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FInal Fantasy XV

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(FFXV) Capítulo 2: Reunindo forças

by A Itinerante 25/12/2016
Escrito por A Itinerante
Sempre tiro foto quando passo nesse ponto de foto no cais de Galdin, lugar mais lindo do jogo…
Por Brunoliveira
AVISO: O texto no geral contém pequenos spoilers sobre o enredo
O segundo capítulo começa num clima de tristeza, vemos uma cena rápida com a princesa Lunafreya. Noctis tenta assimilar tudo que aconteceu e começa a sentir o peso da responsabilidade que é depositada sobre si. Sigo para Hammerhead para encontrar Coru e definir quais serão os próximos movimentos para recuperar Insomnia das mãos do império.
Encontro um Cid desolado. Descubro que ele era amigo do Rei Regis e que deixara Insomnia antes da barreira mágica ser erguida e nunca mais voltou. Ele diz que Coru seguiu para o posto avançado da Pradaria, que fica ao norte e que eu devo seguir para lá para encontrá-lo
Aqui paro para admirar mais uma vez o incrível trabalho de direção de arte do jogo, nessa parte está chovendo e percebo o cuidado da produção nos mínimos detalhes, as roupas molham, as ruas, o cenário, tudo fica diferente.
Decido fazer algumas hunts e recolher alguns tesouros/ingredientes pelo mapa antes de partir para a missão principal. Percebo que começo a ficar mais fortes que os mobs dessa região, e isso significa que é hora de seguir com a história. Chego no posto avançado e descubro que Coru não está lá, uma de suas agentes, Monica, me pede para que siga para uma tumba de um dos antigos reis de Insomnia que fica numa passagem ainda mais ao norte, o novo ponto fica marcado como a missão principal e então, sigo para lá!
À partir do segundo capítulo, Cid pode fazer melhoramentos
em algumas armas

Encontro Coru na tumba e, após uma conversa rápida e uma cena emocionante e bem feita, adquiro a minha primeira arma real, a espada do sábio. Coru me explica que ao redor do continente existem 13 tumbas e que em cada uma delas posso encontrar uma arma real, que aumentará os poderes de Noctis. Ele me diz que a segunda tumba está em uma mina perto de onde estou e me acompanha até a entrada.

Entro pela mina na Trincheiras de Keycatrich. O ambiente é claustrofobicamente claustrofóbico, os personagens avançam com mais cautela e por vezes os goblins saltam na tela. Alguns sustos depois chego em uma tela que tem um demônio meio aracnídeo, meio mulher, mas que não representa um grande desafio, na mina tem também algumas portas trancadas que devo conseguir desbloquear mais para a frente no jogo. No final da dungeon encontro co sepulcro e, lá dentro, a minha segunda arma real: o Machado do Conquistador. Senti falta de um boss de verdade nessa Dungeon, aquela aranha dá um trabalhinho, mas nada demais. Frustrado, seleciono a opção para retornar à entrada.
Na saída da dungeon o celular toca, é Coru com uma nova tarefa. Temos que invadir uma base do império para tirar ela de operação e, assim, garantir acesso à região de Duscae e Cleigne. Devo conversar novamente com Monica no posto avançado da Pradaria e lá recebo as instruções para essa missão. Dica: Não siga para a missão sem um bom feitiço de raio pronto e sem algumas poções, principalmente se estiver em níveis mais baixos.

A batalha com o Boss é muito bacana!

Sigo para o local marcado no Mapa e lá tenho que me separar dos meus brothers (OH NOOOO!!!!) o que faço com certa resistência, mas em compensação ganho o reforço ótimo do Coru. A invasão à base é sem dúvida o ponto alto do capítulo, fiz essa parte durante a noite no jogo, o que pra mim deixou o clima ainda mais tenso, as lutas são frenéticas e num ritmo alucinante, vão exigir que eu coloque em prática tudo que já aprendi do combate até aqui, a técnica especial do Coru não deve ser desprezada. Sigo desferindo golpes e translocando loucamente até chegar ao final, abro o bloqueio, reencontro os Bros e, após uma cena dou de cara com um gigantesco e mecânico BOSSSSSS!!!!

A luta não é muito complicada, tento concentrar os meus golpes na parte principal enquanto deixo Coru e os outros empenhados em danificar as pernas. Magia de raio funciona bem aqui. Tento me livrar primeiro dos Magitek para depois dar atenção somente ao Boss.

Após a luta, temos mais uma cena bacanuda que marca o término do capítulo. #PartiuDuscae!!!
25/12/2016 0 comment
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(FF XV) Capítulo 14 – Ganhando 17 lvls em poucas horas

by A Itinerante - Neiva 24/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Hoje não pude jogar dia inteiro, trabalhando. Final de semana também não jogo. Pausa para Natal. Então estava agoniada, mal esperando a hora de chegar para jogar tudo que pudesse.

Fui em busca de gil e xp com as hunts.

Peguei uma quest, fiz. Outra, fiz. Peguei outra lvl 41. Fui, mas antes, comi o sanduba do Wiz que dá 50% a mais de xp. Equipei o Amuleto do Moogle que aumenta o xp e fiz magia que aumenta xp. Chegando lá, caramba!, os Necromancers, são complicados. Apesar de vulneráveis a gelo, eles tem Death. E é um espacinho muito apertado e limitado. Morri várias vezes. Coloquei o acessório contra petrificação. E até a Aranea veio me ajudar.

Mas morri do mesmo jeito, no finalzinho da luta. E outra vez. E outra. Resolvi tentar a última. Se não desse iria atrás da comida contra Death. Mas desta vez deu. É tudo questão de jeitinho. O acessório contra petrificação tem que ter, mas o segredo é usar magia de gelo e não ficar muito tempo perto deles, não se deixar atacar. Suspendia, atacava umas 2 ou 3 vezes e suspendia de novo. Quando estava no finalzinho, Aranea veio de novo. E aí deu!

Resolvi tentar a quest do Catopeblas pela 6a. vez. Até o Leviathã veio me ajudar desta vez.

Primeira vez que o invoquei. Lindo, mas prefiro a Shiva. E o peito de Catopeblas não veio. Acho que foi a sexta vez que matei o Catopeblas. 🙁

Peguei outra quest. Level 35. Quem é? Couerl. Uma só não. Cinco!!!

É demais para mim, hoje.

Sei lá o que vou fazer agora. Talvez vá para o Neville. Estou com quase 190.000 xp. Lá vou ganhar 3x. 190 x 3 = 580.000. Acho que dá para dar uma upadinha. lol

Antes, level 51:

Depois, level 68:

Se tivesse mais paciência, chegar ao lvl 99 é fácil. Semana que vem talvez eu faça mais um pouco. Por enquanto isto daí já ajuda para tentar pegar as duas espadas.

Vou explicar direito o que fiz para ganhar isto daí em poucas horas.

– Comi o Sanduíche de Chocobo lá no posto do Wiz Chocobo que dá 50% a mais de xp.
– Equipei o Amuleto do Moogle que aumenta o ganho de xp em 20% (encontra em Daurell Caverns, Costlemark e Pitioss Ruins.
– Criei uma magia fodástica de aumento de xp level 99 e usei várias vezes na luta.

Para fazer esta magia com exp level 99 eu coloquei gelo como elemento básico porque meu inimigo era vulnerável a ele, mas pode ser qualquer elemento e 9 moedas raras. Pode ser usado também a moeda desgastada, mas precisa de mais delas para chegar ao lvl 99.

O segredo do uso da magia para ganhar xp é que quanto mais desta magia você soltar durante a luta mais xp você vai ganhar. Ele meio que vai multiplicando o xp ganho a cada magia solta. Então, eu soltei magia sem dó. Ainda estava com o efeito de uma e já soltava a outra. Só parei quando fiquei sem magias.

Eu estava com 50.000 acho, hoje, quando comecei a jogar. Ganhei quase 140.000 de xp fazendo umas 3 ou 4 quests lv 35 para cima.

Depois fui para o Hotel Leville em Altíssia e falei com o segundo atendente para pegar a suíte real por 30.000 gil.

É isto. Sem muitos segredos. Fácil.

…

E agora, estou iniciando minha pausa para o Natal. Semana que vem estou de volta.
Um feliz Natal para todos vocês!
24/12/2016 0 comment
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(FF XV) Itens: o que PODE vender

by A Itinerante - Neiva 24/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Estou sem dinheiro novamente. Paguei 30.000 no hotel e fiquei com menos de 10 gil. Queria ir para o Hammerhead rápido e o Regália disse que eu não tinha dinheiro e mudou para o modo manual. Com este perrengue que estou passando, resolvi checar todos meus itens e ver o que posso e o que não posso vender.

Para isto, primeiro, vi tudo o que é inútil para uso como catalizador. Também chequei se os itens são usados para coisas para o carro ou se estão naquela lista sobre o que NÃO vender.

Então, pode vender sem medo:

. Armas que não vai usar mais ou em excesso. A maior parte delas você só precisa de 2 de cada no máximo.

. Acessórios que tiver mais de 4. Vende o excedente.

. Itens e preço de venda em gil:

Condensador Eletrolítico – 200
Sensor a laser – 500
Dínamo * – 900
Pedra de Construção – 50
Pedra de Construção de qualidade – 350
Pedra de Construção esplêndida – 600
Garra de dentes-de-sabre – 90
Pedra curva – 150
Garra farpada – 240
Escama de perca-sol de guelras azuis – 2
Ossos de robalo de Alstor – 5

* = Atenção: você vai usar 1 dínamo para a quest do Cid. Só venda do segundo em diante.

…

Fiz quase 20.000 vendendo estes itens. Não é muita coisa, mas já ajuda. Armas e acessórios não tenho mais. Já vendi tudo. lol

Semana que vem vou procurar mais dicas de farm de gil.

24/12/2016 0 comment
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(FF XV) Capítulo 14: pausa com comidas que aumentam XP ganho, summons e armas reais

by A Itinerante - Neiva 23/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Quando eu saio está tudo diferente, escuro e cheio de demônios. Umbra está a minha espera e devo me encontrar com meus amigos no Hammerhead.

Hum… Tá bom… Cadê o Regália?  Tá brincando que tenho que ir a pé? Quase 4 kms, sozinho, no escuro e com as duas superpotions que me sobraram da última luta??? Que aliás, já não são duas. Agora só tenho uma. Que situação!!!

Mirem-se no meu exemplo e encham-se de superpotions antes de partirem para o 13 ou vão com o bolso cheio. Sem dinheiro e sem poções a vida começa a ficar bem miserável… 🙁

Felizmente consigo uma carona e chego ao Hammerhead. Confesso que estava ansiosa. Quero ver os meninos, saber como estão. E a Cindy? Os meninos estão iguais, praticamente. Nada ou quase nada mudou. Esperava uma cena de uma longa conversa entre eles e nada. É ou não é uma oportunidade perdida ali? Eu achei. Procuro a Cindy. Não encontro. Não está no Hammerhead.

Nada a fazer exceto partir para o encerramento. Não estou pronta, óbvio. Preciso recarregar. Preciso de gil. Level. AP. Armas do Rei. Então volto para o passado.

ARMAS REAIS

São 13 no total. Eu tenho 11. Falta Arco do Clever e Espada do Alto. A primeira em dungeon com mobs level 50+ e a segunda esta na dungeon de level mais alto do jogo. Ou seja… Toca upar e muuuiiittoooo!!!

…

Minha situação é precária. Com 9 gils no bolso, não posso alugar nem chocobo. Peguei uma hunt no restaurante do Hammerhead e fui com o carro. No caminho vi a situação de minha gasolina e quase fiquei na rua. Cheguei de volta praticamente a zero.

É lógico que eu poderia ter vendido alguma coisa, mas já vendi praticamente tudo, então resolvi fazer a hunt para ganhar dinheiro ao invés de vender. Dei sorte porque era fácil. Consegui mais de 5.000 gil e peguei chocobo e reabasteci. Fui para o próximo post e peguei outra hunt. Quando fui fazer lembrei que estava sem superpotions e os bichinhos eram ardidos. Eu ia passar um perrengue ali, mas apareceu a opção de invocar summon e invoquei pela primeira vez. Que sorte! Olhem quem apareceu para salvar minha vida:

A deusa da Shiva, maravilhosa, incrível, impecável, sensacional neste jogo! Belíssima! Ah… Fiquei babando. Amo mais do que tudo! 😀

SUMMONS

Pessoal tem bastante dúvidas sobre como invocar os summons. O princípio básico, quando eles se permitem aparecer, é ficar apertando o L2 até surgirem. Qual virá? Meio aleatório, mas segue um mapa com as áreas de atuação deles:

Abra em nova guia e use a lupa para aumentar.

Agora, não basta estar na área de influência deles. Eles seguem mais ou menos estas regras:

Titan > Quanto mais pessoas de sua equipe morrerem, maior a probabilidade dele surgir.
Ramuh > Quanto mais longa a batalha, maior a probabilidade.
Leaviathan > Somente aparece quando o Noctis está em perigo. Quanto mais tempo ele permanecer em perigo, maior a probabilidade
Shiva > Depende exclusivamente da vontade dela. Deusa é deusa. lol
Outros summons: Não podem ser invocados de nenhuma forma. Talvez no futuro, por DLC

RESTAURANTES COM COMIDA DE BONUS DE XP
Eu resolvi não dormir mais por enquanto, para juntar bastante xp e depois dormir no Leville que dá xp x 3. Estou lvl 50. Muito baixo. Agora entendo o por que da SE ter colocado estas facilidades de upagem. O povo que quer fazer só a história não iria prosseguir se tivesse que farmar xp. 
E quero fazer as lutas com a comida que aumenta o xp recebido também. Não posso cozinhar, porque não vou dormir. Tenho que comer nos restaurantes. Onde?
No Maghoo, em Altíssia tem comida que dá +100% e +50%, mas não quero ficar indo lá, estou no passado. Wiz Chocobo Post tem comida de 50%, o Hamburger Chocobo Triplo e baratíssimo.
Quando cheguei o Wiz informa sobre uma chocobo preta ferida e tenho uma nova quest. Será que vou conseguir o chocobo preto depois que fizer? Bora!!!
Outras comidinhas interessantes de restaurantes:
Bloqueio dos 3 elementos: Galdin Quay > 7.200 gil
90% resistência aos 3 elementos: Wiz Chocobo Post > 160 gil
+ 4000 HP + 100% xp + bloqueio dos 3  elementos: Maghoo > 80.000 gil
+ 1500 HP + 350 força: Meldacio Hunter > 4.200 gil
+ 1000 HP + 400 força + Stamina infinita: Veritas Mart > 6.800
+ 1000 HP + 300 força + prevenção contra Death: Maghooo > 4.800
…
Fui atrás da quest da Cindy, O sempre valoroso Regália e naquela região finalizei também a quest do Dino, Sem dor, sem gema, a do Wiz, A salvação da espécie e a da professora dos sapos, Vaga-lume de Myrl, que só pode ser concluída a noite. . Exatamente no ponto desta quest, encontrei outro túmulo e peguei outra espada do Rei, a Estrela do Fora da Lei.
Saindo de lá, antes de entregar estas, decidi fazer também a da Holly, de checar torres. Um porre! Tem que encontrar 3 torres com escada em áreas gigantescas. Bem perto da exclamação da terceira, fiz um resgate. E antes disto, peguei uma luta com 2 gigantes e bombinhas de gelo. Esta noite está valendo a pena. Vamos ver com quanto de gil terminarei.
Pouco pelo visto. Maior parte das quests paga com item apenas. Cindy, Dino e Holly me dão novas quests, a da Holly mais difícil ainda. Gosto desta mulher cada vez menos. A do Dino é em Costlemark. Tenho que ir lá de qualquer forma para pegar a espada. Só que é a mais difícil de todas. Complicado.

E o Cid nada de devolver minha arma. Continua reclamando das dores nas costas. Vou dar uma Panacéia para ele e ver se resolve trabalhar. lol

Estou com praticamente 18.000. Preciso de mais 2.000 para comprar a comida da gatinha e fechar mais esta quest. Mais ou menos o que gastei comprando superpotions. Vou ver se já dá para vender alguma coisa. Daqui a pouco. Antes vou fazer a nova da Cindy que é onde está a dica do mapa do tesouro IV. Só para saber se já posso pegar. 
Encontrei uma entrada. Não sei se este portão sempre esteve aberto e nunca vi ou se abriu agora. Fato é que me leva a outra dungeon, Estreito de Chestholm, onde estão o mapa do tesouro VI e o item da Cindy. Deu não. Preciso melhorar meu lvl, equipar melhor, etc… Monstros level 45 e montes ao mesmo tempo.
Resolvi torrar minha fortuna recem ganha na comida do gatinho. Vendi duas roupas contra eletricidade e alimentei a bichinha. Ganhei uma Jóia do Céu. Que nem preciso. Bem que o Jackson falou. lol

Bom. Continuo sem dinheiro. Ao menos tenho quase 60.000 de xp. E acho que por hoje está bem. 
23/12/2016 0 comment
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(FF XV) Capítulo 13 – Puro terror

by A Itinerante - Neiva 22/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Este trem é sinistro demais! Continuamos a caminho da cidade imperial e lá vem outra parada imprevista e lá me vou investigar o que aconteceu. E descubro que Ardyn retirou nossas armas. Com o trem lotado de demônios e sem poder lutar só nos resta a fuga com o Regália.

Segue-se uma corrida doida tentando entrar nos portões de Gralea antes que se fechem. Gladio avisa: não bata! Eu bato. Pior, fico encalacrada no tunel, sem conseguir sair do lugar. Os portoes fecham. Game over. Recomeço e aí consigo. É uma doideira. Tudo explodindo ou desmoronando ao redor. Chegamos à cidade. Regália todo destruído. Até Noctis fica triste olhando para seu estado. Eu também. Tinha ficado tão feliz de voltar a ele.

E subitamente estou sozinha. Sem armas, sozinha na cidade dos inimigos, cercada de demônios…

Felizmente Noctis resolve usar o anel dos Lucis e tenho um ataque com que me defender e ao mesmo tempo restaurar minha vida. Estou em algum lugar da cidade, tentando chegar ao cristal e ao Prompto. Tenho que apertar os botões de controle para destravar portas e me defender dos demônios ao mesmo tempo. Felizmente são fáceis. Por enquanto. 🙁

Isto é um labirinto, mas fácil neste início. E ganho mais um poder do anel. Encontro um dormitório. Não tem Umbra, mas ao menos posso salvar. Aprendo mais um ataque com R1 e triângulo. Este anel é bonzinho até.

Sempre escuro, Noctis sozinho, sem armas. Não posso dizer que me sinto confortável. Este ambiente começa a me deixar apreensiva. E o Ardyn tripudiando.

Aparece um inimigo sinistro. Tenho a opção de esconder, mas não adianta muito, porque não tenho como prosseguir. Luto com ele e quase morro, mas consigo vencer. Só que parece que tem mais deles. Minha vida está ficando difícil.

Ai caramba! Que susto! Fui pegar um item no chão e surgiu um monstro. O Noctis matou automaticamente. Melhor forma de derrotar este bichão é com o quadrado mesmo.

Este caminho não está cheirando bem, mas não tenho outra opção. Será que eles vão reviver quando pisar neles? Não. Estão mortos mesmo. O que é pior, porque algo ou alguém os matou. Ouço a voz de Prompto e prossigo em sua direção pisando em muitos cadáveres pelo chão. Aff… Estou gostando nem um pouco… Ainda bem que tirei a música. Posso imaginar como deve ser. lol

Um dos demônios buga e me ataca sem dar danos. Como resultado não consigo acionar o quadrado. Ficamos os dois naquela coisa um tempo. Tento fugir e dou de cara com outro. Resolvo usar o recurso extremo do R1 + triângulo e desaparecem. Assim como o povo do Whatsapp: me deixam sozinha para fazer este capítulo de terror.

Algo me diz que não é o Prompto. Medo de prosseguir. E a voz do Ardyn? Erghhh… Alguém, por favor, avisa a Square-Enix que isto é suposto ser um jRPG bonitinho e não um filme de terror?

Merda! Eu sabia que uma hora estes cadáveres no chão iriam reviver! Que susto! lol

Se ele sugere isto, então é o que eu NÃO devia fazer. Infelizmente não tenho opção.

Agora me digam, que condições eu tenho de lutar com um gigante de ferro nesta situação, sem armas e sozinha??? Achar a chave do elevador é outro quebra-cabeças.

Tem que ir para a esquerda, pegar o elevador subindo e seguir contornando até encontrar o outro elevador que está do lado direito do mapa.

Peguei a espada do Pai. Ao menos posso me defender com ela.

Fortaleza de Zegnautus, isto é o inferno.

São vários andares. Eu subo, subo, subo e nada de acabar. Estou cansada, é tarde. Amanhã termino.

…

Recomeço. Mais demônios, mais portas, mais elevadores, mais sustos, mais a voz do Ardyn zombando. E ele tripudia com gosto. Faz armadilhas, falsas saídas, falsas oportunidades. Como o André disse, talvez o objetivo deste capítulo seja nos deixar com raiva dele. E deixa. Com uma p… raiva!!!

Mas enfim reencontro os meninos e depois o Prompto. Seguimos para o que parece ser um boss. Depósitos de matérias elementares e lojinha. E eu… dêem uma olhada na minha situação financeira e o que eu posso comprar:

Triste, muito triste. Eu tenho 3 superpoções. Vai ter que ser suficiente. Na verdade tenho bastante elixir e alguns megaelixir, mas vou usar nas dungeons. Não vou gastar com boss da história. Tenho bastante phoenix, então vou deixar os meninos morrerem e revivo com elas. E as superpotions uso comigo. Esta é minha tática.

Vou para a luta. Foi a luta mais duradoura até agora. Ele tem bastante vida. Mas minha tática funciona. Na verdade acho que só usei uma superpotion e algumas plumas de Phoenix. Deve ser coisa da Ascenção, porque sempre que estão para morrer os meninos recuperam um pouco de vida. Acabam morrendo algumas vezes porque o boss tem um ataque sinistro que é kill em quem pega. No Noctis dá tempo de usar a superpotion. E não, eu não estou no modo fácil. Dias atrás estava tudo tão fácil que me bateu a dúvida e fui lá checar. rs

Eu queria poder falar mais deste boss, porque é um choque. Mas seria muito spoiler, infelizmente. Só posso dizer que é mais um acontecimento triste e desolador para o Noctis.

Quando finalmente vencemos, surge uma horda de demônios. Muitos, muitos, muitos. Meu Deus, este capítulo não termina nunca?!?!

Teria sido impossível para mim na minha situação derrotar todos, mas acontece e estou fora da luta, correndo para o próximo objetivo.

E lá novo acontecimento com o Ardyn. E ele explica tudo em 3 frases curtas. Ou seriam 4? Eu tenho que rever esta cena no youtube para checar. Fico imaginando uma super cgi mostrando os acontecimentos aos quais ele se refere.

Tanta coisa fica em aberto. Eu quero saber mais. Quem foi o Rei a quem ele se refere? Por que isto? Por que aquilo? Ok. Eu posso juntar os pedacinhos e ter uma noção. Mas eu não quero fazer isto, eu quero ver tudo se desenrolando frente aos meus olhos, quero sentir a coisa acontecendo!

Bom, não adianta ficar chorando pitangas. Square-Enix decidiu fazer assim, sucinto, mínimo, lacônico. Básico. E é o que temos para hoje. E está bom. E vamos que vamos.

E Noctis também é informado de sua verdadeira missão como Rei dos Reis. Eu gostei muito desta parte. Muito bonita e com a tonalidade certa para a gravidade do tema. E gostei do porta voz também! 😉

Pausa para reflexão. Eu achei que foi um momento muito pequeno, mas quando voltou, entendi que não foi assim.

Eu gostaria de esperar que tivesse alguma explicação sobre este período, mas não vou esperar por isto.

Capítulo acabou, ufaaaa!!!

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(FF XV) Capítulo 12 – Denso, forte e marcante.

by A Itinerante - Neiva 20/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Entro ansiosa no capitulo, por conta do suspense gerado pelo final do capítulo anterior, mas a coisa não é tão ruim quanto eu tinha imaginado. É ruim, mas não tanto.

O trem segue para Tenebrae para cuidar dos feridos. Teve uma cena em que mostrou a cidade quando o trem se aproximava e achei linda, mas infelizmente não consegui capturar a cena a tempo.

A Aranea surge e a seguimos no caminho para a cidade. Quando ela pára, ao invés de eu ir para o ponto da quest, dei uma explorada na região e encontrei a Jóia do Céu, item de uma das armas do Cid, em um cantinho:

Onde estou eu, não onde está apontando para a quest.
Encontrando a Jóia do Céu
Depois de falar com o Biggs, vou ao encontro da serva do palácio e temos uma conversa muito interessante e cenas enigmáticas da Luna e Ravus.
Realmente falta explicar melhor muita coisa. As cenas são interessante, instigantes e às vezes esclarecem algo, mas na maior parte do tempo só acrescentam mais dúvidas.
Como sempre as conversas descompromissadas com a Aranea são muito mais esclarecedoras e completas. Gosto demais dela.
Lojinha dentro da aeronave dos mercenários
Andando de volta para o trem, converso com várias pessoas e todas são muito simpáticas com o Noctis. Uma menina trás recordações da Luna.
Depois de falar com todos, ao invés de aceitar o convite do Biggs e iniciar nova viagem com o trem, vou ao vagão restaurante e volto ao passado. André me falou para fazer a quest que a Cindy apresentou, porque ela é interessante e fiquei curiosa. Antes passo no Cid e entrego a Jóia do Céu e a arma para upagem.
Minha curiosidade só aumenta. Depois de Dave me entregar a quest, entro no restaurante e o povo todo está lá. Cada um me dá um item de presente. No caminho a ficha começa a cair e já meio que sei o que vai acontecer.
Nem por isto é menos interessante ver o Adamantoise acordado pela primeira vez. Uau!!! Vai demorar para reunir coragem de enfrentar este daí. rs
Missão cumprida, volto ao presente, ansiosa pela continuidade da história. Embarco no trem com destino à Gralea, cidade da qual nunca ouvi falar.
A temperatura vai baixando e começo a suspeitar que Shiva pode aparecer pelo diz que diz no trem. Aproveito para explorar e no final do trem tem bastante itens. Clico nos itens disponíveis nos assentos também e descubro mais peças para elucidar o quebra-cabeças da história de XV.
Então o trem pára subitamente e vamos lá fora, em uma temperatura congelante, limpar o caminho dos demônios. É rápido e logo estamos de volta no trem. Não que seja um alívio. A situação lá ficou ainda mais esquisita. Ardyn novamente.
As cenas a seguir demonstram ainda mais o poder dele e como parece estar apenas brincando de gato e rato com o Noctis. O que não entendo. Não faz sentido algum. Felizmente ela, linda e divina como sempre surge e nos salva. Shiva, minha musa! 
Amo mais do que tudo!
E mais cenas com Luna e Ravus. Fica claro que a intenção deste capítulo é, primeiro, nos fazer começar a entender a dimensão do poder de Ardyn e segundo, mostrar a intensidade e a grandeza dos sentimentos de Luna por Noctis, bem como deixar claro a posição de Ravus, embora não a explicando.
É evidente que a Square Enix quis contar a história de um grande amor e tenta nos passar isto principalmente através das recordações de pessoas durante o jogo, inclusive do Noctis. Ela é e não é convincente. É porque parece sincero e ao mesmo tempo não é porque parece em certos momentos um tanto quanto fake ou, melhor, irreal. Eu posso imaginar que a infância que ambos tiveram deram início a um sentimento tão forte e intenso que não se abalou mesmo durante todos estes anos de separação, mas eu poderia “sentir” isto mais do que imaginar, se houvessem mostrado mais da infância dos dois. As cenas em que isto apareceu foram tão curtinhas! Mas mesmo não sendo tão bem desenvolvida quanto poderia, me comove. 
Neste momento, no trem, quando tudo acabou, Noctis parece destruído. É como se ele tivesse se segurado durante todos os acontecimentos anteriores e subitamente é demais para ele e sucumbe.
É uma cena forte e marcante. Relembro tudo pelo que passou e me imagino em sua pele, saindo de uma vida de príncipe riquinho e mimado para cair neste redemoinho doido de eventos, a maior parte deles difíceis e dolorosos.
O pessoal da Square-Enix sempre comentou que o Noctis era muito tímido e fechado, que tem dificuldades para fazer amigos. Eu posso entender isto, mas no jogo a situação não ficou bem resolvida e o resultado é um herói praticamente mudo. Não me lembro de uma situação em que ele tenha tido uma fala mais desenvolvida. Ele praticamente só fala em resposta a alguém e mesmo assim de forma sucinta. 
Eu penso que isto poderia ter sido resolvido muito bem através do Prompto, se a Square-Enix tivesse utilizado o Prompto como um interlocutor com quem o Noctis conseguisse se abrir, alguém através do qual ele pudesse se expressar ou, ainda, ela poderia colocar os pensamentos dele em off, um recurso que já vi em alguns jogos e muito comum em filmes e que tem esta capacidade de nos colocar dentro da mente do personagem.
Da forma como Noctis nos é apresentado ele se torna inacessível, exceto por alguns raros momentos, como a cena da cama e esta agora, onde o vemos expressando sentimentos, mesmo que sem palavras.
Eu fico imaginando o quão maravilhoso teria sido se tivéssemos sua voz em off narrando o jogo e nos contando como estava sentindo tudo aquilo.
Este capítulo 12, bem como os anteriores deixa-me com esta impressão: de que está sendo bom, mas que poderia ter sido ainda muito melhor.
De qualquer forma a história do jogo, com seus problemas, falhas e lacunas, mesmo limitada e na borda da superficialidade, é interessante e instigante. E ela é completa no sentido de que, mesmo que nós não tenhamos tido acesso à diversos eventos ou que nosso acesso tenha sido limitado, nós sabemos do que se trata, não há mistérios do além ocultos para investigar. É um enredo simples até. E eu prefiro esta simplicidade à complexidade sem sentido da trilogia de XIII. 
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(FFXV) Capítulo 1: Um novo e imenso mundo para descobrir

by A Itinerante 20/12/2016
Escrito por A Itinerante
Calma Noct! Esse é só o começo, vai dar tudo certo!
Por Brunoliveira

AVISO: O texto no geral contém pequenos spoilers sobre o enredo e o último parágrafo contém um spoiler PESADO sobre o final do primeiro capítulo e sobre o filme Kingsglaive.

Começar um Final Fantasy novo é sempre um motivo de excitação, é um grande acontecimento na vida de qualquer fã da franquia, jogar Final Fantasy XV então, um game que já conta com senhores dez anos em seu desenvolvimento, é uma alegria maior ainda. É com esse encantamento de criança quando ganha seu doce preferido que eu abro aquela caixinha azul e coloco o disco no PS4 e depois de uma atualização de 9GB eu começo o game.

A primeira cena é uma confusão só, você começa a andar controlando um Noctis mais velho, num cenário escuro e em chamas, Ignis, Prompto e Gladio também estão ali protegendo o Rei (?) e tem algum monstro no meio, que não dá pra identificar o que é, eles se reagrupam em um canto da tela e quando parece que o bicho vai pegar a cena acaba e já nos deparamos com o jovem Noctis, animado com a perspectiva de finalmente sair de Insomnia e poder desbravar o mundo. Se você já assistiu Kingsglaive você vai se emocionar com o diálogo entre o Rei Regis e o Noctis, a próxima cena já mostra os nossos quatro protagonistas parados, no meio da estrada, pois é, o carro quebrou e eles vão precisar empurrá-lo até uma oficina antes de continuar a sua viagem para Accordo, lugar onde será celebrado o casamento entre o príncipe Noctise a princesa Lunafreya.
Com o carro quebrando logo no começo de sua jornada, eles precisam empurrá-lo até o posto avançado Hammerhead para realizar o conserto e aí que finalmente assumimos o controle, nesse começo não tem muitas opções, é andar para a frente e empurrar o carro, um display aparece do lado direito, mostrando os comandos que você pode realizar.
Calma cachorrinho, calma!

Chegando em Hammerhead, mais cutscenes, conhecemos Cid e Cindy, os donos da oficina e que se comprometem a consertar o Regalia, mas enquanto isso Cindy pede para que Noctis cuide de algumas missões para levantar um dinheiro, já que esvaziamos a carteira para pagar a manutenção do carro e, após a conversa com ela, o controle passa inteiramente para o jogador.

Prompto registrará todos os momentos dessa aventura!

Uau, a gente fica de cara logo no começo com o tamanho do mapa e com todas as coisas que tem disponíveis para serem feitas, e fica mais de cara ainda quando vê que está num pedacinho minúsculo se comparado à tudo que vai ser desbloqueado ainda, passo no restaurante para pedir informações e novos ícones ficam disponíveis no mapa, é importante fazer isso de tempos em tempos em todos os postos avançados para liberara a localidade de mais tesouros/ingredientes/acampamentos. É só fazer essa primeira missão de Cindy e já será liberada uma nova missão, e nisso conhecemos Dave, um NPC que datá algumas sidequest para os protagonistas no decorrer do game, ele é um caçador que estava sumido à alguns dias, Cindy pede que o encontremos e ele nos dá uma nova missão, uma caçada, concluo a missão usando o máximo das minhas recém adquiridas habilidades de combate e depois disso Cindy liga informando que o Regalia está pronto para seguir viagem.

Combate não é nada sem estilo, né Ignis?

Fico zanzando pelo mapa, descubro alguns acampamentos, entro em lutas aleatórias, pego algumas caçadas em Hammerhead e vou me habituando ao combate que, de cara, deixa qualquer fã de Final Fantasy de cabelo em pé, é difícil no começo, mas com um pouco de persistência vou me acostumando às mudanças e não podemos negar que o combate em tempo real é um charme à mais pro jogo, as lutas ficam parecendo cenas de filme, hehe! Quando decido seguir a história volto para Hammerhead e sigo viagem, Cindy pede para fazermos uma entrega num posto avançado que fica na direção para a qual estamos indo: a Área de descanso de Longwythe. Chegando lá, só fazer a entrega pro dono do Hotel (descansar no hotel dá um bônus de 50% sobre a EXP acumulada) e o novo destino da quest principal fica visível: A Baía de Galdin, o hotel daqui dá um bônus de 100% sobre a EXP acumulada, ou seja, duas vezes mais XP, mas em contrapartida custa a bacatela de 10.000 gil a noite (O.O). Aqui, preciso tomar um barco que me levará para o meu próximo destino, maaaaas, devido à uma ordem do império todos os barcos estão suspensos e é aí que conheço Dino, um repórter (mal caráter) que diz precisar da ajuda do príncipe e que, caso façamos o “favor” ele descola uma carona pra gente num barco e ainda “deixa” a viagem do príncipe continuar sem os holofotes da mídia. Sem muita alternativa, aceitamos o trabalho, basta recolher uns itens para ele no ponto marcado no mapa e retornar, sem mistérios.

O cais de Galdin é um dos lugares mais lindos que já passei até agora!

No cais também temos o primeiro ponto de pesca do jogo. Ooooo troço chato, hahaha… Mas quem quer platinar não vai ter escapatória, então, já pego alguns peixinhos pra ir adiantando o meu lado, rsrs… Depois de um tempo vai até ficando menos pior o mini-game, heheh…

Outra vez no cais, entregamos os itens e Dino pergunta se estamos prontos para partir e prontamente uma mensagem aparece dizendo que pode ser que demoremos um tempo para voltar a região de Leide, então decido fazer mais algumas quests e caçadas antes de partir. Quando finalmente decido ir, descubro que fui trollado pela Squenix, hahaha…

Durante a noite, a viagem sempre fica mais perigosa!

Ao escolher partir temos uma sequência de cenas em CG, descobrimos que a assinatura do acordo  de paz deu ruim em Insomnia e que o Rei está morto. Na manhã seguinte, Ignis chega no hotel portando as tristes notícias para o príncipe, que decide retornar para casa.

O caminho para Insomnia está bloqueado então sigo por um caminho lateral enfrentado vários soldados robôs Magitek e quando finalmente consigo chegar no final do caminho temos mais uma bela cena.
Noctis conversa com Coru, Marechal de Insomnia e um grande amigo de sua família que confirma a morte do Rei e a traição do império na assinatura do acordo de paz e é nesse clima de desolação total que termino o primeiro capítulo do game.
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(FF XV) Capítulo 11 – Trem do perigo

by A Itinerante - Neiva 20/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Vimos pela janela do trem cumes nevados em montanhas de areia: o paradoxo da paisagem que se descortina é explicado pelo jogo como resultado da presença do império na região.

Ardyn aparece e é tudo muito estranho. O comportamento do Noctis é inusitado. Não sei porque ele faz aquilo. Quer dizer, eu sei que ele está certo, mas nesta altura do jogo, como ele sabe???

Então o trem pára inesperadamente e estamos atrás do Ardyn enquanto soldados começam a atacar e invadir o trem. É sensacional! Você está andando em um trem novinho, a bomba explode e você vê tudo voando e em seguida o cenário já é uma cena de destruição. Sem um load, nada! Impressionante!

Daí para a frente é uma sequência de lutas para salvar o trem e os passageiros. Eu gostei! Bem interessante.

O final é intrigante e instigante. Não vou conseguir não jogar o próximo hoje. Tenho que saber o que acontece!

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(FF XV) Capítulo 10 – Stress

by A Itinerante - Neiva 20/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Capítulo começa com a equipe em um trem, indo para a capital do império. Gladio dá uma bronca tão dura no Noctis! Chama-o de covarde, ah, diz um monte. Coitado. Achei que foi exagerado.

Chegamos em Cartanica e partimos para onde? Mina. Final Fantasy sem mina não é Final Fantasy, nao é mesmo? E morcegos. Aff… Primeira vez que vou gostar de dungeon fácil. lol

Esta mina está esquisita. Cadê os trilhos de trem? E os morcegos?
Gladio parece realmente desprezar o Noctis. As broncas dele são tão duras e inflexíveis. nunca um elogio, só bronca, crítica e pressão. Ele pode estar fazendo isto por amizade, porque quer que o Noctis seja um verdadeiro rei, mas quando isto acontece comigo na vida real dificilmente a amizade se mantém. Amigo, para mim é aquele que estimula através da aprovação e da validação do que você faz de bom, não aquele que sempre aponta suas fraquezas.
Isto é um quebra cabeças gigante. Mina Caestino. Quase não tem inimigos. Só tentar encontrar os lugares indicados, o que não é assim tão simples. 
Então, depois que consegui ligar tudo e a máquina se moveu, fiquei dando voltas e mais voltas sem conseguir chegar ao túmulo. Tive que pedir ajuda e o Jackson me salvou. Obrigada.
Para quem se perder, tente chegar aqui:
Isto está mais ou menos no meio do mapa, perto da máquina e da grande árvore central. À partir deste ponto, vire à sua direita e vá contornando rente à árvore. Esta parte preta no meio do mapa é a árvore. Explicando como o Jackson me explicou, imagine que o mapa é como o teclado numérico: 
789
456
123
A árvore é o 5. Você vai sair à partir do 5, mas na parte debaixo, sentido do 2, contornando o 5 sentido 4 e depois sentido 8 e vai encontrar a entrada para o túmulo em um ponto entre o 8 e o 6. É fácil (quando se sabe). lol
Muito bem. Então você entra na dungeon que é curtinha. Porta do túmulo está ali. Respire com alivio. Na na ni na não. Olha só quem estava me esperando, ele e filhotinhos do mal:
Marlboro. Primeiro e único. O malvadão com seu bafo letal! Você vai querer tanto quatro ribbons! kkkk
Bom, eu fui com tudo para cima. Estava com o Armiger cheio e soltei sem dó. Vez em quando mudava para os filhotinhos. Ele me comeu! Foi tão legal!!! kkkk Pena que não consegui tirar o print na hora exata. 
Logo ele ficou com um restico de nada de vida. Ficou vulnerável. Continuei atacando. E não é que o bicho recuperou vida? Ataquei mais, deixei novamente só com um tico de vida. Recuperou de novo. Jogo me mandou fugir de seu bafo, mas estava com tão pouca vida, pensei que mataria com um golpe e continuei. Minhas superpotions foram quase tudo embora nesta luta. Até que o povo me falou que não morria assim. Que tem que fugir do bafo. Fugi. Eu. Os 3 patetas continuaram lá, na boca do bafo. Fugi tanto que saí da luta e reiniciou com a vida dele inteirinha. 
Tomei fôlego e reiniciei. Vida dele acaba rápido. É fraquinho. Só não deixar a equipe morrer. Daí quando me falou para fugir, segui a seta (vermelha, piscando, enoooorme!) que eu tinha solenemente ignorado da outra vez e fui para o ponto certo.
Aí acontece a mágica e ele morre. Obrigada turma. Até que este grupo do Whatsapp está valendo, já que eles estão bem mais adiantados do que eu. rsrs
Peguei a espada do rei, enfim!
Gladio mais insuportável do que nunca. Rola outro stress. Estou ficando com uma bronca dele!!! Carinha chato!!! Com estes gominhos lindos, precisava abrir a boca? Não né! Bastava ficar calado e me deixar apreciando a paisagem. Mas tinha que abrir, acaba que nem gosto mais de olhar para ele.
Prompto em compensação, ficando cada dia melhor nas fotos. 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, oceano, céu, nuvem, natureza e atividades ao ar livre
Para fechar o capítulo, voltamos à estação de trem e estava tão linda ao amanhecer, principalmente depois de passar horas naquela mina!
Embarcamos em direção à Tenebrae e fim do capítulo.

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(FF XV) Capítulo 9 – Impactante!

by A Itinerante - Neiva 19/12/2016
Escrito por A Itinerante - Neiva

Agora eu quero ver. Todos falam que a história só começa a ganhar ritmo mesmo é do 9 em frente, mas todos avisam que é muito rápido. Tô com medo. Se os outros capítulos eu nem pisquei e já terminaram, nem sei como vai ser isto. lol

O capítulo começa com uma conversa prá lá de enigmática entre Ravus e Ardyn. Melhor nem comentar. Aliás, tem nem o que comentar.

Depois segue-se a viagem de barco e esta sim tem um pitada de interesse por conta dos diálogos. Nada excepcional, mas é melhor do que as conversas em cgis.

Ainda bem que vendi umas armas antes de embarcar. Cid me rapou 3.000 e voltei a ficar com menos de 1.000. Espero que este hotel do amigo de Cid seja baratinho.

Esta é a cidade inspirada em Veneza que a SE fala desde quando era Versus. E temos viagens com gôndolas. Hum… Tô gostando. Vamos ver como é.

Gente, é um encanto! Tanto o passeio de gôngola como a cidade em si. Uma riqueza de detalhes impressionante! Dá para “sentir” o clima de cidade de turismo.

Encontramos o amigo de Cid e também uma nova personagem, Camélia. E me dirijo ao famoso hotel Leville. Estou dura, caramba! Vou ter que ficar sem dormir. lol

Só de olhar para a entrada já fico sem coragem de entrar. Dormir em um cantinho da sarjeta mesmo. Só vou entrar porque estou vendo a Gentiana e o cachorro da Luna lá dentro.

E agora posso voltar ao passado, mas os personagens manterão nível e aptidões atuais, ou seja, dianta de nada poder voltar para o outro continente e fazer quests ou hunts?

Chamei o Umbra só para ver como é. E pedi para dar a pata. Sem graça, mas tá valendo. Depois pedi para voltar e descubro que só posso voltar para o passado desde que cheguei aqui. hummm…

E o hotel tem a suite imperial de 20.000 gil que dá xp x3 e um quartinho de 500 que posso pagar, mas estou me sentindo humilhada neste ambiente caro, então penso em ficar sem dormir mesmo. Mas penso também que pode rolar alguma ceninha neste hotel e resolvo pagar os 500 (uma fortuna neste momento) e fico só com uns 300 gils. Estou pensando ainda com a tela de voltar ao passado aberta. Aperto a bolinha para sair e sei lá o que fiz, mas me descubro em Duscae, recebendo uma ligação da Cindy e com uma nova missão.

Também vejo a Íris próxima e resolvo falar com ela. Abre uma cut-scene constrangedora ao extremo, tipo vergonha alheia (do Noctis, no caso), de entrega de flores para ela. Até lembro de termos coletado estas flores, mas é tão fora de contexto. Sei lá. Acho que estou fazendo algo errado. Será que era para estar aqui mesmo?

Cuidar de jardim??? Isto está tão esquisito! Agora que resolvo fazer a história o jogo me leva para as quests abertas???

E enquanto procuro o jardim em volta da casa surge uma oportunidade de foto: Farol. Tá tão esquisito! E cadê este jardim que não acho? Achei, plantei. Vou dormir na cabana para ver se crescem à noite, para já sair daqui com o item para a quest da chef do restaurante do Cais.

No dia seguinte Talcott me dá uma missão, comprar estatuetas de cactuar (tenho só uma) e o jogo informa que outras missões paralelas foram abertas. Prá lá de esquisito!

Colho as cenouras e aparece um cara querendo comprá-las. Troco 2 pelas Bagas de Ulwaat que a chef quer. Queria plantar mais para pegar os outros itens que ele oferece, mas ainda não sei como fazer.

Pego o elevador para o mirante e surge outra oportunidade de foto, apesar de não completar a quest. Acho que porque já tirei uma aqui.

Encontro a gatinha com mais uma quest. Queria ter 20.000 gil para comprar aquela comida de luxo para ela, mesmo não servindo para nada.

Entreguei as uvas para a chef e surge uma sobremesa no cardápio. Talvez seja aquela que o Noctis gostou e que o Ignis sempre tentou fazer. Queria saber se é, mas não tenho dinheiro suficiente. Vida dura. Nunca fiquei sem dinheiro no jogo e nunca precisei dele. Agora que preciso, não tenho.

No mercado de Lestallum vendi mais alguns acessórios para comprar a estatueta de cactuar e carne de cobra e voltei a ficar sem dinheiro.

Eu tento apenas entregar as quests concluídas para voltar logo à Alíssia, mas pipocam novas quests e não consigo parar! Fui fazer a do Cup Noodles e agora tenho que matar o Behemoth???

Não sei o que fazer. Acho que vou voltar para Altíssia.

Antes vou até o interrogação em Lestallum e faço a primeira quest da Holly. Troço chaaatoooo! Quando vou entregar, surpresa!, ganho o troféu das 80 missões paralelas.

Vou só entregar o Cactuar e já volto para Altíssia. Mas que dá vontade de ficar aqui fazendo tudo, isto dá. Tinha até esquecido como era gostoso ter este montão de coisas para fazer. rs

Entreguei os cactuars e voltei para Altíssia. Com dor no coração, mas voltei. Encerrar a história logo e partir para o pós para ver se é bom mesmo.

Vou para a casa da tal Camélia e o jogo me informa que não poderei retornar. Curiosa para saber para onde vou daqui.

É agora que Noctis e Luna finalmente se encontram? É agora a luta com a Leviatã? Será que dou conta? Ansiosa pelo que vem pela frente.

Multidão reunida em Altíssia. A história começa a ficar MUITO interessante!

Noctis chorando. Eu quase. Emoção aumentando!

E prossegue, belíssimas cgis, eventos marcantes, uma luta cinematográfica (infelizmente sem dificuldade, mas neste momento nem me importo).

Impactada, vejo o desenrolar da ação. Dá uma sensação de tristeza muito grande, de vontade de poder fazer alguma coisa para mudar o rumo da história, desejo de que tudo tivesse sido diferente. Lembro da cena do lago com a Yuna e o Tidus. Era isto que queria neste momento, para eles dois. Não posso falar mais para não spoilar, mas eu queria poder dizer. É realmente emocionante, impactante e triste.

Neste momento Noctis me pareceu tão humano, tão próximo de um ser real! Eu quase podia me sentir ali no quarto, vendo-o na cama, sentindo tudo que ele estava sentindo. Deu vontade de sentar na cama ao seu lado e o envolver em um longo abraço.

Com este capítulo percebo o quanto história faz falta no game e o quanto é isto que quero em um game, é o que me alimenta, é o que me sacia e me faz sentir em contato com eles. Eu queria isto o tempo todo. Queria que fosse como no X e em outros. Nós, o tempo todo com eles, desvendando a história, evento por evento, coisas ocorrendo, boas e ruins, alegres e tristes, inesperadas ou antecipadas, mas ocorrendo o tempo todo e prendendo a gente, fazendo-nos querer chegar lá, no objetivo final, torcendo por eles, alegrando-nos ou entristecendo-nos junto com eles.

Não sei se os demais capítulos são deste mesmo jeito, espero que sim. Ainda estou emocionada demais para continuar o jogo, mas daqui a pouco irei para o décimo e verei com meus próprios olhos.

19/12/2016 0 comment
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