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Metaphor: Refantazio — Análise completa do RPG ousado da Atlus

by A Itinerante 04/08/2025
Escrito por A Itinerante

Um RPG ousado, intenso e politicamente carregado.

Um dos games que mais chamou a atenção em 2024 foi o grandioso Metaphor: Refantazio, um autêntico RPG da Atlus que se destacou pela qualidade da gameplay, da história e pelo seu estilo único e extremamente bem trabalhado.

Demorei, mas finalmente consegui explorar tudo o que esse jogo tem a oferecer. Mas será que ele realmente faz jus a todo esse hype? Vamos descobrir.

Versão em vídeo:


Metaphor: Refantazio

Plataformas: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Windows)
Data de Lançamento: 11 de outubro de 2024
Gênero: RPG por turnos / Fantasia política
Desenvolvedora: Studio Zero (Atlus)


História e Enredo

Lançado em 11 de outubro, Metaphor se propõe a contar uma história totalmente original, apesar das fortes semelhanças com a série Persona. O jogo se passa em um mundo medieval dominado por guerra, desigualdade social e preconceitos, entregando uma narrativa complexa e politicamente carregada. Essa jornada envolvente pode facilmente ultrapassar 50 horas apenas para completar a história principal.

O mundo de Euchronia abriga cinco reinos que vivem as consequências do recente assassinato de seu rei. Esse evento leva à realização de um grande torneio para decidir quem será o próximo governante dessas nações. No entanto, anos antes desse acontecimento, o único herdeiro legítimo do trono foi vítima de um ataque que o colocou em um sono amaldiçoado. E é aqui que entra o protagonista, um amigo de infância do príncipe, que embarca em uma jornada para restaurar a vida do jovem e trazer a paz ao reino.

Apesar da premissa ser relativamente direta, o enredo brilha logo nos primeiros minutos graças a uma construção de mundo rica e detalhada. O jogo rapidamente nos apresenta diversas raças e uma estrutura política complexa, na qual um sistema de hierarquia social e racial propicia uma sociedade preconceituosa e desigual.

Se você acha que esse contexto soa político demais, é porque Metaphor realmente é. O tema central gira em torno da construção de uma sociedade livre de desigualdade e preconceitos, sendo abordado de forma madura e bem desenvolvida. O jogo traça paralelos nítidos com a nossa realidade, mostrando como sistemas políticos corruptos podem afetar toda uma população e trazer à tona o pior das pessoas.

Ao longo da jornada, vemos grupos que tentam fazer justiça com as próprias mãos, sistemas religiosos manipulando massas e líderes políticos governando com base no medo e no abuso de poder. Apesar de toda essa crítica, o jogo consegue entregar uma mensagem positiva e inspiradora ao final.

Além do universo rico, Metaphor também brilha em seus personagens. Cada um deles tem sua própria jornada, aprofundada através do sistema de relacionamentos, que nos permite conhecer mais sobre suas personalidades e passados. Sem entrar em spoilers, o vilão principal merece um destaque especial: ele não só tem uma presença marcante, como também é extremamente bem construído, com uma origem e um desfecho que o tornam um dos pontos altos do jogo.

Minha única ressalva fica para a falta de personagens com personalidades mais complexas. Apesar do elenco carismático, a maioria dos aliados rapidamente se torna extremamente bondosa e apoia o protagonista sem muitas resistências. Considerando o contexto do mundo, seria interessante ver mais nuances, com conflitos e motivações mais ambíguas. Ainda assim, a narrativa entrega um desfecho épico e satisfatório.


Jogabilidade

A jogabilidade de Metaphor tem como base o sistema de turnos, sendo bastante familiar para quem já jogou Persona. Você controla o protagonista e seus aliados, podendo atacar, defender, usar habilidades especiais ou curar o grupo. O sistema de forças e fraquezas também está presente: explorar as fraquezas inimigas concede turnos extras, tornando a estratégia um fator essencial no combate.

Outro elemento central é o sistema de Arquétipos, que define as classes dos personagens. Cada arquétipo oferece habilidades específicas, e montar uma equipe coesa é essencial para o sucesso nas batalhas. A grande variedade de arquétipos mantém o combate sempre dinâmico, impedindo que ele se torne repetitivo ou cansativo.

Os chefes são um dos grandes destaques do jogo, sempre trazendo desafios inéditos que exigem mudanças de estratégia. Conforme a história avança, os inimigos se tornam mais imprevisíveis, incentivando o jogador a explorar novas classes e habilidades.

Por outro lado, a exploração deixa a desejar. Embora a linearidade em si não seja um problema, algumas áreas do jogo são excessivamente restritivas. As dungeons, principalmente as opcionais, são compostas por corredores com pouca variação. Além disso, há uma grande reciclagem de cenários, tornando as dungeons repetitivas depois de um certo ponto.

Outro ponto fraco é a falta de um pós-game robusto. Antes da batalha final, o jogo oferece missões desafiadoras, mas, ao vencê-las e adquirir os melhores equipamentos, não há mais desafios relevantes na mesma jogada. O único boss adicional está disponível apenas no New Game+, o que pode decepcionar quem esperava conteúdo extra ainda na primeira campanha.

Falando em New Game+, ele é essencial para quem busca platinar o jogo. É possível carregar equipamentos, arquétipos dominados, dinheiro e virtudes — mas os níveis dos personagens e o relacionamento com os aliados são resetados.


Sistema de Calendário

Aqui está, para mim, o maior problema de Metaphor: o sistema de calendário.

Os eventos principais da história acontecem em dias específicos, e o tempo avança conforme realizamos atividades como explorar dungeons, interagir com personagens ou melhorar nossas virtudes. O tempo não passa automaticamente, o que permite certa liberdade, mas atividades com o ícone de relógio fazem o tempo avançar — o que exige gerenciamento constante.

Confesso que nunca fui fã desse tipo de sistema, pois ele cria um senso de urgência artificial. A necessidade de administrar o tempo me faz sentir constantemente pressionado a fazer as escolhas “certas”, com medo de estar perdendo conteúdo ou prejudicando meu progresso a longo prazo. O jogo não deixa clara qual é a margem de erro, o que pode gerar ansiedade para muitos jogadores.

É até irônico: sendo um jogo cujo tema central envolve ansiedade e seus efeitos negativos, Metaphor acaba provocando esse sentimento em parte da sua audiência. Para quem não gosta desse tipo de mecânica, isso pode transformar a experiência em algo mais estressante do que prazeroso.


Conclusão

Metaphor: Refantazio é um RPG ambicioso, ousado e memorável.

Com uma história madura e politicamente engajada, personagens carismáticos, um combate viciante e uma trilha sonora impecável, o jogo da Atlus entrega uma experiência profunda e cheia de personalidade. Mesmo com limitações na exploração, falta de pós-game e um sistema de calendário divisivo, ele se destaca entre os melhores RPGs lançados nos últimos anos.

Se você é fã da Atlus e curte RPGs com combate por turnos, Metaphor certamente merece seu tempo e atenção. Não é perfeito — mas é marcante, envolvente e feito para ficar na memória.

✔️ Pontos Fortes❌ Pontos Fracos
História madura e relevanteSistema de calendário pode gerar ansiedade
Combate estratégico com sistema de classes variadoExploração limitada e repetitiva
Vilão marcante e bem construídoPós-game fraco na primeira jogada
Trilha sonora excelenteAliados com pouca complexidade moral
04/08/2025 0 comment
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Trails to Azure – Uma sequência épica que aperfeiçoa tudo em Trails from Zero

by A Itinerante 04/08/2025
Escrito por A Itinerante

Se você jogou Trails from Zero e ficou com aquela sensação de que a história ainda tinha muito a entregar, Trails to Azure chega para amarrar todas as pontas e elevar a experiência a um novo nível. Com um enredo ainda mais intenso, personagens que brilham do início ao fim e um sistema de combate refinado, esse RPG prova que a série Trails sabe como contar uma história épica e construir um mundo vivo e cativante.

Neste artigo, vamos analisar tudo o que faz de Trails to Azure um dos RPGs mais marcantes da franquia.

Versão em vídeo da análise:


Trails to Azure

Plataformas: Playstation 5, Playstation 4, Nintendo Switch e PC via Steam
Data de Lançamento: 29 de setembro de 2011 / 14 de Março de 2023 (Inglês)
Gênero: RPG de Turnos
Desenvolvedora: Nihon Falcom


História e Enredo

Trails to Azure se passa imediatamente após os eventos de Trails from Zero, onde nosso grupo de jovens policiais revelou segredos sombrios sobre a cidade de Crossbell. Na análise anterior, mencionei como o jogo me deixou com a sensação de ser mais uma grande introdução do que uma história autônoma. Ele estabelece um cenário rico para uma sequência — e essa impressão se confirma aqui.

Desta vez, temos um ritmo muito mais envolvente, com uma trama que define melhor sua direção desde o início, evitando que o jogador fique tanto tempo no escuro como acontecia anteriormente.

A história gira em torno da chegada de uma facção de mercenários chamada Red Constellation a Crossbell, coincidindo com eventos políticos de grande impacto envolvendo os líderes locais e as nações vizinhas, Erebonia e Calvard. Aos poucos, esses acontecimentos recentes, junto com algumas pontas soltas do primeiro jogo, se unem e revelam mistérios tão importantes que colocam o mundo inteiro em risco — com consequências que reverberam até nos próximos jogos da série.

A consequência dessa narrativa mais bem direcionada é que, mesmo com as surpresas, a trama se torna mais clara, deixando evidentes os grandes mistérios e conflitos. Isso facilita a imersão e torna a narrativa ainda mais empolgante.

O elenco de personagens, um dos pontos altos do primeiro jogo, continua brilhante aqui. Cada personagem principal tem seu desenvolvimento aprofundado de forma bem estruturada, enquanto figuras antigas retornam e novos personagens são introduzidos de maneira orgânica e natural. Todos têm seus momentos para brilhar — e é impressionante como um jogo com um elenco tão extenso consegue dar desfechos satisfatórios para praticamente todos.


Jogabilidade

A jogabilidade se baseia no primeiro jogo, sem grandes mudanças estruturais. O combate por turnos continua presente, com Arts e Crafts que devem ser utilizadas estrategicamente para aplicar buffs, debuffs e causar dano massivo. As animações continuam belas (considerando a idade do jogo), e as batalhas seguem dinâmicas, rápidas e estratégicas.

O brilhante sistema de Quartz também está presente — e eu fico muito feliz por isso. Já mencionei isso antes, mas faço questão de citar novamente: é como se alguém tivesse pegado o sistema de Materias da série Final Fantasy e evoluído para uma versão 2.0. A quantidade de builds possíveis é impressionante, e novos Quartz foram adicionados, criando ainda mais possibilidades de customização.

Um exemplo são os Quartz que permitem que, após conjurar uma magia de determinado elemento, o personagem ganhe um turno extra. Isso possibilita criar magos extremamente poderosos ao longo do jogo. É um sistema rico e divertido, e sempre fico ansioso para ver como irá evoluir nos próximos títulos da série.

A principal adição em Azure é o sistema de Master Quartz: pedras especiais que concedem habilidades e efeitos únicos aos personagens. Elas podem ser evoluídas, garantindo bônus de status, efeitos passivos e até novas habilidades. Algumas aumentam a cura, outras tornam o personagem um verdadeiro tanque que atrai ataques, e há ainda aquelas que garantem buffs poderosos no início das batalhas. É uma melhoria simples, mas extremamente eficaz, que permite maior especialização e personalização dos personagens.

A exploração segue o padrão do primeiro jogo: um mundo linear, mas com caminhos alternativos que escondem baús, monstros opcionais e missões secundárias. No entanto, minha crítica vai para a reciclagem de cenários. Sabemos que a história ainda se passa em Crossbell e seus arredores, mas teria sido interessante explorar novas micro-regiões para quebrar a sensação de familiaridade excessiva. A repetição de mapas e inimigos poderia ter sido minimizada com uma maior variedade.

Ainda assim, a base sólida da jogabilidade faz com que a diversão permaneça intacta. Um ponto que merece destaque é o aumento na dificuldade, especialmente nos chefes. Muitas vezes precisei refazer lutas, reorganizar meu grupo e bolar estratégias mais refinadas para superá-los. Isso obriga o jogador a utilizar todo o potencial do sistema de combate, elevando a experiência a um novo patamar.

Assim como no primeiro jogo, temos um sistema de pontuação semelhante ao da série Tales of. Ao acumular pontos durante a jornada, podemos desbloquear galerias de imagens, vídeos, artworks e até bônus para o New Game+.

Falando nisso, o New Game+ introduz os superbosses do jogo — cinco chefes exclusivos que, ao serem derrotados, desbloqueiam um último desafio absurdamente difícil. Essas batalhas representam o verdadeiro endgame e exigem personagens no nível máximo, os melhores equipamentos e estratégias bem refinadas.


Conclusão

Se ainda não ficou claro: Trails to Azure é um RPG absolutamente fantástico.

A narrativa supera a de Trails from Zero, com ritmo bem ajustado, personagens envolventes e uma dose generosa de mistérios e reviravoltas inesquecíveis. O sistema de combate, embora familiar, é aprimorado com a adição dos Master Quartz, tornando a customização de builds ainda mais divertida e estratégica.

É um RPG completo que, apesar da aparência simples, é surpreendentemente moderno em diversos aspectos. Na verdade, se mostra mais completo do que muitos RPGs de grandes franquias lançados atualmente.

Se você gosta de RPGs de turno, pode colocar Trails to Azure na sua lista sem medo — é uma experiência obrigatória para qualquer fã do gênero.


🔍 Pontos Fortes e Fracos

✔️ Pontos Fortes❌ Pontos Fracos
Narrativa envolvente com ritmo consistenteCenários e inimigos reciclados
Elenco de personagens carismático e bem desenvolvidoPoucas novidades visuais
Sistema de combate estratégico com grande liberdade de buildExploração linear pode cansar após o primeiro jogo
Master Quartz adicionam profundidade sem complicarNecessário ter jogado o anterior para aproveitar totalmente
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