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Alexandre

Square Enix promete revelação sobre novo jogo de Final Fantasy XIII

by AllanMartins 01/08/2012
Escrito por AllanMartins

A Saga Lightning ainda não está terminada.

As pistas sobre um novo jogo dentro do universo Lightning, de Final Fantasy XIII já tinham sido dadas pelo produtor Yoshinori Kitase, bem como pelo final de Final Fantasy XIII-2.

Agora, de acordo com a mais recente edição da revista Famitsu, a Square Enix prepara-se para anunciar algo durante as comemorações do 25º Aniversário da série, e é confirmado pelo próprio produtor.

Kitase afirma na revista que o projeto já começou e algo será revelado entre o dia 31 de agosto e 2 de setembro, altura do evento do aniversário no japão.

O que acham de um novo jogo dentro da saga Lightning ?

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Opinião: Restam apenas 30 dias e iremos saber!

01/08/2012 0 comment
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EA divulga imagens realistas de Medal of Honor: Warfighter

by AllanMartins 31/07/2012
Escrito por AllanMartins

A Electronic Arts divulgou duas novas imagens de Medal of Honor: Warfighter, desta vez focando no realismo dos gráficos e nas situações que o jogo vai apresentar. Uma delas mostra um close no rosto de um soldado, enquanto a outra exibe uma ação militar, onde provavelmente um criminoso é capturado. Veja abaixo.

As imagens foram divulgadas no Facebook oficial da EA, mas só foram liberadas quando a página atingiu 5 mil curtidas e, logo em seguida, mais 10 mil. Com o tempo, a companhia revelou que pretende divulgar mais artes do jogo desta forma, mas um novo trailer será liberado ainda esta semana para todos os fãs.

Apesar de lembrar Battlefield 3, também da EA, o jogo tem um foco diferente na jogabilidade. Enquanto Battlefield 3 tem um foco na macro destruição de cenários amplos, onde é possível levar prédios abaixo, com tudo que está dentro dele, em Medal of Honor: Warfighter, o foco está na micro destruição, em ambientes com sensação claustrofóbica, corredores estreitos e mapas menores.

A semelhança de eventos do mundo real em Warfighter também é maior, uma vez que as histórias foram escritas por verdadeiros membros do Tier 1 Operators dos Estados Unidos, que estavam a serviço no exterior e se inspiraram em ameaças reais. Isso pode aumentar ainda mais a imersão do jogador na pele dos guerreiros de elite.

O game sai no dia 23 de outubro para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

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31/07/2012 0 comment
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God of War Saga Collection para a PlayStation 3?

by AllanMartins 31/07/2012
Escrito por AllanMartins

Quais jogos viram? 

De acordo com o site Siliconera o PlayStation 3 receberá mais uma edição compilação de God Of War.
O website afirma que um retalhista confirmou a chegada de God of War Saga Collection para a PlayStation 3, e que será lançado no final de agosto deste ano.

Depois da chegada dos jogos da PS2 para a PS3 e dos jogos da série na PSP também em HD para a PS3, que compilação é esta?

Pelo nome poderemos especular a chegada de todos os jogos num só pacote? God of War 1 e 2 remasterizado para a PS3, bem como os Chains of Olympus e Ghost of Sparta da PSP e ainda God of War 3?

Lembramos que a PS3 receberá em 2013 mais um jogo da série, o God of War: Ascension.

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Beyond será mais pela jornada emocional que divertimento

by AllanMartins 31/07/2012
Escrito por AllanMartins

David Cage afirma que quer “desafiar as mentes e não os polegares”.

Beyond: Two Souls é o novo exclusivo para a PlayStation 3 em produção nos estúdios da Quantic Dream, tendo como diretor criativo e produtor David Cage, que volta a comentar sobre a sua visão para o jogo.

Em declarações à revista Edge, Cage afirma que com
Beyond: Two Souls o seu objetivo é “não quero desafiar os polegares, eu quero desafiar as suas mentes”.


David Cage volta a referir que quer criar algo diferente, comentando até que “não estou interessado em lhes dar ‘divertimento’, quero dar-lhes um significado”. Acrescentando, “O meu objetivo é surpreender as pessoas, dar-lhes algo que elas querem sem saber que querem. Quero criar uma jornada emocional, uma experiência única”.


Sobre a ligação com o jogo, ou com a personagem, David Cage afirma que os jogadores irão poder entrar numa ligação emocional com ela, dizendo “Talvez isto seja irrelevante ou muito ambicioso. Talvez seja algo que as pessoas não queiram na verdade. Mas este é o objetivo que coloquei a mim próprio com Beyond: criar algo diferente”.


Beyond: Two Souls ainda não tem data de lançamento.


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31/07/2012 0 comment
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Final Fantasy III anunciado para Ouya

by AllanMartins 31/07/2012
Escrito por AllanMartins
Para iniciar o dia e data para Ouya março 2013.


Square Enix está trazendo Final Fantasy III para Ouya, o Android-powered console de jogos que deve sair no próximo ano.

A versão Ouya do jogo será otimizado para o console. A demo gratuita também estará disponível.

“Nós estamos prometendo entregar Final Fantasy III como você nunca viu antes – terceira parcela Hironobu Sakaguchi no papel que joga franquia do jogo será atualizado para explorar resolução Ouya de alta definição em detalhe gráfico glorioso “, disse o CEO Ouya Julie Uhrman em um comunicado . “Para aqueles de vocês que são novos para Final Fantasy , vamos oferecer uma demonstração gratuita para que você possa dar uma chance! “


A editora planeja lançar Final Fantasy III março 2013, em simultâneo com o lançamento do console. Ele também planeja oferecer conteúdo adicional para Ouya no futuro.

Ver o comunicado de imprensa japonesa aqui

Opinião: Olha o Ouya mostrando que não será apenas um simples console, a Square-Enix apoiando já começa a ganhar status de console grande. 

31/07/2012 0 comment
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FFXIV: A Realm Reborn | Veja o que muda no conteúdo do jogo

by AllanMartins 31/07/2012
Escrito por AllanMartins



Animações, conquistas e histórias de personagens serão alteradas

Final Fantasy XIV: A Realm Reborn fará mudanças no MMO, e a Square-Enix fez uma lista com as principais alterações.

As marcas das guildas, por exemplo, serão descontinuadas, assim como a montaria Goobbue, que não poderá mais ser adquirida via item.

Todas as animações  serão refeitas, o que afetará partes da história. Já para os personagens, todas as suas conquistas serão parte integrante da história de cada avatar, além de serem lançadas novas conquistas em batalhas, missões, eventos, exploração e cavernas – a relação completa ainda não foi lançada.

Final Fantasy XIV teve uma média cinco no Metacritic e recebeu duras críticas à sua interface e às missões repetitivas.

Anteriormente, os produtores enviaram cartas com pedidos de desculpas, reconhecendo a pouca qualidade do título, e a Square-Enix resolveu criar uma nova versão do jogo.

A Realm Reborn será lançado em novembro.

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31/07/2012 0 comment
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Assista ao primeiro trailer do filme Silent Hill: Revelation 3D

by AllanMartins 30/07/2012
Escrito por AllanMartins

A distribuidora Open Road Films finalmente revelou o primeiro trailer oficial de Silent Hill: Revelation 3D, novo filme inspirado pela série de games da Konami. O trailer, repleto de cenas de terror e ação, mostra um pouco da história desta sequência direta de Terror em Silent Hill, o primeiro longa-metragem. A estreia está marcada para 26 de outubro, nos cinemas.

Entre as principais cenas podemos ver em ação monstros como as enfermeiras zumbi e também o temido Pyramid Head, figura aterradora que carrega uma lâmina gigantesca para decepar suas vítimas. As estrelas centrais do filme também são apresentas: os astros Kit Harington e Adelaide Clemens.

Harington (o Jon Snow de Game of Thrones) vive um personagem inédito chamado Vincent, enquanto Adelaide interpreta Heather Mason, heroína do game Silent Hill 3, que continua fugindo das ameaças das trevas. Na história, quando está prestes a completar 18 anos, a jovem ainda é atormentada por pesadelos e principalmente pelo desaparecimento de seu pai Christopher da Silva – personagem criado apenas para a adaptação. A partir daí, Heather passa a duvidar de sua própria identidade e tem que lidar com os perigos de um mundo demoníaco que pretende aprisioná-la em Silent Hill.

No elenco, nomes como Sean Bean (Christopher da Silva) e Radha Mitchell (Rose da Silva) retornam do primeiro filme. Heaher é interpretada por Adelaide Clemens (de X-Men Origens: Wolverine), que se junta ao ator Kit Harington (o Jon Snow de A Guerra dos Tronos) na dupla de personagens principais. Outros astros no elenco são Carrie-Anne Moss (Trinity de Matrix) e Malcom McDowell (o Alex de Laranja Mecânica). A direção é de Michael J. Bassett (Solomon Kane).

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30/07/2012 0 comment
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Máquina do tempo: O que estava a jogar em Julho de 2002 – Final Fantasy X

by AllanMartins 29/07/2012
Escrito por AllanMartins

Quando os jogos deram aquele passo especial.


Num cenário de completa desolação no qual podíamos ver um infindável número de armas, entre elas em destaque uma que facilmente se reconhecia como a do personagem principal que vimos nos vídeos promocionais, banhado pelos tons alaranjados de uma tarde ao por do sol, Final Fantasy X começava por nos mostrar um desconhecido grupo de personagens sobre o qual nada sabíamos. Perante o olhar atento de uma jovem, o protagonista levanta-se e caminha por uma colina acima para ter melhor perspetiva sobre todo o cenário.


Nem Lightning conseguiu fazer-nos esquecer Yuna.

Com uma inspirada e fascinante perspetiva sobre o desolado cenário temos o surgir das letras Final Fantasy X. Esta sequência introdutória a um dos mais fascinantes produtos lançados na PlayStation 2 serviu desde logo para mostrar como este novo jogo estava acima e diferente dos anteriores em termos de níveis de produção e ambição.


Em muitos aspetos FFX deu-nos várias estreias: Yoshinori Kitase assumiu o cargo de produtor ao lado de Hironobu Sakaguchi como produtor executivo, Nobuo Uemtasu não foi o único responsável pela banda sonora, o sistema clássico Active Time Battle dos combates deu lugar a um dinâmico Conditional Turn-Based Battle, o esquema clássico de progressão automática e subida de níveis foi largado em prol da Sphere Grid. Os cenários clássicos pré-renderizados deram lugar a ambientes complemente em três dimensões, e pela primeira vez tivemos vozes nas personagens. Estas são algumas das maiores novidades e são provavelmente alguns dos elementos que mais destacam e marcaram Final Fantasy X na altura do seu lançamento em Maio de 2002.



Nascido de um espantoso grupo de mentes que na altura gozava de conceito sem igual, Final Fantasy X foi alvo de todo um fervoroso desejo em explorar uma máquina que estava a dar os primeiros passos. A PlayStation 2 havia sido lançada em Novembro de 2000 na Europa e este foi um dos chamados jogos de segunda fase que deu um impulso e personalidade singular à máquina, permitindo que obtivesse um apelo difícil de equiparar entre a comunidade adepta de videojogos.



Depois da introdução cativante que referi no primeiro parágrafo, o jogador passava para um mundo de tons futuristas que viria a conhecer como Zanarkand. Neste luxuoso cenário iria conhecer o jovem loiro como Tidus, um personagem imaturo que iria crescer enquanto explorava o mundo em proporção ao crescimento do jogador. Tal como o seu pai, Tidus é um herói de um interessante desporto conhecido como Blitzball e na sua caminhada para o estádio, o jogador ia tendo o primeiro contacto com a implementação de vozes na série. 


 

Enquanto o jogador controlava Tidus, o narrador ia falando do seu fascínio por Jecht, pai do protagonista, e sobre o seu desaparecimento 10 anos atrás.



Ao chegar ao estádio o jogador conhecia a primeira e verdadeiramente luxuosa FMV de Final Fantasy X. Uma das marcas da Square que impressionava ainda mais a cada novo jogo. Ao som de uma música verdadeiramente incaracterística da série, um rock pesado, o jogador via Tidus a jogar o seu desporto aclamado enquanto algo de estranho decorria no mar debaixo do olho de um misterioso personagem de vermelho. Uma enorme bolha de água começou a destruir Zanarkand e parou o jogo fazendo com que a multidão corresse para se salvar. Ao encontrar o homem misterioso que Tidus conhece como Auron, este explica que “chamávamos-lhe Sin” e pouco depois temos o nosso primeiro contacto com o sistema de combate.


“Final Fantasy X não se impunha sobre o jogador, ia crescendo na sua complexidade narrativa e nas suas mecânicas de jogo.”




Um ecrã que se desfoca por breves momentos foi a força que a Square encontrou de contornar algumas limitações técnicas na altura para oferecer o melhor possível uma transição entre exploração e combate sem interrupções. O efeito espantou na altura, ainda hoje espanta, pois são mesmo breves instantes nos quais o jogador perde o controlo do jogo. Aqui também tivemos o primeiro contacto com os Overdrives, ataques especiais que ficavam acessíveis quando o jogador sofria determinado nível de dano e a respectiva barra ficava preenchida. Mas isto eram apenas os primeiros passos e as bases de um sistema de combate fascinante, envolvente, dinâmico e que se sentia verdadeiramente como algo fresco e inovador.




“É agora. Esta é a tua história. Começa tudo aqui,” diz Auron enquanto Sin destrói Zanarkand e o próprio Tidus para ser sugado pelo monstro. Estes foram os primeiros momentos do que se viria a revelar como um dos mais importantes capítulos na série Final Fantasy e a partir daqui o jogador ia entrar num mundo que viria a conhecer como Spira, no qual iria conhecer personagens como a Al Bhed Rikku, o jogador de Blitzball Wakka, a jovem Yuna juntamente com os seus guardiães Lulu e Kimahri, e claro Auron. Este mundo de Spira conseguiu exercer um incrível fascínio e capacidade de imersão não só pelo sua nova e brilhante renderização totalmente a três dimensões mas também pela imensa variedade de cenários que oferecia. A nova perspectiva da câmara, dinâmica a seguir o jogador mas na sua maioria colocada nas costas do personagem, permitia um olhar incrível sobre este mundo e era fácil o jogador se deixar apaixonar.

Final Fantasy X não se impunha sobre o jogador, a equipa de desenvolvimento preferiu que o jogo fosse crescendo na sua complexidade narrativa e nas suas mecânicas de jogo a um ritmo que o jogador podia acompanhar e o próprio crescer, sendo exemplo disso o seu conhecimento do mundo e do tamanho que ia crescendo, o sistema de combates e a melhoria de personagens.
Na narrativa, misteriosa e até confusa no início, o jogador ia a passo e passo conhecendo o mundo de Spira, os seus diversos povos e formas de estar neste mundo ameaçado por uma monstruosa criatura que a qualquer momento podia destruir toda a civilização, como já tinha feito milhares de anos antes. Se no passado Sakaguchi tinha apostado seriamente no relacionamento amoroso entre personagens e no espírito da camaradagem entre amigos improváveis para triunfar perante ameaças maiores que o mundo, aqui em FFX o mesmo é impresso mas com uma dose mais imponente. Pessoas que se dedicam a peregrinações para conquistar poderosas criaturas, conhecidas como Aeons que representam os míticos Summons da série, para vencer Sin e como consequência morrerem, fizeram com que os relacionamentos e a forma de perceber o mundo em X fosse muito mais madura e poderosa, com o jogador sempre expectante quanto ao relacionamento amoroso entre Tidus e a jovem Yuna, com formas bem diferentes de ver o mundo.
O espírito irresponsável de Tidus, jovem mimado e despreocupado, que conhecemos no início do jogo contrasta com o homem responsável e decidido que conhecemos no final do jogo. Isto é apenas um exemplo do desenvolvimento de personagens que temos no jogo e um dos maiores trunfos do jogo é como tão facilmente o jogador vai seguindo os personagens e se apercebe do seu amadurecimento. Num mundo embrenhado no desespero, vamos conhecer diferentes fações com objetivos próprios e vamos conhecer um conflito bem mais abrangente do que inicialmente pensado. O jogo está repleto de momentos memoráveis e desde a chegada pela primeira vez a Luca para o torneio de Blitzball ou a cena na qual a equipa investe pelos céus no casamento forçado de Yuna com o malvado Seymour certamente ficaram na mente dos seus fãs.
Em termos de combate o jogo marcou pela forma dinâmica com que atualizou o esquema clássico. Combates mais rápidos, nos quais o jogador podia alternar em tempo real entre membros da equipa, continham tamanhas camadas de profundidade que apesar do alto ritmo a que tudo acontecia o jogador não deixava de ser desafiado e motivado pelo jogo. Com um grupo tão diversificado de personagens, cada uma tinha os seus pontos fortes e fracos sendo necessário ao jogador criar uma equipa com a qual se identificasse, tendo sempre presente na ideia os restantes pois a qualquer momento podiam ser chamados. Mais do que entrar nas profundezas de sistema tão profundo e interessante, queremos aqui destacar que foi dos maiores prazeres que tive com esta série, foi verdadeiramente fascinante e os combates decorriam com tal interesse que o “grinding” fazia com que horas parecessem minutos.
“Com o sistema de esferas o jogador podia delinear qual a linha da grelha que queria seguir e tudo ia-se tornando mais fácil e viciante”
O resultado desses combates eram os pontos de habilidade que o jogador recebia, substituindo a tradicional experiência. Esses pontos podiam ser usados na Sphere Grid, grelha de esferas autenticamente, e permitiam uma forma mais personalizada de desenvolver o personagem. Se o jogador podia adquirir novas esferas de habilidade, ao invés de algo forçado e pré-determinado, o jogador podia escolher se queria mais vitalidade ou mais força nos ataques físicos, por exemplo, mediante as suas opções de progressão nas várias ramificações desta grelha. Respeitando as inerentes classes de cada personagem, Yuna era uma White Mage enquanto Auron era um guerreiro, por exemplo, o jogador tinha ainda assim liberdade para a dado momento começar a conferir ao forte guerreiro habilidades de cura.

Este sistema de progressão revelou-se um autêntico vício e quase uma sensação pokemon, mais uma esfera, só mais uma, e tenho que tentar ter todas desta classe deste personagem. Foi toda uma nova dimensão para o tradicional melhorar de nível dos anteriores que nos faziam perder horas na procura que o personagem tivesse as desejadas melhorias para bater aquele boss específico. Final Fantasy X teve bastantes desses bosses, alguns míticos (quem não se lembra dos Dark Aeons por exemplo, ou dos Aeons não obrigatórios que podíamos procurar e obter como Yojimbo e as Magus Sisters). Com os sistema de esferas o jogador podia calcular os pontos necessários e delinear qual a linha da grelha que queria seguir e tudo isto não se tornava confuso ou incomodo, pelo contrário, ia-se tornando mais fácil e viciante.

O fascínio que me causou não fez só com que fosse o jogo que me acompanhou nesse Verão, foi de tal forma gigantesco que foi este jogo que me acompanhou no regresso às aulas, que me acompanhou no Natal e que me acompanhou no Verão seguinte. Se cada novo jogo é toda uma porta para um incrível fascínio,

Final Fantasy X foi verdadeiramente singular e apesar de dever a FFVII todo o fascínio que tenho por esta indústria, sem este décimo capítulo provavelmente não estaria ainda hoje tão forte. O seu sucesso foi tal que até foi o primeiro jogo numerado na série a ter direito a sequencia direta, na forma de Final Fantas X-2, o chamado Pink Final Fantasy, que fica para mais tarde recordar.

Atualmente continuamos à espera de mais notícias sobre Final Fantasy X HD que está a caminho do PlayStation 3 e PlayStation Vita e confesso que é um dos jogos que mais desejo jogar, bem acima de qualquer remake de Final Fantasy VII que prefiro deixar preservado nas minhas memórias tal como está e como era.

Poder jogar uma versão atualizada deste décimo capítulo em alta definição é um louvor que peço que seja feito rapidamente e uma devida e mais do que justa homenagem a este poderoso capítulo que quebrou tantas barreiras no género e se mantém ainda hoje, passados mais de 10 anos singular.





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29/07/2012 0 comment
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Produtor de Tekken tem presença confirmada na Brasil Game Show 2012

by AllanMartins 28/07/2012
Escrito por AllanMartins

Foi confirmada hoje, com exclusividade ao TechTudo, a informação de que o produtor de Tekken, Katsuhiro Harada, estará presente na Brasil Game Show 2012. Ele participará de uma coletiva de imprensa no primeiro dia da feira, e irá distribuir autógrafos para os fãs ao longo dos outros dias. O público também poderá conferir o jogo Tekken Tag Tournament 2, que tem previsão de lançamento para setembro deste ano.

Durante o evento, Katsuhiro Harada promete revelar novidades exclusivas sobre o jogo, além de detalhes sobre a produção de Tekken X Street Fighter, ainda sem uma data de lançamento definida.

Não é a primeira vez que um produtor participa de uma ação como essa no evento. Ano passado, durante a Brasil Game Show 2011, o produtor de Street Fighter, Yoshinori Ono, apresentou um palestra ao fãs, com direito a trailers exclusivos de Street Fighter X Tekken.

A Brasil Game Show acontece este ano em São Paulo entre os dias 11 e 14 de outubro. Os ingressos já estão à venda no site oficial do evento.

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28/07/2012 0 comment
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Novo portátil chinês tem formato do PS Vita e nome de Xbox

by AllanMartins 26/07/2012
Escrito por AllanMartins

A China não para de surpreender o mundo dos games com seus consoles e portáteis “picaretas”, que costumam imitar aparelhos famosos com nomes e visuais parecidos. É o caso do Droid X360, novo portátil que tem o nome similar ao Xbox 360, visual do PlayStation Vita e roda sistema Android, presente em smartphones e tablets.

Mas não pense que o novo portátil vai ser compatível com games do Xbox ou do Vita. O aparelho roda uma série de emuladores por meio de seu sistema Android 4.0 Ice Cream Sandwich. São nove emuladores no total: Nintendo 64, PSOne, Game Boy Advance, Game boy Color, NES, SNES, Mega Drive e SEGA Game Gear.
Aparentemente, todos conseguem ser executados sem grandes problemas, já que o aparelho não é tão fraco quanto aparenta. Seu processador é de 1.5 Ghz, tem 512 de memória RAM, 8GB de espaço para armazenamento interno, tela sensível ao toque de cinco polegadas, saída para HDMI e mini USB, slot de cartões microSD (que suporta até 32GB de expansão) e ainda conta com duas câmeras, uma frontal e outra na parte de trás.

Isso sem falar nas duas alavancas analógicas, o que faz com que o Vita perca seu posto de “único portátil com dois analógicos”. O aparelho ainda apresenta um logo próprio na parte traseira, com o robô da marca Android, e alto-falantes estéreos.
O aparelho foi lançado nesta semana na China, por cerca de US$ 200 (equivalente a R$ 400)

26/07/2012 0 comment
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