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XC3

Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 5 – Esperança !

by A Itinerante 12/08/2022
Escrito por A Itinerante

Quando o grupo finalmente chegou à base da espada, nas proximidades da City me enchi de esperanças! Afinal talvez haverá tempo para salvar Mio. Talvez neste capítulo teremos as respostas pelas quais ansiamos. Parecendo refletir meu estado de ânimo a paisagem muda radicalmente. Saem as pedras, a vegetação rala e os tons de cinza e entramos no capítulo com uma vegetação exuberante e idílica. Luzes e cores pareciam fazer a mesa analogia: os tempos cinzentos, duros e ásperos ficaram para trás. 

O capítulo 4 foi tipo um porre em termos de gameplay e não da história. Os monstros das novas áreas eram muito fracos para meu level. Eu queria passar do 59 para o 60 e levei horas e horas jogando para conseguir, lutando com mobs 20 leveis abaixo do meu. E não consegui encontrar novas áreas com mobs em nível compatível. Então foi um capítulo arrastado.

A parte da Ethel e do Cammaravi foi bem intensa e romântica, de certa forma. Foi o que mais gostei no capítulo. O final foi interessante, mas não particularmente assombroso, como foi o final do capítulo 3. 

Assim, cheguei ao início do capítulo 5 meio cansada. E quando fui recebida por este começo auspicioso, me reanimei toda.

Achei toda a parte dos Lost Numbers e da City altamente interessante, mas de tudo, o que mais me interessou mesmo foi saber que os seres humanos todos só existem como fonte de vida para os Moebius. De que eles necessitam da energia da morte dos seres humanos para se manterem vivos.

Confirmaram que todos eram apenas bonecos nas mãos dos Moebius, mas não apenas para diversão como parecera antes e sim também como alimento de vida. 

Além disto, fiquei surpresa com a informação de que os Ouroboros foram criados pelas duas rainhas como uma tática para destruição dos Moebius e que, tendo fracassado ao início, agora ambas estão desaparecidas e talvez adormecidas em algum lugar, juntando forças e aguardando o momento propício para retornarem. 

Lógico que isto são apenas as lendas do local. Mônica não tem certeza se é verdade, mas espera que seja, pois as rainhas são toda a esperança que resta.

De qualquer forma, me encheu de esperanças! Estou muito triste com toda a tristeza da vida destes personagens. Mesmo não sendo real, claro, mas a gente acaba sentindo a dor deles. E não vejo a hora deles derrotarem Moebius definitivamente e pararem o relógio da vida.

…

Após dois dias no mar de Erythea, me esbaldando na exploração, voltei para a história. Pensei que o capítulo 5 ainda iria longe, pois tudo o que havia feito até o momento foram a introdução, algumas quests pequenas para organizar a viagem e algumas outras pequenas também, no mar, para colher informações.

Assim, mais ou menos umas 8 da noite ontem, já cansada, resolvi andar um pouquinho na história. Fui para a prisão e lá fiz rapidamente 3 ou 4 quests. Quando dei por mim estava fugindo da prisão e logo após lutando com M e N no que parecia luta de bosses de final de capítulo.

E eram!!! E longo, viu? Foram 4 lutas e muuuiiittaaaa história. Terminei após a uma da madruga, atrasada para dormir e abismada. O final do capítulo 5 se mistura com o início do 6 e daqui para a frente, a maior parte é mesmo do capítulo 6. O 5 termina no momento em que N vai golpear Noah após a morte de Mio.

Meu Deus, meu Deus, meu Deus!!!

O que pensar disto? André está no mar ainda, nem posso comentar com ele. Desespero!

Tentando organizar os pensamentos aqui. Então, eles nascem e renascem eternamente. Ok. Quem chega ao Homecoming não renasce. Ok. N e M são outra versão de Noah e Mio. Nesta versão, ele decidiu se aliar aos Moebius como uma forma de continuar com Mio, para que ela não morresse antes que ele ao final de cada uma de suas vidas e em troca da eternidade prometida por Zeus.

Tem muitas coisas que ainda precisariam ser explicadas, aqui. Como assim dois clones de uma mesma alma? Isso é bem estranho. Porque Z fez isto? Porque deixou duas versões de cada um existindo?

A vida dos Moebius também não é ainda explicada. Ou a de Z. Tem muito mais pela frente.

A opção de N faz-me pensar muito. E toda a história acho que gira em torno da ideia central do egoísmo humano mascarado de altruísmo. O tempo todo a história está perguntando aos personagens: você fez isto por você ou fez por altruísmo? E quase sempre a história chega ao seu veredito: foi por você. Você lutou e matou por você, não pela Rainha, não por serem ordens. Você lutou e matou para permanecer vivo. É questionado o livre arbítrio. Sim, eles tem escolha. O preço de não matar é morrer. Mas ainda assim eles tem esta escolha. E é o que o jogo cobra deles quando se posicionam como heróis.

Quando Ethel e Cammuravi resolvem lutar até a morte, o motivo é egoísta e não altruísta. É o que eles querem, é a escolha deles e ainda assim, egoísta. Ou seja, nem quando são livres, eles escolhem os outros.

Mas é uma acusação falsa. Como se pode chamar alguém de egoísta apenas por decidido sobreviver? Quando luta junto aos seus para que ele próprio, mas também os seus, não morram?

Egoísmo seria se a vida deles não estivesse ameaçada e ainda assim eles decidissem continuar lutando, como aconteceu com uma das colônias, aliás.

Fiquei pensando, eu, no lugar de Noah, qual teria sido minha escolha. É tentador pensar que teria optado pelo caminho da esquerda, mas… Será mesmo???

E nós que, se temos trabalho, se temos casa, se temos comida, não pensamos naqueles que não tem? Não é o mesmo de Noah que tendo um futuro, não se importa com aqueles que não o tem? Mas, assim como a maioria de nós não tem escolha exceto lutar para garantir o nosso, não nos sobrando energias para lutar pelos dos outros, será que podemos culpar Noah? Ou nos culpar?

Não acho. Eu penso que a culpa é do mundo, das regras desleais do mundo, que não nos deixa opção. Talvez tivéssemos, mas a qual custo, a qual preço? Seremos culpados por não nos jogarmos na chance remotíssima e improbabilíssima de poder fazer algo para mudar a injustiça do mundo?

É uma pergunta que não tem ainda uma resposta. Se ao menos alguém tivesse ido e conseguido. Mas todos que tentaram falharam ou, como N, acabaram optando pelo caminho mais cômodo. E todos nós, outros, o pasto, continuamos inertes e não reagindo, apenas aceitando, entristecidos, nosso destino. 

12/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: História – Capítulo 4 – Vida? O que é vida?

by A Itinerante 11/08/2022
Escrito por A Itinerante

Na abertura, vemos o Comandante Cammuravi, da Colônia Delta de Agnis dentro de um imenso Levnis, lutando contra uma colônia de Kevnis. Estes pensam que estão prestes a o derrotar, mas logo descobrem que fora apenas uma armadilha. Com cabelos, armas e roupa de fogo, ele é incrivelmente forte e audacioso e os derrota amargamente.

É mostrado o primeiro contato entre Cammuravi e N, onde o primeiro conjectura sobre quem ele é.

No cinema a mulher diz a J que ação dele foi muito ruim. O homem diz que aparentemente se voltou contra ele e que é melhor ele estar preparado para as consequências. J diz que somente estava interessado em fazer uma aparição e que ele está fazendo com que pareça que ele correu um grande risco. Outro homem pede para os dois pararem, pois J esteve “no banco” todo o tempo (querendo dizer que ele não tinha estado ativo ainda, acho.) e que entende porque ele esteve interessado em um pouco de drama. J concorda rindo e dizendo que realmente foi dramático e que eles lhe devem isto. A mulher diz que ele parece orgulhoso de si mesmo. 

Outra mulher entra e diz ao casal, P e O que N os deseja ver. Eles  perguntam se é a vez deles brilharem. A mulher responde que não sabe, que às vezes não tem a menor ideia do que passa pela cabeça de N. Eles se surpreendem, questionando-a se nem mesmo ela (implicando que é próxima de N e por isto deveria o compreender). Ela confirma que não sabe e diz que M poderia dizer melhor, mas que não tem aparecido nos últimos tempos.

Noah e Mio conversam com Taion, preocupados com seu estado, para entenderem se ele está digerindo bem os últimos acontecimentos. Ele aparentemente fez as pazes com seu passado e culpa e está disposto a prolongar a existência de Nimue carregando sua bússola e impregnando-a com novas lembranças. Eles partem e no caminho avistam o castelo da Rainha de Kevnis.  

No castelo a Comandante Ethel e seu capitão se reunem com a Rainha. Após os cumprimentos iniciais ambos notam a presença de N que os surpreendem. Comentam que o Consul N é o Consul Dourado, chefe de todos os Consuls de Kevesi e que está ali em pessoa. 

N está usando um controle para operar uma máquina exterior que é mostrada em uma imensa tela na sala. Explica que é o Aniquilador. A máquina mais nova de seu arsenal militar e faz uma demonstração atirando contra uma montanha e abrindo um buraco grande nesta.

No mapa, a equipe vê o brilho e o som e embora sem saberem exatamente o que ocorrera, deduzem que não foi algo bom.

N explica que seu alcance é ilimitado, portanto eles podem atacar qualquer região do mundo. Ethel pergunta se eles pensam em usar esta máquina de destruição contra Agnus. A rainha nega e mostra o próximo alvo: a colônia 4, de Ethel.

A equipe prossegue em seu caminho, com algumas conversas reflexivas e até um evento engraçado em que animais parecidos com galinhas roubam toda a comida do acampamento. Alguns pensam que Manana comeu tudo e ela dá um show de estrelismo negando. Até que percebem as pistas que indicam serem estes animais os culpados. Eles recolhem novos mantimentos pelo campo. 

Entremeios, pela tela da sala da rainha, o casal P e O assistem o capitão de Ethel, Boleares, fugindo e se perguntam se ele poderia se encontrar com os Ouroboros e se isto não poderia atrapalhar os arranjos anteriores. N diz-lhes para não se preocuparem, pois se eles fizerem contato, eles virão. E que Ouroboros são simples assim. 

Realmente, no retorno da colheita de mantimentos a equipe encontra Boleares e este conta que Ethel foi chantageada pela rainha para destruir os Ouroboros a custo da existência de sua colônia e que ela trabalhará em parceria com o Comandante Cammuravi, o que os surpreende muito, pois ele pertence à Agnis e não a Kevnis. 

N diz que isto é pelo entretenimento e explica que todos cujo relógio foi destruído estão fora do controle das flamas e que para trazê-los de volta ao controle seria necessário o renascimento. Mas que isto não seria divertido, pois o poder de ambos juntos supera mesmo o poder de alguns consuls. Que ele tem grandes esperanças neles. Assim, eles darão uma chance à Ethel e sua colônia, caso derrotem os Ouroboros. 

Ela envia Boleares de volta, para preparar e cuidar da colônia. E lhe diz para avisar a equipe caso os encontre e lhes desejar boa sorte. Após comer e descansar ele parte.

A equipe decide ir até o castelo e destruir a arma, mesmo ao risco de suas vidas.

No Castelo Ethel e Cammuravi conversam. Ela diz que é uma ironia estarem trabalhando juntos em algo (posto que são os maiores inimigos um do outro). Ele diz que é o destino. Ela pergunta porque ele aceitou, se foi para renascer. Ele a questiona se ficou sabendo. Ela responde que houveram rumores de que ele levou a culpa pela queda de sua colônia na última vez em que ambos lutaram e que por isto ele estava aprisionado. Ambos relembrar a última luta. Ele diz que a disputa entre ambos somente pode ser resolvida pela morte. E que, de certa forma está grato pois agora ele tem uma nova chance de lutar.

Ethel vê os dois robôs gigantes e pergunta se um deles é para ela. Um Moebius confirma, dizendo que foi feito sob medida para ela, assim como o outro para Cammuravi. E diz que é melhor ela fazer bom uso disto, com a vida que lhe resta. Diz ainda que ambos os robôs são especiais, pois estão ligados à vida deles e que quanto mais os dois se aquecerem, mais poder terão. E que mesmo sabendo que ela está livre do relógio de flamas, sua vida estará diretamente conectado à Origin.

Cammuravi pergunta como são os Ouroboros. Ethel responde que eles são esperança. Esperança para todos.

No acampamento Mio está lavando a louça com Lanz quando o prato escorrega de suas mãos. Mais cedo ela escorregara no caminho. Ele pergunta se ela está bem e e a olha atentamente. Mais tarde, sozinha, ela se pergunta se está perdendo as forças. Noah aparece e tenta a confortar dizendo que ela ainda tem dois meses e que após o castelo a City será muito mais fácil. Ela fica revoltada por ele falar que “ainda” tem dois meses e que isto é como nada. Ele diz que entende. Ela diz que não entende e sai correndo, chorando. 

Sena o admoeste, explicando que Mio está aterrorizada com a proximidade da morte, que só precisa que alguém, Noah, lhe diga que tudo ficará bem. Ela diz que Mio confia nele e que lhe faz confidências. Ele diz que é por terem esta ligação nos interlinks quando partilham lembranças e pensamentos. Sena diz que não é só isso e que ele, como Off-Seer, deveria ser mais esperto. E lhe diz para pedir desculpas a ela depois.

No amanhecer ao se preparem para a partida Mio se desculpa com Noah e ele com ela. Ela conta que sua flauta era de uma amiga, parceira de Off-Seer e que esta, antes de morrer, lhe deu a flauta e lhe disse para viver longamente. Que era estúpido porque Mio era mais velha e sua amiga foi quem morreu. Ela chora e então propõe que troquem as flautas, assim, tanto ela quanto sua amiga viverão mais sendo carregadas na flauta por ele. 

Continuando seu caminho a equipe é surpreendida por Ethel e Cammuravi em seus robôs. O casal de Moebius, P e O aparece para observar. Sena reconhece P como o Consul da Colônia Zeta. E pensa que se P está do lado de Agnis, então aa mulher estaria ao lado deles, Kevnis. 

A luta começa e demora a terminar. O casal está impaciente e ele assume o controle de Cammuravi através de seu olho. Cammuravi arranca seu olho para não ser controlado. Ele diz que será como a equipe. Que é livre. Ethel concorda. Diz que também é livre. Cammuravi a convida a continuarem. Ela concorda e diz que seus sonhos não morrerão. Ambos começam a lutar entre si para encerrar finalmente sua longa disputa. 

O casal de Moebius se desespera. E como não conseguem interromper a luta, acionam os relógios dos robôs. Ao fazer isto, fagulhas de vida começam a sair de ambos. O relógio está drenando suas vidas. Se não pararem de lutar morrerão. 

A equipe tenta matar os consuls, mas Ethel os impede. Ela diz que lutar é o que eles dois querem. Até a morte. Mesmo que eles não entendam agora, que é para viverem e levarem vivos os ideais de ambos. E em um último golpe acertam um ao outro com suas armas, destruindo-se, quase que em um abraço apaixonado.

O casal de Moebius fica desalentado, questionando o que N teria pensado ao escolher aquele casal de cabeças quentes. Como plano B eles irão lutar e matar os Ouroboros. Ambos assumes suas formas individuais de Ouroboros e depois fundem ambos as formas em uma única, maior. O resultado é um interlink disforme, com 2 corpos mal fundidos e duas cabeças, uma na frente da mulher e a outra atrás, do homem.

Eles falam orgulhosos de como aquela forma é a perfeição, etc. etc. Seu discurso é interrompido por um murro de Mio que o joga longe. Ela está furiosa e grita com eles mandando-os pararem de brincar com eles como se fossem brinquedos e coisas assim. O casal fica ao chão, com as pernas abertas, ouvindo.
A luta acontece e conforme se sente em desvantagem o casal tenta aumentar mais e mais seu poder. Há um momento de intenso brilho e o casal pergunta o que houve, pois não conseguem se mover. A equipe pensa que foi um golpe da arma de aniquilação e querem se afastar. Mio e Noah se transformam e do alto, Noah tira sua espada, coloca as mãos de ambos nela e caem em cima da cabeça dos consuls, destruindo o chão abaixo deles. O casal cai no abismo e explode em uma grande bola amarela.
Finalizando esta etapa Mio e Noah tocam a flauta para Ethel e Cammuravi e no acampamento conversam sobre o significado da escolha que ambos fizeram e que resultou em suas mortes. 
Enquanto se continuam se aproximando do castelo por um caminho alternativo, conversando distraidamente ainda sobre os motivos de Ethel ter preferido este fim, N, Joran e um Moebius olham pela janela do castelo. Joran pergunta se ele realmente acredita que virão. N assegura que sim. O Moebius pergunta o que acontecerá então. N diz que deseja mostrar algo para a rainha. E quando indagado sobre o que seria e o Moebius começa a dizer que ela não é nem mesmo algo quando N interrompe e diz que ela precisa estar lá para ver como esperança morre. Joran questiona o porque disto agora. N diz que a rainha pode ver isto, que ela ocupa o mesmo nicho de existência que eles.
A equipe conhece Ashera, comandante da Colônia 11 e liberta seu castelo, ganhando-a como heroína. 
Finalmente chegam às imediações do castelo. Veem muito armamento no entorno. Noah imagina que talvez os Moebius tenham antecipado seus movimentos. Ele diz que não seria possível Ethel e Cammuravi terem os encontrado se não estivessem sendo observados. Da mesma forma agora devem saber o que estão para fazer. Eunie pergunta se é uma armadilha e devem retornar. Ele nega. Diz que não podem voltar atrás agora. Eles não podem deixar que a morte de ambos os heróis tenha sido em vão. Decidem assumir o risco. Escondida atrás de uma pedra, uma jovem os observa.

Entram escondidos em um container que é transportado ao castelo. De lá conseguem chegar ao lugar onde desejam, onde existe uma vulnerabilidade na arma da aniquilação. Quanto estão prontos para a destruir, surge um Moebius. Eunie o reconhece como o Moebius que a matou em outra vida. O interlink se desfaz fazendo surgir Joran e outro Moebius que retira a máscara e é jovem, porém desconhecido.

Joran e o homem comentam a vitória deles sobre o casal P e O. E dizem que foi uma grande tolice deles forçarem a duração do interlink além do tempo limite. E que por isto explodiram. Eles então assumem a forma de Ouroboros individuais e depois se fundem em um único interlink como o casal. É o mesmo que viram inicialmente, não disforme como a do casal. A luta começa.

Eunie está apavorada e seu medo a torna lenta. O Moebius nota, lembra-se dela e diz que a matará todas as vezes que se encontrarem. Taion assume o controle e enfrenta o Moebius, mas é derrotado. Todos estão quase sendo derrotados. Eunie se desespera e parte para cima dele sendo detida. O Moebius aproxima o dedo de seu olho, como em sua lembrança. Ela treme. 

Era tudo uma armadilha de Taion e Eunie que conseguem prender o Moebius à máquina e a explodir com eles presos a ela. Taion diz que não morreram, que conseguiram desaparecer antes da explosão. 
A máquina, objetivo final da equipe, foi destruída. 

Partem rumo ao canal de água que os levará à rota de fuga. A certo ponto Mio pergunta se Noah tem certeza de estarem no caminho certo. Noah confirma que está de acordo com o mapa de Boleares, mas o local parece diferente do que deveria ser. Percebem que estão na sala do trono e decidem fugir enquanto há tempo. Noah está indo com eles quando vê algo e vai em outra direção sendo seguido por todos.

Observam os pods onde as vidas são geradas. Veem Ethel jovem em um dos pods e ficam confusos, comentando como isto pode ser, quando uma plataforma desce do topo trazendo a rainha dos Kvenis, Melia. Esta diz que eles retornaram e os chama de seus amados soldados.

N surge ao seu lado. Ele os chama de Ouroboros ralé. E pergunta como ousam se introduzir na presença de sua majestade a rainha Melia Antiqua.

Mio fica distraída observando N, sentindo que o conhece sem identificar de onde o conhece. Ela compara o rosto de Noah e de N até ser trazida de volta pela Rainha que diz que se esforçou por anos sem fim para cuidar de seus soldados, da colônia, até tudo isto ter ficado em risco por causa deles e do que fazem, libertando as colônias. Ela diz que eles devem ser apagados, eliminados deste mundo. 

Começa a luta. A equipe não consegue ultrapassar seu escudo de proteção. Com medida desperada, Noah pensa em usar sua espada na Rainha. A equipe não concorda, por se tratar da Rainha.Uma grande bola amarela se forma acima de sua cabeça e explode. A máscara da Rainha cai ao chão e todos podem ver que ela é uma máquina, um robô apenas e não um ser vivo. E que está desativado agora, sendo observado pela equipe e por N.

N ri com a surpresa da equipe. Depois gargalha. Ele diz: “Era isto o seu feito, Rainha? Você não desistiu de sua falsa esperança. Muito bem. Por todos os meios, olhe. testemunhe como torno ocos seus anéis de esperança… como eu corto tudo em fitas!” E então derruba o robô da rainha ao chão.

Noah começa a sentir uma dor forte na cabeça. No início deste evento já sentira a mesma dor. E agora parece ser insuportável, fazendo com que se ajoelhe e deixe a espada cair. N diz que é destino. Que muitos tentaram, mas ninguém nunca conseguiu escapar a este fluxo. Mio repara na espada de N, muito parecida com a de Noah. 

Quando estão prestes a lutar, um soldado entra e avisa N de que o castelo está sendo atacado por tropas dos Lost Numbers, números perdidos. Naves invadem o castelo através das altas janelas, atirando para todos os lados. Algumas naves pegam lotes de pods e sai com eles, enquanto soldados dentro de robôs saem das naves e cercam N, atirando contra seu escudo. A equipe decide aproveitar a confusão e fogem. As naves saem também após recolherem os lotes de pods, incluindo o pod de Ethel.

N fica sozinho na sala do trono e retira sua máscara revelando o mesmo rosto de Noah. Diz que a passagem do destino, quão fácil foge ao seu controle. E talvez, ele chegará ao seu alcance uma vez mais.

Uma mulher se aproxima e pergunta o que ele fará se isto ocorrer. Ela também retira sua máscara mostrando um rosto idêntico ao da Mio. Ele questiona se ela ainda tem que perguntar isto. Que ele irá lhes dar equilíbrio, um tempo imutável, a eternidade deles. 

Fim do capítulo 4.

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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 4 – Vertigens

by A Itinerante 11/08/2022
Escrito por A Itinerante

SPOILERS !!!


Gameplay

Terminei o capítulo 3 quase no level 50, porque despendi muitas horas abrindo os dois mapas disponíveis até então e fazendo quests. Pensei que isto me deixaria overpower nas lutas, mas isto não ocorreu por conta das classes de heróis sendo upadas. 

Funciona assim: quando começamos estamos no level 1 da classe inicial. Conforme a upamos até o level máximo, 10, ficamos mais fortes. Então depois trocamos de classe e começamos a upar outra classe. Neste momento vamos para o level 1 da nova classe e ficamos mais fracos. Quando terminei o capítulo 3 estava com todos em classes de leveis baixos e isto deixou a luta não difícil, mas ao menos não tão rápida. 

Eu tenho uma coisa com mapas incompletos. Me incomodam demais. lol

Consegui agora completar o mapa de Fornis, mas o mapa de Aetia ainda tem uma gruta chamada Elgares Depths que ainda não consegui entrar por ter mobs de level muito alto. Foi demorado nem tanto por ser tão grande, e é imenso, mas sim porque o level dos mobs das regiões é muito misturado, de forma que mesmo no primeiro mapa existem regiões com mobs de leveis muito altos onde tinha que esperar para entrar. E também o mapa é como um quebra-cabeças. Às vezes demora até descobrir certas entradas. 

Minhas gemas craftadas.
Também há a questão das habilidades da equipe que são destravadas aos poucos. Somente agora no capítulo 4 destravei a habilidade de descer em uma corda estirada entre dois pontos, passando por um abismo. Existiam 2 pontos que requeriam esta habilidade anteriormente. A heroína Juniper, comandante da Colônia 4, que ganhamos logo no início do capítulo 4 me deu esta habilidade.

Antes disto, eu estava doida atrás da Alessandria, outra heroína. Já tinha feito várias partes relativas à sua aquisição, mas a última parte estava no mapa do capítulo 4 e tive que aguardar. Assim que as cenas encerraram fui atrás disto e a coletei.

Meu heróis até o momento.

Fiz todas as quests disponíveis até o momento, mais de 50, incluindo 9 quests de heróis. Acho que não restará muita coisa para o pós-game. 

Tenho procurado não perder nenhuma quest e isto é meio demorado porque quando a história avança um bocado volto atrás e passo por todas as colônias livres novamente. Sempre há mais pessoas a falar e cenas a ver. Estas cenas, discutidas na cantina, geram novas quests e assim vou completando minha gameplay.

Todos uniformizados!


Algo que gostei muito foram as novas roupas. Tonta que sou só descobri recentemente. que a cada herói conquistado ganhamos as roupas daquele personagem. 

Interlink

Estou apaixonada por vários interlinks e fica até meio difícil escolher qual o melhor, porque não dá para mudar uma vez dentro do combate. Ao menos eu não sei fazer isto. Só consigo mudar de personagem antes das batalhas.

Interlink da Sena

Quando vou entrar em uma batalha mais difícil costumo usar a Eunie e o Taion por conta das habilidades deles de curar, bufar e debuffar. Mas amo olhar o do Lanz em ação. É muito badass! Depois que os interlinks de cada um foi liberado podemos mudar de um para outro dentro da batalha. E com liberando mais skills e habilidades passivas na árvore do interlink, agora eles permanecem por mais tempo na batalha.


Vertigens

Eu tenho vertigens quando estou em lugares altos na vida real e tenho sofrido muito com vertigens no Xenoblade 3, principalmente desde ganhei esta habilidade de escorregar pelo cabo de aço. Caramba! Neste jogo é tudo muito alto e é complicado. Sinto muito mal estar.

História

A história… Meu Deus! O que dizer da história? Continuo sem palavras, embascada e aguardando por mais partes. Depois daquela revelação do Joran, fiquei meio que duvidando que possa continuar me surpreendendo desta forma, mas o André me garantiu que o final do capítulo 4 supera o final do 3. Cara, não sei como pode isto.

Eu quase me sinto como os personagens, perplexos com o desenrolar dos acontecimentos e com a reviravolta que deu em todos os conceitos de existência que antes tinham como certos. 

É mais ou menos como nós nos sentimos com toda estas novas descobertas da física e da mecânica quântica. 

Seremos nós também marionetes dentro de uma simulação feita com o objetivo de diversão???

Agora que terminei o capítulo, posso avaliar melhor. Embora tenha-se confirmado que N é como Noah e M é como Mio (quer dizer, ambos tem os mesmos corpos, mas sendo pessoas distintas), isto ao invés de esclarecer complica mais. Dois clones da mesma alma? Como pode ser?

E, qual a história de ambos? Serão maus, realmente? Ou estão apenas participando do jogo dos Moebius como uma estratégia de sobrevivência?

A questão da rainha é um novo mistério que se abriu. Até este capítulo achávamos que eram seres humanos aliados aos Moebius. Agora descobrimos que são máquinas, mas… N disse que arrumou tudo aquilo para a rainha ver como a esperança morre. E também que a rainha pertencia ao mesmo nicho que os Moebius ocupavam. Das duas uma: ou os Moebius são máquinas também ou as Rainhas são seres vivos. 

Se a rainha era um robô, a fala dele não faz sentido. Apenas faria sentido se a rainha em carne e osso estivesse próxima, assistindo. O que parece ser verdade, pois após a rainha ter sido derrotada ele ainda fala com ela como se estivesse viva e observando. Então, a verdadeira rainha poderia estar controlando o robô ou apenas estar próxima. 

Na verdade, todo este evento parece ter sido armado por N exclusivamente para a rainha ver e não por causa dos Ouroboros. 

O que nos leva à uma nova incógnita: será que existe uma rainha humana? Onde está? Livre ou cativa dos Moebius?

De forma que este capítulo não ajudou muito, antes talvez tenha aumentado o mistério.

Se bem que… Bom, ao menos já entendemos um pouco melhor este mundo. Aparentemente é realmente um mundo feito a partir de clones, com almas reaproveitadas vezes sem fim e com o único objetivo de alimentar a luxúria e divertir os Moebius.

Sobre estes ainda não sabemos praticamente nada e nem sobre N ou M.

Ansiosa pelo próximo capítulo. 

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DiscussãoHistória / Lore

Xenoblade Chronicles 3: Quem é N e sua companheira. Teoria. Spoilers!

by A Itinerante 09/08/2022
Escrito por A Itinerante

 

Spoilers!!! 

No início do Capítulo 2, na reunião dos Moebius, este casal é mostrado pela primeira vez, próximos de Z. Eles são diferentes dos demais Moebius pelos trajes e máscaras que usam. E o posicionamento deles ao lado de Z sugere uma proximidade maior também.

Ele volta a aparecer outras vezes nos próximos capítulos e é sempre em intrigantes conversas com Z.

A mulher até o momento não voltou a aparecer.

Quem são eles?

Ele é muito parecido com Noah.

Mesmos olhos, nariz, queixo. Mesmas iniciais de nome. Apesar destes indícios não é possível afirmar que um é outro.

Mas, e quanto à mulher? Repare na pedra que tem ao peito.

Idêntica a esta aqui:

André e eu não temos mais dúvida. Eles são Noah e Mio. Mas como?

Depois que Eunie viu seu corpo de uma vida anterior no capítulo 3 e de que Joran reapareceu, não apenas vivo, como sendo Moebius, está claro que morte e vida não são definitivos em Xenoblade e que as almas são reaproveitadas e realocadas em outros corpos, assim, não é nada surpreendente.

O que é surpreendente é 2 versões da mesma alma habitando 2 corpos diferentes. Existirão dois Noahs e duas Mios, um corpo, personalidade e objetivos em cada uma das dimensões? Não podem ser ambos os mesmos. 

Os Moebius assistem aos eventos, aparentemente, em real time. N estava assistindo os eventos em que Noah e Mio estavam participantes, a mesma em que ambos se fundiram em interlink pela primeira vez. Assim, dificilmente seriam o mesmo corpo, um lá e outro cá.   

O mais provável é mesmo a teoria dos clones. O que dificulta um pouco as coisas. Tudo bem, em teoria, reaproveitar as almas migrando-as de corpos após a morte. A reencarnação espírita segue este princípio. Agora… Como colocar a mesma alma em 2 corpos?

Exceto se apenas os corpos forem iguais, neste caso. E as almas, as personalidades, pertencerem à outra pessoa. 

Hum… Sei lá…

Difícil esta charada. 


09/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 3 – Um mundo enorme em um jogo viciante!

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante
Aviso: SPOILERS!!!

Eu me propus a não continuar no jogo enquanto não finalizasse o capítulo anterior aqui no blog, tanto falando de meu jogo quanto narrando a história. Na sexta-feira, depois de terminar o capítulo 2 escrevi uma parte da história, mas fiquei presa no restante por problemas técnicos com a visualização das cut-scenes anteriores. Desta forma, sem ter como escrever, resolvi jogar apenas para upar e fazer alguma exploração. 

Nas últimas duas noite foi o que fiz e é tão bom e viciante que não consegui parar ontem para voltar e terminar o capítulo 2. Só hoje terei que voltar à história porque acabaram as áreas com mobs no meu nível (lvl 35) e também as quests.


Sistema de combate

O combate é perfeito porque ele existe em vários níveis. Se você não está a fim de pensar, se preocupar e nem mesmo trabalhar com os dedos, preguiça nível hard no qual funciono grande parte do tempo, é só usar a configuração automática (Opçao Y no menu dos personagens) e a autobatalha. (Opção “-” após iniciar uma batalha) e ele faz o trabalho pesado para você.

Se estiver mais ou menos a fim, pode jogar manualmente as batalhas contra os mobs mais difíceis, por exemplo. As dos monstros únicos e os de história não tem como, estes só manualmente mesmo. Funciona assim os monstros no campo: eles estão visíveis e por toda a parte. Cada campo tem seu level de monstros, uma faixa que oscila um ou dois leveis para cima ou abaixo. Assim, em um campo level 25, você poderá encontrar monstros de 23 a 27, por exemplo. Misturados a estes monstros, existem os monstros raros, os únicos e os de sorte (que tem umas estrelinhas acima do nome). Estes últimos são uma besteira. Não notei diferença significativa alguma com relação aos demais. Os monstros raros, que tem asinhas azuis acima da cabeça, são mais difíceis e aparecem em leveis um pouco mais baixos do que os demais. Você pode lutar automática ou manualmente com eles. 

Os monstros únicos, que tem asas amarelas acima do nome, só podem ser derrotados manualmente e são bem mais difíceis. Por isto mesmo aparecem em leveis ainda menores do que os do campo. Além destes, em todos os campos existem alguns poucos e gigantescos mobs de level realmente superior. Por exemplo, na primeira área, tem este King Kong aí em cima, level 80 rondando próximo de um rio. E você no level 10 por aí. lol Mas eles não são agressivos, exceto se você se aproximar realmente muito.

E, voltando ao combate, se você é daquelas pessoas que levam o combate realmente a sério, então é só entrar no menu e configurar cada skill, cada arte, cada acessório, etc… E jogar manualmente. escolhendo cada ataque. 

Assim, com este combate a gosto do cliente (ou do momento), realmente fiquei muito a vontade. O combate não é realmente difícil. Parecia mais difícil enquanto lia as instruções, pensei que jamais entenderia o cancelamento, o Chain Link e o Interlink, mas quando se começa a jogar a coisa flui naturalmente e é muito confortável, fácil e gostoso. Sai desbravando o mundo, disposta a revelar cada contorno do mapa.

Áreas

Falando sobre áreas, funciona assim: o mundo é realmente imenso e dividido em grandes áreas, imagine algo como blocos de países, como a Europa, a Ásia, etc… Por enquanto abri duas destas grandes áreas, a Aetia e a Fornis. A Aetia é a primeira e a parte que você consegue explorar em baixos leveis é pequena. Mas existem várias áreas inacessíveis e pelo que vi no mapa ficará bem maior.  

Você sai dela ao final do capítulo 1. E o problema foi que ao final do capítulo fiz algumas áreas correndo porque queria saber a continuação da história e o jogo me impediu de retornar até depois do final do capítulo 2. Fiquei com quest aberta e várias áreas inexploradas. Então, se puder, só faça as quests da história depois de zerar o restante. Você pode consultar os mapas inteiros aqui.

A segunda parte Fornis já tem uma área explorável maior mesmo no capítulo 2. E no capítulo 3 continuamos nela com mais áreas disponíveis para explorações.

O mundo até o momento é formado por pedras e uma vegetação rala e sem atrativos. A natureza não é nada generosa. É árida, seca e difícil. Eu penso que intencionalmente, da parte dos produtores, por que ilustra muito bem a vida dos personagens. É uma analogia perfeita.

Os mapas também funcionam em níveis, como o combate. Níveis como plataformas, digamos assim. Você vai subindo, subindo, subindo… Quando você pensa que chegou ao topo, sobe mais. É incrível. Tem lugares em que senti um pouco de vertigem mesmo. lol

E existem lugares que são inacessíveis ou por conterem mobs em níveis muito superiores ao seu atual ou por exigirem habilidades que você não possui e que serão liberados pelos heróis, como escalar em trepadeiras coladas à paredes ou subir em superfícies íngremes e escorregadias.

Estas habilidades são liberadas por heróis da história. A escalada pelas trepadeiras, por exemplo, é liberada pelo Valdi da Colônia 30 e a subida pelo Teach da Colônia Gama. 

Os pets Riku e Manana começam com quests simples e acabarão por se tornarem heróis também.


Quests

Muito bem, então temos um mundo imenso e um combate viciante. O que fazer com isto? A princípio só desbravei querendo mostrar todo o mapa até suas divisas. Não tem muito o que fazer pelo mundo. São uns baús, que aqui são chamados de recipientes, uns baús de mantimentos que vez ou outra aparecem pelo mapa, a caçada pelos monstros únicos ou de lutas entre monstros (que dão recompensas quando lutamos por um dos lados), por corpos de soldados mortos (ganhamos pontos de afinidade com a colônia enviando-os com flauta) e só. Por enquanto ainda não identifiquei áreas de farm de itens, mas provavelmente em algum ponto deve ter.

Então, o que realmente torna a coisa divertida são as quests. Existem 2 tipos de quests: as comuns e as dos heróis. As comuns, não são muitas, devo dizer. Eu estou em algum ponto entre a metade e o encerramento do capítulo 3 e fiz 21 quests destas no total. Posso ter perdido alguma, porque tem quests que você somente encontra quando passa por determinado local. Muitas quests comuns, a maior parte, surge nas colônias, antes ou depois de serem liberadas. 

As quests comuns normalmente envolvem ajudar alguém a fazer algo. Passa longe daquela coisa tediosa de ir não sei aonde matar determinado mob ou coletar não sei quantos itens. São bastante interessantes, às vezes longas, em várias etapas e com histórias que na maior parte do tempo, fazem bastante sentido. 

Ontem a noite encerrei uma quest em que o garoto que assumiu o papel de Off -Seer quando o Noah desapareceu da colônia, estava demostrando um comportamento estranho e acabou mesmo por desaparecer. Para encontrá-lo fomos a vários locais, onde encontramos pessoas que nos deram dicas e finalmente o encontramos. E o motivo para seu comportamento era que ele estava muito confuso com todas as implicações sobre o sentido da existência, da vida e da morte, depois dos eventos que ocorreram no jogo. O que faz muito sentido, pois tudo o que eles davam por certo e garantido foi modificado, a própria existência mudou. 

Mas são as outras quests, as dos heróis, que são realmente viciantes. 

Para encontrar as quests, varia. Às vezes é decorrência de alguma outra quest ou do caminhar da história. Para as quests comuns basta ouvir o que está sendo conversado nas colônias e depois discutir o assunto nas cantinas ou acampamentos. As quests de heróis tem uma dinâmica própria. É necessário estar um local específico para disparar uma ação. 


As quests de heróis

A equipe é pensada para ter sempre 7 integrantes, os 6 fixos da equipe e 1 avulso, que vai mudando e que são os heróis. Eles são pessoas com talentos ou habilidades extraordinárias que vamos encontrando por aí no mapa. Normalmente suas quests envolvem alguma colônia e sua libertação. 

Depois que Noah e Mio interlinkados descobriram como destruir os relógios de coleta de essências nas colônias e assim libertar os colonos do jugo do mecanismo que os obrigava a lutar na guerra, nossa tarefa no jogo, além de seguir a própria história, é libertar todas as colônias. O que é um evento bem gratificante, tanto em termos de história em si, porque nos sentimos bem liberando as pessoas daquela vida horrível, quanto em termos de lutas e quests.

Estas quests são quase sempre longas e envolvendo uma luta inicial com o herói e uma ou mais lutas finais, finalizando com a luta com um Moebius. Estas lutas até o momento não chegaram a representar muita dificuldade e não sei bem se foi porque estou super hupada ou se o jogo sempre os coloca um pouco abaixo de seu nível. Entretanto, prevejo que algumas destas lutas não serão nada fáceis!

A história envolvendo os heróis é normalmente interessante e sensível. Eles são interessantes. Cada um com personalidade e história diferenciada das demais. Eu tenho até o momento cinco heróis: Ethel, Valdi, Zeon, Teach e Gray. Hoje ainda tentarei conseguir a Alexandria. 

Nós iremos postar um guia de quests, ao menos destas quests de heróis em breve.

Oroboros de Eunie e Taion


História 


Meu Deus, meu Deus, meu Deus!!! O que é esta história que me deixa aturdida e confusa? Para onde está indo? 
Uma história, para ser uma boa história, não basta ter um enredo interessante, tem que ser bem contada, como as piadas que só fazem rir quando são bem contadas, independentemente do quão boas sejam. E, se há algo que não podemos reclamar quanto ao jogo é sobre a forma como é contada. Nos mantém em suspense todo o tempo. Todos os finais de capítulo são de cortar a respiração e aturdir a níveis insanos. 
Cada final de capítulo supera o anterior, algo que a capítulo julgo ser impossível e ainda assim acontece. O final do 3 é imenso, demora e demora e demora. Você pensa que acabou e vem mais. E, céus! Joran é um Moebius!!! Como assim? Ele morreu, não morreu? Sim, ele confirma. Morreu. Então… Como? E Eunie que descobriu que morreu anteriormente também, um pouco mais cedo no capítulo. 
Do que se trata esta história? Os personagens estão em um tipo de reality show montado pelos Moebius apenas para que apostem em qual lado vencerá cada batalha assim se divirtam? Os personagens são clones de almas anteriormente existentes e que são reaproveitadas vezes e mais vezes? E os Moebius, o que são? Falam dos seres humanos como se não fossem humanos. São o que, meu pai???
Vontade de voar até o final só para saber as respostas, mas sei que o gostoso é ficar sabendo assim, no decorrer do caminho.
Conclusões até aqui

Xenoblade Chronicles 3 não teve muito apelo no Brasil, seja porque é para o Switch que não é o mais popular dos consoles, seja porque não é legendado ou traduzido para Português. É uma lástima, pois este jogo é maravilhoso e gigantesco. 

É muita coisa para se fazer e de forma muito divertida. É jogo para semanas inteiras. 

Que pena!

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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 2: Desvendando parte do mistério dos Moebius!

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante
Aviso: SPOILERS!!!

Por favor, por de qualquer coisa, alguém me conta quem são os membros da gangue de bandidos nomeadas pelas letras do alfabeto? Por favor, por favor, por favor.

Eu fiquei desesperada com a reunião da gang de bandidos, ops, Moebius, no que parece ser um cinema. O que é isto? O que são? Meu Deus, desespero! lol

E segui furiosamente em direção às quests da história. No meio do caminho, fui me acostumando melhor com o jogo, o sistema de combate, as lutas, os inimigos, etc. Nada de muito novo aqui, exceto mesmo o impacto da história que permanecia como pano de fundo enquanto avançava no mapa.

Acabei me empolgando com o jogo e demorando até bastante, perambulando pelo mapa. Estava traumatizada com a recordação do capítulo anterior que bloqueou meu retorno ao primeiro mapa. Então quis ter certeza de não deixar nada para trás. Só na parte final da última quest da história é que dei uma corrida e deixei coisas para trás. 

Neste capítulo aprendemos a cozinhar e fabricar gemas com os pets do grupo, Riku e Manana, que são umas graças. Eles pertencem a uma raça chamada Nopons. Não sabemos muito sobre eles ainda, mas existem outros que vemos aparecendo aqui e ali.

O sistema de combate me deixou meio desconfortável ao início, pois subitamente era muita coisa, muita informação e eu não dava conta de decorar tudo. Aprendemos a trocar de classes, tinha o Interlink do Ouroboros, Chain Link, as Artes, Artes de Talento, etc. etc. etc.

Algumas vezes parecia complicação necessária e que poderiam chegar ao mesmo efeito com menor quantidade de coisas. Mas, conforme eu fui jogando e me acostumando fui começando a apreciar as sutilezas do sistema.

Noah e Mio desfazendo o Interlink para destruírem o relógio com a espada especial de Noah

Quando finalmente chegamos até o ponto em que a história continuava foram mais alguns choques. 

O maior deles, claro, é descobrir um pouco mais sobre os Moebius, sabendo agora que eles e os Cardeais que são a mão direita das Rainhas em cada colônia foi intrigante. Também o fato de que eles vivem mais do que 10 anos, tal como o capitão e que ambas as Rainhas estão coniventes com a gang e contra os habitantes.

Fiquei pensando mil e uma teoria. André cogitou a hipóteses deles todos terem sido destruídos durante aquele evento que acontece na introdução do jogo e terem sido reconstruídos como clones. Faz sentido, porque na introdução pareciam pessoas normais, alguns jovens, praticamente crianças, outros mais velhos e ninguém vestia roupas militares. 

E os Moebius parecem estar apenas jogando um jogo para se divertirem. Eles falam em apostas e em quem vencerá. Talvez todo o mundo seja mesmo um jogo, criado apenas para a diversão deles. Um mundo dividido em 2 facções uma lutando contra a outra e a diversão do grupo é apostar em qual das facções ganhará. Será???

Desvenda parte do mistério, mas não esclarece nada e deixa tudo ainda mais intrigante. É assim este jogo. 

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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3 – História – Capítulo 3 – Colônia 4, primeiros Heróis, Interlinks completos

by A Itinerante 07/08/2022
Escrito por A Itinerante

Logo no início do capítulo há uma cena de lembranças de Taion, quando seu jeito estrategista é contestado e bulinado pelos outros que preferem a força bruta e alegavam que tinham que matar logo porque o relógio de flamas estava com nível baixo. Taion insiste que eles tem poucos dados disponíveis e que é arriscado, mas pressionado ele acaba concordando com a decisão do grupo e dá seu aval quando solicitado pelo comandante, que confia em sua opinião e por Nimue, sua amiga. 

Na invasão programada percebem que caíram em uma emboscada armada por Keves. Fogem, mas Nimue decide ficar para trás para dar oportunidade para que Taion viva até seu Homecoming. Ela lhe dá sua bússola, da qual era inseparável e parte para a luta. Ele e dois outros conseguem então fugir, pulando no rio. 

Corte para uma conversa entre os Moebius onde discutem o fracasso de K. Eles dizem que o plano era bom, mas não contavam com a névoa. Outro diz que é tudo por causa da sensação da pele. Que você só pode ver o que está à frente, porque seus olhos estão na frente apenas e que foi por causa disto que K perdeu. Outro alega que quando você consegue ouvir e sentir tudo, os sons, o ar, o respirar, você não precisa de olhos. A mulher alega que mesmo com tudo isto ele perdeu e voltou com o rabo entre as pernas. Pergunta se está se esquecendo disto. Acho que é o Moebius da luta anterior. Eles meio que começam uma pequena discussão até que uma mulher interfere pedindo para ser a próxima a lutar com os Ouroboros que deverá ocorrer na Colônia Lambda, do Comandante Isurd, que parece ser fonte de incômodo para o Moebius a qual fala. Ela diz que todos se divertirão, com certeza. Todos concordam que ela vá.

Caminhos para City

Conversando com o capitão de Ethel ouvimos falar pela primeira em Cammuravi, um comandante de Agnus com cabelos de fogo que parece ser o melhor comandante de todos. E é rival de Ethel, além de lhe ter infringido uma derrota que a desceu do rankink Silver.

A equipe se reúne com Ethel para discutir os próximos passos. Eles discutem os caminhos para a City. E entre as alternativas descobrem que a ida pelo Sul é a mais segura, o que Taion afirmara logo no início, quando a equipe se reuniu pela primeira vez e foi questionado. Além de todos os perigos do caminho e da demora para chegar lá, que eles preveem serem de 2 meses, ela os adverte de que já esteve sobrevoando a região e que não há nada lá, apenas vazio. Mais tarde Mio está preocupada com o pouco tempo que lhe resta e do tempo que necessitam para chegar até a cidade.

Na cantina Mio é ofendida por um soldado que teve vários amigos mortos pelos Agnianos. Quando a equipe conversam ela propõe que eles ajudem as pessoas como puderem, de uma forma a reparar o mal que já foi feito. Após recolher informações espalhadas e também de ajudar a colônia, eles recebem uma nova quest, chamada de “No want of Courage” (Não falta coragem), que é uma quest dos Heróis e não da história. No meio do caminho também topamos com outra quest de Heróis: The Kind Right Hand.  

Falo melhor sobre eles no resumo de meu jogo quanto ao capítulo 3, mas resumidamente, assim como Ethel se junta com o grupo durante o desenrolar destes eventos, outros heróis irão fazer o mesmo, em quests intricadas que normalmente envolvem a libertação de uma Colônia. Não resumirei estes eventos aqui, mas faremos um post especial sobre estas quests. 

Nesta quest, Valdi se junta ao grupo e liberamos a colônia 30 após derrotar o Consul Q. Valdi nos ensina como escalar pelas trepadeiras das paredes.

Ficar velho é assim?

Eclipse

No caminho a equipe passa por alguns animais grandes e com a pele enrugada. Noah comenta que nunca tinha prestado atenção ao fato de que os animais são diferentes deles, que os animais nascem pequenos, crescem e envelhecem enquanto eles vivem apenas 10 anos e mais ou menos com o mesmo corpo. Nunca são crianças ou velhos.

N está no cinema, assistindo a cena dos dois e comenta que o entendimento leva à esperança. O que no devido tempo se transforma em desespero. E que o significado do estase é conduzido cada vez mais profundamente dentro.

Z comenta que é um momento no tempo, uma sublime experiência. E que este momento brilha sobre tudo o mais. Outro Moebius comenta que é por isto que isto é tão trabalhoso. Z diz que eles irão aprender, cedo ou tarde. Eles irão aprender quão inestimável isso era, quão grosseiramente insubstituível. Finaliza dizendo que o “Eclipse” se aproxima. E seus olhos se tornam vermelhos com o símbolo do infinito.

Saffronias

A equipe passa por uma árvore com folhas em tons de terra, muito bonita. Taion se aproxima e relembra de quando Nimue lhe mostrou uma foto de uma destas árvores e disse que era seu sonho retornar aquele lugar. 

Consul J mostra a cena para o comandante Isurd e confirma que aqueles são seus alvos e lhe pergunta se ele irá se encarregar disto. Conforme Isurd questiona se não deveriam antes conversar com eles, J faz com que seus olhos fiquem vermelhos e então muda de ideia, dizendo-lhe para esquecer. Ele começa a brilhar de uma forma diferente e pede para Isurd dar-lhe todos seus sentimentos mais profundos. Então o brilho aumenta progressivamente até o que parece uma explosão de luz. 

Os personagens chegam a um território devastado com corpos de Kevianos e destroços de alguma batalha anterior. Eles acham que não é recente, que os corpos parecem fossilizados. Conforme se separam para buscar por coisas úteis, Eunie se aproxima de um corpo e vê sua etiqueta de cachorro. (É como aquelas placas de identificação que os soldados levam em correntes no pescoço. No jogo chamam de Dog Tags, o que é bem ofensivo).

Lembranças do passado

Eunie lê as informações contidas na tag e é seu próprio nome. Ela se recorda de estar no local, lutando, com as roupas pretas quando um Mobius surgiu e matou todo o exército e destruiu todas as máquinas. Apenas ela escapou viva, vendo tudo. Ao final ele a percebe e chega perto, aproximando do olho dela não sei se uma espada ou um dedo com unha muito comprida. Ela fica em choque com a lembrança, tremendo e ofegando. Consegue disfarçar e vai em ajuda aos demais.

Eles percebem que os destroços são de uma equipe com relógio de flamas dourado. O que eles apenas tinham ouvido falar mas nunca visto. Eles estranham uma equipe tão forte ter terminado desta forma. Eles também percebem que não há corpos ou robôs agnianos, o que significa que a destruição não foi por conta destes. 

No acampamento ela relembra melhor como tudo aconteceu, de como viu o Moebius muito próximo a ela, observando-a sem pressa, enquanto aproximava o objeto cortante em direção a seu olho direito. Ela desperta da lembrança ofegante e com as mãos tremendo. Taion aproxima-se oferecendo-lhe uma xícara de café e depois menciona que ficou grato por a ajudar. Ela pergunta se ele percebeu e ele confirma, dizendo que também tem tremores de ansiedade.

O grupo decide continuar o caminho através de alguns tuneis, esperando escapar dos Moebius e de sua perseguição com o uso de comandantes de colônias. 

Logo após a entrada nos túneis são conduzidos à outra quest de heróis, desta vez muito rápida, com os maravilhosos Riku e Manana e onde estes entram na equipe como novo herói. 

Continuando o caminho são emboscados em uma armadilha feita com fumaça, sendo atacados por trás conforme não consegue ver os atacantes. Taion pensa que ali perto pode haver água e que esta seria uma solução para eles. Todos concordam e disparam atrás de água, enfrentando vários oponentes até encontrarem um rio onde se jogam e são levados pela correnteza até terra firme e limpa de fumaça. Na saída da água são emboscados por vários Levnis de Agnus. Ao topo de uma delas está Isurd, o ex-comandante de Taion quando Nimue faleceu. Seu olho está vermelho, indicando que está sob controle de Moebius. 

Ele diz que preparou a armadilha recriando as mesmas condições do dia em que ela faleceu, imaginando que Taion tomaria as mesmas decisões. Então criou a armadilha com fumaça, tal como foram atacados naquele dia, e depois a saída pela água. É um tipo de vingança contra Taion, para o humilhar perante seus amigos, para fazê-lo fracassar e lembrá-lo de que Nimue morreu por sua péssima decisão como estrategista. Para levá-lo ao desespero e quebrar seu coração. Para roubar o que lhe é mais precioso.

A equipe luta com Isurd e nesta luta as formas alternativas de Interlink aparecem pela primeira vez (com Mio, Taion ou Sena sendo os controladores) e o derrotam. Quando ele finalmente é derrotado, desaparece e em seu lugar aparece o Consul J, que tinha assumido sua forma.

Ele pergunta se eles algum dia já sentiram tanto carinho que os fizeram tremer. Noah reconhece a voz. O Consul diz que faz muito tempo. Que eles já se esqueceram dele. E que ele sente saudades. E que está emocionado. Então tira o capacete e se revela sendo Joron, o amigo de infância de Noah, Eunie e Lanz que morrera soterrado em pedras há vários anos. Diz que está a ponto de chorar.

Lanz pergunta se ele é o Joran deles. Se estava vivo. Joran responde que claro que não. Que ele realmente morreu naquele dia. Evidentemente. E que é por isto que pode estar ali agora. Que podem o chamar de J e que ele é um orgulhoso membro dos Moebius. Que os Moebius deram lhe este inacreditável poder. Que ele pode pegar memórias de pessoas e remodelá-los em seus próprios marionetes de lama. Ele então começa a matar todos os soldados Agnianos, demonstrando que todos eram de lama a despeito de parecerem estar vivos e manifestarem medo da morte ao sentirem que seriam os próximos.

Ele diz que os corpos podem ser de lama, mas que suas mentes eram a coisa real. Mas que sem corações, eles diziam muito rapidamente o que lhes passava pela mente. E que para ser honesto, estes ninguéns estavam abaixo dele. Diz que Noah, Eunie e Lanz fazem bons marionetes. Conjectura quais palavras profundas e claras seus lábios frios diriam (antes de morrer, na mesma situação que soldados que matava agora?). Ele queria tanto ouvir… E pergunta porque ele tiveram que se tornar Ouroboros (como se isto tivesse atrapalhado seus planos). 

A equipe está aturdida. Eles o questionam sobre sua mudança de personalidade, pois ele jamais fora assim.  

Ele diz que eles não sabem nada sobre ele. Que ele não precisa mais esconder seu verdadeiro eu. Que ele pode finalmente ser ele e que se tornar Moebius foi a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido. Que ele desejaria que ele pudessem sentir a mesma alegria, a mesma absoluta exaltação que sente. Após ser derrotado pergunta se a equipe pode sentir uma boa amostra de sua exaltação. 

Lanz está indignado e diz que se recusa a acreditar que o Consul J é Joran,
que ele não é o Joran deles. Que era bom e nobre, sempre preocupado em ajudar os outros, inclusive tendo morrido para salvar Lanz. Há uma lembrança deste momento, então Joran diz que no momento de sua morte se elevou acima deles, miseráveis tolos, por ter salvo suas inúteis e triviais vidas. Que foi indescritível! E desaparece.

A equipe chega até a Colônia Lambda onde encontram todos, incluindo Isurd, desacordados. Quando este desperta não se recorda de nada. E pergunta se disse ou fez algo ofensivo. Taion nega. Ele compreende mesmo assim e devolve a bussola de Nimue para ele, dizendo que é ele quem tem que carregar, mesmo que sinta culpa. Eles libertam a colônia. 

Na cerimônia de envio dos vários soldados mortos no combate, Taion questiona o que aconteceria com suas almas após a morte. Que eles sempre tocam a flauta acreditando que suas almas vão para algum lugar, mas onde seria este lugar? No palácio da Rainha, sugere Eunie. Em outro momento, Noah e Lanz também questionam a situação, do que estaria realmente ocorrendo, do que são suas vidas. Lanz está chateado e se afasta. Eunie se aproxima e tenta apaziguar as coisas com os dois. Enquanto conversam ela diz que não deseja desaparecer. Ele concorda. 

Em uma tela, dois Moebius assistem ao final de uma batalha em que um Kevniano mata um Agniano. Uma mulher o mata enraivecida, dizendo que o soldado tinha apenas 2 meses até a cerimônia e que ele o matou. Em seguida alguém dispara e a mata. Ela cai ao lado do soldado amigo, Seguy e lhe pede perdão antes de morrer. Eles zombam da mulher, repetindo suas palavras em tom de desprezo.

Ele pergunta: “Perdão pelo quê? Por que ela está se desculpando? Humanos…” Ela responde que são uns peões inúteis. Ele pergunta se então ele ganhou. E há um close no jogo acima da mesa em que estão.

Um pouco distantes na sala, mostrando que é o mesmo cinema, Z e N observam ambos e Z comenta que é nauseante. N questiona se não há nada mais ali além daqueles prazeres vulgares. Z responde afirmando que entende porque ele sente daquela forma. Mas que ele não sente a extravagância. N pergunta o que ele quer dizer. Z explica que prazeres e tristezas, encontros e despedidas, suas raízes são as mesmas. E que a tolerância da existência está no coração de tudo. 

N pergunta se Z deseja que ele brinque com eles. Z responde que ele descobrirá que não há nada melhor do que a extravagância, o luxo neste mundo e que tudo são peças de um único pensamento. E que o fato de N estar lá é prova definitiva. Que N não precisava entender, que ele pode simplesmente continuar como ele é. Que isto é suficiente. 

Fim do capítulo 3.

 

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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: História – Capítulo 2 – O começo da jornada juntos

by A Itinerante 05/08/2022
Escrito por A Itinerante
Primeira aparição de Ethel

O capítulo inicia com uma recordação de Eunie de quando eram mais jovens e estavam fugindo em uma missão que deu muito errado. Quase no final foram encurralados por um daqueles gigantes de metal, mas antes de serem mortos uma mulher chamada Ethel apareceu punlado nele, o destruindo e salvando a todos. Ethel tinha uma fama lendária por ao ter conseguido colocar toda sua colônia no ranking Silver (prata) nos seu terceiro ano apenas.

Conversa misteriosa entre os Moebius

Em uma grande tela é mostrada a luta entre Moebius e o Ouroborus de Noah e Mio. No salão existem muitas poltronas como em um cinema. Quando o vídeo termina, Moebius aparece no palco, falando sobre a luta em tom jocoso. Uma mulher, chamada de P e vestida de armadura vermelha, semelhante à que o homem que acompanhava a rainha usava, zomba dele, por não ter conseguido os derrotar.  O interlink de Moebius se desfaz revelando 2 pessoas menores ambas usando armaduras vermelhas. Ela pergunta a outro homem quem venceu a grande aposta deles. O homem diz que houve empate e agora com duas colônias inteiras no campo! Diz que deveriam ter saído na frente e que se isto houvesse acontecido toda a coisa teria sido feita até a hora do chá. Outro interfere e diz que foi J quem insistiu nisto. Outro, J talvez, diz que pensou que isto já tinha sido comunicado. Outra mulher, H, diz que, neste caso, é sua vez agora. Um deles rebate falando que ela já teve sua diversão quando acabou com a Colônia 8 e que certamente é a vez dele, não dela.

Um homem ainda mais misteriosos, sem máscara como os demais, de cabelos compridos e com o rosto cheio de cortes de cor roxa e posicionado na plateia e não no palco como os outros, diz que eles fazem mais barulho do que pobres em festa. 

Uma mulher o chama de Z. Ele diz que mesmo que eles consigam parar o fluxo raivoso isto iria logo romper, que tudo que precisaria seria uma pequena fissura. Outro homem, ladeado por uma mulher, ambos com armaduras diferentes, pretas, com detalhes em vermelho neon, diz que isto é destino. Z concorda com a cabeça. Este novo homem pergunta se K concorda em ir. Ele concorda e parte. Z diz que “vamos ver até onde o fluxo os leva desta vez…”

Começando a jornada juntos

Na manhã seguinte a equipe se reúne. Eles conversam sobre os interlinks e estão curiosos para saber como começar e como seriam as outras formas. Ainda não estão totalmente confortáveis uns com os outros, mas todos estão tentando e é um começo amigável. Eles decidem começar a jornada rumo à City mencionada pelo capitão. Taion sugere uma rota pelo sul. Nem todos estão de acordo e deixam para decidir um pouco mais tarde, pois no momento só tem uma rota a seguir. E partem. 

No caminho até a saída decidem evitar mortes até onde for possível, uma vez que não precisam mais matar para sobreviver e que entendem que os exércitos de ambos os lados não são inimigos, de fato.

No próximo acampamento continuam conversando sobre tudo o que aconteceu, questionando possibilidades e a própria realidade e começam a se enturmarem e conhecerem melhor. Lanz e Sena estão se entendendo muito bem. Noah cada vez demonstra mais afeto e interesse por Mio. Somente entre Taion e Eunie existe uma pequena animosidade que ambos tentam superar. 

Em seguida descobrem como restaurar e usar um Ferronis Husk para obtenção de itens e acabam por descansar um pouco ali. 


Reencontrando Ethel

Avançando no dia seguinte, chegam à um desfiladeiro e em uma das saídas são atacados por um exército de Keves e para surpresa de Noah quem os ataca é a Comandante Silvercoat Ethel que os chama de monstros e demonstra não os reconhecer. Seu olho direito está vermelho e eles percebem que está sob alguma forma de encantamento que a impede de ver suas reais formas e assim os reconhecer.

A equipe tenta fugir por outro caminho, mas acabam sendo emboscados novamente em uma área com uma névoa púrpura. Eles lutam contra Ethel. Noah não quer usar golpes mais violentos com o receio de a matar. No meio da luta olho direito dela começa a doer e talvez por interferência da névoa ela começa a enxergar a verdadeira forma deles em relances. Quando começam a se entender o Consul K aparece, mandando a ficar em silêncio, dizendo que é patética e dando-lhe um choque.

A equipe derrota o Consul K que então assume sua forma, mais poderosa, de Moebius. A luta em si ocorre através de cutscenes. O Consul consome as vidas do relógio de flamas e também mata instantaneamente os soldados ao redor para obter suas essências, revoltando a equipe. O Consul diz que é seu direito usar as vidas e as essências como quiser. Este uso o fortalece e cura constantemente, impedindo que a equipe o derrote. Noah percebe que se continuarem desta forma, todos serão, provavelmente, mortos. Então planeja destruir o relógio de flamas, em interlink com Mio, combinando com a equipe para distraírem o Consul.

O inimigo está cego por que não consegue enxergar através da névoa, o que é uma vantagem para a equipe. Lanz e Sena se unem em interlink pela primeira vez, assim como Eunie e Taion.

Noah sacando sua espada especial e desfazendo o Interlink para cortar o relógio das flamas.

Noah tenta destruir o relógio na forma de Ouroboros e não consegue. Ele lembra então que dentro de sua espada existe outra espada mais afiada que ganhou de seu instrutor. Então, tentam novamente, mas no último momento ele desfaz o interlink, saca sua espada e ela consegue cortar e destruir o relógio.

A luta começa efetivamente, desta vez mais justa, contra o Moebius K, que é derrotado e morre. Lanz retira o capacete vermelho de seu corpo e descobrem que ele era mais velho do que os demais habitantes da região, que é mais velho. E se perguntam se todos os Consuls vivem mais como o Capitão.

Ethel os leva para a Colônia 4. Após um pequeno estranhamento são aceitos pelo povo daquela Colônia. Em uma conversa na cantina eles conjecturam sobre os Moebius serem os Consuls, do rosto envelhecido deste e do que estas informações significariam. Como os Consuls são o braço direito das Rainhas em cada colônia, eles questionam se ela estaria sob influência deles ou se ela também participa do esquema. Por este receio, decidem não ir até ela contando o que descobriram. 

Um corte de cena mostra a rainha de Keves sendo informada sobre os acontecimentos da Colônia 4 e ordenando que todos os Ouroboros sejam eliminados a todo custo. Em seguida a rainha de Agnus é mostrada em cena similar.

05/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3: Meu jogo – Capítulo 1: uma história intrigante demais!

by A Itinerante 02/08/2022
Escrito por A Itinerante

Aviso: SPOILERS!!!

Eu não sabia muito bem o que esperar ao começar a jogar. Eu tinha visto o último trailer e só. Então comecei de mente aberta, sem esperar ou deixar de esperar nada, mas bastante esperançosa de ser um jogo que me cativasse.

A introdução nostálgica em um ambiente com aspecto medieval fez com que me sentisse jogando algum Dragon Quest ou até um Final Fantasy clássico. E em o quê, 2 minutos?, já me tinha completamente intrigada e fascinada com a história. O que aconteceu? Dois planetas se chocaram? Mas então todo mundo teria morrido. Não faz sentido. E menos sentido ainda faz quando o enredo dá um salto no tempo e nos joga direto dentro de uma guerra altamente modernizada e tecnológica. 2 mundos absolutamente diferentes e incompatíveis! E nos dois mundos os mesmos personagens, a mesma turminha que no primeiro vídeo era de crianças e agora é de adolescentes. Intrigante!!!

Este mistério acabou perdendo um pouco o foco quando a narração explica como aquele mundo consiste em duas nações permanentemente em luta uma com a outra, que os habitantes todos são soldados, que já nascem adultos em pods “a la Matrix”, que vivem para lutar e que lutam para viver, pois a essência ou flama dos soldados inimigos derrotados recarrega um medidor de energia que eles possuem internamente e que é mostrado nos olhos. Que eles apenas vivem 10 anos e que o objetivo máximo de vida para todos é encerrar estes 10 anos ainda vivo em uma cerimônia com a presença da Rainha.

Meu Deus! Neste momento tive que parar para considerar este tipo de vida por alguns minutos. É o tipo de coisa que nos faz sentir imediatamente gratos pela nossa vida. Que horror!

Após este começo no mínimo impactante foi que o gameplay começou de verdade. E achei ok apenas. Na verdade estava feliz de estar conseguindo jogar sem muito sofrimento, depois de tanto tempo parada. As paisagens são desalentadoras. Pedras, terra e uma vegetação ralinha, aqui e ali. Nada que realmente cative a atenção. A interface rasa menos ainda. Foquei no sistema de combate e em prosseguir. 

Fomos enviados para um outro local e no caminho fui abrindo os baús, coletando os itens espalhados pelo chão e lutando com os mobs. Estava ok, mas o jogo não tinha me pegado ainda, sabem o que quero dizer, não? Exceto pela história. Estava intrigada, curiosa.

Então quando chegamos ao local da missão a curiosidade disparou a picos estratosféricos. Como assim, existem humanos normais, que envelhecem, nesta cidade Swordmarch? Quero ir para lá e é agora!!! E que diabos são estes bichões normais que falam, os Moebius. Nossa, gostei dele. Irônico, sarcástico! Um vilaozão sem defeitos. Exceto por quase ter sido derrotado na primeira fusão de Noah e Mio. Detalhe que deixaremos para lá por enquanto. lol

Gostei da equipe branca. Aliás em termos de skills, armas e habilidades, parecem até mais interessantes que a equipe original. Noah é um espachim normalzão, Eunie a clássica healer e Lanz o tanker tradicional. O óbvio do óbvio. Agora Mia, Sena e Taion pertencem a outro nível. A Mia é defensora com o Lanz, mas é rápída como o inferno e usa dois discos incríveis como arma. Não entendi direito isto dela ser defensora e não atacante e da Sena ser atacante e não defensora, mas tudo bem. A Sena tem um porrete de respeito, um martelo imeeenssoooo! E o Taion tem umas cartas com a melhor animação de todos os tempos!

Eles se linkam uns aos outros para formarem um Oroboros, um bichão como o vilão, de formas pre-determinadas. Assim, o Noah linka com a Mia, o Taion com a Eunie, o Lanz com a Sena. Um homem com uma mulher e climinha rolando entre Noah e Mia. Confesso, não ficarei nem um pouquinho triste se no desenrolar da históra pintar um amor daqueles impossíveis, aqueles dramas a lá Cloud, Aerith e Zephiroth. A Eunie só tem 3 meses de vida. É todo o necessário para fazer um drama daqueles inesquecíveis. Hum, hum… Tô de olho, viu, Monolith. Não pensa que me engana não.  

Quero ver sangue!!!

O que será que pesa mais para que um jRPG se torne um clássico? Sistema de combate, mundo aberto, história? Claro que tudo é importante. Não adianta um sistema de combate maravilhoso com uma história capenga ou vice-versa. Ou ter ambos e o restante todo estropiado. Mas eu, confesso, o que me pega de verdade é uma boa história. É a boca salivando de vontade de saber a continuação. É ter conteúdo para mirabolar teorias infinitas. 

E Xenoblade 3 parece definitivamente ter uma boa história. André e eu já estamos tecendo as nossas. E contando com um jogo bem estruturado, para segurar o enredo, dei me por contente.

Parei de jogar há alguns dias, até colocar os posts em ordem, pois se avanço, depois não consigo me reencontrar nunca mais. Mas estou ansiosa para saber os rumos da aventura!

02/08/2022 0 comment
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Walkthrough

Xenoblade Chronicles 3 já é o mais vendido do Switch eShop, sem surpresa.

by A Itinerante 02/08/2022
Escrito por A Itinerante

É o fim de semana de lançamento de Xenoblade Chronicles 3 e, embora tenha havido muita demanda pelas versões físicas do jogo, parece que muitas pessoas ainda estão comprando a versão digital do título.

Para alguns, essas compras podem até ter ocorrido devido aos atrasos associados às versões de colecionador mais extravagantes. De acordo com os gráficos da eShop nos EUA, Xenoblade Chronicles 3 está agora na frente do Minecraft.

Até jogos como Nintendo Switch Sports e Mario Kart 8 Deluxe – dois títulos que acabaram de receber atualizações de DLC, estão atrás. Digimon Survive também se esgueirou para o sexto lugar, com Live A Live em 9º lugar, no momento da escrita.

É a mesma situação em locais como o Reino Unido – Xenoblade está na frente, à frente de jogos como Among Us, FIFA 22 e Mario Kart. E no Japão, o jogo também está no topo. Para adicionar a isso, está no topo em sites como a Amazon também.

Mais uma vez, não é um mau começo para uma série de RPG como esta. O jogo anterior Xenoblade Chronicles 2 vendeu mais de 2 milhões de cópias, e a Definitive Edition do jogo original no Switch transferiu mais de 1,5 milhão de cópias.

Reportagem de NintendoLife

02/08/2022 0 comment
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