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RPGs Mais Aguardados de 2026 | Trails, Ys, Dragon Quest e Mais

by A Itinerante 11/01/2026
Escrito por A Itinerante

Todo começo de ano eu gosto de fazer a mesma coisa: parar, olhar com calma o calendário de lançamentos de games e começar a preparar o coração — e o bolso — para tudo o que está por vir. E sim… essa hora chegou novamente.

Depois de um 2025 simplesmente excelente para os fãs de JRPGs e RPGs em geral, 2026 promete ser, no mínimo, tão bom quanto. Já temos muitos títulos anunciados, alguns com data definida e outros ainda cercados de mistério, mas cheios de potencial.

Neste post, eu reuni os jogos de RPG que mais me chamaram a atenção para 2026 — e que, muito provavelmente, vão receber cobertura aqui no A Itinerante, seja em forma de análises, guias ou séries completas.

Para quem preferir assistir a versão em vídeo:


Jogos de RPG com lançamento em janeiro de 2026

The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon

Janeiro já começa forte com The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon lançado no dia 15/01.
Para quem acompanha a saga Trails, sabe que eu ainda estou avançando na série — no momento, estou em Trails of Cold Steel II — então esse não é um jogo que vou pegar no lançamento. Ainda assim, a empolgação aqui é enorme.

Tudo indica que estamos chegando a um ponto muito importante da franquia, com a história finalmente começando a caminhar para sua conclusão. A série sempre foi marcada por uma narrativa gigantesca, construída ao longo de vários jogos interligados, e esse novo capítulo promete levar a história além do continente de Zemuria, literalmente indo para o espaço.

Além disso, personagens queridos como Rean e Kevin retornam, e o combate — que mistura ação com turnos — parece estar em sua melhor forma até agora. Inclusive, existe uma demo de combate disponível para PlayStation, Nintendo Switch (1 e 2) e PC, e ela é altamente recomendada para quem está jogando os títulos anteriores da franquia.

Para quem está em dia com a saga Trails, esse já começa o ano como um forte candidato a um dos melhores RPGs de 2026.


Code Vein 2

Ainda em janeiro, no dia 30, chega Code Vein 2, um presente para quem curte soulslikes com estética anime.

Eu comprei o primeiro Code Vein há algum tempo, mas ainda não consegui jogar por conta da agenda apertada. Mesmo assim, sempre tive curiosidade com a franquia, e a ideia é finalmente tirar o primeiro jogo do backlog e, se possível, seguir direto para o segundo.

Tudo indica que a Bandai Namco refinou o que funcionou no original: visual sombrio, combates mais rápidos e um sistema de builds ainda mais flexível. Fica a torcida para que esse segundo jogo consiga entregar uma experiência ainda mais sólida.


Fevereiro de 2026: um mês absurdamente forte para RPGs

Dragon Quest VII Reimagined

No dia 5 de fevereiro chega Dragon Quest VII Reimagined, um dos jogos que mais me empolgam em 2026.

É importante deixar claro: isso não é apenas um remaster. Estamos falando de uma reconstrução completa do jogo original, com visual belíssimo, conteúdos exclusivos e diversas melhorias de qualidade de vida. O sistema de jobs foi modernizado, os inimigos agora aparecem no campo e o mundo — dividido em ilhas e diferentes linhas temporais — ganhou uma escala ainda maior.

Visualmente, o jogo mistura os traços clássicos de Akira Toriyama com efeitos modernos, criando um mundo que parece um verdadeiro diorama vivo. Tudo indica que esse será aquele JRPG extremamente reconfortante, gostoso de jogar e recheado de conteúdo.

Ah, e vale o aviso: existe uma demo disponível, e o progresso pode ser carregado para o jogo final.


Nioh 3

No dia seguinte, 6 de fevereiro, temos Nioh 3.
Depois de jogar muito Nioh e principalmente Nioh 2, minha empolgação aqui é grande.

A Team Ninja sempre entregou combates extremamente técnicos e viciantes, e tudo indica que eles conseguiram elevar ainda mais o nível. Novas posturas de combate, sistemas de magia mais integrados ao fluxo da batalha e inimigos ainda mais brutais estão entre as principais novidades.

Se você curte soulslikes com builds profundas, farm quase infinito e aquela sensação meio “Diablo” de progressão, Nioh 3 precisa estar no seu radar.


Ys X: Proud Nordics (nova versão)

No dia 20 de fevereiro chega a nova versão de Ys X: Proud Nordics, e esse aqui é um dos lançamentos mais aguardados do ano para mim.

Sou muito fã da franquia Ys e já estava de olho no X desde o anúncio original. Quando a Falcom revelou que estava desenvolvendo uma versão aprimorada, decidi esperar — e tudo indica que a decisão valeu a pena.

O jogo parece reunir tudo o que a série tem de melhor: combate frenético, forte senso de aventura, exploração bem trabalhada e uma apresentação mais polida do que nunca. O grande destaque é o sistema Cross Action, que permite controlar dois personagens ao mesmo tempo, criando combos e batalhas extremamente dinâmicas.

Some isso à exploração de ilhas, combates navais e aquela trilha sonora de rock frenética que só a Falcom sabe fazer, e temos um RPG com enorme potencial.


Tales of Berseria (Remaster)

No dia 27 de fevereiro temos o retorno de Tales of Berseria em versão remasterizada.

Eu joguei bastante o jogo na época do lançamento, inclusive cheguei a platinar. Apesar de alguns aspectos da história e da gameplay não terem me agradado tanto, ainda considero Berseria um excelente título da franquia Tales.

A grande estrela aqui é Velvet Crowe, uma das protagonistas mais marcantes da série. O remaster traz melhorias de performance, texturas em alta definição e todos os conteúdos adicionais inclusos. Mesmo que o salto gráfico não seja gigantesco, o jogo está visivelmente mais bonito.

Para quem nunca jogou, essa é uma ótima oportunidade de conhecer uma das histórias mais sombrias da franquia, focada em vingança e em um grupo de anti-heróis memoráveis.


Março de 2026: variedade e criatividade

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection

No dia 13 de março chega Monster Hunter Stories 3.
Eu só fui dar atenção a essa série depois de jogar Monster Hunter Stories 2 — e me viciei completamente.

A mistura de JRPG de turnos com monstros da franquia Monster Hunter funciona melhor do que parece. Aqui, o foco é domar criaturas e lutar ao lado delas, e o sistema é surpreendentemente profundo e bem executado.

Pelo que foi mostrado até agora, a exploração parece ainda mais elaborada do que no jogo anterior, com uma pegada um pouco mais madura. Para quem gosta de Pokémon ou Shin Megami Tensei, esse aqui é um forte candidato a destaque do ano.


Crimson Desert

No dia 19 de março chega um dos jogos mais intrigantes de 2026: Crimson Desert.

Esse é aquele tipo de jogo que parece bom demais para ser verdade. O que começou como um MMO acabou se transformando em um enorme RPG single player de mundo aberto, cheio de ideias malucas: você monta em ursos, luta com robôs gigantes, voa, plana, enfrenta criaturas mitológicas e muito mais.

O mundo do jogo foi descrito como maior do que o mapa de Skyrim e Red Dead Redemption 2, mas claro, tamanho não é tudo. O grande ponto aqui será ver como essa exploração funciona na prática e se todas essas ideias se conectam bem.

Mesmo com o pé atrás, é impossível não ficar curioso. Só pela proposta ousada, esse é um jogo que merece atenção.


Saros

Fechando março, no dia 30, chega Saros, novo projeto da Housemarque, os criadores de Returnal.

Returnal foi uma surpresa enorme para mim: difícil, punitivo, mas extremamente viciante, graças à sua gameplay frenética e responsiva. Em Saros, temos um Action RPG com forte temática de ficção científica, exploração espacial e combates que misturam tiros rápidos com habilidades de RPG.

Se a Housemarque conseguir expandir essa fórmula para um escopo maior, mantendo a sensação de controle e impacto, esse aqui tem tudo para ser um jogaço.


Setembro de 2026

Phantom Blade Zero

Depois de uma pausa, no dia 9 de setembro chega Phantom Blade Zero.

Esse RPG de ação chinês lembra bastante os hack and slash da era PS2, com combates extremamente estilosos. A mistura de artes marciais, poderes sobrenaturais e armas variadas cria uma sensação familiar, mas ao mesmo tempo cheia de identidade própria.

O visual é belíssimo, o clima é mais sombrio e tudo indica que teremos um jogo muito focado em espetáculo e fluidez de combate.


RPGs confirmados para 2026, mas ainda sem data

Trails in the Sky the 2nd Chapter (Remake)

Talvez o jogo que eu mais esteja ansioso para jogar.
Enquanto o primeiro capítulo tem um ritmo mais lento, focado em construção de mundo e personagens, o segundo já começa com a história engatada, prometendo grandes acontecimentos do início ao fim.

Se você gosta de RPGs e ainda não jogou o remake do primeiro jogo, reforço o conselho: jogue. É uma introdução fantástica a uma das melhores séries do gênero.


Fire Emblem: Fortune’s Weave

Tudo indica que Fire Emblem: Fortune’s Weave será uma continuação espiritual de Three Houses, um dos jogos que mais gostei da franquia. A dinâmica das casas e das múltiplas linhas narrativas foi um grande acerto, e estou curioso para ver como isso será expandido aqui.

Esse tem grandes chances de ser meu primeiro exclusivo do Switch 2 comprado no lançamento.


The Adventures of Elliot: The Millennium Tales

Por fim, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales já possui demo disponível no Switch 2, e o que eu vi até agora me agradou bastante.

O jogo mistura a estrutura dos Zeldas clássicos com o visual HD-2D popularizado por Octopath Traveler. Ele parece simples à primeira vista, mas às vezes é exatamente esse tipo de experiência mais direta que a gente procura.


Conclusão

É jogo bom demais vindo por aí.
2026 promete ser um ano gigantesco para RPGs, e também para o conteúdo aqui do A Itinerante.

Agora me conta: qual desses jogos está no seu radar?
Tem algum RPG de 2026 que eu não citei e que você acha que merece atenção?

Deixa seu comentário aqui embaixo — isso me ajuda muito a planejar as próximas coberturas do canal. E se ainda não for inscrito, fica o convite pra acompanhar essa jornada ao longo do ano.

11/01/2026 0 comment
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Vale a Pena Jogar Trails in the Sky FC Remake? Review Completa

by A Itinerante 28/12/2025
Escrito por A Itinerante

Análise: Trails in the Sky First Chapter Remake é um dos melhores RPGs de 2024

Trails in the Sky First Chapter acaba de ganhar um remake — e que remake. Em um mercado cheio de reimaginações decepcionantes, esse jogo se destaca como um dos grandes acertos de 2024. Ele consegue equilibrar perfeitamente o respeito à obra original com melhorias modernas que realmente agregam à experiência.

Mas afinal, o que faz um bom remake? Essa é uma pergunta difícil. A gente já viu tantas tentativas falhas que é normal ficar com um pé atrás. Ainda assim, vez ou outra, uma empresa acerta em cheio. E esse é um desses raros casos.

Se você está em dúvida se deve ou não jogar esse remake, ou sempre quis conhecer a franquia Trails mas nunca soube por onde começar, esse é o melhor momento. A seguir, explico por que Trails in the Sky First Chapter Remake é uma das melhores portas de entrada para uma das franquias de RPG mais ricas que existem.

Versão em vídeo:


A História

A franquia Trails se passa em um continente chamado Zemuria, dividido em diversas regiões. Cada arco da série acontece em uma dessas regiões. A trilogia Trails in the Sky é o primeiro arco, e se passa em Liberl, um pequeno reino no sudoeste do continente, vizinho de Erebonia — um dos países mais poderosos da região.

Nossa história acontece cerca de 10 anos após uma guerra em que Erebonia tentou invadir Liberl. As consequências desse conflito ainda são sentidas, e vários personagens viveram esse trauma de perto.

Os protagonistas são Estelle e Joshua Bright, dois jovens que estão em jornada para se tornarem Bracers — membros de uma guilda que ajuda a população com todo tipo de problema. No meio dessa jornada, um evento misterioso envolvendo o pai deles muda tudo. E aos poucos, percebemos que talvez os conflitos com Erebonia não estejam tão resolvidos quanto pareciam.

A narrativa mistura momentos de leveza, humor e emoção, mesmo com temas mais sombrios surgindo aos poucos. Esse equilíbrio é um dos charmes do jogo.


Personagens

O elenco é um dos pontos mais fortes. Os personagens entram na trama de forma natural e bem trabalhada. E olha que você vai conhecer muita gente pelo caminho. Mas a dinâmica entre eles funciona muito bem, com destaque para o casal protagonista, que tem uma relação incrível. E o humor também brilha: personagens como Olivier e a própria Estelle arrancam boas risadas ao longo da jornada.


Ritmo Narrativo

Agora, um aviso importante: a história é lenta. Muito lenta.

Diferente de muitos RPGs que começam com um evento bombástico, aqui você vai acompanhar os protagonistas em uma jornada pessoal por Liberl, resolvendo problemas locais em cada cidade. Durante boa parte do jogo, pode parecer que a trama está andando sem um rumo claro. Os eventos misteriosos existem, mas o “grande plot” demora bastante pra aparecer.

Isso pode incomodar quem gosta de narrativas mais diretas. Mas o jogo transforma esse ritmo mais contido em um ponto forte. Enquanto viaja por Liberl, você conhece regiões, culturas e personagens que vão ter papel importante nos jogos seguintes também. Tudo é construído com muito cuidado, e a recompensa vem com força.

Quando os grandes momentos chegam, tudo aquilo que parecia só um detalhe se encaixa perfeitamente e deixa a experiência muito mais impactante.


Detalhes e Imersão

Um dos aspectos mais impressionantes do remake é a atenção aos detalhes. Especialmente no comportamento dos NPCs.

Na maioria dos jogos, os NPCs servem apenas para preencher espaço. Mas aqui, eles têm histórias, mudam de local conforme a narrativa avança e têm falas que evoluem de acordo com os eventos. Isso cria uma sensação muito forte de mundo vivo.

Um exemplo: há uma side quest em que você ajuda uma lanchonete a criar um novo bolo. Depois de terminar a missão, se você visitar o lugar novamente, os clientes estão comendo esse novo produto. Pequenos detalhes como esse mostram o carinho dos desenvolvedores.


Combate

O sistema de combate foi modernizado e agora mistura elementos de ação com o tradicional combate em turno.

Funciona assim: o modo ação serve para derrotar inimigos fracos ou iniciar combates com vantagem. Já o modo tático, por turnos, é onde o jogo brilha de verdade, com lutas mais longas, intensas e cheias de possibilidades estratégicas.

Você pode, por exemplo, atordoar um inimigo com o modo ação e começar a batalha com vantagem. Essa sinergia torna o combate fluido e variado. No final do jogo, com todos os recursos liberados, o sistema se torna um verdadeiro show tático.


Customização

O sistema de Orbments continua sendo um dos melhores da franquia. Aqui ele está em sua forma mais simples, mas já oferece várias possibilidades de customização. Equipamentos, artes e habilidades se combinam de forma interessante, tornando o sistema de builds profundo e divertido.


Exploração

Esse é o ponto mais fraco do jogo. Apesar dos mapas bonitos e da melhoria visual em relação ao original, a exploração em si é simples e pouco recompensadora.

Você encontra baús, itens e alguns segredos, mas falta variedade. Como o jogo se passa inteiro em Liberl, há pouca diferença visual entre regiões. Em alguns momentos, parece que você está no mesmo lugar, mesmo indo para uma nova área. Não é um problema grave, mas é algo que pode cansar veteranos do gênero.


Composição de Grupo

Com exceção de Estelle e Joshua, você não tem controle sobre quem está no grupo. Os demais personagens entram e saem conforme a história exige.

Isso obriga o jogador a repensar estratégias constantemente, o que pode ser interessante. Mas para quem gosta de montar um time estável e desenvolver sinergias a longo prazo, pode ser um ponto incômodo. Nada que comprometa a experiência, mas vale o aviso.


Trilha Sonora

A trilha sonora segue excelente. As faixas ajudam a construir atmosfera e dão o tom perfeito aos momentos chave da narrativa. Fãs antigos vão reconhecer temas clássicos com novos arranjos, enquanto novos jogadores vão se impressionar com a qualidade da OST.


Volume de Conteúdo

A campanha principal leva de 40 a 50 horas. Com as side quests e conteúdo opcional, é possível ultrapassar 80 ou 90 horas de jogo.

As missões secundárias são bem escritas e trazem novos elementos de narrativa e desafios. Há também um sistema de conquistas internas que recompensam com itens útis, incentivando a completação.

O modo New Game+ permite levar seu progresso para uma nova jogada, aumentando a dificuldade geral e desbloqueando o modo Nightmare, ideal para quem busca um desafio tático mais profundo.


Veredito Final

Trails in the Sky First Chapter Remake é uma aula de como fazer um bom remake: respeita o original, moderniza o que precisa e entrega uma experiência completa para novatos e veteranos.

Apesar de alguns pequenos pontos fracos, como a exploração limitada e o ritmo lento, ele compensa com um mundo vivo, personagens carismáticos e um sistema de combate incrivelmente satisfatório.

Se você é fã de RPGs, esse remake não pode passar despercebido.

28/12/2025 0 comment
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