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Como assim????

by A Itinerante - Neiva 18/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva
Estão dizendo por aí que mudei de opinião sobre a Square-Enix
só porque estou gostando e elogiando XIV.
Como assim???
Tenho que odiar tudo o que a SE faz para ser coerente?
Elogiar tudo que uma empresa faz, sendo bom ou ruim, é atitude de fanboy.
Criticar tudo que uma empresa faz, sendo bom ou ruim, é atitude de hater.
Desde quando odeio tudo que ela faz ou fez?
Critico o que acho ruim e elogio o que acho bom.

Se eu viesse aqui falar que errei em meu julgamento sobre XIII-2, por exemplo, que a SE estava certa em cobrar pela DLC que contém o final do game ou se eu falasse que a história de XIII-2 é um primor, aí sim, estariam certos em questionar.

Mas não estou voltando atrás em nada do que disse sobre estes jogos ou sobre a SE em relação a estes jogos.

Estou falando de XIV, um jogo que SEMPRE disse que iria jogar e que só não joguei na versão 1.0 por todos os problemas que a versão continha.

Final Fantasy XIV é um jogo maravilhoso que estou amando até o momento. SE está de parabéns e espero e faço votos que o sucesso deste game ajude a empresa a sair do buraco em que se meteu.

Estou ciente de que pode sim transformar-se em um jogo caça-niqueis e ficarei muito brava caso a SE comece a vender itens de poder. Mas, no momento estas vendas não existem.

Algumas coisas mudam:
Wada não é mais presidente.
Final Fantasy XIV é um jogaço.

Outras não:

Continuo achando que LR será um péssimo jogo.

Posso estar errada? Improvável, mas sim, posso. E tenham certeza de que se estiver, admitirei sem o menor problema, com muito gosto e felicidade. Nada, absolutamente nada, deixaria-me mais feliz do que estar errada sobre LR.

Outras talvez sim, talvez não:

Tenho sérias dúvidas sobre Urban Legend, também chamado de Versus e de XV.
Posso não???
Eu heim!

Só o que não muda:

É meu amor pela série Final Fantasy.

18/07/2013 0 comment
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(FFXIV) RAÇAS

by A Itinerante - Neiva 16/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva
Os habitantes de Eorzea

“Nunca esperamos encontrar tais diversidades e tamanha riqueza em um povo! E ainda, tão altos!”
  – À partir de registos de viagens de uma Lalafell, Nanariku Jajariku

HYUR
– Diversidade em Números –

Sendo a maior população em Eorzea, os Hyur vieram de continentes vizinhos em três grandes ondas migratórias. Com eles trouxeram uma tecnologia sofisticada e complexas personalidades temperadas pelo mundo lá fora. Eles rapidamente tornaram-se a força motiva atrás do progresso cultural. E são agora amplamente encarregados de liderar os avanços na civilização Eorzeana.

Um dos pontos fortes dos Hyur é a incrível variedade de linguagens e instituições sociais. Isso é resultadode sua firme convicção na liberdade individual, embora resulte em uma relativa falta de solidariedade, coesão do grupo e identidade cultural unificada.

Existem dois grupos distintos entre os Hyur:

Highland Hyur:

O nome Highlander vem da história de domínio do clã sobre as montanhas de Gyr Abania. Comparado com seus irmãos Midlander, os Highlanders são visivelmente maiores em altura e musculatura. Após a queda de sua pátria ancestral de Ala Mhigo, muitos procuraram refúgio na movimentada mercantil nação de Ul’dah.
 

Midland Hyur:

O clã Midlander compreende mais da metade da população total Hyur de Eorzea. O nome deriva da longa tradição de se instalar em regiões de baixa altitude do clã, apesar de na verdade os Midlander virem de uma ampla variedade de terras ancestrais.Eles se estabeleceram em todas as cidades em todo o reino e levam os mais diferentes  tipos de vidas.

MIQO’TE
– Uma Tribo de Um –

Durante a Era do Gelo Inacabável, os mares congelaram possibilitando a passagem entre por cima deles e Eorzea viu um influxo de fauna estrangeira chegando. Estas por sua vez trouxeram as tribos caçadoras que viviam a partir deles. Os descendentes modernos destes são chamados de Miqo’te.

Os Miqo’te tem se divididos em dois grupos distintos, os diurnos Seguidores do Sol (Seekers of the Sun) e os noturnos Guardadores da Lua (Keepers of the Moon). Ambos grupos tem um soberbo senso olfatório e poderosas musculaturas nas pernas, gerados por uma longa evolução de caçadas e predação.

Em número relativamente pequeno, eles mantêm uma mentalidade de grupo insular, tendendo a evitar contato com as outras raças. Muitos machos levam estilos de vida solitárias, mesmo residindo nas cidades mais populosas.

Seekers of the Sun:

Os auto proclamados “Seguidores do Sol” são o clã diurno dos Miqo’te. Sua preferência pela luz do dia permeia todos os aspectos de sua cultura, como pode ser observado em sua devoção a Azeyma The Warden (O Governador) Deus do sol.

Eles são talvez mais conhecidos por seus olhos marcantes – o resultado de pupilas alinhadas verticalmente e a íris ligeiramente colorida.

Keepers of the Moon:

Os Miqo’te noturnos são chamados de “Guardadores da Lua”. Recuando a partir da luz do dia, revelam-se durante a noite e oferecem sua piedade a Menphina the Lover, Deusa da lua. O costume de aplicar pinturas de guerra em suas faces ainda é praticado regularmente pelos “Guardadores da Lua” aumentando sua já distinta aparência.


LALAFELL
– Mais inteligência, pela metade –

Os Lalafell eram originalmente um grupo de agricultores que habitavam as ilhas férteis dos mares do sul. Com a introdução do comércio ultramarino, logo encontrou seu caminho para Eorzea através de rotas de comércio. Eles agora são uma das raças mais populosas e estão bem estabelecidos em toda a região, embora continuem avessos a climas frios.

A pequena e rotunda aparência dos Lalafells desmente uma agilidade incrível e as pernas aparentemente frágeis são capazes de percorrer longas distâncias em qualquer terreno. Muitos deles também são conhecidos por possuírem inteligência altamente desenvolvida e astúcia.

Os Lalafell dão uma grande importância aos laços familiares, mas não são de forma alguma hostil a estranhos. Isso é evidenciado pelo fato de que eles continuam a partilhar relações prósperas com todas as outras raças de Eorzea.


Plainsfolk:

As paisagens baixas das ilhas das residências dos Plainsfolk são pontilhadas com as tradicionais palhoças do clã, abaixo das quais estão intricadas redes de passagens subterrâneas. Sua coloração do cabelo distinta – uma infinidade de tons de terra e grama – imita seu ambiente nativo e suas longas orelhas pontudas dizem ser capaz de detectar o mais fraco ruído de várias faunas da pradaria.


Dunesfolk:

Talvez o aspecto mais distintivo da cultura Dunesfolk seja o seu habitat tradicional – estruturas apoiadas nas costas de grandes animais de carga. Os olhos luminosos do Dunesfolk são o resultado de uma camada protetora brilhante que cobre a pupila, uma resposta evolucionária à luz do sol ofuscante de sua região de origem. Muitas pessoas usam uma pequena pedra preciosa em sua testa, representando seu signo zodiacal.



ELEZEN
– Nobres e refinados –

Os Elezen são um povo tradicionalmente nômade que em épocas anteriores alegou domínio exclusivo sobre Eorzea, devido à sua presença anterior a de outras raças. Acreditando que esta proeminência tinha sido ordenada pelos deuses, eles desenvolveram um alto senso de honra e orgulho.

Sua caracterização alta, fisicamente magros e com membros alongados são parte de uma boa adaptação a diversos ambientes da terra. Na verdade, dizem  que os seus ouvidos muito sensíveis podem discernir o barulho de um rato do campo a uma distância muito longa.

Os Elezen viram a imigração dos Hyur como equivalentes à uma invasão e, como resultado, os dois partilham um passado atormentado pela guerra. Atualmente, no entanto, eles podem ser vistos coexistindo pacificamente, à exceção dos reclusos Duskwight Elezen.

Wildwood Elezen:

Por centenas de anos os Elezen Wildwood viveram na segurança de florestas luxuriantes de Eorzea. Eles possuem uma inacreditavelmente apurada visão – um fator que contribui para sua perícia incomparável como arqueiros. Com a formação dos governantes do reino, muitos Wildwood se aventuraram das florestas, saindo quer para o cosmopolitismo estimulante dos centros urbanos ou para o nomadismo simples das planícies.

Duskwight Elezen:

O Elezen Duskwight passaram séculos na paz e reclusão de grutas e cavernas de Eorzea. Eles desenvolveram um agudo senso de audição, capaz de detectar o mais fraco dos sons. Esse dom natural e a consciência estranha que concede, tem-se revelado vantajosa no domínio do combate corpo-a-corpo. Muitos dos reclusos Duskwight recorrem a roubos e saques para sobreviver e ganham o desprezo de seus parentes da floresta.



ROEGADYN
– Tamanho Importa –

Os Roegadyn são um povo marítimo cujas maiores concentrações são achadas nos mares ao norte, mesmo lugar de onde vieram para Eorzea.

Eles possuem enormes e musculosos corpos e são conhecidos pela ênfase cultural que colocam em matéria de competição e coragem inabalável, embora afetuoso, algumas pessoas introspectivas também podem ser encontradas. Os Roegadyn em e ao redor de Limsa Lominsa são normalmente marinheiros, mas muitos se estabeleceram de forma permanente como mercenários, guarda-costas ou até mesmo piratas de comércio. Bem distante, dentro das montanhas de Ul’Dah vivem os clãs de Roegadyn conhecidos como Hellsguard (Guardiões do Inferno) que dizem ter masterizado as artes mágicas.

Hellsguard:

Os Hellsguard são um clã de Roegadyn com corpo e mente temperada pelo calor inesquecível das regiões vulcânicas em que vivem. Acreditando que essas montanhas de fogo são os portões do submundo, sua missão durante séculos foi vigiar e prevenir a passagem de almas para o reino dos vivos. Sua circunferência pura e seu comportamento de aço abrem ao Hellsguard uma grande variedade de caminhos, desde as artes marciais até o monastério.

Sea Wolves:

Os Sea Wolves originalmente vieram das ilhas mais distantes ao norte, onde ainda subsistem como pescadores e mulheres. Tempos atrás, nenhum vilarejo estava a salvo de sua marca marítima de brutalidade. Agora não é incomum vê-los como mercenários navais ou marinheiros.

Você pode ver todos melhor em minha fonte, o site oficial de FF XIV.

Agradeço a ajuda de Draknoir com boa parte da tradução

…

Este post é praticamente uma repostagem do que fiz em Set/10, antes do lançamento da versão 1.0. Até onde entendi a estória das raças não mudou muito de versão para versão, embora visualmente tenham ficado diferentes, muito lindos!

De acordo com a SE as diferenças entre as raças serão mais de aparência do que de capacidade para ataques físicos ou mágicos. Ainda assim, ficaria esquisito um Lalafell como tanker ou um Roegadyn como mage. Mas, o que é interessante neste FF é que com um único personagem podemos ter evoluir todas as classes e assim faz sentido que todos tenham a mesma capacidade.

Entretanto, na montagem dos personagens, surgem os atributos iniciais de cada raça:

ATRIBUTOS
INICIAIS
FORÇA DESTREZA VITALI-DADE INTELI-GÊNCIA MENTE PIEDADE
HYUR MIDLANDER 21 19 20 21 18 21
HYUR HIGHLANDER 23 20 22 18 20 17
ELEZEN WILDWOOD 19 23 18 22 17 21
ELEZEN DUSKWIGHT 20 20 19 23 20 18
LALAFELL PLAINSFOLK 18 22 18 21 20 21
LALAFELL DUNESFOLK 17 20 17 21 22 23
MINGO’TE SUN 21 22 20 18 19 20
MINGO’TE MOON 18 21 17 19 23 22
ROEGADYN SEA WOLVES 22 18 23 17 21 19
ROEGADYN HELLSGUARD 20 17 21 20 22 20

Força, destreza e vitalidade dizem respeito ao HP e inteligência, mente e piedade ao MP e estas característica podem ser melhor observadas neste gráfico:

É lógico que estes atributos iniciais serão modificados pelos atributos das classes, mas tomando estes números como um ponto de partida (para quem quiser seguir por este caminho), os Hyurs Midlander e os Elezen Wildwood seriam os mais balanceados, para quem evoluir tanto as raças de ataque físico quanto as de ataques mágicos, o Lalafell Dunesfolk o mais indicado para quem é naturalmente inclinado para a magia e os Hyur Highlander, Mingo’te Sun e Roegadyn Sea Wolves para quem gosta de porrada. rs

Ou pode deixar tudo isto de lado e escolher puramente pelo lado estético e é uma tarefa difícil, porque a Square-Enix caprichou no desenho dos personagens. Até mesmo as roupas estão impecavelmente lindas.

Eu?

Ah… Fiquei apaixonada pela aparência dos Hyurs Highlander. Provavelmente criarei uma personagem feminina desta raça, mas ui, esse Highlander… benza Deus!!! Que delícia!!! Ainda quero um para chamar de meu.

E você?

16/07/2013 0 comment
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Final Fantasy XIV ARR: Airship, shops, cidades…

by A Itinerante - Neiva 14/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva

Fiquei encantada com o airship de XIV. Não é um charme?

Final Fantasy XIV ARR também tem shops, tantos, mas tantos, que a gente fica perdido. rsrs

E cidades. Imensas e trocentas. Este o mapa de uma parte de Ul’dah, uma das 3 grandes cidades.

Dependendo da classe começamos o jogo aqui ou em Gridania ou Limsa Lomisa. Eu comecei em Gridania e só ontem conheci as outras duas. Fiquei perdida aqui e o Ehrad generosamente foi me resgatar. lol

Esses saquinhos são os símbolos de shops, o martelinho do ferreiro, que conserta armas e equips quebrados. As coisinhas azuis são usadas para teleporter para qualquer outro onde você já tenha estado. As escadas levam à outras partes da cidade.

Ou seja, cidade fake esqueça. Mapas corredores? Jamais:

Este é o mapa de uma das muitas áreas livres de XIV, Central Shroud, com a demarcação do level dos mobs em cada parte. As grutinhas azuis são dungeons para fazer em equipe de 4 pessoas. Áreas como o círculo azul com o centro rosa indicam eventos dinâmicos, os chamados FATEs, que acontecem apenas em determinado momento. Se você estiver no local naquele momento pode participar do que quer que esteja ocorrendo e ajudar a matar mobs, ganhando recompensas de xp e gil.

Para ir de um lugar ao outro, ou você usa os teleporters ou pega logo um chocobo para chamar de seu:

Eu ainda não tenho um, mas podemos alugar nestes pontos com o símbolo amarelo dos chocobos. Ele é mais lento do que eu imaginava, mas andar de chocobo é sempre uma experiência divertida. rs

Se o lugar for muito longe, pode ir com o airship, que voa entre as 3 grandes cidades ou no barquinho que também é um charme:

Ou seja… Em termos de mapas, cidades, shops, locomoção, XIV é o jRPG como sempre gostamos e tem todos os elementos que sentimos falta e sobre cuja ausência tanto nos queixamos durante a série XIII.

As quests principais são instigantes e muito bonitas, com cutscenes emocionantes. Ontem eu me senti toda importante dentro do jogo, incubida de levar correspondências aos principais líderes nas 3 cidades. kkk

Lutamos com mobs e bosses velhos conhecidos. Já matei vários ochus, cactuars e outros. E as lutas com bosses dão trabalho. Não pense que vai chegar e matar de cara. Morri algumas vezes no boss da quest do level 15. Hoje devo dar de cara com o Ifrit, boss que encerra a estória nesta fase beta. Estou ansiosa! 😀

Ah, sabem o que mais tem? Cid! Final Fantasy sem Cid não é Final Fantasy.
E podemos falar em português com outros brasileiros dentro de nossa LinkShell e eu estou em uma maravilhosa que é a do pessoal do Final Fantasy XIV: A Realm Reborn BR. Eles são realmente muito generosos e sempre dispostos a ajudar a todos. Temos sorte em contar com esta equipe.

O que mais se pode querer da vida?

Bom, como o ser humano é assim, nunca se contentando com nada, eu bem que gostaria que fosse traduzido para o português e que não fosse pago. lol

Nada é perfeito mesmo. rsrs

(Estou preparando o post sobre as classes/raças, mas hoje ainda quero aproveitar o último dia do beta closed.)

14/07/2013 0 comment
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Final Fantasy XIV: jRPGistas em MMO?

by A Itinerante - Neiva 12/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva
Grande parte dos fãs de Final Fantasy são gamers de consoles, acostumados a jogar sozinhos, em games por turno. Alguns também jogavam MMOs e não estranharão muito, mas muitos nem sabem direito o que é isso. Já joguei dois MMOs, embora pouco de cada um e considero-me bastante noob, que é o termo que jogadores de MMOs usam para se referir aos jogadores inexperientes, mas vou tentar explicar o que sei para aqueles que não sabem e peço a ajuda dos que sabem mais para complementar ou corrigir meu texto nos comments.
Quais são as diferenças?
A mais básica é que em um jRPG você joga sozinho e nos MMOs joga online com outros players.
Parece simples e legal. Teoricamente você continuaria fazendo o mesmo que já está acostumado, que é jogar um jRPG, só que ao lado de outras pessoas. Na prática é um outro universo completamente diferente, que altera a própria essência do jogo. Generalizando, em jRPGs você joga com o objetivo de salvar o mundo de um mal e em MMOs seu objetivo é fortalecer seu personagem e, se possível, ser o TOP do server. 
Em jRPGs a estória, o enredo é uma das partes mais importantes do game, em MMOs a estória existe, mas não significa muita coisa. Cada MMO trata a estória de uma forma. Em alguns ela é complexa e envolvente e em outros existe apenas para justificar algumas quests ou bosses mais importantes. Em XIV até o momento a estória desempenha uma fração muito pequena do game. Para falar a verdade nem sei qual a estória e nem importa tanto.
Em jRPGs tradicionalmente lutamos em turnos e parados. Em MMOs as lutas são quase sempre de ação e o personagem deve se movimentar e muito. Minha primeira experiência foi com teclado, andando com as teclas A, W, D e S. Céus! Que inferno!!! Eu só batia a cara nas paredes e ficava encurralada nos cantos. Depois aprendi a andar com mouse e ficou mais tranquilo. Ainda assim, com o mouse você não consegue virar ligeiramente para a esquerda ou direita e é embaçado fazer isto no meio das lutas. Felizmente com XIV podemos usar o joystick, tanto na versão ps3 (óbvio, rs) quanto na opção PC. Atualmente estou jogando no PC com joy e é uma maravilha.

Em jRPGs enfrentamos os bosses sozinhos e o resultado depende apenas de nós. Em MMOs as lutas mais importantes são feitas em equipe e o resultado depende do desempenho de todos. Normalmente em MMOs existe uma tríade para as lutas que envolve um tanker (um cara fortão (ou fortona, lol)) que fica aguentando as piores porradas do boss enquanto os dps tiram sua vida e os healers curam os membros da equipe. DPS é abreviação de dano por segundo e são black mages, arqueiros e outras classes que atacam à distância ou não.

Em jRPGs evoluimos o(s) char(s) matando mobs, bosses e fazendo quests na cidade ou no mapa. Em MMOs existem várias instâncias, dungeons, algumas single-player e outras multi-players, sendo que as multi-players são imprescindíveis e normalmente as mais importantes, as que dropam os melhores itens e das quais você não vai conseguir escapar.
As dungeons multi-player variam de MMO para MMO. Algumas instâncias de MMOs são para muitos e aberta para todos os jogadores do server entrarem juntos e ao mesmo tempo. Nestas  você não precisa conhecer ninguém e a interação é pequena. Outras são para poucos jogadores, quase sempre 3 ou 4 e você pode jogar com jogadores desconhecidos em equipes temporárias montadas pelo game. Também existem dungeons médias, de 20 a 30 players em equipes temporárias. E finalmente existem as dungeons em que você precisa de uma equipe fixa, pois enfrentarão bosses complexos e serão necessárias várias tentativas até a derrota final. 
As dungeons grandes ou médias são tranquilas para os inexperientes. Ninguém vai prestar muita atenção em você. Basta seguir a maioria e tentar não errar ou morrer muito.
Não vou mentir para vocês e dizer que é super mega tranquilo participar de equipes. Se você é um bom jogador é sim, mas se está começando, fazer parte de uma equipe temporária pequena é tenso. Se você  não conseguir desempenhar bem seu papel (tankar, curar ou atacar) poderá ser expulso ou, no minimo, irá sentir-se terrivelmente mal. Se você é um jogador experiente poderá ficar irritado com a demora na conclusão da instância por culpa dos noobs inexperientes. Eu já tive as duas experiências. Em WoW na primeira vez que fui em uma masmorra, fui expulsa porque meu dps (dano por segundo) era muito baixo. Vergonha… 🙁 Depois, quando melhorei e estava repetindo pela centésima vez a mesma dungeon, às vezes ficava morrendo vezes e mais vezes por estar com uma equipe fraca. Se você tem amigos, pode montar uma equipe para estas instâncias e resolve a questão. Se não tem… Lustre bem a cara com um óleo de peroba de boa qualidade e vá em frente. Tenha em mente que é todo mundo já passou por isso, mesmo os mais experientes e entenda que não tem como aprender se não tentar. 😀
Fazer parte de uma equipe fixa é difícil e complicado se você não tem muitos amigos ou se não está em uma boa guilda, com muitos players. Se você é inexperiente o ideal é que junte-se a outras pessoas inexperientes. Todo mundo morrendo é melhor do que só você ficar morrendo e atrapalhando todos. lol Se você conseguir entrar em uma equipe de pessoas experientes com bondade suficiente para te ensinar, creia, estará no paraíso.
Mapa de uma das primeiras cidades
Isto nos leva à próxima grande diferença entre jRPGs e MMOs: as guildas. Em jRPGs as guildas são lugares onde você pega algumas quests opcionais para fazer. Em MMOs guildas são agrupamentos de players. É onde se pode conhecer pessoas, fazer amizades (e inimizades). Pode-se ficar fora de guildas em MMOs? Praticamente impossível. É preciso entender que a essência dos MMOs é o jogo multiplayer. Esta é a razão de sua existência. Cada MMO tem sua própria política, mas normalmente as guildas são essenciais para uma boa evolução. Não apenas você terá mais facilidade em participar de equipes para dungeons (fixas ou temporárias) como dependendo do game, poderá comprar itens que só vendem em guildas ou ter direito a prêmios por participação, etc… 
E o gamer gênero Lobo Solitário faz o quê? Bem, o ideal seria que não jogasse um MMO. Se jogar, aceite que terá que interagir com outros players. É possível minimizar esta interação, não participando tanto dos chats, entrando mudo e saindo calado das dungeons em equipe, etc… Não é o ideal e poderá te angariar antipatia, mas se você fizer isto da forma certa, sendo educado e jogando bem, com sorte será considerado tímido e te deixarão em paz. 
Existem algumas regras de boa educação que podemos seguir em busca de uma boa interação. O Marcos postou algumas dicas do Fox Hound em um post da Central dos Gamers dias atrás:
– Evitar falar de qual país você é logo de cara, 
– Não impor o português em um servidor norte-americano, buscando dialogar em inglês, mesmo que seja preciso o uso de dicionário;
– Se quiser falar português, procurar o chat de uma guilda de brasileiros.
– Manter o respeito,
– Evitar ficar quieto, pois sempre haverão pessoas dispostas a te ajudar e manter-se em silêncio não ajuda em nada, 
– Não ser o tipo de jogador que apenas perambula e não se interessa em jogar o game, pois é tipico das pessoas que fazem isso parar de jogar após um certo tempo, 
– Saber o seu lugar no grupo. Se o seu avatar é fraco, ficar atrás para dar suporte, curando os companheiros de time, buffando os status e debuffando os inimigos, 
– Não entrar em um grupo para ficar apenas esperando todos fazerem o trabalho para você, pois cada um tem o seu papel, até mesmo o indivíduo mais fraco da turma, 
– Pedir ajuda sempre sabendo quais materiais precisa farmar, pois há sempre pessoas dispostas a ajudar e/ou precisando dos mesmos materiais, 
– Também sempre pedir ajuda para construir a classe de seu personagem e informações dos melhores equipamentos do jogo para cada classe, pois seu personagem estando forte facilitará a vida de seu time,
– Mais importante: nunca e jamais entrar em atrito com outros jogadores, pois isto não só mancha sua reputação no jogo como também pode resultar em sua suspensão no jogo, 
– Ignorar sempre o pessoal que adora criar caso,
– Reportar todos aqueles que usarem qualquer tipo de assédio moral,
– Regra primordial: sempre ajudar os novatos pois são eles os seus companheiros de time futuramente. Ajudando os novatos você vai criando um ciclo de amizades muito agradável e próspera que torna a experiência no jogo online muito mais produtiva. (Obrigada Marcos e Fox)
Em FF XIV ARR as guildas são chamadas de Free Companys (FC). Além da guilda você também pode participar de LinkShells (LC), tantas quantas quiser. LinkShells são canais de comunicação. Vamos dizer que você pertence a uma guilda e um amigo a outra e outro a outra. Vocês podem criar uma LinkShell e estarão permanente em contato em um chat. As LinkShells comportam 128 membros, salvo engano. Desde que os moderadores da LinkShell te aceitem, pode participar de quantas quiser. 
Tela do jogo
Continuando com as diferenças entre os estilos de jogo, outra questão que trás um certo desconforto para os jRPGistas é a complexidade da tela e a quantidade de botões e opções. Nos jRPGs é bem simples: você tem o mapinha lá em cima, aperta triângulo ou Y e o menu de opções aparece, com o básico: configuração do(s) char(s), itens, equips, settings e um ou outro item a mais. Quando está em uma luta aparecem os ícones da luta: skills, itens, fugir, defender e uma ou outra opção. Acabou. Nas cidades você tem os shops: equipamentos, armas, itens, magias às vezes e fim. 
As telas dos MMOs são repletas de itens, opções, menus, controles e fico até tonta às vezes, sem saber o quê é o quê. As cidades são repletas de opções, com trocentos shops, guilds disso e daquilo, ferreiro (conserta itens quebrados), teleporters, etc… etc…
Vou postar em breve algumas telas do FF XIV ARR e tentar explicar o que é o quê, mas recomendo aos iniciantes parar para investigar a tela e a cidade antes de começar.
Acho que a maior diferença entre os games é como se desenrola sua ação. Em jRPGs vamos seguindo a estória até seu final, passando de capítulo a capítulo e enfrentando um boss no final de cada um até o último. Em MMOs você caminha seguindo as quests que vão se abrindo e que vão conduzindo a evolução de teu char e te dando itens e equips. Normalmente a evolução vai até um determinado level (não sei ainda como é no ARR) e após chegar no level máximo a concentração é em conseguir derrotar bosses mais fortes em equipe e assim conseguir os melhores itens. 
Alguns itens podem ser farmados ou feitos por craft e você também usará boa parte do jogo em busca destes itens. O que nos leva às profissões que praticamente não existem em jRPGs e que são essenciais nos MMOs. Em WoW eu tinha 2 profissões: mineradora e joalheira. Minerava pedras que podia vender e com o dinheiro comprar outros itens que precisava e também usava as pedras para fazer jóias para uso próprio ou para venda. Em XIV até onde entendi podemos desenvolver todas as profissões ao mesmo tempo, se quisermos: carpinteiro, ferreiro, costureiro, etc… Para desenvolver uma profissão, começando lá no lvl 1, vamos fazendo as quests da profissão. Ter todas deve ser gratificante, mas muito, muito, trabalhoso.
Criação de personagem
Tivemos classes em alguns jRPGs, embora não fosse tão frequente. Em MMOs é básico. Você inicia o jogo fazendo as escolhas: classe, raça, mundo. Também planejo escrever sobre isto, ao menos o básico que é o que temos de material no momento. Em XIV ARR podemos ter todas as classes em um único personagem, o que é bem legal. Basta mudar a arma para mudar a classe. Se quer um arqueiro, basta colocar um arco e flecha. Ainda não mudei o meu, vou experimentar hoje, se possível, mas é o que sei. Quando você muda a arma e a classe, volta para o lvl 1 e vai upando. Parece que algumas magias ou habilidades de uma classe podem ser usadas por outra classe, exemplo, o cure da conjurer pode ser usado pelo arqueiro, etc… Isto não é ótimo? 😀
…
É melhor jRPG ou MMO? Não existe esta questão. Vai de gosto. São estilos de jogo diferentes. Você pode gostar de ambos ou odiar um deles. Só mesmo jogando para saber.
Eu prefiro jRPG com certeza absoluta, mas como o gênero está agonizando, infelizmente, Final Fantasy XIV parece uma boa opção para continuar jogando no ambiente FF que gosto e ainda com o bônus da participação em conjunto com vários dos amigos que fiz aqui no blog.
Além disto, os MMOs levam o jogo de RPG além, a um patamar acima. O nível de customização dos chars costuma ser maior do que em jRPGs. O mundo é muito, muito grande (normalmente) com várias cidades e mapas. É muito mais complexo e intenso. É realmente a evolução do gênero e Final Fantasy XIV pertence à nova e mais atual geração de MMOs. Se você jogar XIV ARR, tenha certeza de que está vivenciando o que há de melhor e mais atual. 😀

Para todos aqueles que querem experimentar, em breve começará a fase Open do teste Beta. Nossa expectativa é que comece no próximo final de semana depois deste, ou seja, à partir do dia 20. É uma oportunidade para jogarem antes de comprar o game e decidirem se gostam ou não.

Estarei lá com outros amigos e sempre disposta a ajudar no que puder. 😀
12/07/2013 0 comment
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GREVE GERAL 11/07/13

by A Itinerante - Neiva 11/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva
Que parte São Paulo não entendeu?
Praga de cidade que não presta nem para entrar em greve e dar-me um dia inteirinho jogando Final Fantasy XIV !!!

Ódio !!!
Gente, desculpem… Está difícil jogar nas poucas horas que tenho, trabalhando o dia inteiro, etc… etc… etc…

Só mesmo no findi poderei dar mais atenção aqui.

Amando Final Fantasy XIV !!!
11/07/2013 0 comment
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Final Fantasy XIV ARR: requisitos para jogar no PC

by A Itinerante - Neiva 09/07/2013
Escrito por A Itinerante - Neiva

Sei que a maior parte da galera daqui gosta mesmo é de console, mas caixista faz como? Uma opção é jogar no PC. Vejam as configurações mínimas.

Requisitos mínimos de sistema
OS Windows® Vista 32/64bit, Windows® 7 32/64 bit
CPU Intel® Core™2 Duo
Memória 2GB (4GB recommended for 64bit OS)
Espaço em disco 20GB
Placa gráfica NVIDIA® Geforce® 8800 or higher, ATI Radeon™ HD 4770 or higher
Resolução de tela 1280×720
Internet Persistent broadband internet connection required
Placa de som DirectSound® compatible sound card (DirectX® 9.0c or higher)
DirectX® DirectX® 9.0c or higher


Sistema recomendado
OS Windows® 7 64 bit
CPU Intel® Core™ i5
Memória 4GB
Espaço em disco 20GB
Placa gráfica NVIDIA® Geforce® GTX 660 or higher, AMD Radeon™ HD 7950 or higher
Resolução de tela 1920×1080
Internet Persistent broadband internet connection required
Placa de som DirectSound® compatible sound card (DirectX® 9.0c or higher)
DirectX® DirectX® 9.0c or higher

Se ainda tiver dúvida se roda ou não, instale o Benchmark, programa da Square-Enix que testa seu equipamento: http://na.finalfantasyxiv.com/benchmark/index.html
Fonte
09/07/2013 0 comment
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Comunicado aos Leitores

by A Itinerante 30/04/2013
Escrito por A Itinerante

Bom Dia,

Pessoal vocês devem está notando que alguns dias não tem aparecido News no blog, como eu disse algumas mudanças irão ocorrer e vou deixar que a pessoa responsável pelo blog faça o anuncio. Não se preocupem pois não brigamos, a Neiva deve voltar para o blog dela e eu estarei sempre ao lado dela apoiando no que for preciso. Mas quero deixar que a dona do blog faça o devido comunicado .

Grato…

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Novas Play Arts Kai de Final Fantasy VII Adventure Children

by A Itinerante 26/04/2013
Escrito por A Itinerante

Uma Cortesia de Hidemi Matsuzuka, o gerente da marca  Square Enix Play Arts Kai , temos um sneak peek em duas novas figuras de um novo e provável Final Fantasy VII: Advent Children .

A caçadora de MateriaYuffie Kisaragi e o bom filho da Shinra Rufus se juntaram ao line-up – e Vincent Valentine, que provavelmente vai ter uma pintura sua revelada no futuro.

As artes também vêm com acessórios a capa de Rufus Shinra (como vista acima) também tem uma cabeça alternativa, no caso JENOVA e sua espingarda. Yuffie também tem sua arma Shuriken, e o bracelete onde carrega as matérias.

Ambas as figuras vêm com um stand de exibição.  Enquanto a data de lançamento destes bonecos ainda estão para ser reveladas, mais informações virão em breve.



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Final Fantasy VII finalmente para PC no Japão

by A Itinerante 26/04/2013
Escrito por A Itinerante
A longa espera já terminou para os japoneses.

O Japão vai finalmente lançar o jogo Final Fantasy VII International para o PC. Foram alguns anos de espera até que a Eidos – que até então, mantinha o porte para o PC – decidisse disponibilizá-lo para o público.

Provavelmente, uma das razões pelas quais o jogo não fora lançado antes no Japão, era porque o mercado de softwares para PC era relativamente pequeno e na altura, a Squaresoft teria que modificar o texto para a língua japonesa.

A Square Enix vai vender cópias digitais através da sua eStore, tal como fizeram quando relançaram o título nos E.U.A. Esta versão será obviamente localizada com texto japonês.

Como podem ver, na Europa nem sempre somos os últimos a receber os jogos.



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Postado por
Alexandre Vieira

26/04/2013 0 comment
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Lords of the Fallen será um RPG hardcore para PS4, ao estilo de Dark Souls

by A Itinerante 26/04/2013
Escrito por A Itinerante
Lords of Falen é um novo RPG de ação que deve ser lançado no próximo ano para PlayStation 4, PC e outros console de “nova geração”. A produtora CI Games, responsável pelo título, revelou um pouco mais do que esperar desta aventura, que promete ser inspirada em jogos como Dark Souls e The Witcher.

De acordo com Tomasz Gop, produtor do estúdio, Lords of the Fallen está em produção há mais de dois anos e é um jogo “totalmente hardcore, voltado para gamers verdadeiramente profissionais”. Tomasz diz ainda que o jogo vai ser muito desafiador e que promete elevar o nível das batalhas.

“Quando você entra em um lugar e tem que lutar contra 10 inimigos, isso vai levar mais ou menos uma hora”, disse Tomasz ao site Eurogamer. “Dark Souls é uma referência muito forte para nós, mas fizemos algumas coisas bem diferentes no jogo. Por exemplo – temos uma ‘árvore de habilidades´, que permite ao jogador configurar seus poderes e evoluí-los”, complementa o produtor.

Tomasz Gop diz ainda que a jogabilidade será baseada na “tentativa e erro”, onde o jogador vai ter que descobrir o caminho certo para avançar e o que fazer para vencer os inimigos. “Se você se perder com o personagem, volte mais um pouco e pense mais a respeito”, aponta.

Lords of Falen também deve ter inimigos gigantescos, como é mostrado na primeira artwork. Um trailer deve ser lançado até o meio do ano, durante a feira E3.

Fonte

Obs: Em breve novidades no blog.

26/04/2013 0 comment
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