computer Entertainment criaram uma parceria entre si para trazer o motor de jogo Unity para as plataformas PlayStation.

Graças a esta parceria, os produtores com uma licença para desenvolver jogos para as plataformas da Sony – PlayStation 4, PlayStation 3, PlayStation Vita e PlayStation Mobile – poderão usar o Unity para materializar a sua visão.

O Unity tem várias vantagens, como a possibilidade portar os jogos para as consolas da Sony sem a necessidade de reescrever o código de novo. O desenvolvimento para o PlayStation Mobile também ficará mais fácil, pois os produtores não terão que possuir um PlayStation Mobile SDK para produzir os seus jogos.

Futuramente, o Unity deixará os produtores criar jogos para os serviços em cloud oferecidos pela Sony.

Todos os jogos criados no Unity serão disponibilizados na PlayStation Store.

O Unity é um motor utilizado por mais de 1.5 milhões de produtores e é conhecido pela sua versatilidade. Esta parceria é sem dúvida uma mais valia para ambas as partes.

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Square Enix regista Lara Croft: Reflections

by A Itinerante 22/03/2013
Escrito por A Itinerante

A Square Enix registou nos Estados Unidos a marca Lara Croft: Reflections, descobriu o Siliconera.

Com o lançamento de Tomb Raider no início deste mês, poderíamos muito bem pensar de que se trata de um conteúdo adicional. Todavia, a Square Enix disse que a partir de agora só apostaria em conteúdos adicionais para o multijogador, e Lara Croft: Reflections não parece um nome de um conteúdo adicional desse tipo.

É possível que Lara Croft: Reflections seja um spinoff semelhante a Lara Croft and the Guardian of Light. Pode até ser um jogo para iOS/Android ou PlayStation Vita e 3DS, visto que estas plataformas não receberam o mais recente Tomb Raider.

Ficaremos atentos a mais informações.

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