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Ni no Kuni: suavidade é teu nome

by A Itinerante - Neiva 27/01/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva
 
 
Continuo em Ni no Kuni com um leve estranhamento. Depois de vários jogos com rítmo intenso e acelerado tenho que acostumar com o ritmo suave deste. FF XIII já começava com aquela batalha doida e XIII-2 com a luta de Lightning e Kaias, seguida pelas lutas de Noel e Serah. E os jogos atuais, em sua maioria, tem aderido ao ritmo cada vez mais rápido. Sai de uma luta ou crise e já está entrando em outra. Aqui parece que temos todo o tempo do mundo. rs
 
Por toda a introdução não há lutas. São várias cgs rolando e você participa apenas indo de um lugar ao outro e pegando um ou outro objeto para dar sequência às cenas. Resolvi relaxar e entrar no clima, aproveitando a maravilhosa trilha sonora, sem pressa alguma.
 
Fiquei pensando em como narrar o jogo sem contar a estória e não é possível. Infelizmente o blogger não oferece recurso de esconder parte do texto e não posso deixar de escrever o que desejo. Recomendo à quem não queira spoilers que não acompanhe minha narração. Sinto muito.
 
Capítulo I – The Rolling Hills
 
 
Chegamos ao outro mundo neste cenário verde delicioso. Infelizmente à pé e não neste dragão (será que demora muito para ganhar? rs). Dá para colher umas plantinhas nas redondezas e é bom para dar uma upadinha básica também. A comida que os mobs soltam pode ser importante mais para a frente. Use com moderação. Também existem baús de tesouro escondidos. Nada de equips por enquanto. Apenas comida, mas se está pensando em platinar é melhor vasculhar toda a área com cuidado.
 
Seguimos em direção à cidade, Ding Dong Dell, mas o guarda do portão parecia sonolento e ninguém conseguia entrar. Drippy acha que ele está com o coração quebrado (faltando uma parte) e sugere procurarmos o Velho Pai Carvalho em uma caverna ao norte. É esta árvore imensa:
 
 
Ele esqueceu o que deve ser feito para concertar o coração do guarda. Enquanto se recorda, pede-nos uma ajuda com o Guardião da Floresta, que parece ter se tornado meio indisciplinado ultimamente.
 
Drippy é engraçado. Nervosinho, agitado, bastante stressado. lol Ele fica irritado em perder mais tempo no local, mas não há nada a fazer. Entramos floresta adentro em busca do rebelde:
 
 
 
O Guardião da Floresta é o primeiro boss do jogo. Quando comecei, não vasculhei o entorno e havia feito pouquíssimas lutas. Apanhei feio feio. lol Morri e para reviver iria perder todo o dinheiro. Recomecei do outro save, voltei, percorri todo o cenário, upei alguns leveis e só depois resolvi encarar a luta. Ele não é difícil, difícil. O segredo é defender quando ele joga o especial, mas como estava desacostumada com o sistema de batalha, demorei um tico para derrotar. Depois que peguei o jeito foi fácil. Seu especial tira uns 30 de hp e dependendo de seu level é KO. Defendendo, perderá 4 a 5 de hp.
 
Depois de derrotado, voltamos ao Velho Carvalho e ele nos ensina a consertar os corações e finalmente entramos na cidade.
 
Este gameplay tem toda a introdução e o primeiro capítulo, com uma qualidade ótima: 
 

27/01/2013 0 comment
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Resident Evil 6 terá modo multiplayer exclusivo no PC

by A Itinerante 26/01/2013
Escrito por A Itinerante

A Capcom confirmou que a versão PC de Resident Evil 6 vai ser lançada com um modo exclusivo de jogo, em 22 de março. Chamada de “Os Mercenários: Sem Piedade”, a modalidade é uma versão atualizada do clássico “Os Mercenários” e agrega mais conteúdo, desafio e habilidades que não foram vistas nas versões para consoles.

Nesta modalidade do PC, os jogadores encontrarão ainda mais inimigos na tela, o que deve dificultar as fases que serão encaradas no modo cooperativo e competitivo do multiplayer. A ideia da Capcom é oferecer um desafio com grande estilo, como os fãs da série Resident Evil gostam.

A Capcom informa ainda que o game vai ser lançado no Brasil na mesma data dos Estados Unidos – 22 de março – e que será lançado por aqui exclusivamente por download digital. Esta versão incluirá também todos estes conteúdos disponibilizados via atualizações após o lançamento das versões para consoles, como a campanha de Ada Wong.

Já em fevereiro, os jogadores de PC poderão testar como o jogo irá rodar em suas máquinas, com uma ferramenta gratuita de benchmark que será disponibilizada pela empresa. A versão digital de Resident Evil 6 para PC tem o preço sugerido de R$ 89,99.

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PlayStation 4 só será anunciado após a Microsoft revelar o Xbox 720, diz Sony

by A Itinerante 26/01/2013
Escrito por A Itinerante

As últimas semanas têm sido recheadas de rumores e boatos sobre os consoles da nova geração. Ninguém sabe dizer ao certo quando Sony e Microsoft vão anunciar os sucessores do PlayStation e do Xbox atuais mas, em uma atitude surpreendente, O CEO da Sony, Kazuo Hirai, afirmou que sua empresa vai deixar a Microsoft dar o primeiro passo.

Na sessão de Negócios do jornal britânico The Times, Hirai disse: “Por que ir primeiro, se os seus concorrentes podem ver suas especificações e criar algo melhor?” A Nintendo já está à frente desta corrida com o Wii U. Será que é a melhor estratégia esperar também pela Microsoft?

Sobre o comentário, é importante ressaltar que haveria muito pouco tempo para mudar especificações técnicas no novo console, já que o desenvolvimento (de ambos os sistemas) deve estar muito avançado. É mais provável supor que o tempo adicional seja usado para melhorar a apresentação, em si, do PS4 para o público. Vale lembrar que a Nintendo já realizou anúncios confusos sobre o Wii U, e acabou muito mal-interpretada.

Ainda sobre o anúncio do PS4, na última semana tivemos a revelação que a Sony vai abandonar o design do DualShock no novo console. Vale lembrar que o joystick acompanha o console desde o PSOne.

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26/01/2013 0 comment
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Ni no Kuni: bebendo água fresca e cristalina diretamente da fonte

by A Itinerante - Neiva 26/01/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva

Cresci em uma pequena cidade do interior de Minas, andando em ruas de pedras, brincando de esconde-esconde, pega-pega. Tinha um cachorro que me esperava perto de casa todos os dias na volta da escola e que latia e balançava o rabo de felicidade ao me ver. O céu era azul com nuvens brancas durante o dia e muito, mas muito estrelado à noite (tanto que sabia onde ficavam várias constelações e minha predileta era a das 3 Marias). Quando chovia, a água era limpa, fresca e sentíamos o cheiro da terra molhada. De manhã víamos o orvalho nas folhas. Naquela época não tínhamos tv, internet nem sonhava em existir e a diversão aos finais de semana era ir nadar na Cascata ou em algum ponto do pequeno rio da cidade.

Na adolescência vim para a “cidade grande”, para o céu sempre cinza e a noite sem estrelas. Troquei os sons e cheiros da natureza pela poluição sonora e auditiva. As brincadeiras de rua pelos jogos de pc ou console e os amigos reais pelos virtuais. A vida deixou de ser simples e passou a ser complexa. Faz parte do crescer, mas às vezes fico imaginando como seria bom voltar a viver daquele jeito natural, fácil e gostoso.

Ni no Kuni é como voltar para casa, para as origens. Ele é puro, claro e cristalino, como beber água direto da fonte. Mas, mais do que um autêntico jRPG, Ni no Kuni é maravilhoso, é lindíssimo, é agradável de ver, ouvir, jogar. Estou encantada e até mesmo emocionada nestas poucas horas de jogo.

Para quem já assistiu os filmes dos Estúdios Ghibli (A viagem de Tchihiro, O castelo no céu e outros) a sensação é de estar jogando um filme. As cenas são delicadamente coloridas e parecem muito reais, apesar do estilo “desenho de quadrinho”.

Oliver ganha Drippy de sua mãe.
O jogo desenvolve-se em torno do personagem principal, Oliver, um garoto de 13 anos que achei uma graça, extremamente carismático. Após uma peraltice (sair de casa à noite, para experimentar um kart construido por um amigo) que acaba mal, sua mãe sofre um ataque do coração e morre. À dor da perda junta-se o remorso e a culpa e Oliver fecha-se em uma profunda tristeza, isolado em seu quarto.

Quando chora sobre um bichinho de pano feito pela sua mãe este ganha vida. Drippy diz ser uma fada vindo de um mundo paralelo, o Reino das Fadas (Ni no Kuni também é chamado de Another World, Outro Mundo) que estaria sobre o domínio de um feiticeiro mau que rouba parte dos corações das pessoas, deixando a população em um estado semi-adormecido pelo coração incompleto.

Drippy foi banido do Reino das Fadas e agora quer que Oliver retorne com ele para juntos derrotarem o feiticeiro. Oliver é convencido a aceitar quando Drippy revela que cada pessoa no mundo real possui um paralelo no outro mundo. A mãe de Oliver era uma poderosa maga no outro mundo que também foi derrotada e banida (ou presa – não entendi direito) pelo feiticeiro. Juntos eles poderão salvar a contra-parte da mãe de Oliver.

Drippy e também outros dois personagens não identificados que observam as cenas falam sobre a lenda de uma criança de coração puro destinada a salvar o mundo e que este seria Oliver.

Outros 3 personagens juntarão-se à Oliver e Drippy em sua jornada: Ester, Swaine e Marcassin. Ainda não sei muito sobre eles.

A estes juntarão-se ainda os Familiares e é por eles que alguns chamam Ni no Kuni de Outro Pokemon. rsrs Os Familiares são “bichinhos” que podem jogar pelo personagem durante as batalhas. Cada personagem pode acionar 3 Familiares (acho que é isso), de forma que uma batalha pode ter mais de 12 “jogadores” lutando.


Mite, o primeiro Familiar de Oliver.

Não sei quantos familiares existem no total, mas seguramente são mais de 200, podem evoluir até o level 99 e possuem 3 formas. Eles são divididos por gêneros como áquaticos, autômatos, aves, etc… e possuem ataques e especialidades diferentes, de forma que termos os healers, os atacantes e por ai vai.

O sistema de combate parece simples e baseado em turnos. Mas não é. Os personagens podem andar na área da luta e os mobs soltam esferas de HP e MP. Se você morrer durante a luta, ou gasta todo seu dinheiro para continuar ou recomeça do último Save Point. E eu já morri algumas vezes. lol

Há ataques normais e skills. Oliver, por exemplo, é mago. Ele ganhará um poderoso livro de magia ao qual irá adicionando novos feitiços e alquimias.



Além de toda a jornada em busca de sua mãe e da diversão da caça de monstrinhos, podemos nos divertir também com as 136 missões que dão itens, tesouros e monstros como recompensa. E se não for suficiente, podemos decifrar os enigmas de Nazcaan, scripts na linguagem do jogo que ensinam novas magias:


Ou participar do torneio no Temple of Trials até a classificação S (level 99) ou jogar caça-níqueis, blackjack e outros no Casino. Finalmente, pode-se completar os 34 troféus até a platina, o que não será muito fácil, tendo que pegar TODOS os baús do jogo, aprender TODAS as magias, tornar-se campeão no torneio e bota outros TODOS na lista (já já publico a lista).

Faltou algo? lol

Completinho. Clássico, tradicional, delicioso. :DD

Merecíamos um jogo como este depois destes últimos anos de sofrimento.

Coisa boa, meu Deus!!!

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Produtora de Heavy Rain registra site para o primeiro jogo de PlayStation 4

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante

A Quantic Dream, empresa responsável por Heavy Rain e Beyond Two Souls decidiu registrar um novo domínio na web, singularityps4.com, que pode indicar efetivamente o primeiro título revelado para o Playstation 4 da Sony.

O site segue a mesma tendência de nomes que já foram empregados pela Quantic Dream no passado. Heavy Rain foi registrado como heavyrainps3.com e Beyond: Two Souls como beyondps3.com, tudo indica que o novo game se chamará Singularity.

Uma coisa é certa, se este nome for utilizado, o novo jogo terá que ter um subtítulo de alguma forma, já que Singularity foi usado recentemente em First Person Shooter de 2010, desenvolvido pela Raven Software e publicado pela Activision para PS3 e Xbox 360.

A palavra Singularity significa um momento em nosso futuro onde a inteligência artificial finalmente irá ultrapassar a capacidade humana, modificando permanentemente a forma como o homem lida com tecnologia. O tema já havia sido mencionado anteriormente pela empresa, durante o tech demo de Kara na E3 de 2012, quando o fundador da Quantic Dream, David Cage, citou a seguinte frase do livro de Ray
Kurzweil: a singularidade está próxima.

Esta também é nossa primeira confirmação oficial de que a nova geração de consoles da Sony, seguirá a tendência pré-estabelecida e se chamará Playstation 4.

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Kingdom Hearts HD 1.5 Remix vai ser localizado

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante

A Square Enix está tratando da localização de Kingdom Hearts HD 1.5 Remix neste momento, revelou uma imagem publicada no Instagram por um dos atores que empresta a voz a uma das personagens da série (Roxas).

“Para todos os fãs de Kingdom Hearts. A gravar o próximo capítulo,” é dito na descrição da foto.

Kingdom Hearts HD 1.5 Remix foi anunciado em setembro para o território japonês e inclui o primeiro jogo e Re: Chain of Memories remasterizados em alta-definição, e ainda as cinemáticas de Kingdom Hearts 358/2 Days.

Ficamos a aguardar um anúncio formal por parte da Square Enix para sabermos o preço e data de lançamento.

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Resident Evil: Revelations fora do Vita? Porquê?

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante

Capcom ouviu as queixas dos jogadores e responde.

A Capcom confirmou durante esta semana o lançamento de Resident Evil: Revelations em todas as as plataformas atuais, com a exceção da PlayStation Vita, que sem qualquer explicação, ficou fora dos planos da Capcom.

A responder no PlayStation Blog aos fãs que perguntavam por uma versão para o PlayStation Vita, o gestor do produto da Capcom responde que o 3DS e o PlayStation Vita têm uma infra-estrutura muito diferente.

“A infra-estrutura da 3DS e PS Vita são completamente diferentes, já para não falar do desenvolvimento de jogos para cada uma. Até os ecrãs, como mencionaram, têm diferentes resoluções/funções”.

O gestor do produto continua a sua resposta dizendo que “quando estávamos a desenvolver Revelations para novas plataformas queríamos melhorar a experiência que recebem num grande ecrã, som surround, etc. Este tipo de configuração ajuda os jogadores a serem sugados para o terror e desfrutar do jogo ao máximo”.

Fica entendido que a Capcom não queria investir novamente numa consola portátil. Ainda que a Vita tenha um ecrã maior e de maior resolução que a 3DS, a experiência obtida continua a não ser igual às consolas caseiras, que eram o alvo da Capcom com esta nova edição de Resident Evil: Revelations.

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Senhora de 85 anos se diz jogadora hardcore de PlayStation 3

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante
A britânica Hilda Knott é uma inspiração para todos nós. Entusiasta de tecnologia, ela nasceu antes do advento da TV e, às vésperas do seu 86º aniversário, joga inúmeros títulos do PlayStation 3 em sua HDTV de 65″. Com esta idade, ela poderia ser uma típica jogadora de títulos casuais do Wii, mas prefere o desafio de complexos games modernos no seu PS3.

Mais surpreendente que acompanhar o mercado de videogames (e jogar, é claro) há mais de 40 anos, Hilda também joga com sua tia, que tem 94 anos de idade! Ela, por outro lado, não é excessivamente competitiva, e gosta de apreciar os pequenos detalhes dos seus jogos. “Eu aprecio encontrar coisas novas nos jogos – chegar à próxima fase ou ao próximo evento – e então alcançar a conquista de terminá-lo”, ela diz, em entrevista ao site Computer and Video Games.

O site afirma que não há melhor “embaixadora” para videogames do que ela, e que apesar de todas as polêmicas envolvidas, ela conta que games são basicamente uma mídia universal, que oferece algo de bom para todos. Jogos não são apenas uma fonte de diversão para Hilda. Ela diz que eles contribuem para que ela se mantenha mentalmente ágil.

“Assim como aventuras e jogos de luta, há também os de puzzle, que me fazem pensar antes de fazer algo”, ela completa. Hilda espera que, daqui a algumas décadas, as pessoas não deixem de jogar porque cresceram, mas sim sejam capazes de curtir games independentemente da idade.

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China tem parque temático sem licenciamento de WarCraft e Starcraft

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante

O “parque de World of Warcraft”, como ficou conhecido, foi inaugurado na China em 2011 e tem chamado muita atenção pela forma explícita com que infringe leis de direitos. Batizado de World Joyland, ele fica localizado na cidade de Changzhou, no leste da China, e se estende por uma área de 600 km² dividido em diversos setores. Os principais são o Terrain of Magic (baseado em Warcraft) e Universe of Starship (de Starcraft).

Apesar de não ser um produto licenciado, o parque parece ser um lugar mágico. Com suas torres gigantes, escadarias colossais, construções fantásticas e brinquedos impressionantes. Além dos setores principais, de Warcraft e Starcraft, ele também possui centros de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia, uma arena de e-Sports batizada de Centro Nacional de Competição de E-Sports, um pavilhão para exposições e eventos de animes e jogos e um centro de treinamento para profissionais de tecnologia digital.

Segundo o vídeo promocional oficial, o propósito do World Joyland é concorrer de igual para igual com parques como Universal Studios e Disney World.

Joyland foi inaugurado em maio de 2011, com um custo estimado de US$ 48 milhões, segundo a revista Forbes, e tem recebido atenção especial devido a um tópico no Reddit, onde a usuária “FrancescaO_O” postou fotos e respondeu a perguntas sobre o dia em que passou lá. Segundo ela, os brinquedos têm um sistema de Índices de Felicidade e Satisfação, fixados na entrada de cada atração, sobre a quantidade de alegria  que o visitante poderá sentir.

“O brinquedo Starry Sky Ripper tem a maior Força G que já senti numa montanha russa,” FrancescaO_O conta. “Você fica de bruços, como se estivesse voando, e tem um loop bem doido.” Na placa de entrada, estão marcadas 5 estrelas de diversão potencial, a nota máxima.

Os rumores de que a Blizzard estaria planejando construir um mega-parque temático de suas franquias, Warcraft e Starcraft, na Ásia surgiram no começo de fevereiro de 2011 no site francês GameBlog.

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25/01/2013 0 comment
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Dead Space 3 terá microtransações para compra de peças de armas

by A Itinerante 25/01/2013
Escrito por A Itinerante

Dead Space 3 introduzirá um sistema de microtransações, segundo a produtora associada da produtora Visceral Games, Yara Khoury. Durante a aventura, usuários poderão montar suas próprias armas com peças coletadas, mas se ficarem sem recursos, poderão comprá-las por dinheiro de verdade. O jogo chega para Xbox 360, PlayStation 3 e PC em 5 de fevereiro.

A novidade foi comentada em uma recente sessão de demonstração do jogo ao site de notícias Eurogamer. Durante a partida, o jornalista Tom Phillips reparou que não tinha recursos suficientes para criar uma arma e assim surgiu a opção de comprá-los como conteúdo por download, explicada por Yara Khoury.

 “Você pode comprar recursos com dinheiro de verdade, mas robôs também podem te dar a moeda utilizada nesse mercado para que você não tenha que gastar dólares”, comentou ela, reforçando o fator opcional. Não foram mencionados preços, mas Khoury disse que estarão disponíveis vários pacotes, com várias faixas de preço.

Quando perguntada se seria possível pagar no início do jogo para conseguir uma das armas mais potentes, ela negou, afirmando que algumas peças só serão disponibilizadas a partir de um certo momento na jornada. No entanto, será permitido fazer isso após terminar a história, no modo New Game Plus.

Jogadores de Mass Effect 3 ganharão armadura de Shepard

Se você jogou Mass Effect 3 e planeja comprar Dead Space 3, a Electronic Arts tem uma surpresa para você. Armaduras da N7 (o mais alto nível militar da Aliança, no universo de Mass Effect) estarão disponíveis para todos que tiverem um arquivo de save de Mass Effect 3 no seu sistema. É o heroísmo do(a) Comandante Shepard fazendo história novamente no espaço.

Isaac Clarke e John Carve, protagonistas de Dead Space 3, usarão as novas armaduras – Clarke de preto, e Carve de vermelho – nas versões para PS3, Xbox 360 e PCs do jogo, bastando apenas que os jogadores mantenham seus saves de Mass Effect 3. O novo jogo detectará os arquivos automaticamente ao ligar. Não há informações sobre algum bônus para as armaduras, ou será algo apenas visual.

Vale lembrar que esta prática é comum nos jogos da EA. Mass Effect 2 e 3 já ganharam anteriormente armaduras e armas baseadas em Dragon Age e Kingdoms of Amalur: Reckoning. Dead Space 3 será lançado em 5 de fevereiro. Antes disso, em 22 de janeiro, a versão demo estará disponível.

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