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Review: God of War Ascension encanta com gráficos e diverte com multiplayer

by A Itinerante 12/03/2013
Escrito por A Itinerante

God of War: Ascension é o novo capítulo da franquia exclusiva da Sony. Em tom de despedida do PlayStation 3, o game aposta em gráficos incríveis e a jogabilidade consagrada para satisfazer os fãs do guerreiro espartano. Confira:

A Ascensão de Kratos

O jogo volta no tempo e mostra quando Kratos foi enganado por Ares – o deus da guerra original, segundo a mitologia grega – para que matasse sua família. Jurando vingança, ele quebra o pacto de sangue que o ligava a Ares, mas alianças com o Monte Olimpo não são facilmente desfeitas. Sentenciado a uma eternidade acorrentado em uma prisão, Kratos luta contra a própria insanidade pelas mãos das Fúrias, as deusas da punição, da justiça e do tormento.

Mas ao contrário dos outros títulos, a história de Ascension se arrasta de uma maneira pouco atraente. A insanidade do espartano não caiu muito bem como desculpa para boa parte das execuções contra inimigos mais poderosos. Além disso, muitos personagens surgem aleatoriamente no enredo, o que causa muita confusão, principalmente, para quem conhece pouco da história.

A impressão que fica é que já não há mais nada a se retirar da história passada do personagem. Agora é hora de recomeçar uma nova trajetória, assim como foi feito de forma convincente em God of War 3. Vale ressaltar que os títulos para PSP já adotavam essa estratégia de enredo.

Campanha repleta de desafios

A campanha principal do game continua única. Desde o primeiro momento o título instiga o jogador a enfrentar desafios e seguir a trajetória repleta de ação. O destaque fica para a dificuldade equilibrada do game. Desde o começo, os jogadores terão que lidar com criaturas mais fortes e inteligentes, que premeditam alguns movimentos e que continuam atacando, mesmo sob uma sequência de golpes.

Outro atrativo fica por conta dos poderosos chefes, que sempre foram marcantes em toda franquia. Prepare-se para enfrentar gigantescas criaturas e até mesmo semi deuses e suas formas mais do que bizarras. Tudo em um altíssimo nível de detalhamento – que falaremos mais adiante – e de uma certa complexidade na hora de derrotá-los.

Os conhecidos puzzles ainda estão presentes no game. A dificuldade para solucioná-los continua a mesma, ou seja, nada que faça o jogador perder mais do que meia hora para resolver. O jogo também conta com uma série de secrets espalhados pelo cenário, entretanto não tão difíceis de serem encontrados.

Novas habilidades também marcam presença em Ascension. Destaque para o amuleto de Ouroboros, que permite reconstruir ou destruir certas construções no cenário, além de servir como arma e manipular seus oponentes. Graças aos poderes dos deuses, Kratos também consegue, por exemplo, se locomover embaixo d’água e realizar outros movimentos – que não citaremos para evitar spoillers.

Habilidades limitadas

A jogabilidade de God of War: Ascension se mantém praticamente intacta. As combinações de golpes mantém a tradição da série e você adquire mais movimentos a medida que sua arma é evoluída. Os golpes fracos, fortes, bloqueios e agarrões permanecem os mesmos, portanto, se você já está familiarizado com os outros títulos, não encontrará dificuldades para realizar alguns combos.
Ao contrário de outros títulos, Kratos não conta com uma variedade de armas. Apenas as Lâminas do Caos são suas companheiras nesta jornada. Em compensação, como God of War: Ascension se passa antes de Kratos ter provocado a ira generalizada dos deuses, eles ainda estão do seu lado. Sendo assim, ao longo da campanha, você receberá uma ajuda divina de acordo com seus elementais:

Deuses    Elementais
Poseidon   Gelo
Hades      Alma
Zeus         Raio
Ares        Fogo

Mesmo assim, a sensação é de que há uma certa limitação no leque de habilidades de Kratos. Por exemplo, evoluindo as Lâminas do Caos, Kratos ganha limitadas combinações de golpes que envolvem uma sequência de comandos. Já a evolução dos poderes divinos também não rendem tantas habilidades novas. Destaque apenas para os especiais, que para serem desbloqueados é necessário evoluir ao máximo o seu elemental – o que leva um certo tempo.

Mais violento do que nunca

A saga de Kratos ficou popularmente conhecida pelo excesso de violência e conteúdo sexual. Em Ascension, são poucas as cenas em que o guerreiro espartano atua como uma espécie de garanhão da mitologia. E assim como nos outros capítulos, ela continua sendo bem forçada. Afinal, não é qualquer um que, em meio a sua jornada em busca de vingança, consegue ter um tempinho para uma rápida relação sexual.

Já a violência continua sendo a ponto mais apelativo do jogo. Se não bastassem as execuções cruéis e insanas de Kratos, dessa vez elas estão mais – exageradamente – detalhadas. Desde tripas pulando para fora do estômago e membros sendo decapitados em câmera lenta, o jogo não poupa detalhes na hora de chocar o jogador com tamanha fúria do herói. Haja estômago!

Modo Multiplayer que surpreende


Quando o modo multiplayer de God of War: Ascension foi anunciado, muitos torceram o nariz, afinal, em uma aventura solo como a de Kratos não haveria lógica em um modo com outros personagens. Mas ao contrário de outros fiascos, como no recente Tomb Raider, o multiplayer agrada bastante. Ele conta com os seguintes modos:

 sistema de evolução e personalização de seu Campeão é o grande atrativo deste modo. É possível customizar armas e armaduras, que evoluem determinados atributos, além de decorá-las com uma determinada cor. Você também evolui itens e habilidades de acordo com o deus escolhido para seguir sua trajetória.

Durante as partidas é de se admirar a qualidade do jogo. Mesmo com diversos jogadores na partida, não há grandes lags e dificilmente ocorre perda de conexão. Mais um motivo para se admirar este modo que inovou a série, já que em outros títulos o game contava apenas com a campanha principal e o modo solo onde você deveria derrotar ondas de inimigo – que continua presente em Ascension.

Incrivelmente bonito

Visualmente, God of War: Ascension pode ser considerado como um dos mais belos jogos já produzidos. É impossível não se encantar com tamanho capricho do Santa Monica Studios ao desenvolver cada etapa do game, seja nas cutscenes, ou na hora do gameplay. Ainda mais agora, que vivenciamos um momento de transição entre gerações de consoles, dá gosto de ver o que PlayStation 3 ainda pode proporcionar.

Não foram só os cenários que receberam esse cuidado, cada personagem e cada elemento importante do jogo não ficou de fora do rigoroso critério de qualidade do jogo. Kratos nunca foi tão bem reproduzido, seja “limpo”, ou repleto de sangue de seus adversários. As criaturas presente em praticamente todos os capítulos da franquia, como Ciclops, Cerberus, Medusas, também receberam uma cara nova, sem perder suas características. E os grandes chefes citados mais acima… esses são um verdadeiro espetáculo visual.

Entretanto, há um preço a se pagar por esse capricho, e ele pode ser caro. Diante de tantos detalhes visuais, Ascension é um game pesado. Dessa forma, o jogo não roda mais a 60 frames e apresenta algumas quedas bruscas de quadros por segundo. Se o game fosse desenvolvido para um PC, uma melhoria no hardware – principalmente processador e placa de vídeo – poderia resolver o problema. Mas o hardware de um console é sempre o mesmo, não há como melhorá-lo, por isso, essa pequena lentidão é constante ao longo de todo o jogo.

Para os gamers menos críticos, a sensação pode até passar despercebida. Mas para os mais experientes e, acima de tudo, exigentes, isso pode ser encarado como uma falha grave. Isso leva até mesmo a um questionamento: diante de uma proximidade tão grande do lançamento do PS4, não valeria a Sony esperar mais um pouco e lançar o título como grande carro-chefe do seu novo console e manter a qualidade em todos os aspectos?

Dublagem e menus em português


Assim como em praticamente todos os seus títulos exclusivos, a Sony traz ao Brasil God of War: Ascension totalmente em português. O jogo conta com todos os menus traduzidos, além de dublagem em todos os personagens do game, desde Kratos aos coadjuvantes.

Algumas vozes não encaixaram tão bem como deveriam. Algumas Fúrias, por exemplo, possuem um tom de voz bem artificial. Mas a grande maioria agrada bastante. Até mesmo Kratos conta com uma tom convincente e que encaixou muito bem no personagem.

Conclusão


God of War: Ascension se despede do PlayStation 3 mostrando que, mesmo no seu final de vida, o console ainda tem muito a oferecer. A jogabilidade ainda se mantém adequada para o que o game proporciona e o modo multiplayer, que muitos criticaram quando anunciado, agrada e diverte. Já o visual, foi tão caprichado que acabou deixando o jogo rodando mais lento, perdendo os 60 frames dos títulos anteriores. Já o enredo… é melhor você não se atentar a ele e continuar a se concentrar na pancadaria de Kratos.

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Novo motor de PES será revelado na próxima semana

by A Itinerante 11/03/2013
Escrito por A Itinerante

Todos os detalhes técnicos virão na próxima edição da EDGE.

O motor de jogo que dará vida aos próximos jogos da série Pro Evolution Soccer será revelado na próxima edição da revista EDGE, que estará disponível a 14 de março.

A Konami fez o anúncio por meio do Twitter, deixando empolgados os milhares de fãs que leram o twitter.

Conforme já revelado em maio de 2012, os próximos Pro Evolution Soccer serão desenvolvidos no FOX Engine, o motor criado pelo estúdio Kojima Productions para Metal Gear Solid.

O FOX Engine e as suas capacidades são minimamente conhecidas, mas é provável que não estivesse preparado para ser o berço de jogos de futebol, pelo que a Konami deve ter feito algumas afinações, daí esta grande revelação.

Na próxima edição da EDGE poderão ficar a conhecer “todos os aspetos técnicos do novo motor”. Este é “o primeiro passo, que depois encaminhará para uma revelação completa em outra data”.

Será que o PES 2014 já foi desenvolvido no novo motor? Teremos que aguardar para saber.

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Analista prevê que a Microsoft será a vencedora da próxima geração de consoles

by A Itinerante 11/03/2013
Escrito por A Itinerante

Devido a aplicações como o Skype um sintonizador de TV.

O analista Michael Pachter, famoso pelas suas previsões e programa Pach-Attack do GameTrailers, concluiu que a Microsoft será a companhia vencedora na próxima geração de consoles.

Geoff Keigley, o apresentador do GameTrailers, partilhou uma imagem de uma apresentação do Pachter no evento SXSW Interactive onde podemos constatar as suas previsões para a próxima geração consolas.

O novo Xbox será o console vencedora devido a killer apps como o Skype e um sintonizador de TV. A Sony continuará a prosperar com o PlayStation 4, mas ainda continuará a correr atrás da Microsoft, embora o Gaikai e conteúdos sejam uma grande vantagem. A Nintendo “permanecerá a rainha do software”, no entanto, terá que lidar com vendas desafiantes dos seus consoles e com a concorrência dos smartphones no mercado das portáteis.

Outras previsões para a próxima geração são que nenhuma editora será condenada à falência e que o PC regressará com um dispositivo para videojogos.

O que têm a dizer destas previsões de Michael Pachter?

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Tales Of Xillia – Primeiro gameplay em inglês

by A Itinerante 11/03/2013
Escrito por A Itinerante

Depois de uma longa espera, chegará finalmente em 2013.

O primeiro vídeo gameplay em Inglês de Tales of Xillia surgiu online. Você vai ouvir os atores do jogo com a  voz em inglês pela primeira vez. Chegara para PlayStation 3 ainda este ano. Assista ao vídeo abaixo.

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Canal de televisão usa imagem de Assassin’s Creed numa reportagem do conflito na Síria

by A Itinerante 11/03/2013
Escrito por A Itinerante

Embora os jogos ainda tenham atingido um realismo próximo da realidade, há determinadas imagens que com determinado ângulo e iluminação podem pregar uma rasteira e serem confundidas com a realidade. Foi o que aconteceu com uma imagem de Assassin’s Creed.

O Times of Israel relata que o canal de televisão dinamarquês TV2 usou uma foto do jogo da Ubisoft enquanto fazia uma reportagem do conflito na Síria.

A imagem usada é da linha de horizonte da cidade Damasco, que foi confundida como sendo real.

Em defesa do canal, podemos referir que não é a primeira vez que tal erro acontece. A BBC cometeu tal erro no ano passado, mostrando o logótipo UNSC de Halo numa reportagem sobre o conselho de segurança das Nações Unidas.

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Avalanche Studios: “PS4 será mais poderoso que a maioria dos PCs durante vários anos”

by A Itinerante 11/03/2013
Escrito por A Itinerante

Linus Blomberg, o CTO e co-fundador do Avalanche Studios está tão impressionado e entusiasmado com as capacidades do PlayStation 4 que disse ao GamingBolt que o PlayStation 4 “será mais poderoso que a maioria dos PC durante vários anos”.

Estas palavras foram ditas no contexto dos 8GB de RAM GDDR5 que a consola terá, que é a quantidade ideal para os produzidos pelo Avalanche Studios.

“Estamos confiantes que vamos levar os jogos em mundo aberto a um outro nível por causa disso,” disse Blomberg, que também se mostrou interessado em outras funcionalidades da consola.

“A PlayStation 4 não será apenas uma máquina de jogos muito poderosa de uma perspetiva hardware, será também uma ferramenta social e um marketplace integrado mais parecido com o dos telemóveis. De uma certa forma é o melhor de todos os mundos; um grande desempenho para jogos exigentes, um bom ecossistema social e conectividade, e um marketplace integrado. Para o Avalanche Studios, como um estúdio de jogos em mundo aberto, é super entusiasmante e abre muitas oportunidades novas.”

Independentemente de ser mais poderosa ou não que a maioria dos PCs, a grande vantagem do PlayStation 4, e de outros consoles, é a optimização para o seu hardware, algo mais difícil de se conseguir no PC, devido à grande variedade de hardware que estes apresentam.

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Final Fantasy Versus XIII está entre as 10 coisas que querem ser vistas na revelação do novo Xbox

by A Itinerante 09/03/2013
Escrito por A Itinerante

A nova geração arrancou em Novembro com a Wii U e há duas semanas atrás foi revelada a existência da Playstation 4. Com a chegada de novos jogadores à sala de estar, como a Valve ou a Ouya, esta prepara-se para ser a geração de consoles mais atípica e entusiasmante de que há memória. A Microsoft está atrasada para a festa mas nas próximas semanas vamos, muito provavelmente, ficar a par da sua visão para os próximos anos.

Segue-se tudo aquilo que gostaria de ver na revelação do novo console e a probabilidade de isso realmente acontecer.

1 – Verdadeira retro compatibilidade

Há quem defenda que os jogos antigos são para jogar nas máquinas onde saíram e quem seja comodista. Eu encaixo no segundo grupo, o daqueles que preferem ter apenas uma máquina ligada à televisão em vez de 3 ou 4. A retro compatibilidade cria lealdade com a marca, sendo um forte incentivo para aqueles que, ao longo dos anos, construíram uma generosa biblioteca de jogos que pode ser transportada para o novo console. Mesmo que negligenciada a longo prazo, a retro compatibilidade é vital para os early adopters visto que o primeiro ano de vida de um console é, por norma, bastante fraco. O Playstation 2 foi a único console que comprei no lançamento e se não corresse perfeitamente jogos do Playstation original, teria sido um ano inteiro a Tekken Tag Tournament e SSX.

Incluir retro compatibilidade é a ponte perfeita entre o passado e o futuro.

Probabilidade de acontecer: 60%

Coincidência ou não, as consoles com retro compatibilidade são sempre as que mais vendem(PS2, Nintendo Wii, Nintendo DS) por isso incluí-la seria inteligente por parte da Microsoft e deixaria os consumidores felizes. Sempre achei que as colecções HD, por muito bem intencionadas que sejam, exploram a falta de retro compatibilidade e, apesar do Gaikai ser promissor no Playstation 4, prefiro não ter de pagar novamente pelos meus jogos.

O novo console da Sony vai continuar a pagar a pesada factura do processador Cell da PlayStation 3(é lamentável o que vai acontecer com os jogos PSN) mas com uma arquitetura baseada nos PCs, o novo Xbox só não vai correr jogos da Xbox original, 360 e XBLA se a Microsoft, errada ou gananciosamente, não quiser.

2 – Menos Kinect mas melhor Kinect


Tal como muitos de vós, acho o Kinect uma inutilidade mas, com 20 milhões de unidades vendidas, existe claramente quem pense o contrário. Até admito que Dance Central é bastante divertido(um dos meus preferidos de 2010) mas não voltei a jogar mais nada digno de nota com o aparelho. Acho a tecnologia pouco desenvolvida, bastante limitada e, até agora, não correspondeu às expectativas.

Probabilidade de acontecer: 100% para o melhor Kinect, 10% para o menos Kinect

A Microsoft ADORA o Kinect e adora mostrá-lo em grandes eventos apesar de o público que os segue se estar nas tintas para ele. É seguro acreditar nos rumores que apontam para uma versão melhorada do Kinect(mau era). Espero que o novo Kinect tenha, finalmente, níveis de resposta 1:1 como o Wii Motion Plus e Move. Pode ser que desta forma os developers consigam tornar o Kinect mais fiel à visão original. Ainda assim, tenho dúvidas em relação a conteúdo com grande profundidade sem recurso a qualquer tipo de botões mas espero ser surpreendido.

3 – Xbox Live Gold reformado

Já aqui expressei o meu desdém em relação à prática exploradora levada a cabo pela Microsoft que é o cobrar pelo jogo online. Este modelo de negócio está ultrapassado e os adversários já os apanharam sem com isso criar fãs de primeira e segunda classe.

Não é só por estes lados que se têm levantado fortes críticas ao Xbox Live Gold; em quase todos os grandes sites da indústria já alguém abordou o assunto e a conclusão foi sempre a mesma: o Gold acaba ou muda drasticamente.

Probabilidade de acontecer: 50%

Confesso que, quando escrevi sobre o Gold contava com uma mudança de atitude por parte da Microsoft e nunca me passou pela cabeça a hipótese de a Sony vir a fazer o mesmo. Se os rumores forem verdadeiros e a Sony passar a cobrar igualmente para se jogar online, deixa de existir qualquer razão para a Microsoft deixar de cobrar por isso. No entanto, passam a haver fortes razões para reformar o serviço caso a subscrição da Sony inclua as vantagens do Playstation Plus. As vantagens do Xbox Live Gold não podem, simplesmente, reduzir-se a jogo online e a um anedótico desconto semanal. Vão ter que passar a oferecer jogos e DLC e espero, muito sinceramente, que não nos atirem areia para os olhos com “vantagens” do género Xbox Music ilimitado.

4 – Novos IPs e o regresso de velhos conhecidos


Uma das maiores fraquezas do Xbox 360 é o baixo número de franchises exclusivas quando comparado com o Playstation 4. Gears of War, Halo, Forza ou Fable são todas de elevada qualidade mas não acham que está na hora de fazerem coisas novas?

Além de não fazerem, não deixam fazer. Deixem a Rare brincar com as velhas IPs que tantas alegrias nos deram, como Banjo-Kazooie ou Killer Instinct, em vez de os meterem a trabalhar no Kinect Sports.

Probabilidade de acontecer: 100%

O lançamento de uma nova plataforma é o melhor motivo possível para se apresentarem novas propriedades intelectuais. Uma nova série de plataformas, survival-horror ou de aventura não faziam mal nenhum ao catálogo da Microsoft.

Além de coisas novas e frescas, gostava de ver uma continuação de Conker’s Bad Fur Day, um dos meus jogos favoritos de sempre. Seria o suficiente para me venderem o console.

5- Títulos 3rd party de peso

A atual geração provou que, por muitos exclusivos que um console tenha, os grandes responsáveis pelas vendas de hardware são jogos multiplataforma como Call of Duty, Assassin’s Creed ou The Elder Scrolls. Não são exclusivos mas podem ser mais ou menos associados a uma plataforma. Na sua conferência, a Sony fez isso com Watch Dogs e Destiny, o novo jogo da Bungie.

Será de esperar que a Microsoft responda na mesma moeda mas com o quê?

Probabilidade de acontecer: 100%

A Microsoft fez um excelente trabalho em associar a Xbox 360 às séries Call of Duty e The Elder Scrolls através da compra de DLC temporariamente exclusivo.

Mostrarem um novo Call of Duty seria uma jogada óbvia mas a Microsoft poderá criar maior furor assegurando a estreia do primeiro jogo da Respawn, estúdio fundado por ex-funcionários da Infinity Ward, os responsáveis por Modern Warfare. Battlefield 4 também é uma possibilidade.

Pessoalmente, nada me deixaria mais feliz do que ver Fallout 4 pela primeira vez.


6 – Forma inovadora de jogar


Os jogos que vimos na apresentação do Playstation 4 tinham muito bom aspecto mas, verdade seja dita, são mais do mesmo. Não vi nada de inovador na jogabilidade e nem os IPs da Sony foram novos. Há duas gerações atrás tivemos o jogo online e na geração passada o controlo por movimentos. Gostava que a grande revolução desta nova geração fosse mais do que a possibilidade de jogar com o comando da Wii U ou o Playstation Vita na casa de banho.

Probabilidade de acontecer: 50%

Uma das coisas mais inovadoras que vi nos últimos tempos foi o sistema de projecção que a Microsoft apresentou no CES mas receio que não esteja suficientemente desenvolvido para ser usado na nova Xbox. Se não for apresentado, não vejo a Microsoft a inovar de outra maneira. A apostar, diria que tal irá partir da Nintendo com o novo Zelda ou Mario e, como já é costume, a Sony e a Microsoft vão acabar por “seguir o exemplo”. Até posso estar enganado e a precisão do novo Kinect é tão alta que o torna realmente numa experiência inovadora mas prefiro não criar grandes expectativas.

7 – Specs iguais às da PlayStation 4


Uma das coisas que tornaram esta geração tão interessante foi o equilíbrio de poder entre a Xbox 360 e a PlayStation 3. O console da Microsoft podia ganhar na RAM e GPU mas a sua rival tinha um CPU mais poderoso, evitando fossos gráficos como os que víamos na geração passada. Seria bom que as coisas continuassem assim durante a próxima geração. Facilitaria a vida a quem cria e a quem joga.

Probabilidade de acontecer: 80%

Do pouco que pudemos ver, o PlayStation 4 parece ser bastante poderosa, muito graças aos seus 8GB de RAM. Os rumores sobre o Durango apontam para igual quantidade de RAM mas com boa parte dela(3GB) dedicada ao sistema operativo, algo que me parece um exagero para um console.

Acho que as specs do novo console da Sony apanharam a Microsoft desprevenida e, se não ficar muito para trás, terá que apresentar um produto um pouco superior àquilo que sugerem os rumores. Apenas na era da Super Nintendo é que a console mais poderosa foi a mais vendida da geração mas boas specs garantem que o desafio dos criativos e programadores não se esgota rapidamente.

8 – Preço e data de lançamento

Um dos factores mais decisivos para o sucesso de um console é, obviamente, o preço. Não convém ser muito caro mas também não pode ser tão barato que destrua as margens de lucro da empresa. Seria ótimo ver o preço e a data de lançamento do novo console para sabermos com o que podemos contar e podermos começar a poupar se queremos comprar um.

Probabilidade de acontecer: 50%

Sony e Microsoft andam numa guerra das trincheiras com o seu novo hardware. Ambas esperam que a outra dê o primeiro passo de forma a ripostar da melhor forma possível. A Sony foi a primeira a revelar a existência do PlayStation 4 mas reservou o seu preço para que a Microsoft não avance com uma proposta mais barata. Também não revelou uma data de lançamento, provavelmente para ser a primeira a chegar ao mercado. Aposto que a Microsoft parte com a mesma mentalidade e vai reservar tais informações até à ultima hora mas podemos ter uma surpresa.

Épico seria se ambos fossem lançadas exatamente no mesmo dia.

9 – Final Fantasy Versus XIII




“Alto e pára o baile, isso é para o Playstation 3”, estão vocês a pensar. Tirem o cavalinho da chuva porque este jogo já não sai nesta geração. Anunciado há já sete anos atrás, surripiar à Sony este “desaparecido em combate” é a melhor resposta da Microsoft à facada que foi ver Master Chief por breves segundos na conferência do PlayStation 4.

Poucas coisas criariam maior buzz em torno do novo console da Microsoft. Seria uma bomba grande o suficiente para garantir que o novo Xbox seja o falatório das próximas semanas nas redes sociais.

Probabilidade de acontecer: 10%

Sejamos francos, por muito desesperados que os fãs de Final Fantasy estejam por nova informação sobre Versus XIII, é muito improvável que isto aconteça. Acredito que dentro da Microsoft alguém tenha pensado nisto e até que a Square Enix tenha sido convidada para o fazer mas o mais certo é revelarem Just Cause 3 como forma de demonstrar as capacidades do console em criar mundos enormes e detalhados.

Desde que não mostrem a mesma tech demo pela centésima vez e nos mandem esperar pela E3 pelo novo Final Fantasy, já fico satisfeito.


10 – O console


O momento mais anticlimático da conferencia da Sony, tirando a “surpreendente e emocionante” intervenção da Square Enix, foi a falta de um console propriamente dito. É certo que o aspecto final do PlayStation 4 vai acabar por ser indiferente mas é bom poder associar um nome a algo palpável e espero que a Microsoft o faça.

Probabilidade de acontecer: 100%

Se a Sony tivesse mostrado algo mais que o novo Dual Shock, a internet estaria neste momento invadida por imagens do novo console. A Microsoft sabe que o visual do corpo do console causa familiaridade e tem potencial para viajar muito mais que um simples comando por isso acredito piamente que a novo Xbox vai estar presente de corpo e alma durante a sua apresentação.

Muitas destas expectativas são completamente irreais mas não custa nada sonhar. Façam o mesmo e digam o que gostariam de ver durante a apresentação do novo Xbox.

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Belas e sexy; as melhores cosplayers de Lara Croft, da série Tomb Raider

by A Itinerante 09/03/2013
Escrito por A Itinerante

Tomb Raider acaba de ser lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, trazendo a dura origem da heroína Lara Croft nos videogames. Enquanto isso, no mundo real, a personagem se tornou símbolo entre o público feminino e uma das escolhas mais recorrentes entre as cosplayers. Confira alguns dos melhores cosplays da personagem:

Entre as melhores cosplayers estão nomes como a ginasta inglesa Alison Carroll, que foi a modelo oficial de Lara Croft para Tomb Raider Underworld entre nos anos de 2008 e 2010, a ucraniana Tanya “Croft” Sochivets, a francesa Illyne e até mesmo a brasileira Thaís “Yuki” Jussim”, entre outras.

Os designs de Lara Croft variam entre modelos tirados dos primeiros Tomb Raider do PlayStation One, passando por roupas mais realistas dos títulos das duas últimas gerações, como Angel of Darkness, Legend e Underworld, e também versões inspiradas nos filmes, com a atriz Angeline Jolie no papel da protagonista.

Confira as imagens abaixo:

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Estúdio Sony Santa Monica ainda não está a trabalhar no PS4

by A Itinerante 08/03/2013
Escrito por A Itinerante

Mas promete surpreender assim que pegar na console.

God of War III é um dos jogos de maior estatuto gráfico desta geração de consoles, e com God of War: Ascension, o estúdio Sony Santa Monica conseguiu espremer mais um pouco a PlayStation 3 para obter um melhor desempenho.

Da armada de estúdios da Sony, este já mostrou ser um dos mais talentosos. Os jogos da série God of War, PlayStation All-Stars Battle Royale, e também Journey e The Unfinished Swan, que ajudou a produzir, provam-no.

Se com a PlayStation 3 este estúdio foi capaz de criar jogos inacreditáveis, o que conseguirá obter do PlayStation 4? É uma pergunta ainda sem resposta, pois o estúdio “ainda não tocou” no novo console, mas assegurou ao Eurogamer.net que “se nos deram o tempo suficiente e aquelas especificações, vamos surpreender-vos. A nossa equipa é muito boa”.

Os 8GB de memória RAM serão uma das grandes vantagens da PlayStation 4, uma especificação do hardware que todos os produtores receberam de braços abertos, inclusive o estúdio de Santa Monica.

O estúdio nota que “o hardware tem 16 vezes a memória do console anterior”, eliminando muitas limitações encontradas no PlayStation 3.

Por agora temos que nos contentar com God of War: Ascension, mas estamos muito ansiosos para ver o que este estúdio fará no PlayStation 4.

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Nvidia “cria alvoroço” ao anunciar PhysX para PlayStation 4

by A Itinerante 08/03/2013
Escrito por A Itinerante

A Nvidia anunciou hoje que o console PlayStation 4  usará o popular software Nvidia PhysX e Nvidia APEX, tecnologias que permitem a detecção de colisões e simulações de corpos, roupas, líquidos, sistemas de partículas e mais em uma ampla gama de plataformas, incluindo PCs, dispositivos móveis e permanecendo no mundo dos consoles com este anúncio.

O que a Nvidia não sabe é se as pessoas ficarão satisfeitas com esta notícia, pois sabemos que a tecnologia Nvidia PhysX, como o nome sugere, é uma tecnologia exclusiva da Nvidia, e que no mundo da informática a única maneira de fazer uso dela é a compra de uma placa gráfica Nvidia. Mas como foi divulgado que o PlayStation 4 faz uso de uma CPU e gráficos da AMD… as coisas mudam, não?

Textualmente a Nvidia afirma que “as tecnologias Nvidia PhysX e APEX estão projetadas para uma grande variedades de arquiteturas de CPUs e qualquer placa Nvidia GPU a partir da série GeForce 8”, pelo qual estão provando literalmente que não é qualquer PC que pode se beneficiar da tecnologia NVIDIA PhysX, se quisessem.

Portanto, basta sabermos como será adaptada o uso dessa tecnologia em uma APU AMD com gráfica AMD Radeon, visto que os PCs precisam de uma placa gráfica Nvidia para fazer uso da tecnologia PhysX.

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