A Itinerante
  • Home
  • Blog
  • Youtube
  • Análises
  • “Tá Tudo aqui”
  • Grupo Whatsapp

FF XIII

Walkthrough

Final Fantasy XIII Episode I – Parte 2: O recomeço…

by AllanMartins 27/12/2010
Escrito por AllanMartins

Passado o Natal trago o meu presente, um pouco atrasado confesso, hehe.

Esse capítulo está muito bom, realmente parece o começo de uma nova história que, se virar game, vai ser excelente, espero muito que venha, e logo, hehehe!!!

O mais legal é ver a mudança na relação entre o Snow e Lightning e como as coisas estão caminhando para uma reconstrução, agora em Gran Pulse, com a ajuda de todos, sem interferências de Fal’cies, Etro, Lindsay, etc.

………

No momento em que ele a tinha em seus braços novamente, a mente de Snow ficou branca. Como se tivesse sido limpa de todas as suas memórias. Sem passado, sem futuro. Apenas a sensação de ter Serah, que lhe fora devolvida. Ele não tinha espaço para mais nada. “Minha mente é uma coisa simples”, pensou Snow. “Há muita coisa que pode esperar.”

“Sinto muito”, Snow disse, sussurrando para Vanille e Fang, dormindo na sua torre de cristal. Ele tinha visto Serah olhando para Cocoon, e foi trazido de volta à realidade. Suas memórias vieram à tona. Sobraram ainda duas pessoas que ele não conseguira salvar. Esta não era a hora de esquecer tudo. Na visão que ele tinha em seu frio sono, ele vira um futuro onde todos estavam rindo juntos. Ele sabia, apenas sabia, que Vanille e Fang estavam lá com eles. O que significava que não havia terminado, não podia ser o fim ainda… “Está quebrada agora, não é? Destruída…” Sua voz trouxe Snow de volta ao presente. “Eu estou salva… Eu sou humana novamente, e sou capaz de ver você e Lightning novamente. Mas …” Serah olhou para Cocoon. “Eu sei que há algo que devo fazer. Não é justo que só eu seja salva, seja feliz. Mas … Eu não sei o que fazer …”

Serah estava certa, é claro. Todos perderam suas casas. Os muitos princípios de suas vidas já não eram válidos. Havia um número incontável de pessoas que precisavam ser salvas. A quantidade de trabalho que era necessário era suficiente para deixá-lo tonto. A única coisa que Snow podia fazer era parar de pensar nisso. Afinal, seu cérebro não foi feito realmente para pensar nessas coisas.


“Se está quebrada, nós vamos ter que fazer uma nova.” A resposta simples de um homem simples.

“Uma Cocoon nova?” Os olhos Serah se arregalaram.

“Não, não, não é isso. Quero dizer algo diferente, ao invés de Cocoon. Vamos construí-la aqui. Podemos fazer uma cidade nova em Gran Pulse. Juntos.” Snow estava apenas tentando dizer algo, qualquer coisa, mas uma vez que ele disse em voz alta não pareceu ser uma má idéia. Na verdade, ele pensou, não poderia haver melhor plano.


“Nós podemos construir nossas próprias casas, e produzir a nossa própria comida. Podemos fazê-lo. Já fizemos isso em Bodhum, lembra? Fizemos uma horta, e caçávamos monstros”.

“Simplesmente fazer uma nova? Isso soa como você.” Lightning disse, olhando para cima, para Cocoon. “Sabe, você está certo. Nós vamos ter que fazer uma nova.”

“Exatamente! Deste dia em diante, esta será a nossa nova casa!”

“Não há nada aqui ainda mesmo.” Lightning retrucou, rindo. Serah reprimiu uma risada.


“Oh … oh yeah. Em Gran Pulse, todos são uma família.”

Lightning olhou para Snow. “Você se lembra?” Ela parecia dizer. Snow assentiu com a cabeça, “claro que me lembro.” O que Vanille sempre dizia.

“Então esta é a nossa casa. Sempre foi a nossa casa.” Lightning virou em direção à torre e sorriu.

“Porque é a casa delas.”

Os dias seguintes eles passavam vagando em Gran Pulse, confiando em sua pequena esperança de que caminhavam em direção a Oerba. Eram amigos que lutaram juntos, eram uma família. Foi por isso que este lugar se tornou um lar para eles. Esse não era o inferno, não era a terra dos seus inimigos. Era simplesmente sua casa. Eles ouviram uma respiração atrás deles. Hope. Além, podiam ver um grupo de soldados vestidos com uniformes azuis.

“Ei, não são aqueles… essa é a Cavalaria.” Hope sussurrou, e então saiu correndo. Claro, eles ainda não sabiam se seu pai estava seguro. A última vez que tinham ouvido falar dele, já tinha sido resgatado pela Cavalaria. Talvez tivessem alguma notícia dele…

“Vamos segui-lo.” Lightning disse, correndo atrás dele.

“Quando um amigo está em um beliscão…” Sazh disse, levantando Dajh.

“Papai, o que você quer dizer com ‘beliscão’?”

“Isso significa quando há algum problema. Embora, eu estivesse em um beliscão já há algum tempo.”

O filhote de chocobo no ombro de Dajh girou em torno de Snow e piou para ele como se dissesse: “Você não vem?”

Em seu coração, Snow enviou outro pedido de desculpas a Vanille e Fang. Nós vamos salvá-las em breve. Essa visão que eu tive? Não era uma ilusão. Eu não deixarei que seja.

“Devemos ir também.”

“É claro que devemos!” Serah assentiu. Ela parecia diferente agora, não tão triste como quando ela olhou para Cocoon. Ele colocou o braço em torno dela, e a abraçou mais uma vez.
……….

O texto original, em inglês, pode ser lido aqui.

27/12/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
Walkthrough

Final Fantasy XIII episode I Parte 1: O novo despertar de Fang e Vanille…

by AllanMartins 22/12/2010
Escrito por AllanMartins

A Neiva fez um post recente sobre o FFXIII Episode I, que foi lançado recentemente, junto com a versão nipônica de FFXIII para Xbox-360. Achei muito legal a notícia e, como o tranlate do Google é horrível e sei que muita gente não domina bem o Inglês (como eu, hehehe), decidi fazer as postagens dos capítulos deste episódio, para vocês especularem o que ainda pode vir nesse universo de Final Fantasy XIII, será que um dia teremos o 2, não acredito, mas também não dúvido, se tratando da Square, lol.

Divirtam-se:

“É como … um milagre. “Lightning olhou para Cocoon, com os olhos cheios de admiração. É … Vanille respondeu, numa voz que não conseguia alcançar a realidade. Impedir Cocoon de cair … elas sabiam que deviam fazê-lo, a todo custo. Tantas pessoas estavam lá, tantas vidas. Em seus corações, elas sabiam que tinham que salvá-los. Tinha sido o flash de um instante e para sempre, então quando elas despertaram, tanto Vanille quanto Fang, estavam aqui. Foi diferente de quando elas se tornaram cristais no templo do fal’Cie Anima. Quando tudo aquilo aconteceu – inclusive no fal’Cie Anima – ficaram adormecidas. Um sono tão profundo em que não havia sonhos. Agora, mesmo que dormindo, elas podiam ver o mundo. Elas podiam ver o mundo mais bonito e acolhedor de Gran Pulse. Elas podiam ouvir as vozes dos seus amigos.

Vários soldados armados correram para fora da aeronave. Os uniformes eram algo que tinham visto antes. Ah, claro… Eles… Eles não eram chamados PSICOM? Estes homens já não eram mais nossos inimigos. Eles estavam trabalhando duro para garantir que o povo de Cocoon fosse levado para um local seguro. Eles não mais apontavam as suas armas contra os cidadãos. Vanille não tinha provas disso, mas ela acreditava. Suas vozes gritando para salvar as pessoas presas, sem mentiras.

“Nós nunca poderemos vê-las novamente, mas nós podemos fazer milagres.” Hope disse. Ele parecia triste, mas sua voz estava cheia de força e determinação. Eles tinham salvado o povo de Cocoon, certamente poderiam fazer mais um milagre acontecer. Certamente eles seriam capazes de salvar Vanille e Fang. Talvez fosse isso o que ele estava pensando.

Obrigado, Hope, Vanille sussurrou. Mas isso não significa que seja o fim. Nós vamos estar sempre olhando por vocês. Mesmo que vocês não possam nos ver, nós podemos vê-los. Podemos ver todos em Gran Pulse desta torre de cristal. Todos vocês devem tornar-se felizes, não deixe que aqueles que vocês amem se afastem do seu lado.

Vanille observava seus amigos se reunirem com seus entes queridos, seu coração cheio de alegria. Ela se sentiu em paz, finalmente os danos que ela causou tinham sido reparados. Tinha sido tudo culpa sua, que Serah e Dajh tivessem sido transformados em l’Cies.

Uma vez passadas as lágrimas de alegria do reencontro, Serah olhou para Cocoon. Seus olhos cheios de sombras. Foi assim que eu olhei, há muito tempo, Vanille pensou. Nossas ações trouxeram tristeza para outros. Nós envolvemos pessoas que não deveriam ser envolvidas, e mudamos a sua sorte. Eu estava com medo dos nossos crimes, eles eram muito pesados, eu não poderia enfrentá-los. Eu corri. Era assim que eu olhava… era uma vez…

Eu sei a dor que ela possui. Eu sei como ela se sente olhando Cocoon agora. Então Vanille lembrou. Certa vez, naquela praia de Bodhum, Serah tinha dito à Vanille “Eu tenho todos os meus amigos, eles vão me ajudar a passar por isso.” Vanille lembrou o olhar em seus olhos. Mesmo que a realização e arrependimento de seus crimes ameaçassem derrubá-la, Vanille sabia que Serah seria capaz de ficar forte frente à eles.

Vanille chamou Snow, em pé ao lado Serah. Sempre fiel ao seu lado, Vanille disse. Se você fizer isso, ela pode enfrentar qualquer coisa. Ela pode se sentir perdida, mas vai encontrar o seu caminho. Eu sei o que vocêsvai dizer: “Nós podemos fazer milagres acontecerem! Precisamos encontrar uma maneira de salvar Vanille e Fang!” Mas você não pode. Você precisa ficar ao lado dela.

Ele não poderia tê-la ouvido, mas ele virou-se. Como se a voz dela tivesse realmente chegado a ele. Ele olhou como se estivesse sussurrado, “me desculpe”

Retirei o texto, em inglês daqui.

22/12/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(FFXIII) Elas estão vivas!!! Saiba o que aconteceu depois.

by A Itinerante - Neiva 20/12/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva
ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS

A versão de Final Fantasy XIII para Xbox360 no Japão, chamada de Final Fantasy XIII Ultimate Hits Internacional foi lançada este mês e inclui alguns extras:

– Um artbook chamado Visual Art Collection, com ilustrações usadas no jogo e durante sua produção.

– Cenas excluídas do jogo original, sob o nome ‘Final Fantasy XIII Unused Event Scenes’

– E Final Fantasy XIII Episode I, uma novela que conta o que aconteceu com Lightning e os outros integrantes do grupo após os eventos do jogo original.

…

A fantástica Lissar que fez a maravilhosa tradução de Episode Zero que postei aqui já começou a tradução de Episode I. Li os primeiros capítulos, arrepiada, emocionada.

Trecho Episode I – Cap. I:
“É como… um milagre.” Lightning olhou para Cocoon, com os olhos cheios de admiração. É … Vanille respondeu, numa voz que não conseguia alcançar a realidade. Para deter a queda de Cocoon … elas sabiam que deviam fazê-lo, a todo custo. Muitas pessoas ainda estavam lá, tantas vidas. Em seus corações, eles sabiam que tinham que salvá-los. Tinha sido o flash de um instante e para sempre e então quando elas despertaram, tanto Vanille e Fang, estavam conscientes. Foi diferente de quando elas haviam se tornado cristais no templo do fal’Cie Anima. Quando tudo aconteceu – inclusive no fal’Cie Anima – elas tinham adormecido. Um sono tão profundo que não havia sonhos. Agora mesmo que estavam dormindo, elas podiam ver o mundo. Elas podiam ver o mundo bonito e quente de Gran Pulse. Eles podiam ouvir as vozes dos seus amigos.”

Trecho Episode I – Cap. V:
Mas não, ainda não tinha acabado. Elas ainda tinham que sustentar Cocoon. Embora Fang realmente não sentisse que isto era muito como um emprego. Elas simplesmente dormiam um sono profundo, e desperdiçavam um tempo longo, longo. Isso era o suficiente para ela. Vanille estava ao lado dela. Ela não se preocupa mais sobre a possibilidade de transformarem-se em Cieths. Eles podiam desperdiçar tempo para sempre juntas.

Então elas sentiram alguém sorrir para elas.

Quem?

Vanille chamou como se Fang tivesse se virado. Elas conheciam esse sentimento. Há muito tempo elas sabiam disso. Talvez em algum lugar em suas lembranças esquecidas.

Vanille sussurrou o nome da deusa. Claro, Vanille ainda tinha todas suas memórias. Então, ela conhecia a dona desse sorriso. Sim, claro. Agora eu sei tudo. Isso é que é um milagre. Ela se sentiu como se um nó apertado fosse se desfazendo. Suas memórias não haviam retornado, mas ela sentia como se uma névoa se dissipasse.

Fang olhou para todos os seus amigos, um por um. Sazh estava ocupados levantando Dajh. Espero que ainda não seja um adulto. Mas Snow e Lightning … isto seria um problema.

Não se atreva a pensar em nos salvar. Sobre nos levar de volta. Só pensem em si mesmos a partir de agora. Ou mais.

Vanille riu. Bem, você sabe como eles são…

Fang suspirou e deu uma risada amarga.”

RESUMO DE EPISODE I:
A história começa logo após a última cena do jogo. A primeira coisa que o grupo fez foi procurar o pai de Hope e certificar-se de que as tropas Sanctum estavam bem. As tropas acabaram por ficar bem (apesar de que Rygdea faltava). Dois terços de Cocoon, juntamente com um terço da população do Cocoon, foi destruído. Então Snow e Serah decidiram construir o que eles chamaram de um mundo novo em Pulse. Por outro lado, Sazh e Hope queriam tornar-se os pontos fortes dos que ficaram para trás. Dentro da mente de todos, resgatar Fang e Vanille era a prioridade. No entanto, eles também deveriam ajudar os que precisavam e reparar o que fizeram.

Lightning, sem avisar ninguém, calmamente afastou-se do grupo. Ela não sabia porquê, mas tinha o sentimento de que alguém (ou algo assim) chamava, pedindo a ela para seguir em frente. Ela tinha um sentimento de que a guerra ainda não terminara.

Enquanto Sazh, com seu filho Dahj pilotava sua nave para resgatar e apoiar os que precisam, Hope foi com as tropas Sanctum depois que foi informado de que seu pai fora encontrado e que estava bem. Snow e Serah assistem à partida dos três. Ela disse que queria se tornar uma professora no futuro e ele concordou. Só então, finalmente Serah percebe que Lightning já estava longe de ser visto. Ela então começou a ficar preocupada.

Quando Lightning finalmente voltou a si, encontrou-se flutuando no meio de uma zona parecida com mar. Nem monstros, nem animais, nem plantas podiam ser vistos. Ela não conseguia sentir qualquer sopro de vida, nem ela podia sentir a passagem do tempo. Era um mundo cheio de nada e abismo. Ela não sabia por que estava lá. A única coisa que Lightning sabia era que devia continuar. “Para onde vou?” Ela perguntou. Não houve resposta. Nesse silêncio momentâneo ainda eterno, a voz desapareceu. FIM – Fonte do resumo.

Dica do André Nym.

..

É difícil não ficar emocionada ao ter a confirmação de que estão vivas e esta… promessa, indício de continuação.

Os foruns são unânimes na opinião de que este é o prólogo para algo e discutem apenas se para FFXIII-2 ou Dissidia Duodecim Final Fantasy, tendendo para FFXIII-2.

Eu também!!! Com certeza!!! Absoluta!!! rs

20/12/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

Ragnarok Theme e a charada da cadeira de Barthandelus

by A Itinerante - Neiva 30/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

Há mais de 4 meses, em Julho, postei aqui o alfabeto de Pulse e Coocon e as fotos acima da cadeira de Barthandelus, super curiosa para saber o que diz. Na época, nem sabia que este símbolo aí era o de Lindzei.

Ontem o Maykol deixou um comentário no post, com o significado das inscrições:

“Texto do trono do Barthandelus: 
“procusae sunt per somnum aeternum“
É um trecho da música Ragnarok:
Animae mortuae procusae sunt per somnum aeternum
A tradução deve ser algo semelhante a:
as almas dos mortos, pretendentes ao sono eterno…”

Nem acreditei quando li! Obrigada Mykol! Corri lá no Final Fantasy Wiki atrás da música completa:
Ragnarok (Theme)

Ragnarok
De Dies Irae, l’Cie Pultis,
Tuum fatum sequeris. Tuum sanctuarium affligeas.
Ragnarok,
Dominus Ultionis venit.
Usque lux apparet, animae mortuae procusae sunt,
Per somnum aeternum, numen divinum dictus est,
Viator elamentabilis, Ragnarok.
Ragnarok,
De Dies Irae, l’Cie Pultis,
Tuum fatum sequeris. Tuum mundum dispertaris.
Ragnarok,
Rex Immiserabilis advenit.
Usque lux apparet, animae mortuae procusae sunt,
Per somnum aeternum, numen divinum dictus est,
Viator elamentabilis, Ragnarok.

Em inglês:

Ragnarok.
Come Day of Wrath, O Pulse l’Cie.
Embrace thy fate, thine home to burn.
Ragnarok
Deliver the Divine.
Ragnarok
Come Day of Wrath, O Pulse l’Cie
Cast thy light upon the souls of the departed.
That fallen souls might bare our plea..To hasten the Divine’s return.
O piteous Wanderer, Ragnarok
Ragnarok.
Come Day of Wrath, O Pulse l’Cie.
Embrace thy fate, thine world to shatter.
Ragnarok
Descend, merciless lord.
Cast thy light upon the souls of the departed.
That fallen souls might bare our plea..To hasten the Divine’s return.
O piteous Wanderer, Ragnarok

Gostaria de traduzir, mas hoje realmente não dou conta. Já dei uma olhada e é uma encrenca só. O Google Translate Latin não reconhece várias palavras e não confio muito nesta versão americana.

Em resumo a letra fala sobre como Ragnarok trará o reencontro dos fal’Cies Pulse com seu criador através dos l’Cies transformados na fera.

E eu cada dia mais intrigada com Lindzei.

Porque seu símbolo está na cadeira de Lindzei?

Por que ela não é o centro das preocupações em Coocon?

Por que ninguém quer um reencontro com ela?

Cada dia mais desconfiada da divindade de Lindzei.

E outra coisa. Descobri porque tanto amor dos fal’Cies pelo The Maker:

Pelo que entendi da explicação de Orphan (na primeira forma) eles invejam os humanos, por toda liberdade que possuem, pela criatividade, pela capacidade de superação, enfim… por tudo que estes possuem e eles não e que, no fundo, é o que diferencia os seres humanos dos animais e dos robôs.

Eles querem morrer para reviver, desta vez como humanos. Eles querem uma segunda chance de vida.

Este desejo é a idéia central que está por trás de todo o enredo. O que desencadeia os acontecimentos e que move  move os personagens de FFXIII:

O desejo dos fal’Cies de tornarem-se humanos.

(segundo o que entendi, claro.)

Ah… Outra coisa, o que foi mesmo que o Nomura falou sobre o motivo de estarem usando o Latim? Não era por ser uma lingua universal que todos poderiam entender??? Homem!!! Usa o inglês, please!!! rsrs

30/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram

(FFXIII) Explicando a primeira impressão

by A Itinerante - Neiva 23/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva
Uma das tartarugas gigantes de Pulse

Este post “Final Fantasy XIII: crítica, dicas e walkthrough (detonado, passo a passo)” continua sendo a porta principal de entrada para o blog.

Passados mais de 9 meses desde que foi escrito, estou um pouco cansada de responder os comentários explicando tratar-se de uma primeira impressão, que foi modificando-se com o decorrer do jogo.

À quem está chegando agora:

Final Fantasy XIII é um jogo diferente dos demais (como aliás, todo FF é diferente dos outros) e a impressão dos primeiros momentos é esta, porém conforme vai-se caminhando é como se o jogo fosse evoluindo junto, ganhando em riqueza e profundidade e mesmo em liberdade.

À partir do 3o. CD (no Xbox360), ou seja, do Cap. 11, todas as restrições deixam de existir e encontramo-nos em um vasto mundo, podendo ir e voltar para os próximos leveis encontrados nos Cap. 12 e 13.

Até lá, aos poucos, vamos podendo interferir na montagem da equipe, mudanças em armas e acessórios e, principalmente, aprendemos a lidar com os paradigmas, a grande chave do jogo para batalhas realmente épicas.

FFXIII é uma engrenagem de pequenas peças e para que funcione à perfeição temos que dominar cada detalhe: paradigmas, armas, habilidades, acessórios.

Algumas lutas requerem estratégia extremamente refinada e ajuste muito fino das configurações para serem vencidas, mas não há melhor sensação do que a vitória contra a primeira tartaruga gigante, que nos primeiros contatos liquidava com todo o grupo à primeira pisada. :DD

Existem mais de 100 armas em FFXIII e até hoje não se chegou a um consenso de qual seja melhor para cada personagem, sendo ideal ter todas, o que é praticamente impossível de ser feito antes do final da estória.

A luta por gil é uma constante que lhe acompanhará, do começo ao fim, juntando-se à luta por trapezohedron no final.

Joguei por mais de 200 horas e não cheguei a derrotar o último boss da última das 64 missões: Vercigentorix, cansada da upagem e da busca de gil/trapezohedron, que no pós game é um pouco desgastante por tratar-se de um item de drop raro e depender mais da sorte do que da habilidade. Mas ainda voltarei e concluirei. 😀

A estória é extremamente rica, demandando discussões acirradas e especulações variadas net à fora até hoje e a atenção deve ser redobrada em todas as CGs para um bom entendimento.

A sessão Catalog desbloqueia parte da estória no fechamento de cada capítulo e vale conferir para não se perder. Também na sessão Catalog, confira a parte denominada Analects, que trata da mitologia, do passado de ambos os planetas.

Até hoje emociono-me ao rever as cenas finais, acredito que o melhor final de todos os FFs: deslumbrante, grandioso, épico e impressionante!

Gostaria de jogar novamente agora, com a luz de novos conhecimentos sobre o enredo e farei isto quando for possível.

E, só para concluir, eu não teria jogado mais de 200 horas e dedicado tanto tempo escrevendo textos sobre FFXIII se não fosse um jogo que valesse a pena.

Portanto, leiam meu texto inicial como ele realmente é: uma primeira impressão e aproveitem todas as dicas do Tudo Aqui de FFXIII para vivenciarem momentos realmente vibrantes, densos e emocionantes!

Bom jogo! :DDD

23/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(Fabula Nova Crystallis, FFXIII, Versus e Agito) Entendendo a mitologia – Parte 6 – Conclusões sobre FFXIII

by A Itinerante - Neiva 19/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva
Clica e veja que lindo!

Certeza mesmo é só a de que tenho que jogar FFXIII de novo. Deu uma saudade!!!

ACHO que a estória narrada pelos Analects sobre Lindzei é a mais provável, coerente e lógica. Isto é no que acredito. Não há como afirmar com certeza absoluta de que tenha sido assim.

A estória de Barthandelus é mirabolante demais e de volteios já basta a idéia absurda de liquidar com milhares de pessoas para arrombar a Porta das Almas. Uma idéia “brilhante”, digna de alguém com total juizo. rs

Não vejo porque acreditar no que disse sobre a criação de Coocon por fal’Cie, em se tratando de alguém tão insano e mentiroso quanto ele.

Com esta série percebi as falhas narrativas de FFXIII, os buracos, lacunas, as coisas não ditas ou mal ditas.

Sempre houveram rumores sobre “pedaços” de FFXIII que foram cortados. Fico pensando se não eram relativos ao passado de Pulse e Coocon e em como este jogo teria sido diferente com toda esta riqueza mitológica presente.

Sem contar que o final do jogo não resolveu as coisas.

Como fica a animosidade de Pulse x Coocon? Quem governará Coocon? Pulse será reconstruída? Re-habitada?

Então…

Eu quero FFXIII-2!

– Quero ver a criação de Pulse e depois a de Coocon.

– Quero ver esta fera que atacou e praticamente destruiu Pulse.

– Quero saber se Lindzei realmente existiu.

– Quero acompanhar a estória de Vanille e Fang, desde a entrada no orfanato até o início em FFXIII.

– Quero saber o que aconteceu em Pulse e Coocon após os eventos do jogo.

Isto daí é o básico do básico, o imprescindível.

Agora…

Já que sonhar não paga imposto e aproveitando o ensejo…

– Quero atravessar a Porta das Almas, chegar no tal Além e lutar com os deuses todos, além de dar uma bela de uma surra em Lindzei! 

:DDDDDDDDDDD

…

Continua com FF Agito XIII e seus l’Cies e FF Versus e Etro.

(Daqui há alguns dias. Vou fazer uma pequena pausa para descansar a cachola esfumaçada e volto.)

Bom final de semana para todos.

ATUALIZAÇÃO:

Não quis dizer que não foi um jogo maravilhoso. Foi e agora, revendo a estória, fiquei ainda mais seduzida e encantada por toda sua beleza. Quis dizer apenas que sua estória é de uma riqueza muito maior do que foi mostrado.

Vanille e Fang, por exemplo, foram as verdadeiras protagonistas, no sentido de sua importância tanto no passado quanto no presente de Pulse e Coocon, mas com o foco na equipe, nos personagens que não tinham qualquer ligação com o passado, o papel delas ficou ofuscado.

Talvez pudesse ter sido mostrada de outra forma, mas..

Se fosse assim…

Não precisaríamos de um FFXIII-2.

E eu quero um 2!!!

😀

19/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(Fabula Nova Crystallis, FFXIII, Versus e Agito) Entendendo a mitologia – Parte 5 – Barthandelus = Lindzei?

by A Itinerante - Neiva 19/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

“Coocon é uma fábrica, construida por fal’Cie.
Uma fábrica para produção em massa de escravos humanos”
Barthandelus em Palamecia.

Uma corrente de fãs defende a teoria de que Barthandelus seja Lindzei e ele próprio diz que Coocon foi criado por fal’Cies.

O criador de Coocon é importante porque altera toda a mitologia e estória de FFXIII.

No texto anterior achei que a teoria não era possível porque Lindzei atacou Pulse, matando milhares de pessoas, algo que é proibido aos fal’Cies, de forma que Lindzei não poderia ser o fal’Cie Barthandelus.

Hoje de manhã percebi que há uma falha naquele raciocínio. O texto “Tomorow” de Episode Zere, que narra o ataque, não diz que foi Lindzei e sim um monstro vindo de Coocon. De fato, acredito que se fosse Lindzei, teria sido dito. Não há mais qualquer referência a esta fera.

Não poderia ser um fal’Cie, pelo mesmo motivo, de não poderem matar seres humanos. Se o ataque não foi feito por Lindzei e sim por uma fera, que não era fal’Cie e nem um Deus (por não haver referências a outro Deus), só poderia ser ou um monstro genuíno (que não existe em Coocon, mas que poderia ter sido criado por Lindzei) ou humanos l’Cies transformados pelos fal’Cies.

Assim como criaram Ragnarok para derrubar Coocon, tendo como alvo principal a destruição de Orphan, os fal’Cies poderiam ter criado outra fera similar, tendo como alvo a destruição de Pulse.

Achei muito esquisito este ataque à Pulse, por ter decorrido antes da Guerra das Transgressões. Qual o sentido destas mortes? Não poderia ter sido a primeira tentativa de abertura da Porta das Almas?

Vejo os acontecimentos históricos de FFXIII em duas opções:

a) Se Coocon foi criado por Lindzei e em esta sendo uma deusa, nada impediria que criasse um monstro que fizesse este ataque e toda a teoria do texto anterior permanece. A criação de Coocon nada teria a ver com o desejo dos fal’Cies de reencontro com The Maker e a idéia de sua destruição surgiu depois.

b) Se Coocon foi criado por Barthandelus, o objetivo desta criação pode ter sido realmente o de preservar grande parte do povo de Pulse em um paraíso enquanto a outra parte seria sacrificada para “arrombar” a Porta das Almas. Este plano teria falhado, talvez por existirem poucas almas em Pulse e não terem sido suficientes para abrir a Porta das Almas. Somente então os planos teriam mudado e a destruição de Coocon idealizada.

Mas, Barthandelus poderia ter sido Lindzei?

Ele poderia ter assumido a forma de Lindzei. Perfeitamente possível. E criado Coocon. Depois transformado um ou mais humanos em uma fera como Ragnarok que atacou Pulse. Nada impede.

Lindzei então não teria provocado com suas próprias mãos qualquer destruição humana, portanto, não teria havido transgressão à regra de existência dos fal’Cies.

Os Analects são textos escritos pelos humanos de Pulse, de acordo com o que acreditavam ser a verdade. É o seu ponto de vista, como viram, como perceberam os acontecimentos e não necessariamente a verdade.

A restrição à esta teoria é a existência de fal’Cies de Coocon. As marcas dos l’Cies de Pulse e Coocon são diferenciadas, confirmando a existência de dois tipos deles:

Esta é a marca dos l’Cies criados por fal’Cies de Pulse. 
É a marca de todos da equipe, incluindo Vanille e Fang e também Serah.
Todos foram transformados em l’Cies pela fal’Cie Ânima, de Pulse.

(Ânima era a fal’Cie protetora de Oerba e transformou Vanille e Fang em l’Cie para que destruissem Orphan e assim derrubassem Coocon. Posteriormente transformou os demais com o foco da destruição de Coocon. )

Esta é a marca dos l’Cies transformados por fal’Cies de Coocon. É a marca que Cid Raines trazia na mão direita e depois, como Cie’th, no peito:

A marca muda de forma com o tempo e quando chega à última forma, se o foco não é cumprido, o humano transforma-se em Cie’th. Cid Raines apressou a transformação para escapar de seu destino.

Fal’Cies não tem poder para criar outros fal’Cies. Se os fal’Cies de Coocon existem, foram criados por um Deus. Não foi The Maker, pois já tinha partido quando Coocon foi criado. Portanto, só pode ter sido Lindzei.

A única opção de que Barthandelus fosse Lindzei é se ele não fosse um fal’Cie e sim um Deus, ou seja, se Lindzei fosse Barthandelus e não o inverso.

Isto não é possível. Se fosse um Deus, nada disto teria sido necessário. Ele não estaria atado à limitação dos fal’Cies de não matar humanos. E também, seria uma contradição, porque ele desejaria reencontrar seu criador se não tivesse sido criado por este?

O próprio Barthandelus diz na primeira luta, ao se apresentar, que é o chefe dos fal’Cies de Coocon.

Só se os fal’Cies de Coocon fossem  fal’Cies de Pulse “reconvertidos”.

Coocon é onde moram os escravos de Lindzei.
É o inimigo de toda vida que promovida pela sagrada mão de Pulse.
Assim nossos fal’Cies determinaram a vontade de Pulse,
Escolheram l’Cies e deram-lhes um foco:
tornar-se Ragnarok e promover o fim de Coocon.
E assim o animal levantou-se, derrotando fal’cies da odiosa Lindzei
e preparada para rasgar Coocon.
Mas Sua Providência traiu nossas l’Cies
drenando a força de Ragnarok, seu foco apenas metade concluído,
 as l’cies foram levadas para o território inimigo
por Barthandelus, amaldiçoado seja o seu nome.
E a deusa disse:
“L’Cies que descansam em Coocon vão despertar,
 não importa quanto tempo vai demorar e Ragnarok vai subir novamente,
para rasgar a terra de seu assento no céu. “
Sua palavra … é absoluta.
Qual versão você escolhe?
Tua cabeça já está esfumaçando? A minha está. rsrs
19/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(Fabula Nova Crystallis, FFXIII, Versus e Agito) Entendendo a mitologia – Parte 4 – Os deuses

by A Itinerante - Neiva 18/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva
Belíssima imagem de Coocon. Cliquem e vejam melhor.

Na mitologia de Final Fantasy XIII encontramos o registro de 3 deuses:

The Maker – O deus criador de Pulse, dos fal’Cies de Pulse e dos humanos.
Lindzei – A deusa criadora de Coocon e dos fal’Cies de Coocon
Etro – A deusa que comanda a Porta das Almas, que recebe as almas dos mortos e encaminha-os para o Além.

THE MAKER

Pouco sabemos a seu respeito. Nenhuma imagem e nada mais além do que é dito no jogo ou encontra-se nos Analects. Na versão japonesa ele é chamado de Deus, ao invés de The Maker.

Realmente sua atividade é muito similar ao nosso Deus em nossa criação: primeiro separou o caos, depois criou o universo, os planetas, a vida. O The Maker separa o caos, cria o universo, Pulse, os fal’Cies e os humanos.

À princípio Pulse seria o paraíso, tendo os fal’Cies sido deixados com a responsabilidade de dar continuidade a seu trabalho e a cuidar dos humanos e do planeta.

Depois parte, gerando nos fal’Cies a sensação de abandono e traição. Ele partiu ou morreu?

O Analect 9 – A Porta das Almas diz sobre seus deuses “departed” cuja tradução em sendo adjetivo é morto. Custo a entender como um Deus que criou um universo pode morrer e também os fal’Cies parecem acreditar que o The Maker retornaria sob determinadas condições ou que poderiam ir ao seu encontro atravessando a Porta das Almas. Esta não é a idéia que se tem de um ser “morto”.

Também a sensação de abandono e traição pela sua “partida” não sugere alguém que não mais existe e sim alguém que saiu de um lugar e foi para outro. 
Eles parecem acreditar que The Maker reside no Além, sendo que a Porta das Almas é o portal de passagem para este mundo.
O Analect XI levanta a hipótese de que os fal’Cies dedicam-se obsessivamente à sua busca ou de uma passagem para o Além, onde ele estaria.
O Analect XII menciona pela primeira vez o plano do assassinato de milhares de vidas para “arrombar” a Porta das Almas e assim poderem ver as Divindades que residem além.
Ninguém, nem mesmo os fal’Cies teriam todo este trabalho para reencontrar algo como um corpo vazio. Eles notadamente crêem que o The Maker exista, ou viva, em algum lugar, sendo mais provável o Além após a Porta das Almas.
Desta forma, podemos assumir que o The Maker está morto, mas não no conceito clássico de morte, como o fim da existência e sim como mudança de plano. Deixou de viver em Pulse e continuou a viver no Além.

Ou seja, o conceito do espiritualismo, da sobrevivência da alma, da vida após a morte.

Tanto é que os próprios fal’Cies não temem a morte e mesmo eles a desejam como forma de reencontro com o criador.

Os fal’Cies cultivam a idéia de promover seu retorno ou de irem ao seu encontro, parecendo ser indiferente qual delas, desde que o reencontro ocorra.

LINDZEI

Orphan 1a. forma

Também sobre Lindzei nada existe anterior à sua aparição em Pulse.

O Analect II narra como Lindzei surge do nada, arranca a terra de Pulse e com ela cria Coocon e depois convence os humanos de que lá é o Paraíso, revoltando os Pulsianos remanescentes e dando início ao sentimento de raiva e ódio destes pelos habitantes de Coocon, chamados de filhos de Lindzei, que é comparada à uma víbora.

Em Final Fantasy XIII Ultimate Omega Guide há uma referência à Lindzei, como sendo esta figura às costas de Orphan em sua primeira forma. Uma cobra com asas. O símbolo em destaque na imagem e que também aparece na lâmina da espada é o símbolo dos fal’Cies de Coocon, ou seja, os filhos de Lindzei.

Em Final Fantasy Episode Zero: Tomorow, vemos Lindzei em um ataque devastador à Pulse, destruindo suas cidades, plantações e matando milhares de pessoas, incluindo os pais de Vanille e Fang. Isto ocorre antes da Guerra das Transgressões, 500 antes dos eventos do jogo FF XIII e talvez tenha sido este ataque o causador da animosidade do povo de Pulse contra Lindzei e Coocon.

Pulse semi-destruído após o ataque, a população praticamente dizimada, pouquíssimos sobreviventes. Os fal’Cies restantes são inúteis para a proteção contra as feras e para a reconstrução dos edifícios destruídos. As duas crianças, Vanille e Fang são encaminhadas a um orfanato, onde estabelecem uma sólida amizade e algum tempo depois são escolhidas para encarnarem o Ragnarok, a besta com poder para destruir o escudo de proteção de Coocon e transformadas em l’Cie pela fal’Cie Ânima (também chamada Pulse), protetora de Oerba.

Na Guerra das Transgressões, o exército de Pulse invade Coocon, mas é derrotado pelos fal’Cies do Sanctum (governo de Coocon). A transformação em Ragnarok, de Vanille e Fang, é mal sucedida porque Vanille tem medo e Fang transforma-se sozinha, mas a transformação não é total. Ainda assim, ela consegue provocar um rombo no escudo de Coocon.

A deusa Etro intervém desfazendo a transformação e adormecendo ambas no formato de cristais, com o foco ainda por cumprir. Vanille, Fang e a fal’Cie Ânima são levadas para Coocon, em um local denominado Pulse Vestige, na cidade de Bodhun, onde permanecem pelos próximos 500 anos, ignoradas pelos habitantes do Casulo.

O Analect VIII diz que Lindzei parte, traindo, como o The Maker, os seus filhos e deixando-os órfãos.

Os habitantes de Pulse odeiam os de Coocon, pela devastação provocada por Lindzei e os habitantes de Coocon temem os habitantes de Pulse, pela guerra provocada e pelo temor de que consigam atingir o escudo e derrubar o casulo.

E assim 500 anos transcorrem e chegamos aos dias atuais em que o jogo começa, com o evento denominado Purge, que visa retornar à Pulse todos os Pulsianos e l’Cies de Pulse encontrados em Coocon. Este evento acontece porque a fal’Cie Ânima (ou Pulse) é descoberta em Bodhum, espalhando uma onda de histeria e medo nos habitantes de Coocon.

Estes eventos são narrados em Final Fantasy XIII Episode Zero.

TEORIAS:

Lindzei é uma fal’Cie e não uma Deusa, Lindzei e Bartholomeus são o mesmo e Coocon foi criada por Bartholomeus:

Os fal’Cies de Pulse (que mais tarde tornam-se responsáveis por Coocon e lá vivem) desejam, mais do que tudo, o retorno ou o reencontro com seu criador, o The Maker.

Eles idealizam o plano de destruição em massa dos habitantes de Coocon como forma de arrombar a Porta das Almas e reecontrar o Criador ou que o “barulho” feito traga-o de volta.

Para tanto, promovem a animosidade entre os habitantes de Pulse e Coocon, para gerar a guerra e a destruição.

Se esta idéia surgiu antes da criação de Coocon, como dizem algumas correntes, Coocon teria sido criado com esta finalidade específica.

Em sendo assim, uma hipótese seria a de Lindzei não ser uma Deusa e sim uma fal’Cie criada com o objetivo de criar Coocon de forma agressiva e iniciar a animosidade. Esta hipótese porém cai por terra pelo fato de que os fal’Cies não podem, por sua natureza, matar ou prejudicar os humanos, tanto é que precisam agir através dos l’Cies. E Lindzei promoveu o ataque à Pulse que matou milhares de humanos, algo que um fal’Cie jamais poderia fazer.

Este mesmo motivo invalida a teoria de que Lindzei e Bartholomeus sejam o mesmo, porque ele é um fal’Cie, declaradamente.

E igualmente invalida a teoria de que Bartholomeus seja o criador de Coocon, tal como o próprio alega. Se Lindzei não é uma fal’Cie e sim uma Deusa, não há motivos para que a estória narrada pelos Analects não seja correta e ela seja a criadora de Coocon.

De onde veio, porque criou Coocon e porque partiu não se sabe.

ETRO

A Deusa Etro é descrita como a responsável pela Porta das Almas, conforme já mencionado anteriormente.

Como os demais deuses, nada se sabe sobre sua estória, origem, motivos.

Ao contrário de The Maker, um ser impessoal, e de Lindzei, um ser maldoso, ela é descrita nos Analects como plena de piedade e sentimentos, capaz de chorar pelos mortos e compadecer-se do destino dos humanos.

…

Talvez os três deuses de FFXIII habitem o mesmo Além e relacionem-se uns com os outros como uma família. Dentro desta idéia, podemos supor uma “rixa” de irmãos entre o The Maker e Lindzei, uma vez que a segunda tenta destruir a criação do primeiro e até mesmo uma concorrência, quando Lindzei cria um mundo melhor do que o Pulse do The Maker e isto usando e maltratando a terra criada por este.

Disputas assim são comuns entre os Deuses em todas mitologias conhecidas. Apesar de gigantescos poderes, ou talvez até por eles, eles são quase sempre infantis, mimados, egoístas e não se preocupam, de fato, com os humanos sob sua responsabilidade, usando-os como instrumentos de suas disputas e brincadeiras, como parece ser o caso de Lindzei.

Etro surge neste cenário, não apenas como uma deusa sensível e bondosa, mas também como aquela com bom senso e responsabilidade suficiente para vigiar e anular alguns atos de seus irmãos, ou talvez apenas os de Lindzei.

O fato é que vemos os deuses interferindo nas criações do outro (Lindzei nas de The Maker e Etro nas de  Lindzei), o que não indica um bom relacionamento entre eles.

Coisas de família?

…

Continua amanhã…

18/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(Fabula Nova Crystallis, FFXIII, Versus e Agito) Entendendo a mitologia – Parte 3 – FF XIII Episode Zero

by A Itinerante - Neiva 18/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva

Antes de falar sobre as divindades, acho que é interessante saber sobre Final Fantasy XIII Episode Zero: Promise.

Trata-se de uma série de textos escritos por Jun Eishima junho, representando os 13 dias que antecederam os eventos de Final Fantasy XIII. Novos capítulos envolvendo Snow, Fang, Vanille foram liberados e publicada em uma Light Novel.

A primeira parte da série, intitulado “Encontro”, é sobre como Serah se tornou um l’Cie e seu relacionamento com Snow e sua irmã, Lightning .

A segunda parte da série, intitulado “Stranger”, é sobre Fang e Vanille depois de acordar do seu estado cristalizado, tentando ajustar-se a vida em Cocoon vida e sua chegada ao Euride.

A terceira parte, intitulada “Tesouro (Família)”, representa a história de Sazh e a transformação de seu filho Dajh em um l’Cie.

A quarta parte, intitulada “Search”, é sobre Fang e Vanille depois de serem separadas na Usina Euride, mas é contada a partir do ponto de vista de Fang. É sobre Fang preocupada com Vanille, reunindo-se com Cid Raines e Rygdea a fim de encontrar Vanille.

A parte V, intitulada “Amigos”. É uma pequena história sobre Hope, os seus amigos e família antes de sua mãe morrer.

A parte seis, intitulada “Presente”, é sobre Snow e Serah recebem o presente de aniversário de Lightning.

A final e sétima parte da série, intitulada “Amanhã”, mostra Vanille e Fang tornando-se l’Cie em Gran Pulse durante a Guerra da transgressão, o que acontece com Vanille após os acontecimentos na Euride Gorge e no dia da Purgação.

Fonte: Wiki Final Fantasy

São pequenos textos, lançados em japonês, mas já traduzidos para o inglês em vários locais, como este, por exemplo: Dilly Shilly.

Podem ler lá muito rapidamente todas partes. Vou trazer aqui apenas o primeiro texto da VII parte – Amanhã, que fala sobre o ataque de Lindzei à Pulse que devastou o planeta e deixou poucos sobreviventes. Vanille e Fang perdem suas famílias e são levadas à um orfanato. Posteriormente são marcadas como l’Cie, etc…, mas esta é a origem da amizade e carinho que demonstram uma pela outra e explica muito do ódio dos habitantes de Pulse à Lindzei.

Estes eventos ocorreram antes (ou durante?) da Guerra da Transgressão. Eu diria que uns 15 a 20 anos antes do primeiro Ragnarok, mais de 500 anos antes dos eventos do jogo.

A tradução está googada, é imperfeita, mas acho que o sentido é facilmente compreendido.

“Episódio Zero: Amanhã “Foi nesse dia, a tragédia caiu sobre nós.”

Foi nesse dia, a tragédia caiu sobre nós.

Na terra do grande espírito de pulso, uma terrível criatura voou da cova dos Lindzei.

Com ele é amaldiçoado direita rasgou a terra, dividindo-o em mil fragmentos, que voou para a greve dos povos que viveram na terra.

Com ele é amaldiçoado mão esquerda que derrubaram as montanhas, desintegrando-os em dez mil fragmentos que voou para o abate, as criaturas que se arrastou ao longo da terra.

Com ambas as mãos é amaldiçoada que puxou o rio que dá vida e enviou-o desabar sobre ambos os povos e as criaturas da terra e lavou-los.

Ela devorou os frutos da terra que viria a ser o alimento para o povo. Ele tomou as terras férteis com ela as mãos, enrolando-a e levando-o embora. Metais, que dormia profundamente dentro da terra que arrancou com a sua maldita mão direita, roubou com ele é amaldiçoado mão esquerda, e então este, também, que empolgue.

Edifícios que reduzidos a escombros, e levaram sem deixar vestígios deixados para trás.

A única coisa que foi desperdiçado as incontáveis vidas das pessoas.

Gritos de dor e terror encheu a terra, mas a destruição continua. Logo, o único som que saiu foi o silêncio da morte.

Ao concluir que os atos atrozes voou mais uma vez para o céu. Somente duas crianças, agora sem abrigo e família, viu como ele foi. Vê-lo voltar a esse antro de demônios, que den rodada de ladrões que flutuava no céu.

Aos olhos de uma raiva criança nasceu, e aos olhos da tristeza de outros.

Neste dia, a tragédia caiu, e duas sementes foram plantadas na terra. “

…

Porque Lindzei fez este ataque? Já estavam em plena Guerra da Transgressão? Ou foi este evento que causou a guerra?

18/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
DiscussãoHistória / Lore

(Fabula Nova Crystallis, FFXIII, Versus e Agito) Entendendo a mitologia – Parte 2 – Analects

by A Itinerante - Neiva 17/11/2010
Escrito por A Itinerante - Neiva
 
Estátua de Lindzei em Orphan’s Cradle

VIII. Terrível Lindzei

Assim como nossos fal’Cies são os filhos do Santificado Pulse, os que se escondem dentro do Casulo são os descendentes de Lindzei.

Mas nem todos os deuses são iguais.

Lindzei é astuto e falso, soberano de serpentes e demônios, um anátema para ser abominado.

Fal’Cie’s do Casulo são da linhagem do Terrível Lindzei, mas isso não os poupou. Eles foram traídos da mesma forma; deixados como órfãos quando seu Succubus fugiu deste reino terrestre.

– Um Chamado às armas


(Explica que os fal’Cies de Pulse, são filhos do The Maker e os fal’Cies de Coocon, filhos de Lindzei. E diz que assim como os filhos do The Maker foram abandonados, também foram os filhos de Lindzei. Ambos os deuses partiram.)

IX. Sua Providência

Sua Providência procurou o nada.
Sua Providência não fez nada.

Mas ela olhou, em silêncio, em sua tristeza.

A Deusa compadeceu-se dos mortais, destinados como eram a morrer, e então ela se dignou a intervir na hora de seu maior perigo.

Ela desviou o cataclisma que era para ser, e colocou para descansar os que teriam roubado tantas vidas quanto seu destino de tempo tinha ordenado.

A sua compaixão não tem fim para isto.

A Deusa compadeceu-se também daqueles sujeitos ao Focus, destino ainda mais cruel que a morte. Para eles, Ela enviou Seus mensageiros, para oferecer esperança quando tudo estava perdido.

– Sermões da vidente Paddra Nsu-Yeul

(Explica novamente a intervenção da Deusa (Etro) no Ragnarok e diz que ela enviou mensageiros para oferecer esperança aos l’Cie. Quais mensageiros? Como?)

X. A Ameaça do Além

Eles dizem que os fal’Cies fizeram Arcas em preparação para a batalha contra a ameaça que espreita do além. Onde é esse “além” de que falam? Será que significa Cocoon e os demônios que habitam lá dentro? Se assim for, eles estão enganados. As lendas das Arcas datam de muito antes da criação da esfera; sussurros sugerem até que uma Arca foi deslocada durante a criação de Cocoon, levada para ser escondida em seu casco.

Qual é, então, a “ameaça”? Que distante ameaça nos confronta e com qual propósito? Os deuses desapareceram deste lugar. São eles hoje os moradores do “além”?

– Sobre a natureza dos Fal’Cie.

(Perigo do Além para Pulse? Arcas para batalhas? Arca escondida dentro de Coocon? Qual é a ameaça? Com que propósito?)

XI. Hipótese da Caça

Temos mantido a meta de escavações sem fim dos fal’Cies para a expansão do habitável espaço do mundo – a criação de novas terras com o qual honram os deuses. Mas eu afirmo que isso é falso. Seus métodos não têm uma ordem como seria de se esperar se este fosse seu propósito, e além do mais, os deuses que eles honram há muito partiram deste mundo.

Proponho uma explicação diferente: os fal’Cie estão caçando. Se eles buscam uma maneira de chamar os deuses ou irem até eles, isso eu não posso dizer, mas acredito que os fal’Cie buscam suas divindades perdidas. Eles buscam na terra, nos céus, nas águas e mesmo nas áreas mais profundas, procurando uma porta de entrada para o plano Divino.

– Sobre a Natureza dos fal’Cie

(Reflete sobre os verdadeiros propósito dos fal’Cies de Pulse: a busca de seus deuses perdidos.)

XII. A Porta das Almas

Quando nossos corpos terrenos chegam ao fim, as almas que abrigavam devem deixar este mundo. Será que o caminho de sua migração não é o mesmo tomado por nossos deuses mortos? Não devem eles passar pela mesma porta do plano Divino para chegar a esse lugar que está além?

Se este for o caso, é lógico que, se muitas vidas forem extintas, uma avalanche de almas surgiria através do portal acima mencionado. A porta seria escancarada, e talvez possamos até mesmo vislumbrar a luz brilhante da Divindade que habita no além.

– Sobre a natureza dos Fal’Cie.


(Menciona A Porta através dos quais passam as almas dos mortos. Surge a teoria das muitas mortes que permitiria o acesso ao além e às divindades que ali residem. The Maker e Lindzei estão mortos? Como, por que e quando morreram? Se Lindzei está morto, não pode ser Bartholomeus.)

XIII. Fabula Nova Crystallis

Filhos do Santificado Pulse vasculham a terra, procurando substâncias para A Porta. Os filhos do Terrível Lindzei colhem almas, vasculhando éter para o mesmo. Então vi.

A Porta, uma vez fechada, foi trancada, com desespero a sua chave secreta; sacrifício, a única esperança de vê-la sem o lacre.

Quando o crepúsculo dos deuses finalmente descer sobre este mundo, o que emerge a partir da jamais vista expansão além dessa porta será música, e desprovida de palavras: as lamentações da deusa Etro , como ela soluça um canto de tristeza.

– Autor desconhecido

(Diz sobre a busca de todos os fal’Cies pela abertura da Porta. Fal’Cies de Pulse através da busca e Fal’Cies de Coocon através da morte dos humanos. A porta está trancada, selada. Que apenas através do sacrifício de muitas mortes a porta seria aberta novamente. Quem escreveu acredita que o que se encontrará atrás da porta será apenas o choro de tristeza da deusa Etro.)

 …

Amanhã post sobre as divindades de FF XIII.

ATUALIZAÇÃO:

As Arcas mencionadas, não são algo e sim locais. Espécies de arsenais onde se escondiam armas, treinavam, etc… Um centro de batalha, pelo que entendi.

Leiam o tópico da Fifty Ark na Wiki Final Fantasy.

Elucidação do Math. Obrigada.

ATUALIZAÇÃO 2:

Os mensageiros enviados por Etro para trazer esperança aos l’Cies são os Eidolons, segundo o Wiki Final Fantasy

17/11/2010 0 comment
0 FacebookTwitterWhatsappTelegram
Posts mais novos
Posts mais antigos
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • Whatsapp
  • Discord

@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign


Voltar para o topo
A Itinerante
  • Home
  • Youtube
  • Blog
  • Análises
  • “Tá Tudo aqui”
  • Categorias
    • Notícias
    • Guias
    • Walkthrough
    • História / Lore
    • Discussão
    • Sem categoria