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Square Enix registrou a marca Deus Ex: Human Defiance

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

A Square Enix registou em território europeu a marca Deux EX: Human Defiance.

Por enquanto não sabemos ao certo do que se trata, mas é possível que seja um novo jogo. No final de Deux Ex: Human Revolution, depois dos créditos, há uma sugestão de que haverá uma continuação.

Também há especulação que se trata de uma versão de Deux Ex: Human Revolution para a Wii U.

Ficaremos atentos a mais informações que poderão surgir eventualmente.

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27/02/2013 0 comment
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10 anos de Square Enix – Um casamento marcado por altos e baixos.

by A Itinerante 27/02/2013
Escrito por A Itinerante

Já se passaram praticamente 10 anos desde que a Square e a Enix juntaram os trapinhos. O negócio aconteceu no dia 1 de Abril de 2003 e o facto de ter tido lugar no dia das mentiras foi uma espécie de presságio para o que aí vinha.

Tal como tantos outros brasileiro, o meu primeiro contacto com a Square foi com Final Fantasy VII, que considero o melhor jogo de todos os tempos. Como tantos outros, tornei-me um acérrimo fã da Square e passei a consumir boa parte do pouco que traziam para a Europa e EUA. Outros dos meus jogos favoritos são Final Fantasy IX e Front Mission 3, saídos ainda no primeiro Playstation.

Da Enix conhecia pouco. Joguei Bust a Groove, Mischief Makers e Star Ocean: the Second Story, um dos poucos JRPGs que daquela altura. Sabia que eram reis no Japão com a série Dragon Quest(principal rival de Final Fantasy) mas nunca a trouxeram para a Europa.

Com a fusão da Square com a Enix, a mesma casa passou a mandar em Dragon Quest e Final Fantasy, as duas maiores séries de RPGs daquela altura(entretanto ultrapassadas por The Elder Scrolls). Ter estes dois gigantes debaixo do mesmo tecto era um sonho de muitos executivos de ambas as empresas mas também deixou muita gente descontente. Hironobu Sakaguchi, o pai de Final Fantasy, e Nobuo Uematsu, lendário compositor da série, foram os mais notáveis a abandonar o barco antes da união das duas rivais.

“Estes primeiros dez ano não foram tão bons quanto os tempos idos”

Foi nestas águas, um pouco turvas, que nasceu a Square Enix, uma empresa com a ambição de jogar na mesma liga que as grandes distribuidoras nipônicas.

Da perspectiva de um fã da Square de antigamente, devo dizer que estes primeiros dez ano não foram tão bons quanto os tempos idos mas, ainda assim, há que destacara algumas coisas positivas.

Os pontos altos

Os Europeus foram os primeiros a beneficiar desta fusão.

Durante os tempos da Playstation e Nintendo 64, foram muito poucos os jogos da Square que tínhamos disponíveis e ainda menos os da Enix. Víamos nas revistas jogos como Final Fantasy Tactics, Chrono Cross, Parasite Eve, Xenogears ou Dragon Quest VII a serem louvados nos Estados Unidos e prometidos para o nosso território mas nunca cá chegavam. Muitos destes títulos eram uma das principais razões porque muita gente acabava por “chipar” a Playstation, um mal que apenas confirmava o interesse dos jogadores europeus nos títulos da Square e da Enix.

Com a fusão, a estrutura da empresa aumentou e os riscos de uma má distribuição baixaram. Com isto, finalmente recebemos um Dragon Quest no velho continente. “The Journey of the Cursed King”(por cá não teve número) foi um dos melhores rpgs da Playstation 2 e vendeu o suficiente para justificar a chegada de outros capítulos da saga.

Façam um favor a vós mesmos e joguem Dragon Quest: The Journey of the Cursed King, uma das histórias mais épicas que passaram pela Playstation 2.
Outros clássicos, como Chrono Trigger e Final Fantasy Tactics, também se estrearam na Europa pela mesma altura e isso é de louvar.

Estes dois relançamentos são reveladores do peso que a empresa começou a ter no mercado portátil, muitas vezes negligenciado pelos ocidentais. Talvez tenha sido uma coincidência, reflexo dos novos hábitos do mercado japonês, mas a Square Enix passou a investir fortemente neste segmento. Os primeiros passos foram dados com o Gameboy Advance mas foi na DS que a empresa se impôs, tanto com bons remakes(Dragon Quest IV-VI ou Final Fantasy IV) como com títulos originais de elevada qualidade(Final Fantasy Tactics A2 e The World Ends With You). O recente mercado dos tablets e smartphones também não lhes é estranho e arrisco mesmo dizer que são os principais impulsionadores do segmento hardcore num mercado assumidamente casual.

Para o fim destaco o mais importante, a aquisição da Eidos e, na minha opinião, a coisa mais inteligente que a Square Enix fez nestes primeiros 10 anos.

A Eidos é bem conhecida dos europeus e, muito sinceramente, ainda estou para perceber como se encontrava com um pé na falência. De qualquer das formas, foi adquirida e baptizada de Square Enix Europe. Isto permitiu à Square Enix adicionar ao seu portefólio séries bastante populares no ocidente e que sempre venderam milhões, tais como Hitman, Tomb Raider, Deus Ex, Thief ou Just Cause. Foram lançados novos jogos de quase todas elas, todos eles bem recebidos pelo público e pela crítica, e vem aí um novo Tomb Raider, que se encaminha para voltar a encher os cofres da Square Enix.

Na minha opinião, a Eidos é a principal força criativa dentro da Square Enix e não demorou muito tempo a conquistar esse lugar.
Acho que no ocidente as coisas estão bem encaminhadas mas infelizmente contrastam com o que se passa criativamente a oriente.

O triste destino de Final Fantasy e outras pequenas histórias.

Final Fantasy surgiu para salvar a Square e acabou por se tornar a galinha dos ovos de ouro da empresa. Cada novo capítulo representou um marco de inovação, não só na própria série como em todo o gênero do JRPG. Job systems elaborados, FMVs ou voice acting foram apenas algumas das inovações que a série nos trouxe.

Depois da fusão, Final Fantasy foi alvo do chamado “milking” e acabou por sofrer na pele mais do que qualquer outra propriedade da empresa.

A Square Enix meteu o seu melhor activo “a render” e, nos dias que correm, é raro o dispositivo onde não se possa jogar Final Fantasy. Não condeno esta democratização da série mas estamos a falar de quase uma década de remakes, re-releases e re-re-releases, uns atrás dos outros. Pouco foi o material realmente original e digno de ser jogado com o nome Final Fantasy.

Na série principal, Final Fantasy XII foi o primeiro jogo lançado durante a era Square Enix, já sem a liderança de Sakaguchi. O jogo foi bem recebido pela crítica mas dividiu a base de fãs, com queixas dirigidas à história desinteressante e ao elenco sem personalidade(a começar por Vaan, o protagonista principal). Os fãs assustaram-se mas o pior ainda estava para vir.

Se o 12º capítulo dividiu a base de fãs, Final Fantasy XIII estilhaçou-a por completo. Chocou com as concepções da série e, mais uma vez, foi alvo de desaprovação. Quando saiu foi o jogo pior recebido em toda a série principal com críticas à linearidade a juntarem-se à história e personagens. Muitas vezes descrito como um simulador de corredores, Final Fantasy XIII foi o primeiro jogo nesta série que me fez realmente pensar se ela tinha ou não chegado ao fim, como uma profecia que se auto-realizou, como indicava o nome do jogo. Os elementos que faziam desta uma série única tinham ido todos embora: os personagens eram fracos, a história amadora e quase inexistente e o principal foco eram os gráficos e não a narrativa.

Apesar de ninguém o ter pedido, Final Fantasy XIII tornou-se uma trilogia: já recebeu uma sequencia (carregada de DLC e que vendeu uma fracção do primeiro jogo) e prepara-se para um “épico” final com Lightning Returns, uma personagem que poucos deram conta da sua ausência. O fundo do poço estava à vista e não tardou em chegar.

Não me lembro de outro jogo que tenha causado tanta revolta entre fãs de uma série.

Final Fantasy XIV foi lançado e é, até agora, o momento mais baixo de toda a série, uma grande trapalhada que ainda está a ser corrigida.

Fora da série principal, destaco a compilação de Final Fantasy VII, expansão do título mais popular da série, e que se desdobrou em 4 jogos e outros quantos filmes. Tirando Crisis Core e Advent Children, nada se aproveitou.

Um outro fantasma que paira sobre a série Final Fantasy é Versus XIII, um jogo anunciado juntamente com Final Fantasy XIII e que ninguém sabe ao certo em que fase se encontra ou se sequer ainda existe. Já lá vão 7 anos desde que ouvimos falar pela primeira vez e muito pouco foi revelado durante todo este tempo. É o período de maior desenvolvimento de sempre de um jogo da Square Enix.

No geral, a empresa não tem sabido gerir expectativas no que toca à revelação de novos títulos. Temos levado com teaser atrás de teaser que acabam por ser mais um port e a participação da empresa na conferência de revelação da Playstation 4 foi praticamente anedótica, com a apresentação de uma tech demo que todos já conheciam e o anúncio de um jogo que estaria obviamente em desenvolvimento.

Já a arrastar o nome e a dignidade pela lama, foi lançado Final Fantasy: All The Bravest, o ponto mais baixo de sempre nesta série. Vendido como sendo um fan service, na linha da série Dissidia, All The Bravest tornou-se o exemplo paradigmático de uma empresa de videojogos a explorar a nostalgia dos seus fãs. De jogo tem muito pouco, sendo antes um programa de extorsão onde o utilizador paga €0.79 por personagens aleatórias ou por outras coisas absurdas, tais como reviver elementos da party que caíram em batalha. É tão mau que alguns sites emitiram avisos para que os fãs não o comprassem.

O dia em que a Square Enix perdeu toda a vergonha. Fujam deste “jogo” como o diabo da cruz.
Fora da série Final Fantasy, Dragon Quest está de muito boa saúde mas Star Ocean e Front Mission nem por isso. O primeiro caiu na mediocridade enquanto o segundo deixou de ser um jogo de estratégia para arriscar no popular mercado dos shooters. Falhou redondamente e não sei quando voltaremos a ter um Front Mission como deve de ser.

O mal de uns é a sorte de outros

Muitos dizem que o fato de a Square já não precisar de competir com a Enix baixou drasticamente os seus padrões de criatividade. Felizmente, esta união parece ter feito aumentar os de produtoras mais pequenas.

Acho que a Atlus foi quem mais cresceu nos últimos anos, com a série Persona preencheu o vazio deixado por Final Fantasy. Não minto quando digo que mais jogar Persona 5 do que Final Fantasy XV. Shin Megami Tensei é outra série desta editora que tem crescido a olhos vistos.

Também a série Tales, da Namco Bandai, assistiu ao seu maior crescimento de sempre com alguns títulos mais recentes, nomeadamente Symphonia, Vesperia e Xillia. Apesar de já existir há quase 20 anos, sempre viveu na sombra de Final Fantasy e Dragon Quest mas agora parece começar a expandir a sua base de fãs. Por fim, destaco o fenômeno Xenoblade Chronicles, surgido do nada e que já é visto como o JRPG mais revolucionário desde Final Fantasy VII.

Persona 4 faz maravilhas pelos fãs desiludidos com Final Fantasy. Pode não ser tão épico mas tem mais alma que as entradas mais recentes.
Analisando os prós e os contras, será que esta fusão compensou?

De que maneira.

Neste momento a Square Enix é a 6ª maior distribuidora japonesa, tendo já ultrapassado alguns nomes como a Sega, Konami ou Capcom.

Com a aquisição da Eidos tornou-se uma verdadeira empresa global e acredito que nos próximos anos se vai juntar ao clube das grandes distribuidoras como a EA, Activision e Ubisoft.

Criativamente a história é outra. Tenho imensa pena da espiral descendente em que entrou a série Final Fantasy mas felizmente posso dizer que estamos bem servidos de JRPGs da concorrência.

Só me resta desejar que Lightning vá de vez à vida dela, levando consigo a onda de má criatividade que tem assola a série e que voltemos a ter em breve um Final Fantasy com a magia de outros tempos.

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Sony revela patente de tecnologia que permite identificar jogos piratas no PS4

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

A Sony já desmentiu rumores sobre o bloqueio de jogos usados no sistema do PlayStation 4, mas de acordo com uma nova patente registrada pela empresa, pelo menos o combate aos jogos piratas deverá avançar um nível. A nova tecnologia compararia o tempo de loading das tarefas, identificando assim jogos que não sejam originais.

A patente, registrada em agosto de 2011, foi publicada apenas agora, em 21 de fevereiro de 2013. Ela descreve uma tecnologia que estabelece um tempo padrão para os loadings dos jogos e outras tarefas no aparelho, assim “desconfiando” quando o tempo difere muito desse valor inicial. Com esta desconfiança, ele checa então a identificação do disco, duas vezes, e caso esteja incorreta, bloqueia sua execução.

O mecanismo parece se aproveitar da baixa qualidade da mídia ótica dos jogos piratas, que costumam ter loadings mais longos, para pegá-los no flagra. Consequentemente, ela também poderia detectar métodos de pirataria que usam HDs externos, pois estes costumam apresentar loadings mais rápidos. É possível que um leitor desgastado aponte um falso positivo, mas a fase de identificação deve manter os jogos originais livres de problemas.

Não há ainda evidências de que esta patente realmente vá ser empregada no PlayStation 4, mas as datas próximas de sua publicação e da revelação do console podem indicar que haja mesmo uma ligação entre os fatos.

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Assassin’s Creed IV: Black Flag revelado para Playstation 3 e 4

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Surgem imagens e posters promocionais.

Depois de ter sido descoberto o nome Assassin’s Creed IV em vários currículos de membros da Ubisoft, surgem agora indicações que apontam para a chegada de Assassin’s Creed IV: Black Flag.

Segundo um poster enviado para o Kotaku Black Flag é mesmo o nome do quarto jogo numerado na aclamada série da Ubisoft e vai ser revelado já amanhã. Os posters vão começar a circular nas lojas já a 4 de Março.

Existe ainda uma outra imagem na qual podemos ver uma suposta primeira imagem de Assassin’s Creed 4 mas nada é ainda oficial.

Aparentemente o protagonista é Edward Kenway, pai de Haytham Kenway, por sua vez pai de Connor Kenway, e vai decorrer nas Caraíbas, em pontos como Jamaica e Cuba.

Segundo avançado, vai ser lançado nos consoles caseiros atuais e da próxima geração.

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Revelada a tecnologia TressFX da AMD

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Será implementada pela primeira vez em Tomb Raider.

Conforme prometido, a AMD revelou hoje a sua tecnologia TressFX.

Esta tecnologia, ideal para as placas gráficas com a arquitetura Graphics Core Next (série 7000), procura dar uma solução a um problema que existe desde o início dos videojogos a três dimensões: o cabelo.

“Desde o início da era 3D que as personagens dos vossos jogos favoritos têm cabelo completamente irrealista,” foi dito no blog da AMD. “Muitos jogos tentaram disfarçar este problema com cortes de cabelo curtos, cabelo preso, ou até capacetes irremovíveis.”

O cabelo é, segundo a explicação, um dos materiais mais difíceis e complexos de reproduzir em tempo real, em primeiro lugar porque existem milhares de fios de cabelos, e depois, porque cada um tem sombras complexas e requer anti-alisasing.

A tecnologia TressFX, que visa portanto dar um aspeto mais realista ao cabelo nos videojogos, será implementada pela primeira vez em Tomb Raider.

“Re-imaginar a Lara (e o seu corte de cabelo) para o lançamento de 2013 não foi só uma oportunidade para modernizar a personagem, foi uma oportunidade para avançar substancialmente o realismo do jogo ao enfrentar o desafio do cabelo irrealista.”

Tomb Raider tem assim, graças a uma colaboração entre a AMD e o estúdio Crystal Dynamics, a primeira tecnologia de renderização de cabelo em tempo real.

Podem ver o resultado nas imagens em baixo.

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Diablo 3 surge em primeiras imagens para PlayStation 4 e PlayStation 3

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Diablo 3 foi revelado recentemente como um título para PlayStation 4 e PlayStation 3 em uma conferência da Sony no último dia 20, porém, apenas agora as primeiras imagens do jogo foram reveladas. Elas foram postadas através do site Battle.net da Blizzard e exibem algumas novidades.

As versões do PlayStation 4 e PlayStation 3 serão diretamente baseadas na versão mais recente e atualizada de Diablo 3 nos PCs. Isso inclui os níveis Paragon, o evento Infernal Machine e outros elementos como Monster Power, Brawling, entre outros. Além disso, também contará com conteúdo de atualizações ainda não lançadas para PC.

Segundo o vice-presidente sênior da Blizzard, Chris Metzen, que fez o anúncio durante a conferência da Sony, o jogo será otimizado com controles personalizados, uma nova interface, e até mesmo uma nova câmera dinâmica. Tudo isso ao já aliado modo cooperativo offline para até quatro pessoas na mesma tela.

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Battlefield 4 é confirmado para Playstation 4

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Battlefield 4 será lançado nos consoles de próxima geração, além do PC. A informação foi divulgada no blog pessoal do diretor de marcas da EA, Frank Gibeau, ao realizar um comentário sobre uma demonstração que a companhia fez com o jogo na última semana

Na última semana, a EA promoveu uma reunião a portas fechadas entre lojistas norte-americanas para revelar algumas de suas novidades para os próximos meses, incluindo Battlefield 4. Um vídeo foi demonstrado e aplaudido ao final, segundo Gibeau, por conta de sua alta qualidade.

“Temos investido em tecnologia e inovação durante meses. Os jogos de próxima geração da EA não serão pouco impressionantes”, citou o diretor. “cerca de 500 parceiros lojistas viram esta inovação e tecnologia em Battlefield 4. O jogo foi muitíssimo aplaudido por dezenas de pessoas e os fãs reagiram muito bem”, complementou.

Frank Gibeau, porém, não deu qualquer detalhe sobre o game, nem mesmo uma possível data de lançamento ou plataformas exatas. Os testes fechados de Battlefield 4 devem começar no final do ano, como foi revelado aos compradores de Medal of Honor: Warfighter em 2012.

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PS4 poderá ter vários níveis de subscrição

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Durante vários anos que a PlayStation Network era gratuita e igual para todos. Com o PlayStation Plus tudo mudou. Agora existem utilizadores que podem descarregar jogos “gratuitamente” e com acesso a promoções exclusivas.

Para a PlayStation 4, a Sony está a considerar ainda mais serviços de subscrição, podendo até haver vários níveis, conforme explicado por Shuhei Yoshida, o presidente dos Sony Worldwide Studios, ao The Guardian.

“À medida que mais e mais serviços e conteúdos ficam disponíveis digitalmente, teremos a opção de criar pacotes atrativos. Hipoteticamente, podemos considerar vários modelos – como uma companhia de televisão por cabo,” disse Yoshida.

“Poderemos ter ouro, prata ou um nível platina de subscrição, algo desse género. Podemos ter serviços de subscrição quando tivermos mais conteúdos – especialmente agora com a tecnologia do Gaikai disponível. Com uma subscrição poderás ter acesso a milhares de jogos – este é o nosso sonho.”

O que acham das ideias de Yoshida?

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Beyond Good & Evil 2 está a caminho

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

Beyond Good & Evil 2 foi anunciado para PlayStation 3 e Xbox 360 em 2008 mas pouco a pouco foi ficando claro que o jogo nunca veria a luz do dia nesta geração de consola. Aparentemente, os consoles atuais não são poderosos o suficiente para a visão que Michel Ancel tem para a sequela.

Para quem aguarda ansiosamente por novidades deste jogo, aqui está uma excelente notícia: Beyond Good & Evil 2 “está a caminho”. Estas foram as palavras ditas por Yves Guillemot, o CEO da Ubisoft, ao Kotaku após o PlayStation Meeting da semana passada.

“Da próxima vez que comunicarmos teremos que mostrar algo novo,” acrescentou Guillemot

O CEO da Ubisoft não o disse claramente, mas podem entender isto como uma confirmação de Beyond Good & Evil 2 para as consoles de próxima geração

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Durango Kinect 2.0: Fuga das especificações

by A Itinerante 26/02/2013
Escrito por A Itinerante

O VGLeaks ataca novamente, colocou um longo documento sobre as especificações e capacidades do Kinect 2.0 – a profundidade da câmara e sensor de movimentos que vai acompanhar o próximo Xbox, nome de código Durango.

As melhorias de destaque sugeridas pela fuga avançam uma melhoria na resolução das câmaras de cor e profundidade com a introdução de um terceiro sensor que permite ao Kinect aceder as espectro infra-vermelho, permitindo efetivamente à Durango oferecer performance muito melhor em cenários de fraca iluminação. O interface Kinect passa de USB 2.0 para USB 3.0, com as medidas de latência a baixa dos 90ms do velho sensor para 60ms.

Melhorias no resto mostram claros avanços sobre o atual sensor. A câmara 640×480 RGB é melhorada para uns mais impressionantes 1080p (passamos de cor 24-bit RGB para um esquema mais maneável de 16.but YUV), enquanto a resolução de profundidade melhora de 320×240 para 512×424. A atual quantidade de profundidade medida (de 40cm de distância da câmara até um máximo de 4 metros) é igual, mas campo de visão é aberto significativamente ao ponto do sensor de tilting no mais velho Kinect não mais ser necessário no seu renovado sucessor. O autor da fuga reconhece que vai ser preciso menos calibração, e que o sistema pode funcionar em redor de mobília – os jogadores não precisam arranjar a sala para um jogo rápido com o Kinec.

Melhorias na qualidade dos dados reunidos pelo Kinect também são feitos com a inclusão de um sensor infra-vermelhos: “o stream IR activo é estável ao longo de uma variável de condições de iluminação”, diz o documento. “Por exemplo, sombras, intensidades de pixeis e características de ruído são o mesmo para uma sala bem iluminada, o mesmo que sem luz numa sala. Como resultado, este stream pode ser usado para deteção de feições onde o stream de cor não pode ser usado.”

O documento também sugere outros elementos no design Durango. Significantes recursos SO são mantidos de lado para correr o Kinect ao longo de várias aplicações que operam ao mesmo tempo, enquanto registo esquelético foi melhorado significativamente – as pessoas continuam a ser registadas se estiverem de perfil com a câmara, até seis jogadores são suportados pelo maior campo de visão, jogar de pé e sentado está implementado adequadamente e apesar de não serem registados dedos individuais, o novo Kinect julga a diferença entre mãos abertas e fechadas. Pequenas crianças com perto de um metro de altura também podem ser registadas, aparentemente.
Não existe nada de grande ou revolucionário a retirar desta fuga e presumindo que está certa, podemos dizer que não foram feitas grandes promessas que vão fundamentalmente mudar a natureza básica da atual jogabilidade Kinect. É uma evolução do existente sistema que aborda a maioria das falhas fundamentais do original, mas não resolve completamente algumas delas – latência e granulado dos dados são melhorados, mas não perfeitos: funcionalidades como o registo individual de dedos não estão presentes; segundo a nossa informação, o comando sem fios da 360 tem uns 8ms muito mais baixos de latência. Vale a pena ter em conta que o plano é juntar o Kinect a cada consola, portanto o aparelho terá que ser barato de fabricar. Com isso em mente, as melhorias sugeridas são provavelmente bem boas tendo em conta o orçamento disponível.
Então, tendo acedido aos dados, ficamos perante a habitual questão – quão certa é esta fuga e pode ser confiada? Temos informação de dois fontes que as anteriores fugas do VGLeak sobre a Durango são efetivamente copiar e colar de um leque de documentos enviados no ano passado pelo grupo de tecnologia avançada na Microsoft a programadores – os criadores da Xbox e ferramentas de desenvolvimento. O detalhe também é igual para as especificações do novo Kinect providenciado ao Kotaku pelo grande revelador de informações – e agora alegadamente capturado pelo FBI – SuperDaE. Vamos tentar verificar independentemente esta fuga, mas a nossa sensação imediata é que isto provavelmente não é falso, apesar de os dados serem velhos. O tipo de informação apresentada está além da vista de todos mas os mais apurados tecnologicamente (incluindo uma explicação aprofundada de sub-sampling chroma podia ser um novo grau de sofisticação para uma farsa) enquanto alguns dos dados apresentados sobre a câmara original apenas podiam ser do conhecimento dos que tiveram acesso aos papéis do Kinect original, elementos que não são do domínio público, mas que sabemos serem corretos.

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