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A Itinerante - Neiva

A Itinerante - Neiva

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Um 2017 com muitos jRPGs para todos nós!

by A Itinerante - Neiva 01/01/2017
Escrito por A Itinerante - Neiva

Nossa vida não é uma Fantasia, apesar de ter um Final…
Entra mais um ano, perdemos PV, ganhamos XP…
Ainda que não tenhamos PM, lutamos contra as adversidades com Força…
Somos fracos ao Fogo, Gelo e ao Raio, porém temos Estratégia própria, para desviar daquilo que pode nos ferir…
Nosso Vigor diminui com o passar do tempo…
Nosso Level aumenta a cada ano…
Vemos nossos sonhos como uma Caçada…
Melhoramos nossos Atributos…
Temos nossas Missões Principais, assim como objetivos Secundários…
Quando atingimos um alvo, a sensação é indescritível…
O tempo talvez seja nosso inimigo de Nível +99, ou nosso aliado, depende do ponto de vista…
Se fosse possível, chamaríamos o Umbra e mudaríamos algumas escolhas, alguns caminhos escolhidos, alguns Calabouços ficariam selados e Portas seriam ou não abertas…
Uma coisa é certa… Ninguém quer perder, todos buscamos o sucesso, e um dia quando finalmente Acamparmos, quem sabe, deixaremos nosso legado, nosso Save…

Um Feliz ano de 2017

(Enviado por O Atendente para todos que fazem parte do blog “A ITINERANTE”)
01/01/2017 0 comment
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(FF XV) Pós game: Calabouço Fouciaugh lvl 65

by A Itinerante - Neiva 01/01/2017
Escrito por A Itinerante - Neiva

(Antes de ler este post, talvez queira ler mais sobre calabouços.)

Este guia trolla mais do que a Square-Enix. Calabouço lvl 65 com boss lvl 73 é ruim, heim! Enfim…

O Fouciuagh é um calabouço curto, com apenas um camp e duas salas de ramificações. Na primeira a porta correta é a do meio e na segunda é a da direita.

É possível obter os seguintes itens raros: O grande Chamberlian, 2 moedas de ascenção da Oráculo, Pendente da Lua (50%), Pendente da Terra (50%), Óleo de lavanda, Pulseira de Centurião, 2 megaelixir e Bracelete de Diamante, além dos itens comuns como peças desgastadas, superpoção, éter, etc… No acampamento ganham-se as adagas Organyx, para o Ignis, com ataque 248.

Meu jogo bugou e na primeira parte até o camp não tive inimigos. As salas estavam vazias e era só pegar o item e prosseguir. Por conta disto, passei direto pela primeira ramificação e fui para a porta certa sem perceber, deixando de pegar os itens das portas erradas, o que foi uma pena.

Do acampamento para frente tive inimigos normalmente.

Os mobs aqui são do tipo samurai (yojimbo e cia) ou do tipo esqueleto. Os do tipo samurai são fracos contra eletricidade, assim equipei o Noctis com a Raio do Trovão e fiz magias de raio (que acabei nem usando). Os esqueletos são resistentes à eletricidade, mas vulneráveis à espadas grandes e poderia usar a Duque de Ferro. Finalmente o boss é resistente à tudo, vulnerável apenas à luz e equipei-me com uma Arma Real, a Lâmina do místico.

Deu super certo. Sem precisar reabastecer o MP conseguia matar os inimigos de quase todas as salas. Não precisei usar magia e usei pouquíssimos itens de recuperação.

Agora este boss… Ele é complicado porque usa a espada para bloquear os danos. Ele em si não é tão problemático. O mais difícil é arrancar seu HP. Tive que recuperar algumas vezes a vida dos meninos e usei muitos elixires para recuperar meu MP! Usei Subjugação do Ignis sempre que estava disponível e nestes momentos optei pelo Escudo da Justa, outra arma real excelente para uso com a Subjugação.

Enfim, de pouco em pouco, ataques aqui, Subjugação dali e um ou dois Armingers e foi abaixo.

A recompensa foi a espada Canalizadora, com ataque 276.

01/01/2017 0 comment
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(FF XV) Pós game: Keycatrice lvl 55, o primeiro calabouço ninguém esquece

by A Itinerante - Neiva 31/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

(Antes de ler este post, talvez queira saber mais sobre calabouços.)

Meu primeiro calabouço foi o Keycatrice porque resolvi fazer na ordem dos levels e esta é a mais baixa.

Ela possui 3 salas de ramificação. Na primeira ramificação a porta correta é a da esquerda e nas outras duas é a do meio. Há um camp após a primeira ramificação.

Os mobs deste calabouço são na maior parte aqueles pudins. Eles são chatinhos, mas não chegam a ser difíceis. Não existem pontos de translocação suspensa para recarregar o MP nos calabouços. Assim, leve bastante elixir.

O boss, Lakhmu Flan, é um pudim preto imenso e como a sala é pequena a luta fica bastante confusa. Ele é vulnerável apenas à luz e resistente à todos os outros tipos de damage. Se tiver bastante potions, uma opção é usar Armas Reais.

Ele dropa a arma Hypermagnum com ataque 388 para o Prompto. Por coincidência eu tinha encontrado uma ontem, próximo do local da luta com o Naglfar.

Estes são os acessórios que peguei:

Na próxima vou registrar também os itens que coletei.

Achei fácil e rápida, embora as últimas salas tenham começado a ficar pesadas.

Recomendo começarem por esta também, para se familiarizarem com o esquema dos calabouços de forma mais tranquila.

31/12/2016 0 comment
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(FF XV) Pós game: sobre os calabouços.

by A Itinerante - Neiva 31/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

O verdadeiro desafio de Final Fantasy XV reside nos 8 calabouços que são acessados através daquelas portas fechadas que encontramos nas dungeons onde estavam as armas reais. E porque elas estão dentro destas dungeons e têm o mesmo nome existe uma pequena confusão a respeito.

Quando falamos de Costlemark, por exemplo, existem 2 dungeons lá: a normal que fazemos para pegar a arma real e a lvl 99, que só podemos fazer no pós game, depois de pegar a chave com a Ezma, conforme expliquei no meu primeiro post sobre o pós game.

Para diferenciar, podemos chamar estas dungeons pós game de Menace Costlemark, por exemplo, pois este é o nome da série de quests que permite o acesso a elas, ou Costlemark lvl 99 ou ainda, como farei, de Calabouço Costlemark. Sempre que eu escrever a palavra calabouço estarei me referindo às dungeons pós-game encontradas atrás das portas.

Quem tiver dúvidas sobre como acessar, por favor, leia o post que linkei acima.

…

Os calabouços tem como objetivo a derrota de poderosos bosses encontrados em sua parte mais profunda, portanto, nosso primeiro objetivo é descer. Descer, descer e descer, até o encontrar.

A estrutura dos calabouços é semelhante à figura acima e é composta de segmentos do tipo A, B, C e D. São 8 calabouços no total, de dois tipos: caverna  (Keycatrice, Balouve, Fouciaugh, Glacial Grotto, Daurell e Crestholm) e ruínas (Costlemark e Steyliff). Somente as do tipo ruínas possuem segmentos do tipo D.

Estes segmentos são apenas modelos diferentes de salas e corredores. Ao lado um modelo de segmento normal para os dois tipos.

Basicamente o sistema consiste em entrar em salas onde existe um item ao centro e mobs ao redor. Normalmente existe uma porta de entrada e uma de saída. As duas portas são fechadas quando você entra e só pode sair de lá depois de derrotar os mobs ou voltando para a entrada da gruta com a opção do Menu.

Os mobs se tornam mais fortes e mais numerosos quanto mais você desce no calabouço, culminando no boss que sempre dará um ótimo item de presente.

Além destes segmentos normais, existem acampamentos a cada 5 segmentos descidos e salas de ramificação com 4 portas: a que você chegou, uma na esquerda, outra no meio e outra na direita. Apenas uma é a correta e te levará mais abaixo no calabouço. As outras duas te levarão à becos sem saída. Entretanto, vale a pena ir nas erradas porque elas contém itens em suas salas.

Se você se perder a orientação é fácil: basta procurar a porta que estará descendo para prosseguir e para voltar, a que estará subindo. Retornando à sala de ramificação, para saber qual é a que o trouxe até este ponto, qual é a esquerda, centro e direita, veja a imagem ao lado direito.

A porta do meio será sempre a mais distante e estará em frente à porta pela qual entrou. Tendo este desenho em mente fica fácil se localizar.

Uma vez que você entre na sala correta a porta se fechará, impedindo seu retorno. Nos posts sobre os calabouços que farei, sempre irei indicar qual é a porta correta, assim você poderá decidir se quer ir nas primeiras antes e pegar os itens ou se prefere ir direto para a correta.

Eu também indicarei os itens mais raros existentes em cada dungeon, bem como fornecerei dados sobre os mobs e o boss.

E através deste post você poderá acompanhar cada uma, conforme eu for fazendo  (cruzando os dedos aqui para conseguir fazer todas). rs

Calabouços:

Keycatrice – Caverna level 55
Fouciaugh – Caverna level 65
Glacial Grotto – Caverna level 65
Daurell – Caverna level 72
Balouve – Caverna level 78
Steyliff – Ruínas level 86
Crestholm – Caverna level 92
Clostemark – Ruínas level 99

Diferentemente das demais, no calabouço de Costlemark não é possível utilizar itens.

Para todos os outros, vá abastecido, principalmente de elixir, pois praticamente não existem pontos de translocação suspensa nas salas para recarregar MP.

31/12/2016 0 comment
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(FF XV) Pós game: Randolph (Bennu Azul, Malbodoom, Sir Tonberry, Phalaris e Naglfar)

by A Itinerante - Neiva 30/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Conforme expliquei em meu post anterior, quando você finaliza a história inicia uma nova série de quests com um ferreiro chamado Randolph, lá em Lestallum. São 5 quests e 5 armas de recompensa.

Quest 1 – Nasce uma lenda – Lv 55

O Bennu Azul, level 55, foi uma decepção. Primeiro de tudo acionei o Libra e vi que ele era fraco contra raio. Acontece que eu tinha uma magia fodástica justamente de raio. Coincidências da vida, porque só tinha esta de reserva. Então joguei 1 magia, ataquei com o Armiger, joguei mais uma magia, usei a técnica Subjugação do Ignis e o passarinho morreu. 🙁

Ganhei a Duque de Ferro para o Noctis, com ataque de 581!

Gostei. Vamos para a próxima!

Quest 2 – Lenda Horrenda – Lv 65

Marlboro lvl 65 e pragas de marlborinhos


Huuhhh!!! Este é mais ardido. Bem mais. Nada mais, nada menos do que o famigerado Marlboro, com 5 ou 6 marlborinhos e seu bafo podre. Infelizmente nem vi o bichinho direito porque era noite e estava bem escuro. Prompto que me salvou com esta foto linda!
Vi pelo Libra que ele é vulnerável à adagas e gelo. Assim, equipei o Noctis com adagas e fiz uma magia de gelo. Como quero reservar meus itens mais preciosos para as dungeons mais fortes, fiz uma fraquinha. E como conheço a peste, equipei o Noctis com o Laço, que protege contra debilidades e também coloquei proteção contra confusão. Queria a Ribbon, mas preciso de 40 moedas da Oráculo para trocar por uma. 🙁

O guia recomenda focar nele e esquecer os bandidinhos. Também recomenda fugir quando eles se juntarem todos e antes do bafo.

Comecei o ataque normal, agora com Armiger vazio. Usei a técnica subjugação e fiz o que pude. Eu acho que matei o Marlboro, mas não tenho certeza por que estava escuro e é tudo tão confuso nesta luta com este monte de bichinhos. Enfim, estava nesta de atacar e transladar para recuperar MP ou para fugir quando apareceu a opção de convocar summon e não resisti. Leviatã resolveu tudo em un segundo. Os bichinhos morreram só de olhar para ela. rs
Ganhei a Lança Dragoniana, com ataque 246, mas que protege contra fogo, gelo e eletricidade.

Quest 3 – Lenda envolta em mistério – Lv 75


Sir Tonberry, lvl 75 x 2

Tonberrys. Não apenas um, dois!!! E não pensem que são aqueles bichinhos lentos que conhecemos em outros FFs, que vão se aproximando, um passinho de cada vez. Nada! São ninjas! Rápidos como o cão. Você nem vê e está morto, porque como todos sabem, Tonberry é sinônimo de morte súbita. Eu me equipei com o Artefato Protetor antes da luta. E não adiantou. Morri. Uma, duas, três vezes.

50% de resistência à espadas grandes. Vulneráveis apenas à adagas e luz. Então me equipei com tudo que tinha luz e adagas. Tentei magia de gelo. Nada. Tentei magia de envenenamento. Nada.

O negócio é defender e quando aparecer a bolinha, contra-atacar. Problema é que sou ruim demais para me defender e usar a bolinha. Me defendia mais com translaçoes, mas usar translações aqui não deu certo.

Eu sou péssima com bicho rápido. Fico completamente perdida. Olha, vou dizer: primeira luta que fiquei com receio de não dar conta, assim, de verdade.

Fui dar umas voltas, esfriar a cabeça, sabem? Enchi meu Arminger e voltei. Com espada grande, mesmo eles sendo resistentes a força delas não se compara à das adagas e Jackson disse que matou com elas. Usei magia, Arminger e a técnica Subjugação sempre que estava disponível. Fui defendendo, curando, atacando de vez em nunca e o milagre aconteceu: matei. Matei!!! Uhurruuu!!!

Ganhei o escudo Ziedrich, com ataque 327 e força +50. Ôhôh… Esta luta me deixou bem alegre. 😀

…

Irei atualizando este post conforme for fazendo, mas acho que preciso de dar uma melhorada em meus itens e equips antes de encarar os dois próximos: Phalaris com lvl 85 e Naglfar com lvl 120. Sim, isto mesmo, level 120.

…

Atualização de 30/12:

Quest 4 – Lenda amaldiçoada – Lv 85



Antes de dormir, fui lá dar uma olhadinha no bicho. Acabei matando. Ele é lento e tem uma torre para translocação na área. Assim, não tem muito mistério. É atacar, translocar, atacar, translocar, até ele morrer. É vulnerável a espadas grandes, apenas. Usei a Dissecadora que é boa para quebrar partes. Atacar na cabeça dele é mal negócio: ele tem resistência de 50% ali. Fui nas pernas, principalmente.
Ganhei o Sabre da Alma, com ataque 343 mas que diminui o vigor ligeiramente.

Quest 5 – Omega Weapon – Lv 120

E agora a noite foi a vez do Naglfar. O único monstro com level superior à 99 do jogo. 875.000 de HP. Resistente à todas as armas normais, mas vulnerável à todos os elementos.

Eu me preparei bem, porque me falaram que ele é rápido e sou ruim com bicho rápido. Então comi a comida do Veritas Mart que dá + 1000 de HP + 400 de força e + Stamina infinita por 6.800 gil. Equipei eles decentemente e estoquei superpotions e elixires. Além disto levei magia, já que ele é vulnerável aos elementos. Eu não fiz e devia ter feito uso da técnica Fortalecimento do Ignis, para encantar minha arma. Eu não usei e devia ter usado o Arminger. No calor da luta esqueci.

A luta em si foi rápida. Eu usei a Espada do Pai, uma das armas reais, já que ele é resistente à todas as demais. Jogava magia, atacava com translocação ofensiva e ficava alternando entre estas duas. Deixei os meninos morrerem para economizar itens. Não tinha ponto de translocação suspensa e não podia recarregar o MP, então foi na base de elixir mesmo.

O que acontece é que se você ficar perto dele usando a translocação ofensiva (R1+triângulo) vai escapar da maior parte de seus ataques e ao mesmo tempo, continuará tirando HP todo o tempo.

E foi isto daí. Morreu. Fácil.

Ganhei a Adaga Zwill, com ataque 345 e tem seu máximo quando o portador possui vida intacta.

…

E acabou-se Randolph. Foi divertido e uma boa entrada no pós-game!

30/12/2016 0 comment
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(FF XV) Pós game: Regália Type-F, quests Menaces da Ezma e quests do Randolph

by A Itinerante - Neiva 29/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Oh meu Pai!!! Eu ganhei o Regália Type-F assim que voltei para Lucis após a finalização da história.

Ele é lindoooo!!! Maravilhoso!!! Incrível!!! Sensacional!!! Fantástico!!! Fodástico!!! É o máximo!!!

#partiu Explodir Regália Type-F

Só é digamos que um pouquinho difícil de estacionar com ele. Tem que ser na estrada e não pode encostar numa folhinha. Se encostar ou danifica todo e eu logo descobri para que serve a opção de manutenção lá no Hammerhead ou explode inteiro e game over. 🙁 lol

Eu ameeeiiiii!!!! Mal posso esperar para voar muito por toda Eos.

Mas como também mal posso esperar para fazer as outras coisas, fui logo na Ezma, uma velha do Quartel dos Caçadores, lá em cima do mapa. A velha parecia o Cid quando eu não tinha o item que ele pediu: só ficava falando asneiras e nada de me entregar as quests.

Fui consultar e o guia diz que habilita depois de finalizar o game e fazer quatro dungeons opcionais: Balouve, Crestholm, Daurell e Costlemark. Balouve, Crestholm e Costlemark eu tinha feito, certeza absoluta. Logo descobri que faltava fazer Daurell e toca fazer.

A entrada para esta dungeon é meio complicadinha de encontrar. Melhor opção é parar o carro onde está a marcação no meu mapa e depois vai descendo e seguindo o caminho.

A peste da dungeon está infestada de Necromantes. Não é assim tããããooo fácil. Então vá preparado. E encontrar o túmulo também é meio chatinho. Fiquei dando voltas. A questão toda é que chega em uma parte que você está em cima de uma plataforma e volta lá para baixo e recomeça tudo. Nesta parte, tem que ir para a direita. Tem um caminho, uma plataforma estreita de madeiras acompanhando a lateral da rocha.

Cavernas Daurell

Assim que terminei, voltei na Ezma e agora sim!!!

Ela me fala que existem 8 portas seladas em Lucis e atrás de cada uma delas existe um demônio adormecido que atacou o reino em tempos antigos e que como atual rei, Noctis tem o dever de eliminar as ameaças. Concordo!!! Aceito alegremente a chave e ganho 9 novas quests, uma para cada calabouço (os pontos em vermelho no mapa) e uma para a quest principal. Será que vou conseguir encerrar esta última???

Atrás da porta de Costlemark existe uma dungeon level 99 com 100 andares e na qual não podemos levar itens. Apenas pense… Queria dificuldade, desafio? Tome Costlemark! lol

Além desta, tem uma dungeon escondida acessível apenas através do Type-F e que dizem ser o inferno de Lucius, não pelos monstros (que não tem) e sim porque é um quebra-cabeças diabolicamente difícil. Vou hoje. Estas coisas é melhor enfrentar de cara antes de perder a coragem. rsrs

Também tenho outro grupo de quests iniciando lá em Lestallum, do ferreiro chamado Randolph. Ele me fala que faz armas incríveis, mas que para isto precisa de itens que devem ser coletados derrotando alguns bichinhos bonzinhos. São 5, o mais fraquinho tem level 55. Sorriso rasgando a cara. Bora!!! 😀

Parti para o primeiro bichinho.

Antes, dei uma explodida no Type-F, depois uma amassadinha leve. Intencional, viu gente, só para ver como era. (#sqn!)

Tirei umas fotos em grupo para refazer o final e pegar um certificado melhor, mas ainda não consegui “aquela” foto.

E agora estou aqui, parada na frente desta coisinha meiga de passarinho. Vamos ver que tal isto é. Amanhã conto para vocês como foram as lutas do Randolph.

Bennu Azul – lvl 55

29/12/2016 0 comment
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(FF XV) Arma suprema: como obter os Chifres em Hélice para a quest do Cid e Arroz Mãe e Filho

by A Itinerante - Neiva 29/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

– Vá para Velha Lestallum e pegue a quest Os últimos espiracórnios, lvl 29.
– Vá para o ponto da caçada.
– Salve antes de iniciar e se o item não cair, carregue o jogo e mate novamente até cair.
– Entregue a hunt.
– Entregue os chifres para o Cid.
– Durma algumas vezes e o Cid vai telefonar e informar que sua arma está pronta, a Arma Suprema, com ataque de 364!

Para ajudar a melhorar a taxa de drop do item:

– Equipe o Noctis com a Dissecadora. Esta espada é boa para quebrar membros e o chifre em hélice resistente você só consegue quebrando os chifres dos espiracórnios.
– Ative o nódulo Destruidor de Demônios na seção de Combates da Ascenção. Quebra partes com translocação ofensiva.
– Coma o Arroz Mãe e Filho que aumenta em 50% a taxa de obtenção de itens.
– Tenha a habilidade de sobrevivência do Gládio em 10, porque também aumenta a taxa de obtenção de itens melhores.

Arroz Mãe e Filho

A receita para o arroz Mãe e Filho  só pode ser obtida após a finalização do game.

– Vá para Lestallum. Ao invés de subir as escadas para a cidade, desça como quando vai falar com o Vyv, mas vire à direita e vá até as mesas com cadeiras. Tem uma mulher sentada comendo este arroz. Ao passar por ela o Ignis obtém a receita.

29/12/2016 0 comment
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Capítulo 14: final icônico com Shiva shivando!

by A Itinerante - Neiva 29/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Não escrevo há vários dias sobre meu jogo simplesmente porque não conseguia parar de jogar para escrever. É tão bom! Eu sempre pensava: “Vou fazer só mais isto e escrevo”. e de isto para aquilo, fui indo. Agora sinto-me perdida com o mundaréu de coisas que fiz e que gostaria de contar, mas que não vou porque não dou conta e nem vocês dariam. lol

Em resumo, eu fiz todas as quests antes de finalizar o jogo. Ficou aberta para mim só a primeira da pescaria, que ainda não fiz e provavelmente não farei e a última do Vyv que eu achei que só podia fazer pós-game e depois descobri que pode fazer antes.

Matei o Catopeblas novamente e peguei enfim o item para a última do Takka. Peguei o Espinho de Cactuar e o Chifre em Hélice das últimas armas com o Cid e ele foi bonzinho e as devolveu antes que eu encerrasse o jogo. 😉

Assim, completei todas as quests do Takka, Dave, Dino, Holly, Lestallum, Cid, Cindy, Wyz, Chocobos e Sania (dos sapos). Falta completar: pescaria, carros quebrados, resgates, oportunidades de fotos, tours, hunts e mistério no papel.

Filhote de chocobo preto. Lindo! Última quest do Wyz.

Também peguei todas as treze armas reais. Faltavam duas, a da Minas Balouve e a de Costlemark. Como estou com level 99 praticamente, não teve muita dificuldade. Fiz estas duas rapidamente. A de Costlemark eu fiz mais rápido do que todas porque comecei depois da meia-noite (só dar uma olhadinha, me disse) e precisava ir dormir porque tinha que acordar cedo. Então fiz uma magia fodástica, level 356 acho, que quicava 5 vezes e outras semelhantes e fui soltando, matando e seguindo. A magia foi essencial para a Costlemark, principalmente na parte final em que os mobs são ardidos e muitos ao mesmo tempo. Eu jogava uma magia, saia de perto e esperava matar. Às vezes dava um ou dois ataques enquanto isto, mas às vezes nem isso. Só esperava matar mesmo. Foi muito rápido.

Este jogo (como aliás todos os Finais Fantasys) fazem a gente pagar a língua. Pouco tempo atrás postei um comentário incluindo o sistema de magia como um ponto negativo do jogo e agora que avancei um pouco mais estou simplesmente apaixonada pela magia. É um dos recursos mais fortes do jogo. Se você souber usar, além de ganhar muita experiência, são a salvação quando vem aquela aglomeração de mobs e é impossível matar um a um. A magia limpa a maior parte em instantes. E o dano nos meninos é mais visual. Eles até sofrem dano, mas não é um impedimento para a utilização, como eu pensava antes. E é engraçado ver eles se contorcendo todos com os elementos. rs

Eu altamente recomendo a todos o uso de magias!

Nada mais a fazer, #partiu_Finalizar_História.

…
É difícil escrever sobre este final. Eu fiquei o tempo todo lembrando e comparando com outros finais, principalmente do X, XIII e Crisis Core que são os que realmente me marcaram e acho que isto atrapalhou muito meu envolvimento emocional com a história. Nos outros jogos eu também não sabia o final e neste eu já até mesmo tinha visto o vídeo, ainda que rapidamente e só da parte final. Mas não houve a surpresa, a descoberta. Também, diferentemente dos demais, eu estava jogando e conversando sobre o que estava acontecendo, o que me tirou um pouco fora de foco.
Não sei se estas coisas interferiram realmente ou se apenas estou tentando justificar, mas o fato é que este final não me envolveu significativamente. É legal, é bonito, é impressionante, é triste, é tudo que os finais de FFs são. 
Tem uma parte em que abre o arquivo de fotos salvas do Prompto e temos que escolher uma das fotos. Este momento foi o primeiro em que me senti um pouco envolvida. Você fica olhando as fotos e é como se estivesse em casa olhando seu próprio album de fotos com sua família e amigos e relembrando a cada foto os eventos que a originaram. Aí você percebe o quanto caminhou, tudo que fez e sentiu. É um momento marcante do final.
As lutas não tem dificuldade alguma para meu level, mas são incrivelmente belas! A primeira é com um Behemoth voador, maravilhoso. Na segunda somos envolvidos em um combate entre/com 3 dos melhores summons ever, dois dos quais não podemos invocar durante o jogo e minha deusa Shiva protagonizando uma cena icônica e que certamente já entrou para a história dos Finais Fantasys, tal como a cena do lago entre Yuna e Tidus. Sensacional, belíssima luta, animações, artes, tudo!
Shiva shivando!
Chegamos à luta final e normalmente é também um momento significativo na história, em que tudo é esclarecido e resolvido. E para mim, foi broxante. Como em todos os eventos de história de XV, acaba quando você pensa que vai começar e você fica com aquela sensação de que tem algo errado. Está tudo certo, tudo explicado. O que não foi explicado, meio que a gente deduz (quase tudo, aliás). Ou você já pescou aqui e ali informações que reunidas te dão o pacote inteiro ou quase inteiro.
Não sobra nenhum grande mistério para elocubrar, desvendar ou que pudesse dar origem a uma continuação (a lá Fang e Van no XIII). É uma história completa: começo, meio e fim. Tudo certo. História boa, consistente, decente. Poderia ter sido mais envolvente, mais emocionante? Sem dúvida alguma! Nisto não tem como voltar a atrás ou recapitular ou negar. Faltou.
Depois da luta vem esta parte da fotografia, que enfim, me deixa um pouco sensível. Infelizmente eu salvei pouquíssimas fotos (porque apenas dava share somente para eu nas que gostava) e a foto escolhida vai para o certificado de conclusão, o que eu não sabia na hora e peguei uma qualquer. Vou salvar mais fotos e refazer o final. rs
Então vamos para o encerramento em si, que é dantescamente belo e impactante. Apesar de ser o primeiro final de FFs em que não chorei, eu apreciei muito e este é um momento bastante dramático e intenso.
Então acaba e os créditos começam a rolar enquanto ouvimos diálogos da equipe nos acampamentos passados. Cenas de acampamentos e uma conversa entre eles.
Estas cenas são a chave e a explicação do Noctis, de sua personalidade, do porque foi sempre tão calado e apagado. Podemos ver, sentir, o quanto ele é tímido, o quanto é difícil para ele se exprimir, expressar sentimentos.
Neste momento senti carinho e quase amor pelo Noctis. Não chegará nunca a ser meu favorito e acho que a Square-Enix errou quando definiu esta personalidade para ele. Não acrescentou nada no game e se tivessem optado por outra personalidade teria feito uma grande diferença em termos de carisma.
(Não quero realmente fazer críticas à Square-Enix, embora esteja fazendo e isto é apenas porque estou fazendo um post sobre minhas impressões e não poderia deixar de dizer o que penso ou sinto a respeito.
Quero deixar claro que apesar de minhas restrições ao desenvolvimento dos personagens e desenrolar da história, considero XV um jogo espetacular, sensacional e tenho certeza de que, no conjunto da obra, entrará para a história como um dos melhores e mais divertidos para se jogar.)
Continuando, os créditos rolam novamente até o logo da SE e então vem as cenas finais. Eu poderia ter chorado com estas. São realmente emocionantes. E belas! 
Sinto que este final foi meio que um presente da Square-Enix aos fãs de Final Fantasys, como uma compensação pela desgraça daquele final de XIII-2 (raiva só de lembrar).
Este final aquece meu coração e me faz sorrir, enlevada.
…
Sempre que termino um Final Fantasy fico um pouco perdida. E agora? Como continuar vivendo sem eles, sem suas aventuras me distraindo da hard real life? É como dizer adeus à amigos que se mudam para outra cidade ou país. Ok. Ok. Você vai poder continuar falando com eles, até vendo via internet, mas não é a mesma coisa e você sabe disto. Na vida real e no game.
Então fiquei assim, meio sensível, um pouco triste.
Mas só até ver meu Regália Type-F. lol
Aguardem meu próximo post!
E um novo dia nasce em Eos
29/12/2016 0 comment
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A Itinerante: 4 milhões de páginas visualizadas

by A Itinerante - Neiva 29/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Atingir esta marca é muito gratificante, principalmente porque só blogo sobre um tipo de game que é um nicho e que vive uma grande luta pela sobrevivência. Espero ter muitos Final Fantasys para continuar jogando no futuro.

Estava conversando ontem no grupo do Whatapps sobre meu futuro como blogueira e deste blog. A tecnologia hoje é muito diferente daquela da época de XIII. Hoje existe fartura de informações em blogs profissionais mundo afora e com a tradução automática do Google é muito simples obter ajuda. Eu penso que nunca mais farei outro “Tudo aqui”. Deixar isto para os profissionais ou para a molecada do youtube.

Eu sempre gostei de blogar por causa e exclusivamente pela interação. É muito mais gratificante jogar trocando idéias, opiniões, dando e recebendo ajuda e dicas. Em FF XIII este blog foi um point de encontro. Em FF XV o point mudou para o Whatapps e foi também muito bom e mais ágil e dinâmico, embora eu creia que as relações lá foram mais superficiais e rápidas do que aquelas criadas aqui na época do XIII. Mas os jogos são diferentes também. XIII demorava muito tempo para ser platinado. Todos que começaram XV comigo (ou a maior parte) já platinaram e foram além.

Não sei como será no próximo FF, mas mesmo sabendo que esta interação não se dará mais aqui pelo blog, ele ainda poderá ser um canal para reunir amigos e fãs.

Então, muito obrigada a todos que me prestigiam.

29/12/2016 0 comment
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(FF XV) Espinhos de Cactuar para a quest do Cid

by A Itinerante - Neiva 29/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

29/12/2016 0 comment
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